História This is not a goodbye - Capítulo 3


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Acidente, Alucinação, Anjos, Avião, Bambam, Bts, Choi Youngjae, Choro, Drama, Got7, Im Jaebum, Jackbam, Jackbum, Jackeom, Jackjae, Jackson, Jackson Wang, Jaebam, Jaebum, Jark, Jinson, Jinyoung, Jjproject, Kim Yugyeom, Kunpimook Bhuwakul, Mark, Mark Tuan, Markbam, Markjae, Markjin, Markson, Park Jinyoung, Teoria, Teorias, Tiro, Tragedia, Trauma, Youngjae, Yugybam, Yugyeom
Exibições 39
Palavras 1.501
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, tudo bom ?
então, eu percebi muitas notificações de favoritos e comentários e me sinto muito feliz com o feedback de vocês, eu realmente agradeço.
Se você ainda não favoritou, por favor favoritem.
não custa nada

Boa leitura

Capítulo 3 - See you now


Meu rosto permanecia paralisado olhando seriamente pra JB, que continuava a sorrir tranquilamente, naquele momento era notável que o padrão da minha adrenalina havia subido, eu me sentia no calor do momento, eles realmente estavam ali, ou não? Abaixo a cabeça passando a mão em minha cara, esfrego meus olhos pensando “se eu voltar olhar agora… Eles vão sumir?” Foi uma tentativa em vão, porém eles continuavam a me encarar no profundo silêncio que permanecia em meu quarto, foi então que resolvi me pronunciar

JinYoung: Eu não tenho culpa de não ter visto vocês… EU ESTAVA ISOLADO, FORAM VOCÊS FIZERAM ISSO COMIGO!

Eles se entreolharam como se cada um pudesse entender o que devia ser dito, eu me levantava da cama, começando a andar em círculos esperando por uma resposta sensata, mas e se alguém entrasse em meu quarto agora… desconfiaria de que eu poderia estar delirando ou até mesmo enlouquecendo? Talvez, pois essa era uma hipótese que poderia ser cogitada. Mark e Yugyeom conversam entre si, após uma última olhada Mark dá um passo adiante, o mesmo abaixa a cabeça, direcionado seu olhar para o chão, ele leva sua mão até o cabelo e desce até a nuca, coçando a mesma.

Mark: Ninguém nunca te culpou de nada Jinyoung. Nós não te deixamos sozinhos em momento algum, talvez agora que tenha percebido o quanto precisa da gente foi que tenha conseguido nos ver.

Eu me entristeço ao ouvir suas palavras, eu realmente precisava deles, eles eram minha família, então em questão de segundos eu os perdi. Mas o que mais me irritava era nenhum deles ter se pronunciado sobre me deixa, sobre se salvar ou sobre ter prestado atenção, eles realmente pareciam entender os meus pensamentos… talvez realmente fosse efeito de algum problema psicológico ou doença que começava a se expandir em minha cabeça, naquele momento essa era a única coisa da qual conseguia cogitar. Youngjae se aproxima de forma furtiva, com um olhar que eu entendia como uma reflexão de todo o vazio que se apoderou de mim.

YoungJae: Você sabe como nós empolgados quando estamos felizes, era um bom momento, era algo que merecia se tornar algo memorável. Devia entender isso já que disse em seu elogio fúnebre…

Minha cabeça começa doer com o peso de suas palavras, mas pra mim, aquele comentário não valia como uma desculpa. Não importava se era um bom momento, porque deveríamos ter mais momentos assim, o infinito que cobria nossos dias contados devia ser maior, não devia? O silêncio fica mais profundo, a não ser pela sonoridade do canto feito pelo passaro que ficava cantando no fundo… era uma experiência horrível vê-los, sentir sua presença e mesmo assim, saber que de fato, eles não estavam aí. O Ahgase se cala e nessa hora eu conseguia ouvir os passos de minha mãe se aproximando, não era hora do jantar, nem de nenhuma de minhas refeições, JB se levanta de minha cama. Ele me encara do mesmo jeito, mas agora sem o sem o mesmo sorriso largo que o mesmo sempre mantinha em seu rosto.

JaeBum: É melhor se deitar, e talvez, fingir que tenha acabado de acordar… sua Omma vai achar estranho se estiver levantado falando “sozinho”

Eu apenas assinto com a cabeça voltando meu olhar baixo, me sento na ponta da cama, apoiando meus cotovelos em minhas coxas, posiciono as mãos em minha face, apenas tentando raciocinar tudo que havia ocorrido da melhor forma possível, sentindo seus olhares sobre mim. O barulho da porta era alto, mas não a ponto de ser estrondoso, deu pra entender que a Omma já estava ali, o que me gelou a espinha, será que ela também podia vê-los? Eu levanto a cabeça, esperançoso, e se ela conseguisse ver? Mas minha feição muda quando não os vejo mais ali, talvez ela tenha pensado que aquela cara de indiferença fosse uma indireta, porque eu conseguia ver a tristeza em seu olhar. Ela se senta ao meu lado me lançando um olhar que transmitia bondade talvez...

 Omma: Eu sei que esses dias foram incrivelmente difíceis pra você me anjo, não é nem um pouco fácil perder as pessoas que amamos e... Mesmo que, eu pense que você está se recuperando aos poucos... Bem, você sabe que eu não posso ficar o tempo todo com você, eu te amo, mas eu tenho seu pai, e você sabe que não estamos na melhor fase da vida para nos separarmos...

Sei que ela estava tentando me dizer aquilo da melhor forma possível pra não me magoar, suas palavras saiam em um tom doce, embora ela às vezes fizesse uma pausa tentando segurar a tristeza que repentinamente sairia, eu só conseguia passar a mão no cabelo e pensar que possivelmente sem a presença dela, eu veria mais vezes os meninos, o que por um lado era excitante e por outro era horrível. Eles poderiam realmente me perseguir como se já não bastasse o vazio que eu sentia, mas nada foi tão ruim quando ela finalmente disse:

 Omma: Fora isso, você sabe que eu vou estar sempre aqui, eu também tomei a liberdade de procurar alguns “cuidadores” para tomarem conta de voc…

 Eu realmente me recusei a ouvir, eu não precisava de ninguém, eu estava bem, particularmente falando, eu estava ótimo sem ninguém, digo, eu sei cozinhar, sei limpar, porque era preciso? Eu nem há queria ali pra começo de conversa… era necessário eu parar com os meus pensamentos, não queria me sentir um filho ingrato. Minha feição já havia mudado e eu estava com uma cara de indignado, ela soube no primeiro momento que eu não estava feliz com a sua decisão, mas pelo jeito tinha ficado surpresa com a minha resposta.

JinYoung: Você sabe que eu realmente não apoio isso, é uma falta de confiança em mim… porém, eu aceito com a condição de que, a visita será nada mais que duas vezes por semana, e eu já coloquei dois dias porque sabia que a minha Omma não aceitaria menos que isso. Sei que sou seu filho e você merece todo o meu respeito, eu acredito que não estou lhe desrespeitando, mas eu não posso fazer nada se você não tentar aceitar minhas condições…

Ela parecia triste, eu realmente, não me sentia feliz por vê-la daquele jeito, mas foi um alívio saber que ela havia concordado mesmo que 50% de seus pensamentos entraram em completa discórdia, eu me levanto dando um sorriso fraco abrindo meus braços pra receber o abraço que havia me consolado por tantos anos, ele ainda tinha o mesmo efeito, mas é uma pena que nunca me curou 100%, no meio do abraço, ela diz que precisava voltar pra casa, eu balanço positivamente a cabeça que estava encaixada em seu ombro, após alguns segundos nós nos desfazemos do abraço, com um olhar gentil acompanhando a mesma até a porta de casa, onde estava um táxi parado, ela obviamente tinha chamado antes de falar comigo,não duvido nada que ela já tinha idéia de que tudo isso aconteceria… quando eu já tinha terminado de ajudá-la a colocar suas malas no carro, omma me sede seu beijo de despedida na janela do carro, o taxista dá a partida e começa a levá-la, coloco minhas mãos dentro do bolso da calça vendo o carro se distanciar aos poucos, até sumir em uma ladeira.

Minha sensação de solidão se vai aos poucos quando, ao pisar para dentro de casa, ouço alguns barulhos, parecia que alguém estava lá dentro, como se eu não tivesse uma idéia de quem estava lá, não é mesmo? Ao segurar a maçaneta respiro fundo, eu não sei da aonde veio aquele sentimento, mas eu me enchi de raiva, por esse motivo eu peguei a primeira coisa que vi o que no caso foi um pequeno globo de neve, o taquei na parede com força, o grito alto veio logo depois, era ardido e talvez eu conseguisse quebrar um copo com aquilo. Foi então que ouvi alguns passos vindos em minha direção e alem dos passos uma sombra se formou instantaneamente na parede do corredor, por isso acho que explodi de vez...

JinYoung: EU NÃO QUERO VOCÊS AQUI, NÃO PODEM APENAS ME DEIXAR EM PAZ!!! PENSEM NO QUANTO EU ESTOU SOFRENDO, MINHA DOR NÃO É O SUFICIENTE? O QUE MAIS VOCÊS PODEM QUERER DE MIM.

Eu realmente achei que aquele momento tudo que os meninos queriam era me perturbar, talvez eles fossem me perseguir a vida inteira, a sombra havia se encolhido, agora eles iriam temer a mim? Eu me acalmei e me aproximei do corredor aonde eu possivelmente iria vê-los e desabar. Ah como eu queria que tivesse sido um deles, meus olhos agora estavam arregalados, minhas mãos tremiam, eu estava soando frio, talvez estivesse com vergonha ou nervosismo, possivelmente eu estava com um pouco dos dois. Seria tarde de mais pra começar a me arrepender de minhas palavras ou ações.  Talvez eu devesse saber que o nosso reencontro não seria tão rápido assim.

“como eu queria que fossem eles”


Notas Finais


Então, esse foi mais um capitulo e eu quero ser bem sincera...
No decorrer dessa semana eu tive a imensa vontade de desistir, mas eu tive apoio de duas pessoas maravilhosas. É por elas que eu vou continuar tentando meu melhor.
Espero que entendam... Não esqueça de favoritar, porque o feedback de vocês vem sendo incrível.


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