História This Light Between Us - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Justin Bieber
Exibições 37
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI OI MOREEEES
Reescrevi esse capítulo várias vezes, espero que gostem. Os próximos vão ser bem ldkckejfke
Sério, muita coisa vai acontecer. Estou animada.
Ai kskfkemf bom capítulo.

Capítulo 20 - Los Angeles


Fanfic / Fanfiction This Light Between Us - Capítulo 20 - Los Angeles

{Mensagem de texto} 

   Biebs: Onde você está??????

 Lexi: Naquela areazinha da esteira esperando minha mala.

 Biebs: Droga, vem aqui logo. Depois você a pega. 

Lexi: Claro que não. Se me roubarem, como eu vou tomar banho depois?

 Biebs: Usa alguma coisa minha. 

Lexi: Até porque você usa calcinha né?

 Biebs: Não, mas sei que você tem umas muito... Vamos dizer: provocantes.

 Lexi: Você andou fuçando minhas coisas? 

Biebs: Só a gaveta de roupas íntimas. Aliás, aquele seu sutiã de renda preta, eu adorei. Espero que esteja o usando. 

Lexi: Meu deus cala a boca

 Biebs tarado: tá calada, meu amor.

 Lexi: -revirando os olhos violentamente- estou indo para o portão principal. Me espere com comida.

 Biebs tarado: quanta exigência.

 Lexi: Meu pai tá me dando pressa. Acho que ele não sabe que você o espera -emoji rindo. 

Justin: ele me ama. 

Lexi: Ah, com certeza. 

Justin: Vem logo, piranha.

Reclamei de fome e fui com meu pai, que empurrava um daqueles carinhos que levava a mala, até a parte principal no saguão do aeroporto. Forcei um pouco meus olhos e em pouco tempo vi um garoto sentado mexendo no celular e, ao seu lado, dois caras vestidos de preto, provavelmente seguranças. Ri internamente. Peguei meu celular rapidamente e enviei uma mensagem.

 Lexi: olha pra frente.

 E então pude perceber que ele havia lido a mensagem, já que fez exatamente o que falei. Ele sorriu e eu não pude deixar de sorrir de volta. Ele se levantou e eu corri em sua direção, como nos filmes mesmo, sempre quis. Dei vários beijos em seu rosto para demonstrar minha felicidade, e o mesmo não parava de sorrir, assim como eu. Olhei para trás e vi que meu pai sorria. Estranhei, mas voltei a olhar para Justin, e dessa vez ele pegava algo atrás de um dos seus seguranças, gigantes devo dizer. Quando identifiquei o que era, sorri mais ainda.

 - Justin... Não precisava - peguei o buquê de rosas vermelhas com o maior cuidado do mundo, já que nunca fizeram algo assim por mim.

 - Do melhor amigo, pra melhor amiga.

 - Como você é bobo. Eu te amo - sorri e o abracei novamente.

 - Como você tá meiga hoje - falou.

 - Eu sou meiga - joguei os cabelos.

 - Convencida. 

- Vou chamar o meu pai. Temos que ir para o hotel. Quero dormir o dia todo. Miranda disse que a partir de amanhã terei muito trabalho. Já imagino. 

- Você não vai pra minha casa? - perguntou. 

- Sim, mas tenho que fazer companhia para o meu pai no hotel - falei. 

- Se tiverem uma tv de plasma e umas cervejinhas por lá, não me preocupo em ficar sozinho durante o dia. Pode ir fazer o que tem para fazer e a noite quero a senhorita em seu quarto - interviu meu pai.

 - Então vou levar vocês para o hotel e você passa o dia na minha casa, tudo bem? Prometo não te colocar para fazer exercícios - riu. - Tudo bem - falei.

              (...)

Depois de check-in feito, malas acomodadas e um bom banho, troquei de roupa e Justin me mandou mensagem dizendo que me esperava no saguão. Garoto apressado. Meu pai assistia à um jogo do Chelsea e tomava uma garrafa de Heineken.

 - Pai, estou indo. Volto antes das nove.

 - Tudo bem. - falou e dei um beijo em seu rosto - filha...

- Algum problema?

- Vejo que você é bastante próxima desse garoto e tudo mais. 

- Sim, nós somos melhores amigos - afirmei.

- Mas vocês já...

- O quê? - perguntei confusa.

- Você sabe...

- Pai! - me toquei.

- Usaram camisinha?

- Claro que não - falei querendo rir.

- NÃO USARAM CAMISINHA? - arregalou os olhos.

- CALMA - comecei a rir - nós nunca tivemos nada.

- Ah... Mas você ainda é virgem? Sabe que existem muitos métodos contraceptivos não é? 

- Pai! Acho que quem deveria ter essa conversa era a minha mãe - ri.

- Mas os adolescentes de hoje não esperam.

- Tudo bem - falei - tenho que ir. Até mais tarde.

- Até, filha. Mas você ainda é?

- Sim pai, eu sou - revirei os olhos e saí do "quarto", que se parecia mais com um apartament e cho, indo ao encontro de Justin que me esperava sentado em um sofá branco próximo à um balcão, onde estava uma funcionária que parecia se divertir exibindo os seios para ele com seu decote enorme. Revirei os olhos e chamei sua atenção.

Acompanhei Bieber até a entrada de hotel e quando ele destravou a porta do carro, percebi:

- Como você é discreto, Justin Bieber - olhei para a Ferrari de oncinha parada a minha frente. 

- É Los Angeles, AA. Nós não precisamos ser discretos. 

- Onde eu fui me meter - revirei os olhos e entrei no carro. - Você ainda mora em Calabasas? - perguntei enquanto ele dirigia em alta velocidade, quase me fazendo infartar. A época muda, mas o bizzle continua ali. Pensei.

 - Sim, mas nós não vamos pra lá. Não hoje.

- E nós vamos pra onde?

- Vou te apresentar meus irmãos e meu pai.

- Como?

- É isso aí - sorriu.

- Porra como assim. E se eles não gostarem de mim?

- Relaxa loirinha.

- Eu poderia ter me arrumado melhor.

- Ah, então pra mim você não se arruma? - se fez de ofendido.

- Cala a boca - ri.

Peguei um batom nude em minha bolsa e o passei enquanto usava meu celular como "espelho". O rádio foi ligado e "Too Good" do Drake tocava. 

- AUMENTA JUSTIN - ele nem protestou. Apenas aumentou e começamos a cantar juntos. Dei um sorriso aberto.

Mais dez minutos dentro do carro e nós paramos em frente à uma casa, praticamente uma mansão, totalmente branca, de dois andares e um jardim lindo.

- Que lugar maravilhoso - falei quando saímos do carro, já estacionado.

- Meu pai mora aqui com meus irmãos e a esposa.

- A Erin - falei.

- Isso. Vem - pegou em minha mão e minhas pernas tremeram. Me senti uma idiota, afinal, não tinha motivo para tal coisa acontecer.

Justin tocou a campainha e logo uma mulher loira, que provavelmente trabalhava ali, nos recebeu. Jeremy, Jaxon e Jazzmyn desceram as escadas poucos minutos depois e sorriram.

- Justinn - o garotinho disse e correu para abraçá-lo.

- Jaxon! - retribuiu e fez o mesmo com a irmã.

- Meu filho, quanto tempo não aparece por aqui.

- A turnê vem consumindo muito de mim - explicou e o cumprimentou.

- E essa bela garota? Vi fotos suas com ela p

- É a Alexia. Nós somos amigos - coçou a nuca.

- Ah sim, fiquem à vontade aí. Erin teve viajar a trabalho. Essa é Megan, babá das crianças. Apontou para a moça que havia nos atendido e acenamos. Pai e filho começaram a conversar sobre negócios e as duas crianças, que antes estavam ao lado de Justin, vieram até mim e me abraçaram.

- Oi - Jazzmyn sorriu.

- Olá, Jazzy. Posso te chamar assim?

- Claro.

- Você é linda - Jaxon disse e me deu um beijo na bochecha.

- Que gentiu da sua parte, homem-aranha - falei olhando para sua roupa, ou melhor, fantasia.

- Quer conhecer as minhas bonecas? - Jazzy perguntou.

- Claro, princesinha - sorri e ela segurou a minha mão me puxando. Justin me olhou confuso, e eu apontei para o meu celular. Logo ele entendeu que mandaria um SMS explicando.

Subi as escadas atrás de Jazzy e ela me levou até uma porta, provavelmente seu quarto, e lá entramos. Ela pediu que eu sentasse, pois faria um "café da manhã" para que eu conhecesse suas amiguinhas. Aproveitei para pegar o celular e avisar à Justin.

Lexi: Jazzy quer me mostrar suas bonecas. Estou tomando um café da manhã, hahaha.

Justin: Já estou com saudades de você.

Lexi: Que carência.

Justin: Pois é. Vamos para algum restaurante em meia hora. Nós 5. 

Lexi: Tudo bem. Até daqui a pouco.

Brinquei um pouco com Jazzmyn e suas amigas, três bonecas enormes chamas Julie e Sofie, até que a garotinha disse estar com fome e nós descemos, encontrando Justin e Jeremy com copos de cerveja, e Jaxon com um de refrigerante.

- Já ia chamá-las. Vamos? - Jeremy falou.

- Claro - sorri e olhei o horário em meu celular. Uma da tarde pelo horário daqui. Andei até Justin, e o mesmo passou um de seus braços ao redor da minha cintura, e assim fomos para a garagem, dessa vez para uma Range Rover, provavelmente de Jeremy.

Justin se sentou no banco do passageiro e eu fui atrás com seus irmãos. Ele até perguntou se eu me importava, mas disse que não. Não era problema. Eu gostava de companhia, ainda mais quando se trata de criaturinhas tão fofas como Jax e Jazzy.

Acabamos concordando em comer comida Mexicana e por fim um restaurante próximo de onde estávamos. Saudade rodízios brasileiros.

Almoçamos os cinco e tempo depois Jeremy disse que precisaria ir para o aeroporto. Era sábado e Erin chegaria de Ohio em algumas horas. Ele nos deixou em sua casa, onde Justin pegou seu carro, e deu partida com as crianças.

- Vamos para a sua casa agora? - falei quando entramos na Ferrari.

- Ainda não - falou e eu bufei.

- Quando vamos pra lá? 

- Que pressa toda é essa de conhecer minha casa? Ou seria meu quarto? Minha cama?

- Cala a boca - ri - quero ver a Kim Kardashian.

- Nossa - disse ligando o motor do carro.

- Mentira. Não gosto dela - ri.

- Wow. 

- Mas sério, pra onde vamos e porque não pra sua casa?

- Vou te mostrar a cidade e só conhecerá minha casa quando aceitar passar uns dias aqui - afirmou.

- Ai meu deus - falei.

- Agora vamos para Hollywood - falou e pôs seusa óculos escuros. Ri.





Notas Finais


Não esqueçam de comentar.
Amo vocês.


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