História This stupid darn McGold - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Li, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky
Tags Amor Doce, Armin, Castiel, Crazy-chan, Drama, Hentai, Louise, Nathaniel, Romance
Visualizações 221
Palavras 2.812
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Oito


Fanfic / Fanfiction This stupid darn McGold - Capítulo 8 - Oito

  - É sempre tão frio de manhã, quando você não vem com o pai? – a pergunta de Castiel me faz rir. Como um bichinho acuado, ele se encolhe dentro do casacão de lã enquanto esperamos o ônibus chegar à parada requerida, e então eu o olho com certo divertimento.

  Ao meu lado, Priya solta uma risadinha nasalada. Para uma garota em seu primeiro dia de aula, ela parece bastante tranquila.

  - Aqui com certeza é mais frio que a Índia, mas... – ela dá uma pausa e faz um panorama de seu próprio corpo. Assim como eu, veste apenas um cardigã de malha. – É. Eu não sinto tanto frio assim...

  Assinto.

  - Mesmo porque estamos no verão...

  - Mas ainda assim é frio pela manhã, pô! – entrando na brincadeira, meu irmão se finge de indignado, os lábios crispados e as sobrancelhas arqueadas em algo que eu considero uma de suas caretas mais icônicas. Ainda assim, por mais que ele faça palhaçadas, sei que ainda está bastante furioso com o ocorrido do dia anterior, e é por isso que eu me permito suspirar, desconcertada.

  Afinal, se não fosse por isso, não estaríamos no ônibus.

  Priya me cutuca após algumas risadas:

  - Ei, você ‘tá bem? – pergunta, e eu assinto leve e controladamente. Na necessidade de me expressar melhor, entreabro os lábios, mas chegamos ao ponto antes que eu possa lhe dar uma explicação mais coesa.

  Castiel me puxa pelos degraus do ônibus. Agora, com o ar matinal em contato com meu rosto, sinto que a temperatura está mais amena; sorrio. Castiel me olha com uma expressão desafiadora.

  - ‘Tá legal, ‘tá legal... – admito, dando-lhe um tapinha no ombro. – Está frio, sim.

  - Uou! – Priya aparece atrás de nós, estupefata. Encaro-a, mas só até perceber ao que ela está se referindo.

  O instituto Sweet Amoris parece reluzir sob os primeiros raios de sol. Majestosa, a árvore localizada no centro do pátio chacoalha conforme a brisa enquanto suas folhas mais antigas se desprendem e flutuam ao redor, o que – sem dúvidas – é uma visão maravilhosa. À primeira vista, tudo parece ter sido tirado de um filme colegial hollywoodiano, e eu com certeza me deixaria levar se já não estivesse habituada à ditadura infernal imposta por algumas figuras peculiares de alto escalão no grêmio estudantil.

  Como se lesse meus pensamentos, Castiel toma a dianteira e envolve os ombros de Priya, trazendo-a para mais perto em um contato amigável.

  - Bem-vinda ao inferno! – diz, o que faz com que a garota solte uma risadinha antes de fazer um panorama do local. Meu irmão me olha por sobre os ombros e pisca.

  Aproximo-me.

  - Você se acostuma com o tempo, sabe? – completo. Quando, pelo canto do olho, percebo que Lysandre se aproxima, faço sinal para Castiel. Ele se afasta.   

  - Esperamos que aprecie sua estadia, senhorita! – a última frase parece ficar abandonada ao vento enquanto, estáticas, o observamos correr na direção do amigo, que cessa a caminhada ao avistá-lo.

  Suspiro, aliviada. “Pelo menos já não parece estar tão ranzinza”, a constatação mental me faz sorrir. “Que continue assim!”.  

  Priya me olha, inquisitiva. Retribuo.

  - Lysandre Kenward Moore. – apresento, o dedo apontado para o rapaz de cabelos extravagantemente platinados. – É o melhor amigo do meu irmão. – baixo os olhos. - O único, para ser mais exata...

  A confissão parece ter sido automática, fazendo-me praguejar em pensamento. Silenciosa, eu espero que uma série de perguntas constrangedoras - provavelmente envolvendo a origem da razão para aquilo – brote dos lábios de Priya, mas ela me surpreende ao apenas assentir, como se pudesse ver meu constrangimento. Rio, sem graça.

 Ela pousa uma das mãos em meu ombro.

  - Ei, não fica ass...

  Alguém pula em minhas costas, interrompendo-a. Desavisada, perco o equilíbrio e, com a finalidade de tentar não cair, dou alguns passos involuntários à frente. Para minha infelicidade, a ação é tão inútil quanto o ser humano que achou que seria ótima a ideia de se jogar em mim quando estou distraída.

  Olho para cima, dando de cara com Alexy Diaz. Ao contrário de mim, ele sorri quando nossos olhares se cruzam.

  - E aí, Biersack? – cumprimenta, e eu apenas solto um grunhido desgostoso em resposta. Ainda meio chocada, demoro alguns segundos até perceber que, completando minha cota de constrangimento diária, minha atual posição (que inclui a bunda empinada para o céu e as pernas jogadas em um ângulo bizarro) não é muito favorável para o meio de um pátio movimentado.

  Ergo-me quase que instantaneamente, ignorando a risadinha debochada de algumas garotas amontoadas mais para o canto.

  - Oi, Diaz... – então olho para o lado. Priya me encara em total estado de choque, os olhos arregalados e as sobrancelhas arqueadas em uma careta que mais se encaixaria em um filme de terror. Apesar de dolorida, esforço-me para andar até ela. – Diz oi para a minha nova amiga...

  - Lou! – uma voz distinta me chama ao longe. Quando olho para trás, Armin está praticamente colado a mim. – Você ‘tá bem?! – assinto, e ele olha feio para o gêmeo, que apenas sussurra um “foi mal!” constrangido. – Você podia ter machucado ela, sabia?!    

  Ignorando-os, olho para os lados à procura de Rosa, mas, por mais que eu vistorie o pátio, nada. Isso me faz arquear as sobrancelhas em sinal de desconfiança.

  - Ahn... Cadê a Rosa?

  Alexy responde quase que instantaneamente:

  - ‘Tá com o namorado novo dela. Você não ‘tá sabendo? – faço que não, o que quase faz com que ele repita o pulo antes de Armin o puxar de volta pela gola da jaqueta. Ainda assim, ele se aventura a pegar em minha mão antes de continuar: - Cara, é babado dos bons, esse! O boy magia da vez é o irmão mais velho do Ly...

  Censuro-o com o olhar e me afasto.

  - Primeiro as apresentações. – informo, indicando Priya com um maneio de cabeça. Para meu total e puro alívio, ambos sorriem alegre e abertamente para ela antes mesmo que eu possa apresentá-la: - Esta é Priya, minha nova vizinha. – ela acena e diz oi. – Ela é da Índia, e provavelmente vai estudar comigo e com a Rosa.

  - É um prazer conhecê-los. – cumprimenta-os, estendendo o braço para um aperto de mão. Armin a aperta rapidamente, mas Alexy, aderindo ao seu típico perfil brincalhão, se agacha e a beija na parte dos dedos, rindo logo em seguida.

  - Seja muito bem-vinda, ma chérie¹. – a reverência exagerada que ele faz é de deixar qualquer um envergonhado, mas, divergindo do que eu espero que faça, a garota indiana apenas sorri, alegre. – Que graça! Vou levá-la ao shopping assim que puder, para selar nossa amizade. Que tal?

  Rio. Armin, por sua vez, revira os olhos.

  - Ok, ok, Alexy. Contanto que isso não me envolva, - ele volta a puxar o irmão pela gola, obrigando-o a se levantar. Depois disso, enfim, percebo que abre um leve sorriso para Priya. – eu acho uma ideia ótima! Ir àquele inferno que você...

  O ruído ensurdecedor de motores ressoa pelo pátio alguns segundos antes de uma Lamborghini prateada passar pelos portões do estacionamento. O escândalo por parte das garotas é instantâneo, com direito a berros estridentes e demonstrações exageradas de amor pelo motorista que vem aí.

  Suspiro.

  - Falando no diabo... – Armin continua, os lábios se crispando em uma expressão amargurada.   

  Agora, McGold finalmente deixa o carro. Como o esperado, os membros do time de lacrosse – sob o comando de seu capitão, Kentin Beaumont – se juntam em uma espécie de montinho para escoltá-lo até o interior do prédio principal, Nathaniel sorrindo para suas admiradoras a cada passo que dá. O gosto de bile me sobe pela garganta.

  “‘Realmente não sou o monstro que você esperava.’”, a frase me vem à cabeça involuntariamente. Por mais verídico que tenha sido o momento, ainda é difícil acreditar que Nathaniel McGold tenha recusado uma oportunidade gratuita de humilhar meu irmão.

  Faço que não. Olho para os lados logo em seguida, à procura de Castiel. Para meu alívio, ele parece já ter entrado no colégio, poupando-me de mais preocupações desnecessárias envolvendo chiliques em pleno pátio movimentado.

  Priya se faz ouvir:

  - Ei, esse não é o carinha que... – censuro-a com o olhar, em um pedido mudo para que ela não continue. “Eles não sabem!”, sinalizo, alterando a atenção entre os gêmeos. Por fim, ela corrige: - Ahn... O carinha que a gente viu ontem enquanto você me mostrava a cidade, Lou?

  Baixo os olhos, e Alexy me fita de maneira inquisitiva.

  - É- é! – começo, cautelosa. Sorrio amarelo para ambos antes de continuar: - Eu fui mostrar a cidade para a Priya e a gente viu ele no centro...

  - McGold no centro sozinho? – Armin questiona em tom de incredulidade, e eu assinto. – Ok, isso é, sem dúvida alguma, bizarro e incomum. Desde quando ele...

  O grupinho passa por nós e, não muito diferente do que eu espero, Nathaniel não se dá ao trabalho de retribuir quando o encaramos. Ele caminha de cabeça erguida com sua irmã gêmea ao lado, e nada diverge da normalidade com exceção de um reles porém na situação: quando arrisco-me a continuar olhando-o, ele retribui.

  Engasgo. Ele pisca.

  - Lou? – Armin inquire em timbre preocupado. Chacoalho a cabeça antes de me deparar com suas íris azuis me analisando. – Você tem certeza de que ‘tá tudo bem?

  Faço que sim mecanicamente.

  - É- é. T- tô bem, sim... – então volto a olhar para baixo. “Acalme-se, Louise. É apenas provocação”.

  O sinal toca, e todo mundo – sem exceção – se encaminha para os corredores. Despeço-me dos gêmeos antes de buscar por Priya e puxá-la comigo até a secretaria, rezando para que, pelo menos desta vez, o responsável pelos novatos não seja o representante de turma.

{#}~{#}

  Apesar de eu ter pedido fiel e desesperadamente para que não fosse Nathaniel McGold o responsável por nos recepcionar, o que o destino nos reserva na sala de espera não é muito melhor: sentada atrás da escrivaninha, pernas cruzadas expondo suas coxas fartas, Melody Smith parece se sentir a rainha do baile de primavera com sua expressão de superioridade. Ela me olha com asco quando passo pela porta, voltando sua atenção para Priya logo em sequência.

  - Bem... – começa, a falsa doçura chegando a me dar enjoo. Ela passa as unhas enfadonhamente compridas pelo cronograma virtual exposto pelo computador: - Priya Chandran, certo? – Priya assente. – Parece que terá as mesmas aulas que, ahn... A senhorita Biersack.

  Faço careta. É impressão minha ou, assim como McGold faz, Smith acaba de insinuar que o pronome de tratamento não faz jus a mim?

  Priya baixa a cabeça em uma breve reverência.

  - Eu agradeço a ajuda. – diz, e, por mais que seja minha mais nova amiga, eu não deixo de revirar os olhos com isso. “A ingenuidade, pelo visto, bateu e ficou”. 

  Melody me olha de cima a baixo.

  - Você pode acompanhá-la, certo? – pergunta, muito embora, a meu ver, a inquisição tenha soado mais como uma ordem. Entreabro a boca para respondê-la, porém ela dá continuidade antes que eu fale qualquer coisa: - É claro que sim, não é? Estou ocupada no momento, sabe?

  “Ocupada sonhando em sair com o McGold?”, debocho em pensamento, mas não me prolongo na tarefa por causa de Priya. Ela me olha com uma expressão pidona, e então eu me dou por vencida e a puxo pelo braço rumo ao corredor.

  Ainda assim, não deixo de praguejar:

  - Aff... Vaca!

  Priya ri.

  - É a tal santa do pau oco? – a pergunta me faz parar bruscamente. Quando paro para olhá-la com mais atenção, ela esboça um sorriso: - Eu percebi pela forma como ela te encarou quando entramos na sala.

  É a minha vez de rir.

  - É... É verdade que ela não gosta muito de mim...

  - E nem você dela, correto?

  Estudo-a por uma fração de segundos. Para uma garota que acaba de chegar em uma instituição de ensino como a Sweet Amoris High School, ela é bem rápida em “sacar” o tipo de relação entre a plebe e os riquinhos. Isso, em partes, me diverte.

    - Vamos... A julgar pelo meu cronograma de aulas, e já sabendo que o seu é o mesmo... – olho para cima, fazendo-me de desentendida. – É... Vamos! A senhorita Delanay não é muito fã de chegadas tardias na aula.

  Ela para.

  - Mesmo que seja de uma novata?

  Sorrio.

  - Principalmente se for de uma novata!     

{#}~{#}

  A aula ocorre da forma mais normal possível. Isto é, desconsiderando a euforia pela chegada de uma nova garota em uma classe com predominância masculina, claro. Após o primeiro turno, eu a levo para um tour geral nos lugares mais frequentados da instituição, e quando o último sinal toca, mais parecendo um hino de salvação mundial, aproveitamos para esperar pelos gêmeos no estacionamento.

  - Sua escola não é tão ruim, Lou. – Priya finalmente comenta, o olhar ávido e perspicaz escaneando os rostos alheios.

  - Nossa escola, você quer dizer, né? – rebato em tom sarcástico, ao qual ela responde com uma risadinha breve. Olho para ambos os lados antes de acrescentar: - Mas é... Se não fosse por algumas figuras icônicas...

  - Ah, qual é! – a exclamação é alta o suficiente para atrair a atenção de Ambre McGold, que, não muito diferente do normal, desfila por ali em mais uma de suas tentativas frustradas para atrair a atenção do time de lacrosse. Ela nos encara por algum tempo, mas logo segue em frente ao perceber que somos reles plebeias em um momento de descontração.

  Suspiro. Priya gargalha.

  - Nada que valha sua atenção, senhorita McGold. – sussurro, debochada. Em seguida, olhando-a de esguelha, mostro a língua furtivamente.

  O estacionamento já está abarrotado de gente, com os riquinhos fazendo os habituais “ritos de passagem” ao exibirem-se com seus carros importados. Olho em volta à procura de alguém conhecido – Castiel, mais precisamente -, mas ninguém que pelo menos valha a pena se faz presente. Isso me frustra.

  - Ei. – Priya toca em meu antebraço, e então eu olho na direção indicada. – Aquele ali não é seu pai?

  Mordo os lábios. A pessoa para a qual ela aponta é, de fato, meu pai. Cabisbaixo – e um tanto ranzinza -, ele caminha entre os alunos até chegar à picape velha e enferrujada, ao que a destranca e, sem olhar para trás, começa o procedimento para ir embora. Ainda assim, não deixo de notar que, talvez um pouco esperançoso, ele espera um pouco antes de dar a partida, como se à espera de um sinal meu ou de Castiel.

  Olho para baixo. “Bem, pelo menos ele está aprendendo que precisamos de um pouco de espaço também”.

  - Ei, o que estão olhando? – Armin, de súbito, aparece atrás de mim, sorridente. Como o de costume, dou-lhe um beijo na bochecha antes que ele possa me envolver em um abraço reconfortante. Depois que nos afastamos, ele acena para Priya: - Então, como foi seu primeiro dia na Sweet Amoris?

  - Cheio de surpresas, talvez? – agora é Alexy quem se faz ouvir. Ele para ao meu lado antes de prosseguir: - Descobrindo, finalmente, a existência dessas tais figuras peculiares?

  Ela dá de ombros.

  - Sem dúvidas. – seus olhos, percebo, procuram pelos meus, inquisitivos. Faço que sim. – A Louise já tinha me falado de algumas...

  Abro a boca para dar continuidade ao assunto; entretanto, antes que alguma frase com som articulado possa sair, uma mão pousa sobre meu pulso.

  Sou puxada para trás. Armin me olha assustado.

  - M- mas o quê?! – a surpresa em meu timbre de voz é mais do que evidente, mas é só quando olho para meus amigos estupefatos que me submeto a sanar a curiosidade em saber quem está me puxando.

  Solto um grunhido desgostoso. Eu sabia que aquele toque me era familiar!

  - Dá pra andar mais rápido, Biersack? – McGold inquire com o típico autoritarismo. Debato-me.

  - O que deu em você, agora?! ‘Tá todo mundo olhando, sabia?!

  Ele solta uma risadinha abafada, ainda olhando para frente.

  - Que se dane! – sua indiferença me faz arquear as sobrancelhas, e minha desconfiança só aumenta ao perceber que, em uma atitude bastante divergente à esperada, ele me guia até sua Lamborghini prateada. Completamente rendida, mal consigo me mexer quando ele me pega no colo, na frente de toda a instituição, e me joga no banco passageiro.

  Tento sair. Ele bloqueia minha passagem com seu corpo infinitamente maior e mais forte do que o meu.

  - Pra onde você ‘tá me levando?!

  Sorridente, ele dá a volta no carro para entrar no banco do motorista.    

  - Vamos estudar, docinho. – e então dá a partida no carro. Viro a cabeça e olho para trás bem a tempo de captar o vislumbre de Armin correndo em nossa direção, e é por isso que tento gritar. Minha voz, entretanto, falha; Nathaniel ri. – Aperte bem o cinto, viu? Vamos a um lugarzinho especial hoje.

  Arrancamos.  

 

    Ma chérie¹ - do francês, minha dama.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...