História Those Lips - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Samuel X Akira, Yaoi
Exibições 64
Palavras 2.207
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá, meus amores! Espero que divirtam-se lendo como eu me diverti escrevendo.

Capítulo 1 - Capítulo I


Akira estava em pé ao lado da mesa, apoiado no tampo. Em cima dela várias travessas com os mais variados doces e salgados refinadamente decorados. A sua frente estava Samuel, o encarando com seus profundos olhos azuis e o polegar passeando em seus lábios. Akira sorriu antes de estender a língua sobre ele, o beijando com um estalo provocante. O colocou na boca e o chupou com força, gemendo baixinho. Samuel fez uma careta, puxando o dedo devagar sentindo a língua do rapaz se movendo em sua digital enquanto o fitava com seus olhos rasgados.

– Ahhnn... –  Samuel encostou a testa a dele – Não faz isso comigo...

Akira segurou sua mão brincando com o dedo em seus lábios.

– Pare. – disse, rindo – Alguém pode nos ver.

– E daí? – deu de ombros – Somos apenas um casal apaixonado trocando carícias.

– Por que você tem de me provocar nos momentos mais inoportunos?

– Por que é mais gostoso. Me diz se não é mais gostoso? – respondeu. Akira segurou Samuel pelo braço e com a mão livre agarrou seu pênis com firmeza por cima da calça. Deslizou a mão em seu braço até seus ombros, segurando a alça de sua regata e o puxando pra perto até seus rostos ficarem próximos o bastante pra sentir sua respiração – Viu só? Ponto de bala.

– Você é um canalha.

Samuel encostou o corpo ao dele sentindo a mão de Akira em suas costas quando seus lábios se tocaram. Trocaram um beijo lento e apaixonado onde seus lábios se encaixaram dando apoio a um par de línguas curiosas em explorar a boca do outro. Samuel segurou Akira pela cintura adorado a massagem em seu membro.

– Akira.

– Hum?

– Você não quer ir lá pra cima? – sussurrou por entre os lábios.

– Não podemos.

– Por que?

– Por que há convidados na sala. – Akira riu brincalhão – Além do mais, isso é bastante divertido.

Samuel apoiou a cabeça no ombro de Akira, suspirando, segurando seu pulso.

– Por que você faz isso comigo? – perguntou suplicante.

– Por que eu te amo.

Akira lambeu sua orelha, devagar, deixando seu hálito eriçar os pelos do rapaz. O beijou provocando vários estalos que fizeram Samuel gemer baixinho.

– Akira.

– Hum? – continuou a beija-lo.

– Akira... Seu corpo... Essa sua boca quente e úmida... – sentiu uma mordida forte, seguida por outra lambida molhada o fazendo grunhir. Samuel ergueu o rosto para encara-lo, levando a mão até seu queixo e brincando com os dedos em sua face – Nesse exato momento eu a quero por todo o meu corpo. Você está me deixando louco... Se não for fazer o serviço completo, por favor, pare.

Akira sorriu e o soltou, o deixando livre pra ir.

– Obrigado. – o ruivo agradeceu com a voz rouca e pegou duas travessas de salgados – Me ajude a trazer esses ai.

 

***

 

Pelo menos uma dúzia de pessoas estavam na sala de Samuel. Seus melhores amigos estavam ali por ele, por seu aniversário. Mei estava sentada no braço do sofá ao lado de Arthur e Samuel estava de pé e os três conversavam sobre assuntos aleatórios. Embora agisse com naturalidade, o ruivo tinha total consiencia de seu membro ainda duro no meio das pernas.

– Samuel. – Mei chamou sua atenção pela segunda vez – Tudo bem com você?

Ele demorou um pouco a desviar os pensamentos da boca de Akira e o prazer que ela poderia lhe proporcionar. Suspirou e olhou para Mei.

– Eu estou legal. – disse levando um brigadeiro a boca.

– Você parece tenso.

– Eu não estou tenso. – franziu o rosto.

– Esta sim. Ele não parece tenso, Arthur?

– Bastante tenso. – o rapaz acenou, mancomunando com Mei – Você está desatento, com a cabeça no mundo da lua.

Samuel comeu o resto do doce.

– É impressão de vocês. – deu de ombros – Estou completamente relaxado.

Arthur e Mei ficaram olhando Samuel que lambia os dedos de maneira estranha, nervoso.

– O que foi? – perguntou aos dois que negaram estar de olho nele.

Então a campainha tocou e Samuel ergueu o rosto para ver Akira abrir a porta e receber Thiago que trazia um embrulho azul. Sentiu uma pontada de ciúmes quando seu homem se abaixou para abraça-lo.

Não, não foi uma pontada. Samuel era ciumento e sentiu o gosto de fel lhe subir pela garganta quando Akira o convidou para entrar. Roubou um doce da mão de Mei e o engoliu inteiro, continuando com o amargo na boca.

– Ei. – Mei protestou, mas ele apontou o dedo para ela pedindo que se calasse.

Thiago era baixo, de corpo forte e os olhos azuis tão profundos quanto os de Samuel. Ele veio em sua direção acompanhado de Akira.

– Oi Samuel. – disse e o ruivo sorriu pegando o presente que estendeu a ele – Feliz aniversário.

– Obrigado.

Samuel se afastou para colocar o presente junto dos outros em uma mesa ao canto. Ficou ali, parado, olhando a pila de embrulhos. Suas mãos se agarraram a beira da mesa e respirou fundo. Duas, três vezes. Quando achou que conseguiria manter a cara lavada, voltou para a roda. Sentou ao lado de Arthur e Akira sentou no outro sofá ao lado de Thiago.

– Acho que ainda não conhece o Arthur. – Samuel apresentou o amigo a Thiago.

– Olá, Arthur. – Thiago disse animadamente.

– Oi. – o loiro disse com um sorriso desinteressado.

Akira olhou para o amigo o cutucando com cumplicidade, acenando um não.

Samuel relaxou e cruzou as pernas estendendo os braços sobre o encosto do sofá. Tiveram uma conversa animada, durante a qual Samuel não tirou os olhos de Akira, observando seus gestos, suas expressões. Se concentrando nele, pode esquecer Thiago ao seu lado. Não conseguia sentir raiva do rapaz. Ele não tinha culpa se seu Akira era lindo e perfeito.

O assunto da vez era uma promoção que Arthur havia recebido, quando Akira se levantou e foi até a cozinha. Samuel captou o som da porta dos fundos se abrindo. Depois de algum tempo, se levantou e o seguiu.

– Com licença.

Samuel passou pela cozinha e foi até a área de serviço, trancando a porta por fora. Encontrou Akira ajoelhado revirando algumas caixas no armário que ficava em baixo da escada.

– O que está procurando? – Samuel perguntou assustando o rapaz.

– Detergente. – respondeu a primeira coisa que veio em sua cabeça.

– Mentira.

Akira riu e quando se virou, deu de cara com um membro ereto, grosso e grande. Perdeu o fôlego e mordeu os lábios rindo, desviando o olhar daquela maravilha para o rosto de Samuel.

– Verdade. O da cozinha acabou e eu preciso...

– Me chupa. – o ruivo o interrompeu.

Akira levantou a sobrancelha direita olhando para ele.

– Você está excitado desde aquela hora?

– A culpa é sua. Anda logo. Me faz gozar.

– Pois não, minha delícia.

Ainda rindo, Akira começou uma punheta leve olhando para ele com fogo no olhar.

– Samuel.

– Hum?

– Eu amo você.

Akira encostou a boca na base de seu pau procurando por seus testículos, os massageando. Deslizou a língua molhada por toda sua extensão. Samuel gemeu quando sua glande foi envolvida por aquela boca quente e úmida... Pelos céus, aquela boca! Se havia algo que provocava em Samuel a luxúria em grau ao qual não conseguia resistir era a boca de Akira. Aqueles lábios macios e molhados assumindo o leve tom avermelhado enquanto o chupava. O oriental sabia usa-los, combinando com a fome e o atrevimento de sua língua veloz. Uma língua que o provocava deliciosamente com lambidas explícitas e nada contidas, que o atiçava se movendo habilmente quando o engolia. Akira o fazia delirar quando via seus lábios tocando seus pelos pubianos, sentindo a vibração de suas cordas vocais quando seu pau atingia o fundo de sua garganta e ele gemia.

Samuel o olhava acariciando seu cabelo com os dedos, passeando o polegar por sua pálpebra esticada.

– Minha delícia... – disse baixinho com sua voz rouca – Quer ser fodido?

Akira levantou os olhos para ele enquanto beijava sua glande.

– Eu quero fodê-lo. – disse sorrindo – Tire a roupa.

Antes de se levantar, Akira deu uma cusparada em seu membro, o lubrificando Tirou a bermuda jeans e a boxer, se virado de costas para Samuel. O rapaz o interrompeu.

– Não. Venha aqui.

Samuel  o beijou o empurrando até que suas costas encontraram a máquina de lavar. Seu beijo foi sedento, mergulhando a língua em sua boca, sugando aqueles lábios deliciosos. Sentou Akira na máquina o agarrando pelos joelhos, erguendo suas pernas abertas.  Daquela posição, tinha uma visão privilegiada de sua entrada. Seu olhar subiu para seu rosto.

– Você é muito gostoso. – sussurrou esfregando o membro em seu ânus, o fazendo suspirar. Seu olhar era provocante acompanhado de um sorriso malicioso – Você me quer?

– Alguém pode aparecer... – disse receoso.

– Não se preocupe.

Samuel alargou o sorriso e Akira também sorriu. Apoiou as costas na lavadora se elevando sobre os cotovelos enquanto Samuel segurava suas pernas.

– Me come.

Akira deixou escapar um gemido alto quando Samuel o penetrou. O rapaz grunhiu em excitação. Soltou suas pernas e o oriental logo tratou de envolver sua cintura. Abraçou seu tronco e o puxou para um beijo curto. Continuou com o rosto colado ao dele, suspirando pela boca entreaberta enquanto avançava pra dentro de Akira. Tocou os lábios de Akira com a ponta da língua, balançando o corpo em um giratório hipnótico. Akira jogou a cabeça pra trás cerrando os dentes tentando não fazer barulho e Samuel encaixou o rosto em seu pescoço.

– Akira, – sussurrou em sua pele – você é muito gostoso. Minha delícia...

Samuel levantou o tronco e espalmou as mãos em seu abdômen por baixo de sua camisa, metendo em Akira com força em um vai-e-vem delicioso. Não diminuiu o ritmo. O som de seu corpo contra as nádegas do oriental era extremamente excitante.

– Samuel? – alguém o chamou da cozinha.

Akira o olhou apreensivo, mas Samuel não parou as estocadas, sorrindo com o canto dos lábios. A maçaneta girou na porta mas ela não se abriu.

– Samuel, esta ai fora? – o chamado se repetiu e Akira se esforçou para conter os gemidos.

Quando a intromissão foi embora, Akira abriu a boca puxado o ar, deixando escapar som agudo e alto. Começou a se masturbar com desespero enquanto Samuel o penetrava, se fundindo em suas entranhas apertadas. O risco de serem pegos a qualquer momento foi um lança-chamas no tesão de ambos que foi as alturas. Akira tinha vontade de gritar, de rugir, ou fazer qualquer outra coisa barulhenta que fosse mais alto aos seus ouvidos do que o pulsar forte de seu coração, bombeando adrenalina por seu corpo. As palavras sujas ditas foi o único modo de expressar a selvageria que o invadia.

– Puta que me pariu! Samuel, que cacete gostoso! – grunhiu por entre os dentes – Me fode, delícia. Vem com força pra dentro de mim!

Samuel o olhou e sorriu, sentindo os tremores tomarem conto de seu corpo. Se inclinou por sobre Akira beijando seu peito.

– Akira. – disse baixinho – Eu vou gozar.

O rapaz franziu a testa.

– Porra, Sammy. Eu estou quase. Não pare. – o rosto de Akira se retorceu em luxúria. Suas pernas doíam pelo esforço de se agarrar a Samuel. Seus músculos se retraiam enquanto ele o estocava, acertando direto no alvo, onde sentia mais prazer. Akira precisava de mais daquilo. Não podiam parar agora – Ahhnnn... Caraaaalhoo...

Depois de algumas estocas profundas, Akira sentiu algo quente e meloso deslizar em seu interior, tornando a penetração escorregadia com a lubrificação. Soltou um gemido e então Samuel parou de se mover. Levantou o rosto para beija-lo, ofegante.

Akira não parou de se masturbar, sentindo Samuel recuar com seu instrumento descomunal em um movimento tanto doloroso quanto excitante.

– Não se atreva, Sammy. – sussurrou olhando para ele com a expressão raivosa e o ruivo sorriu – Ohh... Pauzudo gostoso do caralho!! Samuel, seu desgraçado, o que pensa que esta fazen...

Samuel grudou a boca a dele em um beijo profundo. Sugou seus lábios os mordendo com vontade, querendo seu sabor, seu calor, queria-os para si. Leva-los no bolso e beija-los sempre que sentisse vontade. Quando separou o rosto do de Akira, levou seu lábio inferior entre os dentes, tirando o fôlego do rapaz. O amava, e amava tê-lo assim, derretido em seus braços.

– Sua boca é maravilhosa, Akira. – disse, apaixonado – Minha delícia... – sorriu fechando o zíper da calça assistindo a expressão de frustração no rosto do oriental.

– Você vai me deixar aqui? Assim? – Samuel soltou um risinho o abraçando.

– Você tinha razão. – mordeu sua orelha – Escondido é mais gostoso.

Akira apertou as pernas ao redor de Samuel, mas o rapaz conseguiu vencer o abraço de seu corpo dolorido e se afastou.

– Quem acha que é melhor em deixar o outro ardendo de tesão?

– Sammy, eu estava quase gozando...

– Não importa. Você esta de castigo até segunda ordem. E vista sua roupa antes que alguém volte.

Samuel o deixou destrancando a porta e voltando para a sala. Akira continuou ali, e se deixou cair o chão, queimando de raiva. Pegou um cigarro no bolso da bermuda e o acender com um isqueiro. Fumou uns dois, indignado. Então se levantou e vestiu a bermuda, falando sozinho.

– O que ele pensa que eu sou? Uma vadia? Ahh, mas você me paga, Samuel. Não perde por esperar. – e voltou para a cozinha, levando o detergente, tropeçando na entrada da porta – Cacete. Acha que só porque é gostoso pode me usar como quiser? Me aguarde, minha delícia. Me aguarde.


Notas Finais


Bye Bye!!


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