História Thousand Years - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hetalia: Axis Powers
Tags Alfred F Jones, Arthur Kirkland, Eua, Inglaterra, Usuk
Exibições 34
Palavras 1.074
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, inspirado em um vídeo que vi no YouTube UsUk, deixarei o vídeo no fim.

A música não me pertence e ela se chama Parthers of crime, créditos a quem canta e quem a compôs. Espero que gostem!
Capítulo não betado!

Boa leitura!

Capítulo 1 - Partners in crime


Fanfic / Fanfiction Thousand Years - Capítulo 1 - Partners in crime

Eles eram criminosos procurados, viviam uma vida regada de amor imprudente e fugas. Arthur e Alfred eram dois criminosos que fariam de tudo para conquistar o que almejam, nada e nem ninguém eram relevantes além deles mesmos. 

- Você nunca vai nos pegar vivos. - a voz suave do dito britânico ecoara pelas ruas desertas de Londres. 

- Juramos até que a morte nos separe! Eles vão chamar os nossos crimes uma obra de arte.- Alfred sorrira, acompanharia seu pequeno inglês até o inferno se fosse preciso. 

- Você nunca vai nos pegar vivos!- O britânico sorria enquanto encarava o outro com um sorriso malicioso nos lábios. Ambos corriam, seria mais uma noite de crimes.

- Vamos viver como a realeza mimada, amantes e parceiros.- o americano tomou a mão de Kirkland entrelaçando os seus dedos com os do menor. 

- Parceiros de crime! Parceiros de crime!- as vozes de ambos misturavam-se de forma harmoniosa e bela. Alfred sorria psicopata, ele estava pronto para pintar a acusado de outra cor. 

- Este, o conto de amor imprudente, vivendo uma vida de crime em fuga! Eu saco uma arma para pintar esses estados de verde e vermelho.- o americano sacara sua arma e a apontava para o céu, Jones era um demônio. Que iria acertar quem quer que entrasse em seu caminho, naquele dia, ele brincaria de Deus, escolhendo quem viveria e quem morreria:- Todo mundo parado, ninguém se mexe, coloquem o dinheiro no saco...- Alfred indicou o saco depositando-o sobre o balcão. 

-... Ou vamos atirar...- Arthur quem completou a sentença beijando os lábios de Alfred de forma provocante.

- Esvaziem o cofre e eu e minha boneca vamos vazar! Nossos cartazes inundam as ruas. E se o calor chegar perto o suficiente para queimar, então vamos brincar fogo porque...- Alfred possuía os olhos vidrados em Arthur que caminhava rebolando pelo banco, apontando sua arma e atirando em quem não gostasse. E essa atitude  causava o pânico dos reféns e dos funcionários do banco.  

- ...Você nunca vai nos pegar vivos!- Exclamou Arthur ao ceifar mais uma vida e antes de gargalhar macabramente e agarrar-se aos ombros fortes e musculosos de Alfred. 

- Juramos até que a morte nos separe! Eles vão chamar os nossos crimes uma obra de arte!- O americano abraçou a cintura do inglês apertando-o contra seu abdômen, o sombrancelhudo abraçou o pescoço do mais novo e ceifou mais uma vida, desta vez, de uma moça loura. Pelo sotaque dela, provavelmente era francesa e Arthur odeia franceses. Por isso ela teve  de morrer.

- Você nunca vai nos pegar vivos! Vamos viver como a realeza mimada, amantes e parceiros.- Arthur dissera antes de agarrar o saco recheado de dinheiro e disparar mais uma vez. Dessa vez, matando um homem moreno, o único que estava alheio a situação por estar cochichando. 

- Parceiros de crime! Parceiros de crime!- as vozes de Arthur e Alfred eram ouvidas. Aquele era o grito de guerra dos dois.

- Aqui encontramos nossos foras-da-lei atrás das grades esta noite! Deixados sem saber que o dono da loja solitário não vai desistir sem lutar.  - Alfred dissera ao matá-lo. 

- Onde vamos ir, ele nos encurralou! Querido, eu estou um pouco assustada!- o inglês exclamou abraçando-se ao americano que lhe abraçou pelos ombros e acariciou-lhe as costas de forma terna e carinhosa. 

- Calma, você não sair! Ele soou o alarme, eu ouço as sirenes se aproximando.- o mais novo dissera fitando as luzes das sirenes cada vez mais próximas deles:- Nossos cartazes inundam as ruas... E se o calor chegar perto o suficiente para queimar, então vamos brincar fogo porque...- o americano sorri e o britânico em seus braços corresponde de  forma maliciosa. 

- Você nunca vai nos pegar vivos!- o menor exclamara e separara-se do maior, sacando sua própria arma. 

- Juramos até que a morte nos separe! Eles vão chamar os nossos crimes uma obra de arte!- o americano dissera derrubando a porta com um de seus poderosos chutes. 

- Você nunca vai nos pegar vivos!  Vamos viver como a realeza mimada, amantes e parceiros!- o britânico saira primeiro e rodopiava atirando para diversas direções enquanto cantava, ou melhor exclamava seu juramento. 

- Parceiros de crime! Parceiros de crime!- novamente as duas vozes entoavam o grito de guerra. 

Logo a polícia chegou e cercara o local. O chefe do departamento de polícia saiu de seu carro e com um megafone deu as ordens aos criminosos que a ignoraram. Então como resposta, uma chuva de balas de chumbo seriam disparadas contra eles. 

- Os céus estão negros com chuva cheia de chumbo!  A pintura mórbida em exposição.-  Alfred expôs engatilhando sua arma, o jovem americano se recusava morrer sem lutar.  Piscou sensualmente para seu parceiro antes de retirar seus óculos escuros e  mirar em um alvo. Porém, antes que pudesse completar sua ação, um policial fora mais rápido e eficiente, assim apertou o gatilho de sua arma atingindo Alfred em cheio no peito. 

- Esta é a noite em que o jovem casal morreu.  Enterrados lado a lado!- Kirkland ao ver seu amado ser atingido e cair ferido bem no peito, uma onda de fúria tomou o peito de Arthur que fora revidar o disparo, entretanto  fora atingido também caindo ao lado de seu amado americano, olhando para ele, Arthur pediu que dessem as mãos naquele momento, tendo seu pedido prontamente atendido por Alfred que sorriu e entrelaçou os dedos de ambos: - Você nunca nos pegou vivo... 

- ...Juramos que a morte nos separe! Então, agora nós vamos assombrá-lo no escuro.- Alfred sussurrara fechando os olhos de forma lenta, demorando para abrí-los novamente. 

- Você nunca nos pegou vivos... Vivemos como fantasmas entre essas ruas!- Arthur fizera igualmente Alfred, porém apertou a mão do americano com força tendo seu ato correspondido pelo maior. 

- Amantes e parceiros de crime!- Alfred dissera fitando Arthur com os olhos extremamente dóceis e amáveis. Estava se despedindo de seu parceiro amado e Arthur o fitava do mesmo jeito. 

- Parceiros de crime! Parceiros de crime!- as duas vozes se uniram novamente apenas para gritar o grito de guerra de ambos pela última vez, pela última vez antes de suas consciências serem tomadas e tudo escurecer. 

Naquela noite chuvosa, o jovem casal criminoso deixou de levar uma vida regata de fugas e um amor imprudente.  Pois ambos morreram lado a lado e estariam assim lado a lado durante muitas vidas. 


Notas Finais




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