História Three Points - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 52
Palavras 1.356
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeeeei, vou tentar postar o capítulo nove agora de madrugada, mas não prometo nada.

Capítulo 8 - Capítulo oito


 

 

S/N

Saí rapidamente daquele refeitório, me sinto horrível por falar essas coisas, mesmo que a pessoa mereça, não gosto. Saio correndo sentindo meu olhos arderem, não vou chorar, não vou. Venho evitando Yoongi, não consigo olhá-lo sem pensar em todas as coisas não ditas de ambas as partes. Paro em um corredor qualquer para recuperar o fôlego e me acalmar pra voltar à aula.

      - S/N? – ouço a voz de Jungkook. – Você tá aí? – pergunta o maior no final do corredor.

      - Aqui. – digo acenando para o mais novo. Ele vem ao meu encontro e me abraça apertado, tão apertado que chega a sufocar. – Kook, eu to ficando sem ar. – digo ofegante, ele ri e me solta, arrancando um sorriso meu quando me solta.

     - Desculpa. – diz colocando o braço por cima do meu ombro e me tirando do corredor.

Os olhares durante as últimas aulas foram incômodos, mas não dei muita importância.

 

Chegando em casa encontro meu irmão sentado no sofá assistindo jogo, Cavs contra Bulls, queria morrer, estava 82 a 81 pro Bulls.

      - NÃO CARALHO, PASSA PRA QUEM TÁ LIVRE – bato com a mão em minha testa com força. – Au. – resmungo caminhando até o sofá.

      - O que foi isso? – pergunta meu irmão assustado. – Que língua foi essa? – diz se referindo ao grito, eu gritei em português, esclarecendo.

      - Foi meu grito irritado por passarem a bola pra quem estava marcado e foi em português. – respondo prestando atenção na Tv. Ele murmura um “ah” e ficamos a tarde toda assistindo jogos, reprises, jogos do nosso pai, chorei varias vezes e meu irmão se emocionou junto. Minha mãe chega em casa e nos encontra sentados no sofá, abraçados, fungando, garrafas de cerveja vazias na mesinha, assistindo o último jogo do nosso pai. Ela sorri e senta ao nosso lado.

      - O que acham de jantar fora? – pergunta levantando animada.

      - Onde? – eu e meu irmão perguntamos juntos. Minha mãe ri.

     - Nesse restaurante aqui na frente de casa e depois vocês podiam jogar uma partida e eu digo quem é o melhor. – diz sorrindo travessa. Eu e D.O nos olhamos e sorrimos desafiando um ao outro.

    - Feito. – repetimos em uníssono. Minha mãe ri de novo. Corremos cada um para seu quarto.

 

...

 

Estávamos os três sentados comendo normalmente, volta e meia minha mãe começava a rir das caras que meu irmão fazia provando comida brasileira e eu a acompanhava. Estava tudo tão bem até o clima pesar quando encontro um par de olhos do outro lado do restaurante me fitando.

 

Min Yoongi

O sorriso dela murchou quando me viu e eu fiquei mal, descobrir estar gostando da irmã do seu treinador, filha do seu ídolo e a garota que até dois dias você odiava, é um choque muito grande.

Ela me olhava com desdém, isso me machucou, machucou muito. Saio de lá apressado, sentindo o olhar da garota sobre mim. Vou direto para a quadra, assim como ela, pelo que percebi, joga pra aliviar tristeza e raiva, mas eu não consigo sentir raiva dela. Eu sei que disse coisas horríveis, me arrependo, não deveria ter desmerecido ela, ela não se abalou, mas eu ainda assim fico mal.

Que merda, eu realmente estou gostando dela.

Eu terminei, seja lá o que eu tivesse, com Mi-Cha, ela disse que eu me arrependeria.

Flashback*

     - Mi-Cha, não podemos mais nos pegar. – digo simplista.

    - É por causa daquela novata, não é? – diz a garota irritada.

    - Não. – Sim.

    - Você vai se arrepender Min Yoongi, ela também. – diz saindo de perto.

    - Não ouse chegar perto dela Mi-Cha, senão eu esqueço que você é garota.

 

Eu já admiti pra mim mesmo, mas saber que não sou correspondido é um pouco frustrante. Dezenas de garotas aos meus pés e eu querendo uma que me odeia.

 

S/N

Ele estava com o olhar triste, eu pensei em ir atrás dele, mas isso seria demais para o meu orgulho, que fique triste, mesmo que a sensação me incomode.

 

...

 

Um mês depois – Dia do Jogo

Hoje é o dia do jogo e eu vou ajudar meu irmão no jogo. O barulho das torcidas me faz sorrir, de um lado azul e branco e do outro preto e amarelo, as líderes de torcida fazendo suas coreografias acrobáticas e o mascote animando a galera. Lembre dos meus dias como capitã no Brasil, sinto falta do treinador, das meninas, dos gritos chamando meu nome.

Chego perto dos garotos que estão conversando com meu irmão no círculo.

     - Praga, consegue análise estratégica? – pergunta meu irmão.

     - Sim. Quem é o capitão? – pergunto olhando para o time do outro lado da quadra.

     - O sorriso de esquilo. – rio com a referencia mas o encontro. O s meninos ao meu lado nos olhavam confusos, sorrio com isso, sentindo uma sensação boa me invadir. Analiso o outro time, como caminham com a bola, como picam a bola, como insinuam sextas, seu ponto fraco foi facilmente encontrado. Fiquei uns minutos olhando, os garotos já haviam se dispersado para aquecer.

      - O ponto fraco deles é a defesa. – digo atraindo todos os olhares.

      - Como sabe? – pergunta Jackson. Sorrio.

      - Análise estratégica. – digo piscando para o maior.

Jungkook para ao meu lado.

     - Quero beijinho de boa sorte. – diz inflando o lado da bochecha que enxergo. Dou uma gargalhada e me inclino para beijar sua bochecha, deixando um selar e murmuro um boa sorte.

     - Também quero. – ouço a voz de Mark. Dou outra gargalhada, em questão de segundo estão todos em fila para ganhar beijinho de boa sorte, e quando digo todos, incluo Min Yoongi. O encaro por alguns instantes antes de aproximar meu rosto do seu, deixo um selar rápido e preparo para me afastar mas o desgraçado segura minha cintura.

     - O próximo vai ser na minha boca.

 

Meus garotos ganham de lavada. 132 a 97. Meu irmão me segura no ar comemorando e me permito sentir toda sua felicidade e compartilhar a minha. Todos os garotos correm a nos abraçam.

      - Bom Praga, somos tipo namorados só que sem a parte do beijo. Mas falando sério agora, eu te amo, te agradeço por me ouvir, entender meus problemas, me aconselhar, ser uma noona incrível, por me amar de volta, já que sei que isso é difícil, por me ajudar comas sextas e arremesso de bola, passes e pelas risadas e noites incríveis jogando conversa fora que tivemos. Essa vitória é nossa. – Jungkook diz no abraço super longo e eu o agarro com força.

      - Eu que te agradeço por me amolecer, por ser esse pirralho que eu amo tanto, por me deixar te ajudar mesmo não sendo o melhor exemplo nem o que você merece, porque Kookie, você merece o mundo garoto, essa vitória é só o começo da carreira incrível que você vai construir e que eu vou estar ao seu lado pra te acompanhar em cada queda e cada vitória. – digo sorrindo para o mesmo que segurava as lágrimas. – Não chora se não eu choro junto. – digo rindo, arrancando outra gargalhada.

Procuro pela pessoa responsável por tirar minhas noites de sono, não quero, odeio admitir, mas sim, eu gosto daquele azedo. Meus olhos param no corpo magro e branco picando a bola e sorrindo, sorriso que eu passei noites imaginando ver. Caminho até ele, quero vê-lo de perto.

       - Parabéns... Suga. – o chamo pelo apelido. Ele se vira segurando a bola e quando me vê, seu sorriso alarga.

      - Pensei que não fosse ganhar abraço de parabéns. – diz se aproximando e largando a bola.

      - E não vai. – digo vendo seu sorriso sumir e o garoto parar. – Como você é lerdo. – continuo andando em sua direção. – Parabéns... Capitão.- selo nossos lábios e logo sou correspondida. A torcida vibra e eu sorrio em meio ao beijo.

      - Não sabe o quanto esperei por isso. – murmura contra meu lábios. – Quer ser minha? – diz me beijando, não me permitindo responder.

      - Viu a cesta que eu fiz pra você? – pergunta colando nossas testas. Afirmo com a cabeça. – Three Points. – diz sorrindo, e caralho, como eu quero ver esse sorriso todo dia e ser o motivo dele.   


Notas Finais


atéeee, espero que esteja de agrado.


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