História Three Seals - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens B-Joo, Hansol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lu Han, Rap Monster, Sehun, Suga, V
Tags Anjos, Aqui É Sério Mermão, Autora Tristona, Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Bts, Cut Fic, Demonios, Deuses, Hanjoo, Hunhan, Jikook, Kaihun, Kaihunhan, Lendas, Long-fic, Namjin, Sekai, Sekaihun, Seokjin Manda Nessa Coisa, Seres Da Noite, Sobrenatural, Ta Parei, Vhope, Vkook, Yoongi Bipolar, Yoonseok
Visualizações 8
Palavras 2.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EAE GALERIS KK
demorei mas to aqui
bom dia bom dia pra quem corrigiu tudo ao som de summer vibes
bom dia bom dia pra mim

Capítulo 12 - Os selos - part 2


Fanfic / Fanfiction Three Seals - Capítulo 12 - Os selos - part 2

~ ♦×♦ ~

     O sol nascera a pouco tempo, fazendo com que todos da pequena aldeia despertassem aos poucos, sentindo a brisa mais leve devido à chuva que durou toda a noite. A manhã estava bela, a não ser pelo velho monge, que passara a noite em claro junto do som da chuva, examinando e estudando as pedras, porém, aquilo fora uma noite jogada fora. Nada do que havia ali fazia sentido, desde as letras de alguma aldeia antiga, até os desenhos completamente indescritíveis. As pessoas também tentavam, os funcionários do palácio, todos tentavam conseguir resposta, mas o velho era o que mais se esforçava, de todos os cantos do mundo. Logo a porta de seu quarto foi aberta e o jovem aprendiz entrou no quarto.

     - Mestre... O café está pronto. – falou o garoto se aproximando do monge – Passou a noite com essas pedras? – perguntou e o velho apenas concordou – Você precisa descansar... Venha tomar o seu café antes que ele esfrie. – falou por fim e saiu do quarto, e como já havia tomado seu café, o garoto decidiu ir para o pequeno riacho próximo do templo.

     Aquele garoto era um órfão, viveu no orfanato até completar catorze anos, foi expulso de lá por sua idade foi mandado para o templo para ser um aprendiz e se tornar monge algum dia, mas o único problema é que nunca haviam perguntado se ele realmente queria estar ali, se preparando para ser um monge.

     - Ei... – o garoto ouviu uma voz rouca e sentiu alguém o encarar, e nesse mesmo momento seu corpo se arrepiou por completo – Você mesmo... Venha aqui. – ele procurava de onde vinha e a quem pertencia essa voz, e logo viu alguém encapuzado, vestes brancas, de pé próximo à velha árvore de cerejeira e de uma grande pedra – Eu não deveria nem estar fazendo isso, mas... Eu posso dar as respostas que você precisa, todas elas, mas ela terá um precinho a ser pago... – ele olhou confuso para o homem encapuzado, mas e aproximou curioso com aquela proposta.

     - Respostas sobre o que? – perguntou se aproximando dele, e notando que a cada passo que dava, conseguia ver um certo volume nas costas daquele homem.

     - Sobre aquelas pedras, sobre esses raios, sobre essa “volta” dos deuses. – o garoto arregalou seus olhos surpreso, mas a mesma expressão se desfez ao ver ele colocar suas mãos pálidas sobre seu capuz e o retirando, dando visão a um garoto, alguns anos mais velho que o aprendiz, talvez, algo entre vinte e dois ou vinte e quarto, com cabelos escuros e pele clara como a neve.

     - E qual seria esse preço? – o menor perguntou fitando seus olhos escuros, e o homem pálido permanecia com uma expressão séria.

     - Sua vida. – o garoto arregalou os olhos e deu uma cambaleada para trás, mas permaneceu em pé, e pasmo com a proposta.

     - Está louco? Nunca! Por que eu ganharia as respostas se eu morresse em seguida? – perguntou começando a sentir medo daquela pessoa, porém, aquele mesmo negou levemente com a cabeça e se aproximou vagarosamente daquele jovem aprendiz.

     - Você não deixou eu terminar de explicar... – falou o outro, e o volume que havia em suas costas se mexeu levemente, como se quisesse se soltar – Você terá exatas oito horas para mudar esse “apocalipse”. Você terá essas oito horas para dar outra chance para os humanos. Você terá oito horas para evitar o fim de seu mundo como você o conhece. – o garoto permanecia em choque, imóvel, sequer sabia o que pensar e falar ao certo. Aquele homem a sua frente parecia ter uma energia que o "domava", que o proibia de sair dali.

     - Mas... Quem é você afinal? – o manto que cobria aquele garoto foi ao chão, e grandes asas brancas surgiram, e se mexiam com delicadeza, como se tivessem sido libertadas de algo.

     - Seu anjo da guarda, e uma das únicas criaturas que se recusam a viver nesse apocalipse. E nós, em meio de tantas pessoas, escolhemos você, Xiao Lu. – ele se ajoelhou e pegou na mão do garoto, e beijou as costas da mesma.

     - C-Como? – perguntou assustado e afastou sua mão de perto daquela criatura, que se “auto intitula” seu anjo da guarda. Não sabia se aquelas asas eram reais, ou se até mesmo aquele ser fosse real – Quem. É. Você? – perguntou pausadamente enquanto o outro soltou um suspiro pesado, se levantando.

     - Sou um anjo, de tronos. Lá em cima não temos nomes, mas em Terra, fui chamado como Oh SeHun. – ele se assustou, já que conhecia todas as classes do céu, e essa era uma das que haviam grande poder e apoio de Deus, seus olhos ficaram arregalados, pois agora já não sabia se aquilo era verdade ou se ele estava pirando de vez – Fico feliz em saber que você foi escolhido como alma mais doce. Sinto que, como seu guardião, seu anjo da guarda, sinto que lhe protegi muito bem de todos os males e impurezas... – falou se sentando sobre aquela grande pedra e fitando o jovem de forma que ele desconhecia. Não conhecia aquele tipo de olhar, muito menos sabia como o descrever.

     - O que... Por que eu? Por que não o monge Ru Yumei? Ele quem está se esforçando para entender tudo isso e ainda tem muito mais conhecimento que eu, então por que eu fui o escolhido? – perguntou sentindo seus pensamentos a mil.

     - Porque você tem o sangue. Por que acha que sou eu, um trono guardião, quem cuida de você e não um mero guardião penoso? – o pequeno aprendiz estava confuso, com os pensamentos cada vez mais cheio de nós, que pareciam difíceis de serem desatados. Andou com passos receosos para mais perto daquele suposto anjo.

     - Eu... Posso tocar? – perguntou enquanto apontava discretamente para aquelas asas.

     - Minhas asas? Claro que pode. – falou sorrindo fraco, e logo, suas asas se mexeram e ficaram uma a cada lado do menor, e o movimento delas, fez uma leve brisa ser criada e mover as folhas secas que haviam sobre a grama.

Os olhos do pequeno garoto brilharam, e um sorriso bobo formou em seus lábios rosados assim que ele tocou seus dígitos naquelas asas. Elas eram incrivelmente macias e claras, como uma nuvem no céu da primavera, e suas penas, não era como a dos pássaros, ela era... Diferente de alguma forma, que ele não sabia explicar com palavras, apenas com toques, e isso impressionou o garoto de uma forma indescritível, mas, logo as asas dele se encolheram repentinamente e um gemido de dor escapou dos lábios do anjo.

     - Cuidado, eu estou um pouco machucado. – falou ele apontando para uma pequena parte de sua asa, que havia uma pequena mancha vermelha.

     - Me desculpe, eu não sabia... – falou baixando sua mão que, até então, estava acariciando as asas, e abaixou levemente seu olhar. – Mas... Você pode me explicar um pouco melhor isso tudo? – perguntou segurando a sua própria mão, já tendo suas certezas sobre algumas pequenas coisas.

     - Mas é claro. – falou com um sorriso fraco estampado em seu pálido rosto – Quer saber sobre a sua morte, correto? – isso era exatamente a sua principal dúvida, afinal, todos os mortais temem sua morte, pois não sabem como ela é, nem o que os aguarda. Concordou com a cabeça e continuou com seu olhar baixo – Você não irá ter uma morte igual a de todos os outro humanos, afinal, seria idiotice desperdiçar você e o seu sangue. – o menor se assustou e deu alguns passos para trás, afinal, o que aquele homem queria tanto com o seu sangue? Seria um canibal por acaso?

     - Espere um pouco, qual seria essa paixão que você tanto tem pelo o meu sangue? O que ele tem? Pedras de diamante por acaso? – sua fala fez o outro rir, e em seguida, suas asas se mexeram e foram novamente até o menor, roçando levemente a ponta de suas penas em seu braço, mas da forma que as asas estavam, pareciam até mesmo grandes braços tentando dar um abraço.

     - Nada disso. – falou enquanto recuperava seu ar aos poucos, junto de seu ar sério -  Você sempre foi uma pessoa doce e gentil, uma mente pura e angelical, porém, isso tudo se deve ao fato de você não ver malícia nas coisas nem nas palavras. – as asas cobriram um pouco mais o menor, fazendo assim, ele dar alguns passos para frente e ficar pouco mais próximo do anjo. – Cernunnos escolheu você. Seu sangue é o sangue de Cernunnos, seu sangue pode mudar toda essa história, o seu sangue pode impedir sua alma de morrer fora do corpo físico. – o pequeno Lu ficou ainda mais confuso, e fitou as veias de seu pulso que corriam esse tal sangue, pensando nas palavras desferidas pelo "anjo".

     - Quem... é esse Cernunnos? – perguntou com um pouco de medo, ainda mais depois de ver aquele sorriso ser formado novemente nos lábios de Oh.

     - Um deus Celto. Ele é o senhor dos animais, da abundância e da fertilidade, porém, sua forma é a de um cervo, que representa a sexualidade, e a chave para despertar esse seu sangue seria a malícia do mundo, que faria Cernunnos despertar antes da hora planejada, e tudo falhar para os humanos irem pro fim de vez. – o garoto não estava entendendo muito bem o que isso revelaria sobre a morte dele, então apertou suas mãos nervoso e novamente tornou a perguntar.

     - Eu vou... Morrer de verdade? – perguntou com medo. Ele já sabia que, talvez, fosse o único capaz de mudar todo esse caos que atormentava o seu mestre, devido àqueles olhos lilás da anjo, mas... A morte realmente valeria a pena?

     - Você está me vendo, certo? – entranhou a pergunta vinda dele, porém, concordou com a cabeça – Isso acontecerá com você também. Será uma alma, que ficará visível sempre no mundo espiritual, porém, deve esperar o momento certo, de algo que seja realmente necessário para você aparecer, ser visível por apenas um humano em especial. E como você está em corpo como um deus, seu sangue material é o único que pode esculpir aquelas pedras, já que as mesmas foram esculpidas pelo sangue de inúmeros deuses, e depois disso, quando o sol chegar sobre a ponta daquela árvore, você será um Deus com a forma espiritual, da mesma forma que todos os outros deuses, anjos, demônios, e criaturas da noite são. – o garoto estava confuso, seus sentimentos pela vida estavam pedindo para que ele negasse, porém, a sua paixão e esperança por um mundo melhor, permaneciam presentes. Olhou para aonde o anjo havia apontado e, de acordo os relógios de sol, seria três da tarde o horário de sua “morte”.

     O menor se sentia sob pressão, e pequenas lágrimas se acumulavam, mas ele tentava as conter, já que era uma escolha difícil para alguém como ele, escolher entre a vida, ou mais oito horas antes da morte, já que prezava pelo bem de sua vida e o do mundo. Seus pequenos olhinhos inocentes começaram a marejar mais e mais, já que o pequeno jamais lidara com tamanha pressão e peso sobre si, e não sabia como controlar todos esses sentimentos e acabava os soltando como finas lágrimas em seu rosto. O pequeno Lu sempre chorava quando se via tão nervoso.

     - Não chore... Não é tão ruim quanto parece, já que no fim, você saberá de tantas coisas, que sequer sabia que faziam parte de toda essa história. E nem é tão ruim assim ser uma alma. – ele falou em uma tentativa de acalmar o garoto, que cada ver mais, ameaçava desabar em lágrimas a qualquer momento, afinal, ele não teve infância, então será uma eterna criança com sentimentos inocentes e sensíveis. O de grandes asas saiu de cima daquela pedra, e foi com passos calmos até ficar de frente com o menor, e secar suas lágrimas com as costas de sua mão.

     - Eu... Devo fazer algo para encerrar essa história? Devo fazer algo para aceitar as respostas? – o garoto se recuperava aos poucos, e fitou o maior com confiança e determinação. Talvez ele havia chegado em sua decisão final. Ele estava receoso com a ideia, achava que era uma cilada, uma pegadinha, ou quem sabe esse cara fosse um assassino com ótimas fantasias? Mas... Tinha algo, algo dentro do pequeno aprendiz, que parecia gritar e implorar para que ele aceitasse aquilo, e isso falou tão alto, que acabou por ceder.

     - Um beijo. – o menor arregalou seus olhos surpreso, mas em uma situação dessas, o beijo poderia ser até o menor dos problemas – Não se preocupe com gêneros ou dogmas, já que almas não tem gênero, apenas classes. Mas, tudo bem? – ele se sentiu, estranhamente, um pouco mais aliviado ao ouvir aquilo, e levou suas mãos até o peito de Oh e as deixou ali delicadamente.

     - Tudo bem... Vou confiar em tudo o que você me falou. – falou um pouco nervoso e receoso do que viria a seguir, já que, com dezenove anos na cara, LuHan jamais havia tido tal momento, enquanto no restante dos locais vizinhos, garotos e garotas de treze anos se casavam por bem ou por mal.

     O anjo tocou nos lábios do garoto, porém, nada podia ser descrito. Seus olhos se fecharam, os lábios daquele anjo não pareciam normais, eles causavam certo formigamento nos lábios do menor, e ao mesmo tempo, podia sentir a delicadeza e sutileza dos lábios dele, como se fossem pequenas e leves flores de algodão, tocando em seus lábios de forma doce e amorosa. Mas logo, quando o menor começou a aproveitar aquela estranha sensação que jamais havia experimentando antes, sentiu o formigamento aumentar, e, aos poucos, notou que uma certa luz, que aumentava gradativamente junto do formigamento, e logo tudo desapareceu, e ao abrir seus olhos, ele estava sozinho ali, entre a grande pedra e a árvore.

     De início, pensou ter sido enganado por algo, ou apenas ter dormido e ter tido um sonho estranho, porém, aos poucos sua visão escureceu, e imagens e memórias começaram a vir até si, de começo era uma a uma, mas logo, o menor acabou por se ajoelhar em rendição no chão e apertou seus próprios fios de cabelo, não resistindo a dor que sentia em sua cabeça, devida a tanta informação que vinha de uma vez para si, mas logo, abriu seus olhos, e já havia conseguido, de alguma forma, absorver e organizar tudo aquilo, ficando ciente de todo o caos, discórdia e fatos indescritíveis que aconteciam em cima e em baixo de si.

 

 

 

~memórias em breve


Notas Finais


Então, já identificaram quem é quem? O anjo da guarda é o amorzinho da minha vida vida, ele mesmo, Oh SeHun, e o aprendiz é a coizinha maizi fofa desse mundo, LuHan
ALIÁS, XIAO LU É "PEQUENO CERVO", SEHUN REAL CHAMAVA O LUHAN ASSIM
EU A EXO-L MAIS TRISTE DAQUI
BOA NOITE


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