História (Three-Shot) Undertale: Mercy or Genocide - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Charisk, Charisk X Frans, Frans, Friendzone, Genocida, Pacifista
Exibições 90
Palavras 1.480
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora... Mas o Final Pacifista acabou ganhando! Desculpem se ficou ruim... Pela primeira vez na minha vida eu tive Bloqueio Criativo, e não sabia como lidar com ele... Então pode ser que eu tenha escrito muita bobagem... Mas ai está!

Capítulo 2 - Final Pacifista


Fanfic / Fanfiction (Three-Shot) Undertale: Mercy or Genocide - Capítulo 2 - Final Pacifista

Frisk – P.O.V. - O.N.

Não! Eu não podia fazer isso! Por mais que todos eles tivessem me matado, eu não iria me rebaixar ao nível deles e mata-los também...

- Me desculpe Chara, mas eu não vou resetar! Matar nunca é a solução!

Sans me olhou orgulhoso, mas Chara parecia ter ouvido uma gigantesca blasfêmia. Eu fui até o botão de “Continue” e o apertei, estava novamente antes da luta contra o Asgore, fui até a sala e a luta começou:

- Humana... Foi um prazer te conhecer... Adeus!

Diferente da outra vez, eu consegui desviar de todos os golpes dele, tentei falar com ele, mas não adiantou, então sem escolha, tive de ataca-lo... Quando ele caiu, disse:

- Humano... Pegue a minha Alma, e saia desse lugar amaldiçoado!

- Não! – soltei a faca que eu estava usando de arma – Eu não vou matar você! Ninguém merece morrer!

Ele ficou surpreso com o ato, e disse que poderia cuidar de mim no tempo que eu permanecesse no Subterrâneo, mas antes que eu pudesse responder, Flowey apareceu e matou Asgore na minha frente:

- Você ainda não aprendeu? – as Almas humanas o rodearam – NESSE MUNDO... É MATAR... OU SER MORTO!

Tudo ficou escuro, então eu vi uma imagem gigantesca do Flowey na minha frente: Ele disse que agora ele tinha o poder supremo e era invencível, e iria destruir o mundo.

- Eu vou te vencer! – eu disse

- Você ACHA que pode me parar? – ele riu – Você é mesmo UM IDIOTA!

A luz voltou, e eu me vi encarando um gigantesco monstro: ele era Surreal, tinha braços enormes com grama crescendo e uma enorme tela flutuante com dois olhos encima, e as Almas humanas em jarros no topo...

Ele começou a atacar com estrelas e vinhas, mas eu corria e desviava... Então a Alma Azul-claro apareceu na tela e facas começaram a vir em minha direção, eu desviei e gritei por ajuda... As facas sumiram e bandagens apareceram, e me curaram quando me tocaram então o bichão voltou e a luta continuou...

Na Alma Laranja, fui atacada por luvas... Na Azul, por notas musicais... A Alma Roxa usou palavras negativas... Já a Alma Verde preferiu atacar com fogo... E a Alma Amarela deu tiros com uma pistola... Mas todas elas me ajudaram quando eu chamei por ajuda!

Após elas todas aparecerem, elas saíram de Flowey e me rodearam me enchendo de Determinação! Eu ataquei Ômega Flowey com todas as minhas forças, mas ele não caia e continuava me atacando:

- Você não vai me derrotar! EU SOU UM DEUS!

Então as Almas Humanas saíram dele, começaram a girar e então houve uma explosão... Flowey apareceu como flor novamente, cabisbaixa:

- Você me derrotou outra vez... Vamos! Mate-me!

Eu soltei a faca no chão

- O que está esperando? Mate-me!

Chutei a faca para longe

- Me poupar não mudará nada! Matar-me é o único jeito!

- Não! – respondi

Flowey começou a chorar... Então me disse:

- Por que... Você está sendo tão legal comigo?

- Flowey...

- E-e não consigo entender!

Então aconteceu uma coisa inesperada: Ele começou a rir.

- Patético... Não é? Você dá tudo de si para chegar até aqui e ainda passa por mim... Olha, eu posso te dar um concelho: Volte no SAVE e vá falar com seus amigos... Faça isso, e eu não matarei o rei, ok?

Fiz o que ele mandou: Voltei no SAVE antes de enfrentar o Asgore, voltei o caminho até Snowdin para falar com o Papyrus, ele perguntou se eu gostaria de ver a Undyne... Sem conseguir negar, eu o acompanhei até a casa dela em Waterfall, onde Undyne ficou realmente surpresa a me ver.

Papyrus quebrou a janela e me deixou sozinha com ela, por um segundo achei que ela ia me matar de novo, mas pediu para eu sentar e me ofereceu uma bebida, estranho... Depois ela se lembrou de que era dia de treino do Papyrus, mas como ele não estava ali eu iria aprender com ela.

Ela ‘tentou’ me ensinar a cozinhar espaguete, mas deu errado e a casa dela pegou fogo, saímos de lá correndo então ela disse:

- Quer saber de uma coisa, Punk? Eu não sinto mais vontade de acabar com você... Quer dizer, você ainda é uma perdedora! Mas uma perdedora de bom coração!

Ela me deu seu número de celular e então foi para a casa do Papyrus, mas não antes de me pedir para entregar uma carta para a Dr. Alphys, eu fui para Hotland e passei o envelope por debaixo da porta. Mas no exato momento que ia embora, ela abriu a porta e achou que EU tinha escrito a carta.

- B-bem... Acho que vou ir a um encontro com você!

Ela vestiu um vestido de bolinhas e me fez segui-la até o lixão, lá ela declarou que realmente gosta da Undyne – que por acaso acabou aparecendo – as duas conversaram e acabou com Papyrus indo treinar a Doutora, para que ela se sinta bem consigo mesma...

Eu saí de lá logo depois e fui para o Laboratório, acabei descendo por um elevador e caindo em um lugar chamado Laboratório Verdadeiro, lá encontrei vários monstros bizarros e descobri que eles foram resultado de experimentos com a Determinação feitos pela Alphys.

De lá, voltei para New Home para me encontrar com o Rei Asgore, mas antes que pudéssemos lutar, Toriel apareceu e interrompeu a luta, logo todos os meus amigos apareceram: Sans, Papyrus, Undyne e Alphys. Perguntei quem reuniu todos eles ali, e Papyrus disse que teve ajuda de uma florzinha pra isso...

Do nada, Flowey apareceu e prendeu todos eles com vinhas, como eu pude ser tão burra? Foi ele mesmo que me aconselhou falar com meus amigos, só para que ele pudesse captura-los?

Flowey tentou me atacar varias vezes, mas sempre era bloqueado por um ataque de um dos meus amigos, até que Monster Kid, RG 01, Muffet, Grande Cão, Grillby, So Sorry e Riverperson apareceram para me dar apoio, mas uma luz fortíssima iluminou a sala e então só pude reconhecer uma figura a minha frente:

O Príncipe morto, Asriel Dreemurr.

Ele se transformou em uma versão adulta de si mesmo, e começou a me atacar com estrelas flamejantes:

- Você não pode me vencer! EU SOU O ABSOLUTO DEUS DA HIPERMORTE!

Eu tentava desviar de todos os ataques, mas alguns deles me acertaram e achei que iria morrer de novo... Mas não! Eu me recuso a morrer de novo! Corri na direção dele gritando:

- Está se segurando? Você luta como um bebê!

Ele ficou furioso com isso e começou a atacar cada vez mais, eu desviava de seus golpes e o insultava, até que ele se enfureceu e se transformou na sua forma “Anjo da Hipermorte”.

- CONTEMPLE MEU VERDADEIRO PODER!

Eu não conseguia me mexer, mas então eu ouvi a voz dos meus amigos ressonando através do Asriel, corri até ele e tentei salva-los:

Para Toriel e Asgore, eu falei que iria liberta-los, os abracei e me recusei a lutar, eles se libertaram e disseram que eu sou o futuro dos monstros...

Para Sans e Papyrus, eu contei uma piada ruim, pedi ajuda para um enigma e disse que Caça-palavras é mais difícil que Palavras cruzadas, eles se libertaram e disseram que nunca me capturariam...

Com Alphys, eu a encorajei, perguntei sobre o quiz do Mettaton e qual era o Anime favorito dela, após se libertar ela me disse para permanecer determinada...

Já pra Undyne, pedi uma receita para ela, sorri e gritei “ANIMES SÃO REAIS”, ela disse que eu poderia vencer...

Depois de ter salvado todos eles, avancei com tudo para o Asriel, ele tentou me atacar com um gigantesco raio para vencer... Mas a minha Determinação impede que isso aconteça...

~Quebra de tempo, após a quebra da Barreira~

Após libertar todos os monstros do Subterrâneo, eu fiquei sentada olhando o por do sol enquanto todos eles haviam saído para “dar uma boa impressão nos humanos”, então ouvi:

- Bela visão, não é?

Sans se sentou ao meu lado sorrindo:

- Fico feliz que tenha feito à escolha certa pirralha!

- Só fiz o que achei certo!

- Frisk... – ele corou – Eu quero te dizer uma coisa: No começo, eu não sabia o que pensar sobre você, mas com o tempo... Eu vi: uma garota linda...

- Sans! Aonde você quer chegar?

- Eu quero chegar ao seguinte: Eu gosto de você! Mais do que outras pessoas!

Corei violentamente e então me levantei:

- Sans... Eu agradeço muito por ter me ajudado com a Chara... Mas eu não vejo você desse jeito!

Ele se levantou surpreso

- C-como assim? Desse jeito?

- Sans... Eu não estou apaixonada por você, se é isso que quer saber! Somos só amigos!

Dito isso, sai andando, sem saber que tinha despedaçado o coração do velho esqueleto comediante...


Notas Finais


Yep! Detesto informar, mas não teve Frans... E é assim que acaba... OU SERÁ QUE NÃO? Mercy or Genocide: Final Genocida vindo em Breve! Ah, se querem uma luta DECENTE contra o Asriel, tá aqui: https://spiritfanfics.com/historia/undertale-o-ultimo-humano-6366426/capitulo25
Ah... Vocês querem algo... Quente entre Frisk (masculino) e Chara no final genocida? ( ͡° ͜ʖ ͡°)


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