História Through Secrets - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Visualizações 25
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ei, pessoal!
Bom, eu iria postar só amanhã mas como o capítulo estava pronto e é feriado, penso que seria um bom agrado para vocês.
Espero que gostem.
Tradução do capítulo: Um pouco estranho.

Capítulo 3 - A Little Weird


Eu escutava um toque distante, bem distante, mas não conseguia abrir os olhos. Eu estava chapada demais pra isso.

Hoje quando cheguei daquele maldito colégio, estava tão puta da cara que logo me tranquei no quarto e ascendi um baseado. Precisava daquilo.

Tudo bem que eu nunca tinha feito aquilo na casa dos meus pais, apesar de tudo ainda era a casa deles, mas se eu não o fizesse capaz de ter um surto de raiva (coisa que não era tão difícil de acontecer).

Aquele toque ainda continuava e agora já não me era tão distante. Logo me dei conta de que era meu celular e com um pouco de dificuldade procurei o mesmo pelo chão (sim, eu estava deitada no chão). E caralho, cadê ele? 

Assim que achei, atendi o mesmo sem nem mesmo olhar quem era. Apesar de já ter quase certeza do ser que me ligava.

— Fala. — disse um pouco embolado abrindo os olhos.

— Quero você aqui em uma hora. — respondeu com a voz um pouco alterada.

— Que foi? 

— Quando chegar aqui eu te falo, por telefone não dá.

— Beleza. — desliguei logo. Eu não queria papo com ele, não mesmo, mas ainda tínhamos negócios e isso nos ligava de certa forma.

 

Eu estava encostada na parede de frente para a porta de Emmett e esperava o mesmo a abrir. Já estava impaciente quando ele abriu a porta de supetão, me pegou pelo braço e puxou para dentro.

Opa, parece que a coisa é realmente séria.

— Senta.

— Fala logo. — revirei os olhos para ele.

— Parece que têm alguns caras de Bronx rondando por aqui.

— E?

— Kenai estava negociando com eles.

— Negociando o quê? — porra, por que ele não falava logo a merda toda?!

— Eu não sei, ele não me disse. Só disse que estava negociando com um tal de Jason, de Bronx.

— Que tal perguntar pra eles então? — soltei uma risada.

— Acha que eu sou algum tipo de suicida?

— Capacidade pra tamanha idiotice você tem.

— Pare com suas brincadeiras, Kiera. A porra é séria! Eu não faço a mínima ideia de onde estamos pisando. Ao menos sei o que esses caras e Kenai trataram.

— Fale com seus contatos, peça a eles que tentem descobrir algo por lá. Se não der certo, tratamos diretamente.

— Seria arriscado tratar direto com eles.

— Ficar parados enquanto eles vêm em nosso território e pegam informações sobre nós é que não vamos, não é? — levantei uma sobrancelha pra ele.

— É. Você tem razão. — disse pegando uma bebida qualquer no bar da sala (sim ele tinha um bar na sala de estar).

— Eu sempre tenho. 

— Amanhã você tem que estar aqui cedo, vamos começar a planejar um novo assalto. Coisa grande desta vez, e Diego e Matteo também vão vir.

— Pra que eu viria? Eu não vou participar dessa merda mesmo, você age como se eu fosse uma menininha que só pode fazer coisas mínimas perto do que vocês fazem. — dei uma pausa. — E de qualquer forma, não vai dar. — respondi simples.

Ele me olhou indignado, enquanto eu analisava as pontas do meu cabelo.

— Mas que diabos, Kiera? Tudo seu agora é não?! Não é assim que funciona caralho. — passou as mãos pelo cabelo. — E eu não posso te colocar em algo grande assim de cara, porra. Você pode estragar tudo.

— Você já disse toda essa baboseira pra mim. E acontece que o diretor do colégio tá no meu pé. Disse que se eu não fizer as provas e trabalhos para passar ele vai falar com meus pais.

Ele começou a rir. E eu continuei o olhando. 

— Só me diz duas coisas, gata.

Se foder, Emmett. Ele sabia o quanto eu odiava que ele (ou qualquer outra pessoa) me chamasse assim.

— Primeiro: desde quando você se importa se vai bombar ou não; Segundo: desde quando seus pais te dão medo.

— Ao contrário do que você pensa saber eu sempre me dediquei aos estudos. E eles não me dão medo, os dois só não podem desconfiar que eu não tô estudando ou então vão vir com aquele papo de psicólogo de novo, ou pior vão querer saber o motivo de eu estar matando aula nos últimos sete meses

Ele assentiu entendendo o ponto x da questão.

— Entendi. A porra é mais complicada, então.

— Sempre é mais complicada, Emmett. 

— Eu te repasso as coordenadas. — assenti me levantando.

— Ok. Eu vou embora, se tiver qualquer informação me avisa.

Me virei pra seguir até a porta quando senti suas mãos em meu braço. Em um movimento rápido Emmet juntou nossos corpos e me prensou na parede. 

— Não vai, não. — pediu em meu ouvido. — A gente pode aproveitar muito essa noite ainda.

— Eu te disse que não iria mais perder meu tempo com você. Acabou.

— Por que isso, Kie? — disse apertando minha cintura.

— Você me chamou de sua puta particular e ainda me pergunta por quê?

— Você sabe que eu não acho isso. Eu estava estressado e só queria ter você. 

Ele começou a chupar meu pescoço e porra, eu tinha que fazê-lo parar ou não responderia por mim.

— Para. Eu não quero. — disse tentando afastá-lo.

— Ah, você quer. Eu sei que quer. Vamos Kiera, já passamos dessa fase de se fazer de difícil. — ele já estava com as mãos em minha bunda.

— Eu não me faço de difícil, eu sou. — falei com um sorriso.

— Não para mim.

E depois disso, ele já me beijava loucamente.

Eu disse que não iria voltar atrás, bom, eu não deveria ter dito.

Em poucos minutos nossas roupas estavam espalhadas pelo chão da sala. Emmett colocava a camisinha rapidamente e logo eu estava sentada sobre ele rebolando em seu membro, enquanto o mesmo dizia meu nome entre um gemido ou outro e chupava meus seios.

Eu rebolava cada vez com mais intensidade e sentia meu ápice chegando enquanto segurava em seus ombros com força e gemia.

Caralho, eu sabia que iria me arrepender disso. Mas agora aquilo pouco me importava.

Ele puxou meus cabelos pela nuca e me beijou dando investidas mais fortes, e então eu gozei me sentindo relaxada.

Logo Emmet gozou também e com a respiração acelerada eu saí de cima dele. Prendi meu cabelo enquanto olhava para o lustre no teto.

— Você é a melhor. — disse olhando pra mim.

— Não vem com essa pro meu lado, você diz isso pra todas.

— Lógico que não. Eu posso até transar com uma ou outra mas eu sempre volto pra você. Isso diz algo.

— Sim. Diz que nosso acordo continua dando certo. — falei me levantando e colocando minhas roupas íntimas.

— Você sabe que não é só um acordo. 

— É sim. É tudo por conveniência e prazer, nós dois sabemos disso. Não tem porquê querer mascarar algo que está claro. — ri. — A foda é boa, sem compromisso, você pega quantas quiser e eu quando rola o interesse também pego quem der vontade. Fim.

Ele me olhava sem pronunciar uma palavra sequer. E caramba, por que ele estava entrando naquele assunto? Pensei que aquilo estivesse claro para ambos.

— Você realmente não sente mais nada por mim?

Ah, agora eu tinha entendido aquele papo estranho.

— Não. Acho que tudo isso não seria algo tão simples se eu sentisse, não é mesmo? Você me mostrou quem era e eu decidi que não valia a pena, você não é homem pra se amarrar Emmett.

Emmett assentiu e abaixou a cabeça em silêncio.

— Se te consola, o que você fez me ajudou a tirar a fantasia de “amor verdadeiro” que eu tinha dentro de mim. Vi que era tudo baboseira.

— Me desculpe. Eu realmente sin...

— Eu preciso ir, acordo cedo amanhã. — já vestida peguei meus sapatos e meu celular que estavam no chão. 

— Tchau. — disse ele e eu apenas lhe dei um aceno.

Eu repassava minha conversa com Emmet na cabeça e cada vez sentia mais vontade de rir. É, eu não era a única com sérios problemas ali.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Favoritem e comentem por favor.
Até o próximo (que prometo que não irá demorar). Sei que queriam Justin nesse capítulo pelo final do anterior e tal mas no próximo tem ele. Eba!
Até!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...