História Through The Dark - Capítulo 87


Escrita por: ~ e ~DarkLipa

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Josh Devine, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Exibições 121
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


➧ Bom dia\boa tarde\boa noite!
➧ Voltamos com mais um cap de ttd, ele esta novamente direcionado a o Sr Nate. Adoramos falar sobre, Nate é interessante dkkdkdkld
➧ Quero que todos tenham uma boa leitura :)

Capítulo 87 - Parents Nate


Fanfic / Fanfiction Through The Dark - Capítulo 87 - Parents Nate

(...) 

–  Amor, acorda estou atrasada. – Abri os olhos devagar e vi Ana saindo do quarto.

– Que horas são?

– 5 horas da manhã, desculpa por ter que acordado, mas eu vou ter que pegar um dos seus carros. – Ela voltou para o quarto arrumando o sapato.

– Pode pegar. – Apontei pro criado-mudo.

– Obrigada. – Ela pegou a chave do carro, veio me dar um selinho e saiu do quarto apagando a luz.

– Até mais tarde.

Fechei os olhos e voltei a dormir.

 

Jessie P.O.V

 

(...)

Acordei, levantei e fui ao banheiro. Lavei meu rosto, amarrei meu cabelo em um rabo de cavalo e voltei para o quarto.

– Bom dia Pequena Gafanhota.

– Bom dia Boo Bear.

– Dormiu bem?

– Sempre durmo bem ao seu lado. – Ele sorriu.

– E aí, o que o Reynolds queria?

– Ele me contou que estava na Inglaterra, eu aproveitei pra pedir pra ele ficar de olho na minha mãe.

– Só isso?

– Só, por que?

– É porque é estranho ele ligar...

– Também achei, mas sei lá. – Dei de ombros. – Vou lá acordar o ruivo, já volto.

Ele assentiu e segui pro quarto de Nate. Bati na porta e ouvi um "entra" abri a mesma e entrei, Nate estava saindo do banheiro.

– Bom dia, Jess. – Ele sorriu.

– Bom dia, Nate. – Deitei na cama. – Dormiu bem?

– Muito e você?

– Também, vamos descer pra tomar café. – Ele assentiu e nos descemos.

Sentamos a mesa e nos servimos. Um por um foi aparecendo na cozinha e se juntando a nós. Logo a mesma foi tomada pela voz de todos, até Nate entrou na conversa. Gosto de vê-los se socializando. Ele tem que parar com essa timidez toda, desse jeito, ele morre solteiro, o que eu duvido muito, acho que as meninas da escola dele ficam tudo dando que cima do coitado, mas como ele é tímido, não pega ninguém. Eu, pelo menos, acho. Prefiro ficar no achismo, se bem que de vez em quando ele é bem saidinho comigo.

– Jessie?

– Oi? – Quem me chamou?

– Oi, tudo bem? O que está fazendo de bom? – Nate.

– Por que você me chamou?

– Quem chamou foi Liam, não eu.

– Por que me chamou pai? – Olhei pra ele.

– Você está aí, olhando pro nada. – Liam riu.

– Estava pensando em algumas coisas.

– Que coisas?

– Algumas coisas. – Sorri.

– Estava pensando em mim. – Louis piscou.

– Não, era você não. – Ele fez bico.

– Que horror.

– Ela estava pensando em mim. – Nate falou. – Ela está com a mão na minha coxa.

– Não estou... – Falei e olhei pra minha mão, ela realmente estava na coxa de Nate.

– Então... – Ele corou.

– Desculpa. – Apertei a coxa dele.

– Não está ajudando. – Ele corou mais, se era possível isso.

– Desculpa. – Apertei de novo.

– Você está fazendo de propósito né, só pode. – Ri.

– É, sério Nate, desculpa.

– Então, para de apertar e tira a mão da minha coxa.

– Tá. – Tirei a mão da coxa dele. – Pronto.

– Obrigado, mesmo achando que se eu não tivesse falado você iria deixar.

– Eu não percebi.

– Claro que não. – Ele sorriu sacana.

– Estou falando sério.

– Também. – Louis bateu a mão na mesa.

– Nate, deve estar excitado. – Edy cantarolou.

– Vocês duas não gostam de mim, não é possível. – Nate parecia um pimentão de tão vermelho que ele estava.

– A gente gosta sim. – Ela mandou um beijo pra ele.

– Não parece, ficam me deixando envergonhado.

– É o nosso jeito de demonstrar amor por você.

– Imagina se vocês não gostassem de mim.

– Nem imagine. – Ele voltou a comer em silêncio.

– Ana vai vim almoçar? – Mudei de assunto.

– Não sei, amor. – Liam respondeu. – Talvez, ela venha.

– Espero que sim. – Sorri.

– Eu também. – Liam se levantou e foi para a sala.

Terminamos de comer e eu, Edy e Milla arrumamos a cozinha. Fomos para a sala, eu sentei no chão, Edy com Niall e Milla com Josh. Ficamos conversando até que a campainha tocou. Levantei e abri a mesma.

– JESSIE!

– Meninos. – Olhei para Louis que revirou os olhos.

– Onde está o Nate? – Nash perguntou.

– Não sei. – Sai de casa e encostei a porta.

– Como não sabe? – Matt arregalou os olhos.

– Ele está dormindo. – Ele revirou os olhos.

– Ou ele está dormindo, ou você não sabe...

– Ou ela está mentindo. – Shawn disse.

– Ele está dormindo, não tive coragem de acordar ele, estava tão fofinho no meio dos cobertores.

– Tá camuflado? – Eles riram.

– Não estava nevando dentro do quarto.

– Se tivesse, você nunca o veria.

– Tenho que concordar. – Sorri de lado.

– Então, podemos acordar ele? – Cameron bateu palmas.

– Não. – Neguei com a cabeça. – O deixe em paz.

– Ele precisa ir pra casa.

– Quem disse? – O fitei.

– Os pais dele.

– Diga a eles que depois que acordar e tomar café, ele irá pra casa.

– Jess, para de frescura e chama a porra do ruivo! – Jack J disse.

– Você não manda em mim. – Falei pausadamente e entrei em casa batendo a porta com força.

– Que foi? – Nate perguntou.

– Nada. – Os meninos apareceram na janela e acenaram, corri até lá e fechei as cortinas, mas antes mostrei o dedo do meio pra eles.

– Jess, era os meninos?

– Não. – Sorri.

– Então, quem era? – Os idiotas começaram a bater na janela e na porta.

– Ninguém. – Continuei sorrindo.

– Quem está batendo na janela?

– O esquilo. – Eu sou uma péssima mentirosa.

– Jessie! – Ele cruzou os braços.

– Já falei que não é ninguém. – Passei para o outro lado da cortina e abri a janela. – Se vocês não saírem daqui eu peço para Louis e Liam fazerem isso por vocês. – Sussurrei.

– Chama o Nate agora! – Gilinsky falou. – É sério, Jess, meus tios está atrás dele.

– Ele está ocupado, as pessoas têm direito de ficarem assim. – Menti. – Agora, sumam daqui.

– Não vou dizer isso a eles.

– Se vira, dá um jeito, seus pulos, só some daqui.

– Jess, é meu primo.

– Ele é meu amigo e ninguém vai tirar ele daqui. Vão embora.

– Primo, é mais importante.

– É nada, SAIAM DAQUI. – Fiquei irritada. – Depois ele vai embora, não precisa ser agora.

– Então, fala isso pra eles. – Gilinsky apontou pra um carro prata.

– Que droga. – Fechei a janela e virei para todos da sala. – Nate, seus pais estão aí na frente. – Revirei os olhos.

– M-Meus pais? – Nate ficou boquiaberto.

– Eles estão dentro do carro, que droga. – Bati o pé no chão. – Melhor você ir.

– Não acredito. – Ele levantou, correu até mim e abriu a janela. – Porra, é eles mesmo.

– Eles não sabiam que você tinha dormido aqui?

– Não. – Ele abaixou a cabeça.

– Por que você não contou? – Levantei o rosto dele pelo queixo.

– Sei lá.

– Vai logo lá falar com eles, antes que você se encrenque.

– Já devo estar.

– Eu vou junto. – O puxei pela mão até o lado de fora da casa.

– Você quer mesmo falar com eles?

– Por que não iria querer? – Parei de andar e olhei pra ele.

– Eles são meio paranóicos.

– Tipo Louis, ou tipo Niall?

– Tipo nenhum dos dois.

– Vamos lá. – Segurei a mão dele e fomos até o carro.

– Mãe? Pai? – Ele bateu na janela.

– Onde você estava? – Uma mulher ruiva abriu a janela do carro e fitou Nate, depois olhou pra mim.

– Na casa dela. – Ele corou.

– Olá Jessie. – O pai dele acenou, fiz o mesmo e senti Nate apertar forte minha mão.

– Você estava fazendo o que na casa dela? – A mãe dele continuou.

– Nós estávamos conversando. – Ele mentiu.

– Conversando? Nate James Charles Fletcher Gilinsky... – Meu Deus que nome grande. – Não minta para a sua mãe.

– Eu dormi aqui ontem. – Ele abaixou a cabeça.

– Por que não avisou a sua querida mãe?

– Eu me esqueci, desculpa mãe. – Nate permaneceu de cabeça baixa.

– Desculpa? Você some, não fala pra onde vai... Eu não te criei assim.

– Os meninos sabiam onde eu estava, eles não contaram? – O mesmo a olhou e ela negou. – Bom, eu estou bem.

– Entra no carro, agora.

– Não mãe, quero ficar mais um pouco aqui, por favor.

– Não me faça perder mais ainda a paciência, Nate!

– Olá. – Olhei para trás e Ana estava parada. – Vocês devem ser os pais do Nate, sou Ana, mãe da Jessie.

– Mãe dessazinha? – Ela apontou pra mim.

– Eu mesma, por que?

– Não é muito nova pra ser mãe dessa coisa? – ELA ME CHAMOU DE COISA?

– E a senhora não é muito velha pra ser mãe de um menino tão educado como Nate? – Segurei o riso.

– Não é da sua conta, querida. Nate, entra agora.

– Amor... – O pai do Nate se pronunciou. – Se Nate quer ficar, deixa ele aí, só vamos no mercado, ele não precisa ir junto.

– Precisa sim! Você sabe como esse idiota é. – A mãe dele é bem carinhosa. – Tomou seus remédios?

– Tomei. – Nate respondeu. – Tudo certinho.

– Tomou os das 5:00? 6:10? 7:50? 8:45?

– Tomei, mãe. – Ele revirou os olhos.

– Passou seu creme?

– PASSEI. – Ele parecia nervoso. – Já deu, pode ir.

– As injeções antes do café? Os comprimidos antes de dormir? – Nate deve estar à beira da morte.

– Fiz tudo isso, não sou mais uma criança, lembro das minhas responsabilidades.

– Você é sim, meu bebê, meu filhinho. – Ela apertou a bochecha dele. – Minha gracinha, meu tesouro, minha vida...

– Já entendi, você me ama, eu te amo, mas você tem compras a fazer. – Ele sorriu.

– Não esquece de tomar banho com aquele sabonete anti pulgas. – Ela falou baixo, mas alto o suficiente para mim ouvir.

– Tchau mãe. – Ele me puxou de volta pra casa e Ana veio atrás.

– Sua mãe é louca. – Ana riu.

– Eu sei. – Entramos em casa e vimos os meninos sentados no chão da sala conversando com o povo.

– Por que não avisaram que a besta estava aqui? – Perguntei.

– Porque não, ué. – Eles responderam juntos e Nate riu.

Fiquei os encarando por um longo empo, até que Nate me puxou para a cozinha.

– Eu queria dormir mais um pouco, mas quero você lá comigo. – Ele segurou minhas mãos.

– Como?

– Por favor, Jessie. – Os olhos dele marejaram e algumas lágrimas rolam. – Não quero ficar sozinho.

– Calma, James. – Limpei as lágrimas.

– Odeio esse nome. – Ele me abraçou forte.

– Charles?

– Só Nate. – Rimos.

– Tá, só Nate.

– Palhaça. – Nos separamos. – Melhor eu ir pra casa.

– Você não quer dormir?

– Quero, são os remédios, eles me deixam sonolento.

– Vamos. – Segurei a mão dele.

– Obrigado. – Nós passamos pela sala e subimos.

Entramos no quarto de hóspedes, tranquei a porta e deitamos na cama, Nate veio até mim e ficou encolhido. Passei a mão em seu cabelo ruivo e ele sorriu já com os olhos fechados.

 


Notas Finais


Não deixem de deixar sua opinião, é muito importante para nós :)
Amamos voces <33
Tha&Nany


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