História Through The Dark - Capítulo 94


Escrita por: ~ e ~DarkLipa

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Josh Devine, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Exibições 89
Palavras 2.653
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


➧ OI AMORAS!
➧ O CAP DE HOJE ERA ACONTECER UMA REVELAÇÃO BOMBASTICA, FICARAM EM CHOQUE
➧ Esperamos que gostem :)
➧ Tenham uma boa leitura

Capítulo 94 - Brothers


Fanfic / Fanfiction Through The Dark - Capítulo 94 - Brothers

Saímos do aeroporto e entramos no carro, seguindo para minha casa, Nate que pediu. No caminho, conversamos sobre a saudade que os meninos vão fazer e relembramos tudo o que passamos. Foi mais triste do que a despedida. Chegamos em casa e ficamos na sala com a minha família. 

– Como foi a despedida? – Louis mudou de assunto.

– Triste. – Eu e Nate respondemos juntos.

– Mais pra mim, eu pelo menos acho. – Falei.

– Foi. – Nate assentiu.

– Porque Jack é seu primo, então vocês ainda vão poder se ver.

– É Jess, eu sei.

– Eu sei que você sabe, só estou dizendo.

– Já está com saudades deles? – Louis perguntou.

– Muita, mas eles vão ligar quando chegarem lá.

– Hm... O que o mini masoquista faz aqui?

– Ele vai ficar aqui enchendo o saco de vocês até a doida da mãe dele chegar, sem ofensa Nate, mas ela é louca.

– Eu sei. – Nate fez uma careta. – Eu tenho que tomar meu remédio.

– Seus remédios, plural meu bem, porque são muitos.

– Tá... – Ele revirou os olhos. – Vou ir pra casa.

– Vai voltar, ou vai ficar lá lendo seus livros de "poemas”?

– Vou ficar lá, lendo os meus "poemas".

– Então tá, depois não reclama que eu te deixei sozinho. – Dei de ombros.

– Eu não tô sozinho. – Ele levantou, me deu um beijo na testa e foi até a porta. – Eu nunca estou sozinho.

– Eu hein, isso foi tão macabro, tipo: “eu vejo espíritos”. – Ele riu e fui embora. 

Reclamei de fome e por sorte, Liam tinha acabado de preparar o jantar. Fui pra cozinha, me servi e comi. Ao terminar, subi para o quarto, fui ao banheiro, escovei meus dentes e desci. Sentei no meio de Ana e Liam e fiquei mexendo no celular. Dei uma olhada no Twitter, óbvio que não é conta pessoal, não sou tão idiota assim. Não tinha nada de bom, como sempre e nem no site idiota do Dave, nenhuma atualização desde o mês passado, o que me deixa um pouco alerta. Chegou uma mensagem do Nate.

 

"Jess, acho que tem alguém na minha casa."

"Como assim, tem alguém na sua casa?"

"Eu acho e não é minha mãe, não tem carro na garagem, tirando o meu."

"Calma Nate, pega uma faca e se esconde!"

"Estou no banheiro do meu quarto. Um taco de beisebol serve?"

"Hm... Serve. Espera que eu vou aí, com o Louis... Se ele quiser."

"Se for um só um bicho? Ele vai ficar me zuando."

"Tá fazendo barulho?"

"Tá, acho que estão no quarto."

"Vai me relatando o que esta acontecendo que eu estou indo pra aí."

"Passo, tem alguma coisa quebrando."

 

Chamei o Louis e os meninos pra ir lá na casa do Nate, falei o que está acontecendo e mostrei as mensagens pra eles. Louis pegou a arma dele e nós fomos para a casa de Nate. A porta estava aberta, Liam disse que ela foi arrombada.

 

"Jess, na onde você tá?"

"Entrando na sua casa."

"Toma cuidado."

"Digo o mesmo, não sai daí, os meninos estão subindo."

"Avisa pra eles tomarem cuidado e pra não me assustarem, eu estou "armado"."

"Eles estão com armas, então fica quietinho aí."

"Já era de se esperar."

 

Ouvimos um grito no andar de cima e sai correndo pra lá.

– NATE? NATE? NATE? – O chamei, mas ele não respondeu.

– Jessie, espera. – Ouvi Louis gritando lá de baixo.

– NATE? ME RESPONDE!

– JESSIE. – Entrei no quarto e o barulho de tiro venho ao mesmo tempo.

– NATE?

– Jessie? – Olhei pra quem segurava Nate.

– Solte ele!

– Você conhece meu irmão? – Arregalei os olhos. 

– CARTER? – Olhei pra trás e vi os meninos parado na porta.

– Mas o que?

– Solta ele, idiota. – Carter fez o que eu pedi e Nate veio correndo me abraçar.

– O que você está fazendo aqui? – Louis perguntou.

– Minha mãe ligou mandando eu vir pra cá. – Ele sentou na cama do Nate.

– Caralho, vocês são irmãos mesmo?

– Infelizmente. – Nate falou. – Como eu ia saber que vocês estão falando do mesmo Carter aquele dia? Meu Deus, meu meio irmão é um lunático.

– Meio irmão? Porra Carter! Por que você nunca disse que esse idiota era o seu meio irmão? Eu tinha o matado na primeira vez.

– Hey. – Abracei Nate. – Você não ia matar o ruivo. Alguém pode me explicar por que você atirou em mim? – Perguntei a Carter.

– Eu não atirei em você, nem pegou em você, faltou pouco. – Carter apontou com a arma pra porta.

– Eu não estou entendendo nada, Nate seu irmão é um criminoso.

– É, pra falar a verdade, eu já sabia que eram todos vocês. – Nate sorriu.

– Que? – Me afastei dele. – Eu vou embora.

– Não. – Ele me abraçou de novo. – Jess, eu sempre soube quem era você e quem eram os outros.

– Por que não me disse? – O empurrei. – Eu confiava em você, mas eu não suporto mentiras.

– Eu não podia contar. Carter disse que eu não podia contar.

– E como eu sou o irmãozinho mais velho e querido dele, ele me obedece, não é Nate? – O ruivo assentiu.

– Você é um desgraçado. – Olhei pro Carter. – Eu te pedi um favor e você sabia o tempo todo onde eu estava, pra mim deu. – Sai do quarto e fui pra sala.

– Jessie, se acalma. – Nate veio atrás de mim.

– Não consigo, você mentiu pra mim. Seu meio irmão é um idiota, eu quase fiquei com ele uma vez, eu gosto do Carter, mas não consigo acreditar que ele é seu irmão.

– Nem eu, somos tão diferentes... Me desculpe, Jess, mas eu não podia falar.

– Não, eu te contei tudo o que aconteceu comigo e você mentiu pra mim. Ele é filho só do seu pai, né? – Assenti. – Então, Jack não tem nada a ver com isso.

– Jess, eu não podia. Ele me obrigou a não te contar.

– Não fala mais comigo, finge que não me conhece. Eu te ajudei Nate, como você fez por mim, mas você fez porque me ama, ou por que seu irmão pediu?

– Porque eu te amo, Jessie! Carter nem imagina as coisas que se passavam aqui, ele nem imagina que naquele dia que você estava toda ferrada, eu te elogiei.

– Eu te amo Nate, só fica longe mim, tá?

– Não Jess, não posso.

– Por que não? Eu sei que foi coincidência nosso encontro, mas mesmo assim.

– Porque não. – Ele me abraçou fortemente. – Por favor, não se afasta de mim, você é minha única amiga, a única pessoa que me ama de verdade, a única pessoa que se importa comigo, que não me julga e não me excluiu, que me faz feliz. Por favor, Jess, não se afasta de mim.

– Você tem os meninos, desculpa Nate, mas seu irmão vai se tornar um problema.

– Jess, não me abandona.

– Amo você. – Dei um beijo na testa dele e voltei pra mim casa.

No meio do caminho, comecei a chorar. Como eu vou saber se ele foi sincero? Ou se só fez porque o irmão dele pediu? Eu estou com tanto ódio dele. Ele só precisava me contar a verdade, só isso. É estranho, ele me conhecer. Eu sei que foi coincidência, mas ainda não caiu a ficha.

– Jessie!

– Oi? – Olhei pra trás.

– Jess... – Nate estava correndo até mim. – Por favor.

– Depois Nate, bem depois. – Me virei e continuei andando pra casa.

– Jessie. – Ele me abraçou por trás. – Não faz isso comigo. – Percebi que ele estava chorando.

– Eu sei que você nunca teve amigos, sempre foi excluído, que os meninos de certa forma só vieram pra me ver, mas Nate. – Me virei para olhá-lo. – Eu vou ser presa um dia e seu irmão vai arrumar confusão com Louis.

– Não me importo com eles, não faça igual aos outros, por favor.

– Eu quero saber a verdade, só isso, por favor, me conte a verdade.

– Quer ir pra sua casa ou quer que eu conte aqui mesmo?

– Aqui, os meninos estão conversando com seu irmão e eu não quero ficar sozinha com você.

– Tudo bem... Vamos para onde nos conhecemos?

Subimos a rua e sentamos no banco de praça onde nos conhecemos.

– Bom... Carter é meu meio-irmão, mas nunca nos demos bem, ele me batia, me xingava, me obrigava a fazer algumas coisas pra ele, em troca de popularidade na escola. Sim, eu era fissurado em ser popular, eu queria ser igual a ele, queria que todos me amassem do mesmo jeito que amavam ele, mas eu era/sou muito bobinho, e não sabia o porquê de ele ser mais "famoso" que eu. Até que um dia eu descobri que ele vendia drogas no banheiro da escola, contei para o meu pai e minha mãe, como é muito maluca, nos obrigou a ir embora de Londres, nos mudamos pra cá e eu quase nunca via o Carter, até que um dia ele me veio falando de uma garota, a "prostituta do Louis", era assim que ele te chamava, daí ele me contou tudo sobre vocês, mas eu nunca imaginei que poderia te encontrar aqui, até o dia em que o Jack me ligou e disse que você, estava se mudando pro Canada, mas mesmo assim, eu não tinha tantas esperanças de te ver.

– Nate, nós não somos diferentes sabe, meu irmão era como o seu, tirando a parte das drogas e do espancamento... Acho que se consigo perdoar Louis por ter me estuprado, eu perdoou você, mesmo você não tendo feito nada.

– Você não vai me abandonar?

– Nunca, você nunca iria fazer isso comigo, então...

– Obrigado. – Ele me abraçou. – Você sempre será minha primeira e única, melhor amiga. Eu te amo.

– Eu também te amo, se tudo der certo eu vou acabar indo estudar na sua escola.

– Assim espero.

– Jessie? Nate? – Ouvi Liam nos chamando. – Aqui agora.

Nos levantamos e fomos pra dentro da casa do Nate e todos estavam sentados na sala.

– O que querem? – Perguntamos.

– Ainda não consigo acreditar que você conheceu esse idiota. – Carter falou. – Caramba, Jessie.

– Me deixa em paz, Carter. – Falei seca.

– Eu sei que você gosta de mim, para de ficar se fazendo de difícil.

– Eu gosto/amo o seu irmão. – Beijei a bochecha de Nate que corou um pouco.

– Agora que sabemos que os dois imprestáveis são irmãos, eu quero que você fique longe dessa casa. – Diz Louis mandão.

– Posso fica longe dessa casa, mas não do Nate.

– Contanto que não venha aqui.

– Nate pode ficar lá em casa hoje?

– Não. – Carter respondeu. – Ele é meu irmão, quero que ele fique aqui comigo.

– Você tem o pai. – Nate falou rápido.

– Ele viajou com a louca da sua mãe, por isso eu vim pra cá.

– Eu sei me virar sozinho, pode ir embora.

– Agora me deu vontade de ficar. – Ele sorriu olhando pra mim.

– Problema seu.

– Nate, eu vou ficar aqui e ponto final.

– Tá, qualquer coisa tô na neve.

– Então, eu vou acabar ficando sozinho em casa. Se você sair de casa e não te achar, seu cabelo é o pontinho ruivo no meio de todo o branco.

– Você nunca vai me achar na neve.

– Calem a boca. – Falei. – Carter, o que você descobriu da minha mãe?

– Ela está mal, muito mal. – Ele se recostou no sofá.

– Mal ao ponto de morrer? Ou mal por ter perdido o filho?

– Os dois. – Ele fala com tanta frieza.

– Ótimo, ela está morrendo e eu vou ficar sem saber porque virei prostituta, velha maldita.

– Talvez, ela te diga.

– Como assim? O que você fez, seu idiota?

– Nada, eu só estou falando.

– Sei. – O fitei. – Você descobriu mais alguma coisa, ou só que ela está partindo para o inferno?

– Ela está doente.

– Eu sei, ouvi você falando. De mim idiota, você descobriu alguma coisa?

– Não, na verdade, ela sente a sua falta.

– Claro que sente, sínica. – Nate segurou minha mão. – Me abandona e agora sente minha falta, acho pouco a morte pra ela.

– Eu fui na sua casa.

– O que viu de interessante lá?

– 4 gatos e 5 cachorros.

– Isso não é interessante Carter, já tinha eles quando eu morava lá.

– Só isso que eu pude ver.

– Conversou bastante com ela?

– Um pouco, ela não consegue falar direito.

– O que ela tem? – Queria estar ao lado dela agora.

– Saudade, arrependimento, remorso, culpa... Câncer...

– Que? – Me segurei pra não chorar. – Ela tem câncer?

– Eu falei câncer?

– Falou.

– Ah... Então, ela tá com câncer.

– Onde? – Ana perguntou.

– Se espalhou por todo o corpo.

Fiquei em choque, não sabia o que dizer e a conversa terminou ali. Eu chamei Nate pra ficar lá em casa e ele subiu, logo descendo com uma bolsa de roupas. Eu, ele, Ana, Zayn e Niall voltamos para casa e ficamos na sala vendo tv. Estávamos assistindo um reality show de pessoas que largavam suas vidas na cidade e iam viver no campo. Até que não era tão chato, eu fiquei passando a mão no cabelo do Nate enquanto assistíamos e ele ficava fazendo carinho na minha perna. Ficar com Nate me traz paz e acho que traz o mesmo pra ele. Aconteceu tanta coisa hoje, em apenas um dia, acho que esse foi meu recorde. Talvez, tenha sido, não posso me esquecer dos outros dias. Se bem que eu não me lembro de muita coisa, não por causa do acidente, mas sim, porque eu sou esquecida mesmo. Minha "marca" é o esquecimento.

(...) 

Deve ser umas 2 da manhã agora, apesar de estar com sono, Boo Bear não chegou ainda com Liam e eu não vou dormir, até ele chegar. Acho que Nate não pensa igual a mim porque ele estava já dormindo todo encolhido no mesmo sofá que eu estava. Me ajeitei ao lado dele, ficando de frente pro mesmo e acariciei a bochecha dele. Fui subindo a mão até seu cabelo macio e ruivo, o baguncei um pouco e ele deu um sorriso pequeno, logo subiu o braço até minha cintura.

– Vai dormir. – Ele falou baixo.

– Vou esperar Louis, desculpa por ter te acordado.

– Não foi nada.

– Então, dorme. – Beijei a testa dele.

– Estou tentando.

– Vamos lá pro quarto de hóspedes. – Ele assentiu, nos levantamos e subimos.

– Você vai dormir aqui? – Ele deitou na cama.

– Não, mas vou ficar aqui até Louis chegar. – Deitei na cama e nos cobri com a coberta.

 Ele fechou os olhos e eu fiquei fazendo cafuné no cabelo dele.

– Isso me dá muito sono.

– Essa é a intenção. – Ele riu fraco.

– Eu tenho que tomar meu remédio.

– São 2 da manhã, vai logo tomar antes que você durma de novo.

– Pega pra mim?

– Pego. – Levantei, peguei a bolsa dele e deitei de novo na cama. – Toma aí.

– Obrigado. – Ele tomou o remédio e colocou a cabeça embaixo do meu queixo.

– Nunca vi você tomando insulina.

– Moça, você nem imagina as doenças que eu tenho. – Ele riu.

– Não tem graça, Nate, sua vida é uma porcaria, ainda bem que você me conheceu.

– Eu sei, não precisa me lembrar. – Ele passou um braço por debaixo do meu pescoço e os enrolou no mesmo. – Tô parecendo uma menininha.

– Você é carente, Nate, até rima. – Nós rimos. – Agora, dorme. – Voltei a fazer cafuné nos cabelos ruivos dele.

– Você é cheirosa.

– Obrigada, você também.

– Você também tem... An... É... Isso.

– Que foi Nate? Não entendi nada que você falou.

– N-Nada, não falei nada.

– Pode falar, idiota, não precisa ficar constrangido, somos amigos.

– Mas eu não falei nada.

– Mas ia falar, anda fala o que era, antes que eu me irrite com você.

– Eu ia falar que você um cheiro muito bom.

– Você já disse isso, eu agradeço de novo, e digo o mesmo de você, você tem cheiro de chantilly. 

– É o meu creme e o meu shampoo e condicionador.

– Nossa, sua mãe deve ser muito chata em relação a isso.

– Eu que comprei, ela não gosta desse cheiro.

– Você comprou pra irritar ela. – Ele riu. – Espero.

– Eu comprei porque gosto desse cheiro.

– Também gosto desse cheiro.

– Você é um príncipe encantado, Nate. – Ele riu. – Agora vamos dormir, pelo visto, Louis me trocou por outra coisa.

– Boa noite, baby.

– Boa noite, Nate. – O abracei e consegui dormir.

 


Notas Finais


Não deixem de deixar sua opinião, é muito importante para nós :)
Amamos voces <33
Tha&Nany


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