História Through which you can see - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 56
Palavras 1.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


eaeee desculpa a demora, mas eu fiz capítulo redobrado.

Capítulo 3 - Deal with it


Fanfic / Fanfiction Through which you can see - Capítulo 3 - Deal with it

          View Anne

-Anne, vem tomar café filha- disse a minha mãe na porta do meu quarto, que estava trancado, como sempre.

-Já vou, deixa só eu lavar meu rosto...!

Abri elevei minhas pálpebras, as quais estavam mais pesadas do que o martelo de Thor (os entendedores entenderão)

Sentei na ponta da cama enquanto coçava os olhos que estavam inchados de tanto chorar á noite. As memórias da semana passada vieram como um furacão, lembranças que vêm me atormentando todos os dias após o acontecimento.

Flash back

-Foi tudo uma aposta Anne. Achou mesmo que eu iria namorar você? -mattew

(...)

-Pensou que eu iria desistir da aposta? Pensou mal Anne, muito mal. -mattew

(...)

-Me fuder? Eu já fodo todo dia com a sua “melhor amiga”-mattew

(...)

-owwnt a nerdzinha vai se vingar! Foi isso mesmo que eu ouvi? Aguardo sentada, porque em pé cansa. -Vanessa

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Balancei a cabeça, esperando que por hora as lembranças se dissipassem da minha memória.

Limpei a baba que escorria da minha boca com as costas da mão, sentando da cama e bocejando. Me direcionei ao banheiro que havia no meu quarto, abri a porta direcionei-me a pia, lavei meu rosto e olhei-me no espelho.

Meus olhos os quais estavam vermelhos juntamente com as olheiras profundas indicavam noites mal descansadas, meus lábios estavam secos e minha pele pálida, não havia comido desde ontem de manhã.

Ignorei o fato de estar parecendo um zumbi e fui escovar os dentes, enquanto refletia.

Já passou da hora de eu parar de fazer cu doce. Não vou mais derramar uma lágrima por eles, nunca mais.

Nossa a pasta de dente hoje está espumando mais!

Hum... estou tendo um pressentimento que isso significa alguma coisa...!

Após lavar minha arcada dentária, urinar e tomar um banho, retornei à frente do espelho, mas desta vez do guarda-roupa do meu quarto. Peguei um pente desembaracei os nós meus cabelos lisos e pretos intensos. Isso mesmo, desembaracei os nós porque se achou que cabelo liso não é preciso pentear achou muito mal, se você fica 2 dias sem desembaraça-los, eles podem ser comparados a pentear os cabelos de uma mendiga que já passou 20 anos na rua.

Apesar de estar um pouco abalada dei um trato no meu rosto, não queria que aquelas capivaras me vissem assim, portanto passei um pouco de base e corretivo logo abaixo dos olhos o que fez com que as olheiras desaparecessem. Passei rímel nos meus cílios logo destacando meus olhos azuis coloquei um moletom listrado de preto e cinza, o mesmo batia um pouco acima do meio da coxa, para completar uma legging preta e uma bota de salto e cano longo, ( http://www.hiperfeminina.com/blog/wp-content/gallery/botas-cano-alto/botas-cano-alto-31.jpg ) modéstia à parte, mas eu estava até bonitinha comparada a antes. Para completar passei desodorante de fragrância neutra e um perfume suave, porque ninguém merece estar bonita, no entanto fedida -sorri com o pensamento -além disso tem aquelas que a 100 metros de distância é possível sentir o cheiro enjoativo. -fiz expressão de nojo.

Peguei minha mochila e joguei somente uma alça ao lado direito do meu ombro, desci cuidadosamente para não estragar o momento caindo da escada, e avistei minha mãe a mesma olhou para mim, seus lábios estavam levemente separados, em um gesto que demonstrava surpresa. Dei um meio sorriso a abracei a minha mãe, que retribuiu meu gesto.

-Bom dia mãe- proferi.

-bom dia filha, assassinou os pássaros hoje foi? - Deu uma leve risada

Ela sabia que eu detestava acordar com aqueles bichinhos cantando, pois eu sabia que havia acordado exatamente 5:00 horas da madrugada, eles insistiam nisso

-haha estou morrendo de rir.

Ela tinha feito panquecas com calda de chocolate, meu café da manhã preferido, ele estava perfeitamente elegante, com uma aparência maravilhosa ( http://escolachocolate.com/wp-content/uploads/2013/08/panquecas-de-chocolate.jpg ). Olhei para ela confusa, conhecia muito bem a minha mãe, e destes anos todos ela só fazia panquecas assim nas datas comemorativas.

Assim que ela colocou as panquecas no prato e me entregou disse com um sorriso:

-Parabéns filha!

-Ué mãe pelo quê?

Ela olhou para mim incrédula, sua face demonstrava uma expressão de “Não acredito que eu ouvi ela proferir isso! Só pode ter sido minha imaginação.

Para minha mãe, no caso Maris, mas prefere ser chamada de Mari se você esquecer alguma data comemorativa importante é o mesmo que encontrar Zeus e roubar o raio dele, fora de cogitação.

-Hoje é dia 25/11/2016 não se lembra de nada importante nessa data?

Pensei um pouco e logo descobri, hoje é meu aniversário, faço 17 anos. Fiquei eufórica, pois nesse dia poderia pedir qualquer coisa, mas tipo qualquer coisa até adotar um leão ou até mesmo um mendigo- ri com esse pensamento.

-Hoje é meu aniversário! -abracei ela novamente num impulso, a mesma me abraçou prontamente.

-Acho que hoje não é só o dia do seu aniversário. Disse baixo no meu ouvido ainda me abraçando

-Tem outra data comemorativa hoje? Qual? – Estranhei sua afirmação.

-Acho que é dia do abraço também só pode, você nunca me abraçou duas vezes na mesma hora- Riu-se de mim. Senti o sangue concentrar-se ás bochechas, o que significava que eu tinha corado fortemente. Rapidamente minha mãe mudou de assunto.

-E então o que vai querer Anne de presente?

-Acho que vou deixar para depois, ainda vou pensar.

-Tudo bem, quando tiver terminado o dia você me dá a resposta ok?

-Ok mãe.

Saboreei cada parte da minha panqueca com brigadeiro de panela. Despedi-me da minha mãe com um aceno.

Enquanto andava nas ruas pouco movimentadas por ser 7:00 h ainda “povo preguiçoso – bufou a narradora”, estava virando uma esquina, quando vi um grupo de garotas à volta de um cara que estava sentado no chão, vestia um moletom e uma calça preta, mas não dava para ver seu rosto, pois estava de cabeça baixa e um capuz o cobria. Parei rapidamente enquanto ouvia a conversa deles. Ou pelo ou menos, o que eu achava que seria uma conversa.

-SEU VIADINHO LEVANTA ESSA SUA CARA POHA-

Ele nem se quer se mexia. Comecei a o analisar, e cheguei à conclusão que ele ou ele estava desmaiado, ou tinha um sono muito pesado. Optei pela primeira opção, pois elas deveriam estar lá a algum tempo a julgar pelas suas expressões frustradas, algumas estavam apoiadas na parede, provavelmente cansadas de ficar em pé. Daqui exatamente 1 minuto a da frente que deve ser a líder do grupo de capivaras, vai partir para violência “30 seg” já a mesma está inclinada para e frente sua mão treme, mas de raiva, “ 20 seg”se reparar em sua face o ódio está explícito, respirou fundo e disse:

-Ok, se não é por bem é por mal.

Aos 10 segundos quando abaixou-se para agarrar seu capuz e dar-lhe um belo tapa no rosto, eu me revelei.

-QUE POHA É ESSA! - Exclamei, mesmo sabendo do que se tratava.

Rapidamente ela olhou para mim surpresa, surpresa esta que tornou-se raiva.

-NINGUÉM TE CHAMOU AKI GURIA VASA. -

-Não sou seu celular de botão para ser movida a chamadas. - Abaixei meu tom de voz e dei a patada.

-Mas você tem uma coisa em comum com ele: é uma porcaria. – segurei o riso

-Então quer dizer que você admite que seu celular é uma porcaria, além de ser de botão?- disse com uma voz mansa-

 

 

         DEEEAAALLL WITH ITTTTT


Notas Finais


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