História Through Your Eyes - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Banghim, Daejae, Jonglo
Visualizações 100
Palavras 2.939
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello <3
Parece que foi ontem que eu comecei a postar está história, e já está no final. Agora sim venho me despedir de vez e agradecer por todos o apoio que essa fic recebeu! Eu lembro de ter muito receio de postar por não saber se ela estava boa ou não, então espero de verdade que tenham gostado.
Boa leitura <3

Capítulo 23 - Epilogue


Tinha chegado o dia. Depois de tantos anos de sacrifício, sono atrasado e horas na biblioteca, finalmente tinha acabado. Nem parecia que fazia tanto que tinha entrado na faculdade, mas já era o dia de sua formatura. Ainda não acreditava que finalmente poderia exercer sua profissão. Profissão. Essa palavra ainda fazia seu estômago dar pulinhos. Deixaria de trabalhar com qualquer coisa que desse para se sustentar e faria o que sempre tinha sonhado fazer.

É claro que sentiria falta de trabalhar com Youngjae e de todos benefícios que isso trazia – com certeza essa era a parte que sentiria mais falta. Mas nada melhor do que trabalhar com o que se gosta de faz. Youngjae uma vez o perguntou quando tinha decidido que psicologia era a sua vocação, afinal, nunca fora a uma consulta com um psicólogo antes. Mas se lembrava de alguém que fizera a psicologia parecer extremamente interessante.

Estava no último ano do ensino médio e não tinha ideia do queria para sua vida. Parecia que todos tinham seus futuros minuciosamente planejados, já sabiam que profissão seguir, onde queriam morar, para onde queriam viajar, como seriam seus filhos, menos ele. Daehyun não fazia ideia do que fazer com sua vida. Sem planos, sem sonhos, sem ambições. Até que um dia algo, ou melhor, alguém apareceu para mudar seu jeito de pensar. Daehyun ainda se lembrava dele perfeitamente.

Em um dia qualquer, um psicólogo foi dar uma palestra na escola sobre um assunto que não fazia questão de lembrar, mas tinha certeza de que não queria ir. Que adolescente gostava de assistir às palestras da escola? Daehyun não fazia parte desse grupo, preferia dormir em algum canto até o fim delas. Mas não conseguiu fugir dessa.

Ao contrário do que esperava do palestrante – que fosse um gordo, barrigudo, de óculos e terno, falando sobre depressão e esses assuntos que não despertavam o menor interesse de Daehyun –, ele era bonito. Foi a primeira coisa que reparou nele. Estava de jaqueta e botas de couro, seu olhar exalava confiança e não devia ter mais de trinta e cinco anos. Ele sabia exatamente o que dizer para manter quem quer o ouvisse concentrado apenas nele e em mais nada. 

Daehyun não tirou os olhos dele em nenhum momento da palestra. Prestou atenção em cada detalhe, em cada palavra. Aprendeu o que era psicologia, e queria aprender ainda mais. Queria ter o poder de cativar os outros como ele e de ajudar outros a encontrar a si mesmos. Assim como ele, talvez sem saber, tinha acabado ajudar Daehyun. Aquele homem quebrou todos os estereótipos que Daehyun tinha sobre um psicólogo. Foi ali que soube o que queria ser, o que queria fazer. É possível que algo tão simples pudesse marcar alguém tão profundamente? A ponto de fazê-lo mudar todo rumo de sua vida? Daehyun acreditava que não. Até aquele momento.

Depois do término da palestra, Daehyun conversou com seu novo ídolo. Pediu que ele lhe desse outra explicação sobre o assunto, dizendo que tinha interesse na carreira – O que meio que foi só uma desculpa para ouvi-lo novamente –, e no fim, uma explicação não foi a única coisa que ele deu para Daehyun. Os dois não mantiveram contato por muito tempo – mais ou menos três semanas –, mas aquele homem foi quem deu a Daehyun sua vocação, e era importante por isso. Youngjae não gostou muito da resposta para sua pergunta, mas sem ele, jamais teria descoberto o que fazer com seu futuro, e, indo ainda mais longe, talvez nem viesse a conhecer o próprio Youngjae.

Olhou seu reflexo no espelho do banheiro: o terno que tinha comprado especialmente para a sua formatura e a gravata que Youngjae escolheu, o cabelo preto – que até os seus vinte anos mudava de cor quase todo mês – estava bem penteado. Respirou fundo.

- Quanto tempo mais pretende ficar aí dentro? – ouviu a voz de Youngjae do lado de fora e riu.

- Já estou pronto. – virou-se para destrancar a porta e se apoiou na pia.

- Se já está pronto o que faz trancado aqui dentro? – Youngjae resmungou entrando no banheiro. – Não precisa ficar nervoso, você já está formado mesmo. – deu ombros.

- Assim você fere os meus sentimentos. – colocou a mão sobre o peito fingindo estar sentindo dor.

- Tudo bem, mas podemos ir?

Daehyun o puxou pela cintura, prendendo-o entre suas pernas.

- Desde quando você se tornou tão insensível? O que fez com o meu Youngjae?

- Ele morreu. Está enterrado junto com o meu sorvete de chocolate que você jogou fora.

- Já disse que foi sem querer! Eu pensei que fosse outra coisa!

- Que outra coisa? Só estava com ciúmes porque foi o Minhyuk que me deu!

- E se eu estivesse? – disse e roubou um beijo de Youngjae.

- Se estivesse não deveria descontar em sorvetes inocentes.

Daehyun riu e beijou Youngjae novamente, dessa vez demoradamente. Youngjae levou as mãos para as costas de Daehyun para trazê-lo para mais perto. Não importava quantos beijos trocassem, era sempre como se fosse a primeira vez. Empurrou Daehyun até que ele estivesse sentado na pia e agarrou suas coxas. Youngjae descobriu que gostava tanto disso quanto o outro.

As mãos de Daehyun subiam por dentro da blusa de Youngjae, arranhando suas costas e causando arrepios por todo seu corpo. Youngjae separou o beijo, descendo os lábios por seu pescoço, tomando cuidado para não deixar marcas. Daehyun não sabia porque o outro tinha essa preocupação, queria mais é que o mundo soubesse que ele tinha dono, e que este era Youngjae.

Daehyun agarrou os cabelos da nuca de Youngjae, voltando a encontrar seus lábios, enquanto apertava as pernas em volta dele. Mordeu o lábio inferior de Youngjae, fazendo-o gemer entre o beijo. Os dois já estavam ofegantes quando o som da campainha os interrompeu.

- Só pode ser brincadeira! – Daehyun reclamou quando Youngjae saiu do banheiro para atender à porta enquanto ajeitava a própria roupa.

- Se não tivesse ficado tanto tempo aí trancado... – ouviu o namorado dizer e apenas riu em resposta.

Ajeitou-se, mesmo que não desse para fazer muito a respeito dos lábios vermelhos, e saiu do banheiro. Youngjae estava conversando com Himchan e Yongguk na sala.

- Pelo visto atrapalhamos alguma coisa. – Himchan disse com um olhar malicioso direcionado a Daehyun.

- É, atrapalharam. Mas não é como ae você se sentisse culpado com isso.

- Nem um pouco! – o amigo disse rindo e Daehyun revirou os olhos.

- Podemos ir? – perguntou Yongguk.

Daehyun respirou fundo.

- Podemos.

Antes de saírem, Himchan chamou Daehyun e deu um abraço apertado no melhor amigo. Ele sabia melhor que ninguém tudo que Daehyun tinha passado para chegar àquele momento, e não poderia estar mais orgulhoso. 

- Meus parabéns, nem acredito que esse dia chegou!

- Nem eu! - Daehyun respirou fundo. - Não sei por que estou tão nervoso. 

- É a sensação de quando realizamos um sonho. Ficamos meio perdidos no começo, até encontrar outro sonho para correr atrás. 

- Eu tenho outro sonho, mas ele não depende só de mim. 

- Tenho certeza de que este vai se realizar também. - Himchan sorriu. 


Youngjae entendia porque Daehyun estava tão nervoso, afinal era um dia importante. Porém, era raro vê-lo tão inseguro. Ele que estava sempre tão confiante e tão cheio de si. Era até engraçado pensar que Daehyun tinha um lado inseguro. Estava sentadoao lado de Junhong aguardando o início da cerimônia de formatura de Daehyun.

Se perguntava como seria passar por isso. Nunca precisou ir para uma faculdade, seu futuro tinha sido planejado desde que ele sequer tinha nascido, por isso nunca tinha pensado em ser outra coisa. Ele era o herdeiro de uma enorme fortuna e o sucessor de seu pai – e de sua mãe. Como poderia ser outra coisa? Como poderia jogar todo o negócio da família no lixo? Era filho único, então não tinha outra escolha.

Por algum tempo, pensou ser injusto nunca ter tido a oportunidade de escolher, de pensar no que queria fazer pelo resto da vida. Entretanto, até gostava gostava de sua vida como empresário. Era o que ele sabia fazer, e o fazia bem. Ficava satisfeito quando via os bons resultados de seu trabalho duro.

Se perguntava como seria trabalhar sem Daehyun lhe enchendo a paciência o dia todo. Tirando as horas que passavam juntos no trabalho, não tinham muito um para outro, principalmente devido a faculdade de Daehyun. Mas agora não teriam mais isso como empecilho. As coisas mudariam, e Youngjae esperava que mudassem para melhor, ainda mais agora que tudo parecia entrar nos eixos.

Youngjae, depois do ocorrido no encontro com Sojin, acabou ficando ainda mais próximo de Minhyuk, que se tornou um dos – senão o – seus melhores amigos, mesmo à contragosto de Daehyun, e de Jaebum, que agora frequentava seu apartamento tanto quanto Himchan frequentava o de Daehyun. De vez em quando, faziam encontros duplos, geralmente ideia de Youngjae – o Choi. Mas Youngjae gostava de sair para conversar com Minhyuk, que dava conselhos melhor que Jaebum – o que não era tão difícil.

Seus pais se separaram. Admitia ter ficado surpreso, e até um pouco triste, com a notícia, porém sabia que era o melhor para os dois. Assim sua mãe podia continuar suas viagens pela Europa com seus acompanhantes, e seu pai podia se encontrar com as mulheres que saía sem ter que se esconder.

O senhor Yoo levou a sério o pedido de desculpas que fez a Youngjae. A relação dos dois não era a mais próxima do mundo, mas era bem mais do que jamais fora. Às vezes almoçavam juntos e jogavam conversa fora, ou faziam uma viagem num fim de semana. Ele parecia realmente disposto a recuperar o tempo perdido, e Youngjae estava mais que feliz com a vontade do pai de conhecê-lo e de tê-lo por perto.

Sua mãe também não ficava para trás. Lhe ocorria por diversas vezes que os dois pareciam competir por sua atenção, e essa ideia o agradava. Era bom saber que, mesmo depois de tantos anos de abandono, os dois queriam ser seus pais. Youngjae não poderia estar mãos agradecido.

Himchan e Yongguk, como sempre, pareciam um casal recém casado: sempre juntos, agindo como se a vida fosse um mar de rosas, no auge da paixão – mesmo com pequenas briguinhas de vez em quando. Youngjae os invejava secretamente, e desejava mais que tudo que ele e Daehyun pudessem ser como eles, sempre apaixonados um pelo outro. Não pretendia se separar de Daehyun. Sequer considerava essa possibilidade.

Os dois continuavam morando cada um na sua casa, mas passavam a maioria das noites juntos. Youngjae mal se lembrava como era acordar sozinho na cama de manhã. Não havia nada melhor que a sensação de despertar nos braços de Daehyun, ouvir sua respiração tranquila e ver seu primeiro sorriso do dia. O objeto em seu bolso pareceu mais pesado que nunca. 

- Vai começar! – ouviu Jongup dizer e voltou seus olhos para o palco.


A festa dada para os formandos estava animada. Havia muita bebida e música alta fazia o salão de festas dançar. Menos Youngjae, que estava mais uma vez sozinho perto do bar com um copo de refrigerante na mão. Lembrava-se bem da última vez que isso aconteceu, e a noite não tinha terminado de um jeito muito agradável.

- Está sozinho, gracinha? – virou-se na direção da voz e viu Daehyun rindo da sua expressão de desgosto.

- Gracinha? Era assim que você chegava nas pessoas? Como conseguia sair com alguém falando desse jeito?

- Ninguém consegue resistir a mim. – disse confiante e piscou para Youngjae, que revirou os olhos.

- É mesmo, senhor irresistível?

- É, e você é a prova disso!

- Acredite, se tivesse chegado para mim é dito “está sozinho, gracinha?”, as coisas teriam sido bem diferentes!

- Duvido! Já estava caidinho por mim quando eu falei com você no bar. – Youngjae apenas riu em resposta. – O quê? Sabe que é verdade!

- Acredite no que quiser! – Youngjae cruzou os braços e deu de ombros cinicamente.

Daehyun abraçou Youngjae por trás e depositou um beijo em sua nuca.

- Quero que venha comigo para um lugar. – sussurrou rente a orelha de Youngjae, que sentiu a pele do local se arrepiar.

- Pensei que estivesse se divertindo na festa.

- Você não parece estar se divertindo muito.

- Não precisa se preocupar com isso, eu posso ficar aqui sozinho.

- Nem pensar, não vou correr o risco de você arrumar mais algum amigo bonitão, igual ao Minhyuk. – Youngjae riu.

- Não acho que seja possível eu encontrar outro amigo tão bonito quanto ele. – Daehyun fechou a cara.

- De qualquer maneira, quero te levar a um lugar.

- Onde?

- Vai descobrir quando chegarmos lá! – Daehyun virou Youngjae para ele e lhe roubou um beijo. – E imagino que vá se divertir mais nesse lugar. – disse com um olhar malicioso.

- Não quer ficar com seus amigos e aproveitar? Está festa é para vocês.

- Ah, nós dois vamos aproveitar bastante o lugar onde vou te levar.

Dentro do carro, Youngjae não parava de perguntar para aonde iriam, mas Daehyun respondia cantando mais alto a música que tocava no rádio. O caminho parecia familiar para Youngjae, mas não conseguia se lembrar quando tinha passado por ele antes.

Daehyun mal deixou Youngjae se despedir dos outros na festa, tamanha era a pressa para ir para o tal lugar. Aceitando que Daehyun não lhe diria para onde estavam indo até que chegassem lá, Youngjae passou o resto do percurso pensando em quais lugares poderiam ir assim, tão de repente. Talvez algum lugar que já tivessem ido antes juntos, ou algum lugar especial que Daehyun queria que Youngjae conhecesse. E se tratando de Daehyun, poderia ser de um motel a uma loja de cheesecake. Por que tinha que namorar alguém tão imprevisível?

- Não se preocupe, não vou te sequestrar. – a voz de Daehyun o despertou de seus pensamentos.

- Era extremamente esse o meu medo, obrigada por esclarecer!

- De nada! – respondeu rindo. – É sério, não se preocupe, você vai gostar.

- Então por que não posso saber para onde vamos? – perguntou com um bico nos lábios.

- Porque é uma surpresa. E vai deixar de se eu te disser para onde vamos.

- Tudo bem. – suspirou.

- Youngjae? – chamou pegando a mão de Youngjae, que entrelaçou seus dedos.

- Sim?

- Eu te amo.

Youngjae sorriu com as bochechas coradas.

- Eu também te amo.

Youngjae mal percebeu quando o carro. Daehyun abriu a porta para ele e o puxou pela mão. Foi quando finalmente reconheceu onde estava, e não conseguiu conter o sorriso largo que tomou conta de seus lábios. Passaram a passear pelo jardim de mãos dadas.

- Sabia que ia gostar de vir aqui.

- Quase tinha me esquecido desse lugar. – ainda se lembrava da primeira vez visitando o jardim. – Está tão bonito quanto antes. Mas por que me trouxe aqui hoje?

- Tecnicamente, aqui foi o nosso primeiro encontro. – disse Daehyun apertando sua mão. – Achei que seria legal voltar aqui. Tenho que me lembrar trazê-lo aqui durante o dia!

- Tem razão. – Youngjae parou de andar e Daehyun se virou para ele. – É bom que estas flores sejam nossas testemunhas.

- Testemunhas?

- Sim, tem algo que venho querendo falar com você, e imagino que esse seja o momento perfeito. – Youngjae secou as palmas das mãos na calça. Tinha conseguido não surfar o dia inteiro, agora não era de ficar nervoso. Respirou fundo.

- É, também tem algo que quero falar com você.

Enfiou a mão no bolso e tirou de dentro uma caixinha de veludo azul. Daehyun viu alto quando a viu.

- Não acredito! – tirou uma caixinha idêntica do bolso, só que na cor vermelha.

- Nem vem! Eu disse que queria falar primeiro! – disse Youngjae.

- Então eu posso recusar o seu pedido, e pedir logo em seguida. – sugeriu Daehyun.

- Se recusar o meu pedido, eu recuso o seu. – cruzou os braços na frente do corpo.

- Aí nós teremos um impasse. – disse Daehyun pensativo. – Mas como sou um cavalheiro, pode pedir primeiro.

- Se você ousar recusar...

- Vai ter que arriscar. – brincou Daehyun.

- Tudo bem. – Youngjae respirou fundo mais uma vez e abriu a caixinha revelando um anel dourado com o seu nome e o de Daehyun escritos na parte de dentro. – Jung Daehyun, quer casar comigo?

- Sim, é o que mais quero no mundo. – foi a vez de Youngjae abrir a própria caixinha, com um anel prateado dentro. – Eu realizei um dos meus sonhos hoje, e nada me fez feliz do que ter você comigo. E isso me perceber uma coisa. Yoo Youngjae, não sei mais como seria viver sem você e ficar ao seu lado para sempre é o meu novo sonho. Quer casar comigo?

Com lágrimas nos olhos, Youngjae sorriu.

- Espera, o meu pedido não foi tão bonito!

- Ei! Não vai me responder?

- Eu claro que sim. E eu preciso agradecer por tudo que fez por mim. Se não fosse por você, talvez eu ainda estivesse preso a mim mesmo, e não seria tão feliz quanto sou agora. – Youngjae abraçou o pescoço de Daehyun, colando suas testas. Os dois se olhavam nos olhos intensamente, não precisavam de palavras para se entenderem.

- Digo o mesmo para você. – Daehyun apertou a cintura de Youngjae e deu-lhe um beijo apaixonado. – Eu te amo.

Aquele era o início de uma nova fase da vida dos dois, e a única certeza que tinham era de que, se estivessem juntos, poderiam superar qualquer obstáculo.

- Eu também te amo. 


Notas Finais


E é isso 😭😭😭
Nem acredito que ela está terminada, espero que acompanhem What If? e gostem tanto quanto dessa aqui. Não consigo ficar muito tempo sem Daejae, então né...
Até uma próxima vez <3


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