História Thunderstorm - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Exibições 39
Palavras 2.904
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Descontentamentos.


 

— Câncer.

Ryan repetiu o diagnóstico dado pelos médicos e seus pais choravam silenciosamente no canto do quarto. Lis estava ali, foi autorizada por Ryan para ficar, mas não sabia se foi o certo. Assim como estava sendo ruim para ela, estava mil vezes pior para os pais. A mãe de Ryan o beijou na testa e pediu licença do lugar, ela precisava desabar em prantos do lado de fora daquele hospital, dentro do carro era o melhor local. Já Sr. Tileman estava firme em sua pose de pai, apenas seus olhos o denunciava com tantas lágrimas que escorriam, precisava fazer como sua esposa, mas não sabia se era o certo deixar Ryan ali. 

O rapaz encarava seus pés cobertos no fim da cama, a expressão de seu rosto era nêutra, ninguém sabia o que se passava dentro de sua mente; algo bom ou ruim. Ryan apenas sentia a falta de verdade da vida, sentia-se vivendo um show de horrores e a pior parte da vida; a parte de se estar morrendo.

Não sabia quanto tempo a mais teria de vida, não queria saber, nem desejava bancar aquele cara que faz uma lista de coisas para fazer antes que o dia de ir para o escuro chegasse. Não estava arrependido de nada que fizera durante seus vinte anos de vida, não se arrependeu das vezes que sorriu, nem das vezes que chorou e muito menos das vezes que fumou.

Ryan estava com a consciência limpa.

Não precisava de muito para descobrir a profundidade que Ryan era, e Lis sabia disso. Ela estava de pé ao lado de sua cama segurando o terço entre os dedos, não que ela fosse religiosa, mas era um tipo de amoleto que carregava desde quando sua mãe morreu na sua frente com ele entre os dedos. Estar em um ambiente como aquele era trazer todo seu passado novamente, sentiu vontade de chorar, não se sabia se a vontade era por ela e seu passado ou por Ryan e sua doença. Lis analisava os olhos entristecidos de Tedd, as mãos paralisadas sobre sua barriga, os cabelos embaraçados e as curvas de seu sorriso mortas. Não queria ser intrusa e falar alguma palavra, então, contando os segundos de absoluto silêncio que estava ali, prosseguiu olhando-o tão atenta quanto uma criança ao seu desenho animado favorito.

— Ryan, você quer ficar sozinho? — Sr. Tileman perguntou depois de tanto silêncio e o rapaz, após descer como uma difícil golada a saliva pela garganta, apenas assentiu com olhos úmidos.

Seu pai concordou e olhou para Lis vendo-a focada na dor do filho. Tomou postura e caminhou até a porta, saindo juntamente com os médicos, sem preocupar-se se a moça deixaria o quarto ou não. Walter ajeitou a franja que caía nos olhos e girou os calcanhares em direção à porta, obedecendo a escolha que Ryan tivera, com o rosto dele tão desolado ainda vivo em sua mente. Antes que tocasse na maçaneta, o ouviu com a voz fraca e falha.

— Você fica? — Ela virou para ele abrupta e percebeu que os olhos dele ainda estavam nos próprios pés. Seus lábios contorceram-se em um miserento sorriso sem mostrar os dentes, ficara realmente tranquila por saber que sua presença lhe fazia bem. Fechou a porta e voltou os passos, dessa vez, sentando-se na cadeira desconfortável ao lado da cama dele.

— Ryan. — Lis tocou sua mão. — Eu torço para que saia dessa. 

— Eu vou morrer. — Ryan disse firme e a olhou, finalmente tendo uma expressão; olhos extremamente marejados. O coração dela tremeu e ela nunca achou que aquele órgão fosse tão potente.

— Não hoje. — Lis fez questão de passar seus dedos nas lágrimas que escorriam pela bochecha direita dele. — Enquanto estiver vivo, viva, uh? O que acha? — Ela torcia para uma resposta positiva.

— Como eu posso viver como vocês se a qualquer momento posso morrer?

— A qualquer momento qualquer um pode morrer, Ryan. — Ela acariciou seu queixo, tão docemente que o fez fechar os olhos desfrutando daquele toque e daquele momento. — Eu posso morrer primeiro que você, nunca se sabe.

Ele abaixou a cabeça, com a alma dolorida e chorou. Chorou como nunca havia chorado um dia durante toda sua vida, na frente dela, à quem nunca pensou em mostrar sua maior fragilidade.

          ✖✖✖
 

Harry andava de um lado para o outro no corredor do hospital, precisava ficar calmo com aquela notícia antes de entrar no quarto de Ryan Tedd. Não queria acreditar que o cara que sempre esteve do seu lado estava tão doente ao ponto de morrer a qualquer momento, estava difícil para ele acreditar que viveria em um mundo sem Ryan Tedd e suas ironias. 

Aquietou seus passos sentando-se em uma das cadeiras da sala de espera e bateu os dedos em sua coxa, analisou os ponteiros do relógio que chegavam às oito da noite e suspirou. Era tudo tão agoniante dentro de si que não conseguia enxergar quem estava à sua volta.

— Harry? — Ele ergueu o olhar e analisou Lis com os cabelos presos e olhar cansado, colocou-se de pé e fixou os olhos no caminho que ela provavelmente percorreu para chegar até ali.

— Era você que estava no quarto com o Ryan? — Perguntou confuso.

— Sim. Ele dormiu. — Lis suspirou cansada.

— Desde quando vocês são amigos? 

— Nunca fomos amigos, Harry. Eu só vim visitá-lo e ficamos conversando desde a hora que ele descobriu o estado dele. — Rebateu.

— Por que veio visitá-lo?

— Por que visitou Valentine na cadeia? 

Harry a encarou semicerrando os olhos, deu um passo para trás e respirou fundo, ela conseguia ser mais intrigante que Bower. Não tinha nada contra Lis Walter, nem mesmo algo contra a visita que fez ao seu amigo, mas tudo lhe parecia tão errôneo, que tinha medo de um deles se ferir. Ryan poderia ferir seus sentimentos ao se apaixonar por uma garota que nunca teria, Lis poderia ferir sua vida com alguém que logo iria morrer, em nenhum dos casos o final seria bom e bonito como contos de fadas. Sentia-se controlador demais da vida das pessoas que o cercava, mas era inevitável, era a vida de duas pessoas extremamente diferentes e que acabariam não dando nada certo.

— Eu vou passar a noite aqui. — Harry disse, espriguiçando-se e Lis assentiu. — Você pode me passar o número de Valentine?

             ✖✖✖

Valentine estava assistindo um filme antigo, com imagem preta e branca, nada que uma jovem normal gostaria de assistir. Vez ou outra ela analisava seu e-mail para ver se seu teste vocacional havia tido algum resultado para Sr. Denis, amigo de seu pai que morava e trabalhava em uma universidade em Nova York. Ela desejava investir sem medo nos estudos, ser alguém e ser independente assim que tudo estivesse resolvido.

Antes que pudesse pensar em qualquer coisa, sua mãe entrou no quarto ligando a luz e questionando-a sobre a roupa suja de sangue da noite passada. Bower suspirou fechando o laptop irritada.

— Mamãe, eu tive que ajudar Ryan Tedd na noite passada, ele estava tendo uma convulsão e...

— Não acredito que mentiu para pegar o carro! Desde quando esse garoto é seu amigo?

— Já faz tempo que somos amigos. — Mentiu e levantou de sua cama. — Por que tanto escândalo?

— Você sabe o quanto essa família prejudicou você? — Sua mãe estava nervosa, extremamente chateada.

— Só porque o Sr. Tileman não quis resolver o meu caso? Mamãe, quando vamos parar de discutir com todas as famílias de Alabama?

— Não fale do que não sabe! — Ela caminhou até a porta.

 — Então me explique!

A mulher bateu a porta com força e Valentine suspirou estressada. Não consiguia compreender o jeito rude que sua mãe ficava ao falar da família Brookly ou Tedd, não via motivos para tudo aquilo. Era como se existisse mil segredos sem fundamento algum ao seu redor. 
No canto do quarto ouviu seu celular apitar, aproximou-se, quando desbloqueou viu uma mensagem de um número desconhecido e então leu.

"Olá, Valentine. Sou eu Harry. Tenho notícias de Ryan."

Valentine sentiu o coração acelerar ao ver que era Harry, mas logo caiu sentada ao ver o emoji triste no fim da frase. Começou a escrever:

"Olá, Styles. O que o Ryan tem?"

Esperou alguns minutos e recebeu outra mensagem:

"Sente-se para ler."

Bower suspirou aflita.

"Câncer. Nada legal. :("

Ela fechou os olhos desacreditada e deu mais um suspiro pesado. Imaginava como Harry estaria mal, desejava visitar Ryan naquele momento e desejá-lo sorte e apoio, mas seus pais não lhe deixariam sair nem mesmo para comprar uma bala depois da noite passada.

"Eu estou muito triste por isso. Você foi ao hospital?"

Enviou e logo recebeu:

"Estou no quarto com ele, por isso não liguei :). Vai ficar tudo bem."

Ela leu e fechou os olhos por alguns segundos.

"como ele está? Será que quando sair daí podemos levá-lo para uma tarde no parque?"

Logo seu celular vibrou:

"Ele está dormindo, o procedimento de tratamento começará amanhã. Não sei se ele vai poder sair tão cedo."

Ela murchou os ombros.

"Mas se Lis for, talvez ele se anime."

Franziu o cenho ao ler a mensagem dele, e escreveu.

"Lis?"

"Sim. Lis. Ela passou a tarde com ele, foi embora faz alguns minutos."

"Ela tem uma alma caridosa, não leve-a à mal."

Alguns minutos passaram até que ele respondeu:

"Essa alma caridosa pode levá-la à perdê-la caso se envolva com Ryan à mais que uma boa amizade. Até mais, Bower. xx"

Ryan abriu os olhos ainda sonolento e encarou o melhor amigo teclando seu celular de costas para ele. Ajeitou o corpo na cama e pigarreou.

— Pensei que ia dormir para sempre.

 — Deus ainda não me chamou para o céu, meu chapa. — Dobrou as pernas e sentiu dormência em todo o corpo. — Estou com fome.

— Aqui está. — Harry pegou uma bandeja que estava ao lado da cama de Ryan e colocou sobre ele. — A enfermeira passou ainda agora entregando sua janta.

— Que merda é essa? Eu quero um duplo cheio de mostarda. — Os dois riram, mas Ryan secou os olhos como quem quisesse chorar novamente. Era inevitável.

— Ryan, tá tudo bem? 

— Não! — Ele abria o pote de sopa com o rosto molhado pelas lágrimas e retirava a colher do protetor. — Eu vou deixar de existir. É para estar tudo bem?

— Ryan, acalme-se. Tudo vai dar certo. — Pegou no ombro dele e o encarou. — Seus pais tem grana para pagar médicos copetentes para você.

— Mas não tem grana para me fazer ter vida! 

— Qual é, Ryan? Cadê o meu melhor amigo cheio de positividade? 

— Ele está morrendo.

Então o quarto ficou em silêncio. Ryan colocou diversas vezes a colher na boca cheia de sopa e Harry encarava o chão enceirado daquele quarto. Após jantar, Ryan trocava insistentemente de canais afim de achar algo que prestasse para assistir. Não desejava conversar, nem dormir, por muito menos, encontrar os familiares, queria ficar sozinho; Ele, a tevê e sua dor de cabeça agoniante. 

— Amanhã você começa a ser um rato de laboratório. — Harry disse, tentando ser engraçado, mas não surtiu efeito. — Enfim, acho que vou me acomodar aqui mesmo. — Ele começou a se encaixar na poltrona até que Ryan o olhou.

— Não fique chateado, mas quero ficar sozinho essa noite. — Ryan não deixou Harry debater, apenas voltou os olhos para a tevê e suspirou. — Eu chamo os médicos, caso aconteça algo.

Harry, ainda com a feição de aborrecido e desacreditado no pedido de seu melhor amigo, aprontou-se de pé e lhe lançou um olhar de reprovação. Talvez fosse cedo demais para Styles conseguir entender a cabeça de Tedd, a notícia lhe alcançou horas atrás e não tivera tempo de indagar todas as afirmações sobre "o fim da vida de Ryan". Lá no fundo, Harry tentava ser forte e esconder toda a agonia para que o outro ficasse bem, mas havia uma dor muito incômoda, que doía todas as partes de seus sentimentos. Sua cabeça rodava em volta da sensação de perder alguém tão incrível como Ryan e como aquilo era doloroso.

 Abandonando aquele quarto, seus olhos encheram de lágrimas e ele se esforçava cada vez mais para não deixar uma lágrima sequer escorrer por suas bochechas. Ele era duro na queda, um valentão de vinte e poucos anos, achava-se o dono de todas as boas teorias, mas esquecera que não era bom em lidar com a dor da perda. Harry sofria com todo tipo de perda, sofria de verdade, como nenhum outro alguém que conhecera.

Ele estava sofrendo, naquele momento, como aos seus oito anos, após a morte de sua avó. Ou sofrendo pela perda do seu pai, quando fora preso e os abandonou. A dor da perda de dignidade não se comparava com a dor de perder um melhor amigo, para Harry era um acúmulo de maus fluídos, péssimas recordações e dolorosas idas e vindas.

Styles desejava sair daquele hospital e seguir um rumo qualquer, com a alma ainda doída e os olhos cheios de lágrimas.

Eram idas e vindas, passos e paradas, pensamentos e tormentos, dor e frustração, caindo novamente de cabeça dentro da sacada do quarto de Valentine. Ele podia jurar que tivera feito um estrondo, mas ao erguer suas pernas e a encarar pela porta de vidro deitada na cama, percebera que o barulho não foi capaz de acordá-la. Se um ladrão tivesse ali prestes a adentrar em seu quarto e levar de tudo, ele faria.

Calmamente ele girou a maçaneta de prata descascada e empurrou a porta ouvindo-a ranger, como um gemido de um gato, o que fez o cachorro da família Bower, que antes dormia, começar a latir na beirada da sacada do quarto incansávelmente.

Styles travou ali mesmo, agarrado à porta com os olhos fixos na garota que se remexia debaixo do edredom que lhe embrulhava por completa. Respirava tão acelerado que mais parecia ser um fugitivo precisando de abrigo, mas era apenas medo de que seus pais abrissem a porta do quarto para ver se estava tudo bem e o encontrasse ali.

No mínimo, ele veria o sol nascer quadrado ou o pastor acabaria com seu rosto de tanto soco por aquele ato invasivo, mas pelo que lhe parecia, em segundos de raciocínio, era a primeira opção a mais provável.

Valentine remexeu o corpo e incomodou-se com o latido de seu cachorro, coçou os olhos por um bom tempo e resolveu verificar o motivo de tanta gritaria. Assim que se sentou em sua cama, avistou o homem alto e conhecido, por pouco não gritou. Ela mesma tapou a própria boca impedindo-a de gritar e demonstrou o ato de susto. Harry aproveitou que ela o reconheceu e entrou depressa fechando a porta atrás de si, lançando-lhe um sorriso envergonhado.

— Sua porta está trancada? — Ele seguiu em passos rápidos e curtos até a porta e a trancou. — Seus pais podem vir aqui verificar se está tudo bem e não seria legal se me vissem.

Ela ainda estava séria, nem um pouco entusiasmada, começou a fazer um coque em seus cabelos afim de se ajeitar mediante à toda aquela cena absurda.

Por mais que fosse Harry, ela não estava confortável com aquela invasão, era como se seu quarto fosse parte da vida dele e ela nunca chegou à tanto com alguém como daquela forma. Tudo estava tomando um proporção bastante intensa e ela odiava cada vez mais tais comportamentos vindos dele. Nem mesmo melhores amigos eles eram.

— Até quando ficará invadindo o meu quarto? — Ela retirou o edredom de cima de si e colocou-se de pé, enquanto ele apenas coçava a nuca sem jeito. — Existe telefone, sms e tenho certeza que nada do que veio fazer aqui à essa hora não possa ser adiado para uma conversa durante o dia.

— Eu posso ir embora. — Ele voltou a caminhar para a porta da sacada.

— Sabe que não pode.

O cachorro ainda latia um pouco.

— Valentine. Ryan. Vai. Morrer. — Ele parou de costas para ela, encarando toda a rua deserta pela janela do quarto. — Eu não sou bom com perdas.

Bower engoliu seco toda sua ignorância e falta de amor pela dor do próximo, que tanto fora ensinada pelo pai. Ajeitou a postura, passou as mãos pelo rosto e sentiu as bochechas queimarem de vergonha. Caminhou até ele e passou a ficar em sua frente, apoiou as mãos nos ombros de H e encarou o rosto tão desamparado e triste que ele estava.

 — Vai ficar tudo bem, Harry. — Ela beijou lentamente a ponta de seu nariz e então Harry ergueu o olhar para ela. — Eu estou aqui.

— E se ele morrer?

— Quando Ethan morreu, não foi nada fácil para mim também. 

Harry paralisou seus olhos sobre ela, incrédulo, a respiração cortante entre os lábios, o queixo firme e as mãos vagando sobre as laterais de seu corpo, não havia nada mais estranho de se sentir como o que ele bombeava em suas emoções. Era um fardo negro, um trabalho árduo da mente para desenvolver, ou talvez uma lógica mais complicada do que saber o valor de y e x numa conta de matemática. Tudo estava congelado para ele, era como correr atrás de algo que não lhe traria retorno e, nem ao menos, existia.

Ela se afastou e o puxou pela mão para sentar em sua cama. Harry franziu o cenho e lhe lançou um olhar confuso, como quem não entende o que ela quis lhe dizer. Então, Valentine lhe disse:

— Acho que agora você está preparado para ouvir toda a minha história.

Seria o fim dos descontentamentos de Harry sobre Valentine.


 


Notas Finais


Olá, meus amores.
Mil perdões pela demora, passei por um momento de muitos probleminhas de escrita, desenvolvimento e internet. Quero deixar claro que não desisti e que o fim dessa história está próximo.
Inclusive, já iniciei a escrita do próximo capítulo, então, espero não demorar.

✅ Perdoem-me pelo horário, minha vida não é agitada, nem corrida, mas é que eu consegui editar esse capítulo agora e as melhores coisas vem pela madrugada né?
✅ Espero ter ainda leitores. Me sinto constrangida pelo carinho que a fic recebeu e pela minha falta de responsabilidade em respondê-los, mas tentarei responder nos comentários desse, se der.
✅Espero que tenham gostado, e que não me matem pelo Ryan. Eu o amo também.
✅Postarei na próxima segunda, ao que tudo indica e a fic termina no capítulo 12 ou 13, eu acho, incluindo o prólogo.

Um beijão!
Estou aberta à sugestões. 💓


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...