História Ticci Toby... Love Story? - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Slender Man
Tags Creepypasta, Jeff The Killer, Masky, Slender, Ticci-toby
Exibições 34
Palavras 1.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OPA! DOIS DIAS SEGUIDOS <3
Vocês viram a capa nova? Gostaram? Foi eu que fiz ;-; Tá meio merda mas é melhor do que nada auhusa' Estava na hora de atualizar u.u E agora todos os capítulos estão com capas também <3 Simples, mas foi o que eu consegui fazer e-e
Boa leitura sz
Não se esqueçam de ler as notas finais, ok? E aqui também u.u
Desconsiderem qualquer erro, apesar de revisado, sempre escapam uns errinhos que eu não percebo q-q

Capítulo 12 - Party pt. II


Fanfic / Fanfiction Ticci Toby... Love Story? - Capítulo 12 - Party pt. II


   Eu nem me recordo mais de um passado remoto meu onde eu não convivia com essa maldita doença. Tento todos os dias lutar contra essa praga, só de conseguir levantar da cama é um avanço, e eu me sinto muito orgulhosa por mim mesma quando consigo tal feito. Esses dias estou me saindo muito bem, pois antigamente nem para o banheiro eu ia.
   Fico triste por ter que enxergar a realidade; a qual eu não vou conseguir superar essa perda. Posso estar parecendo um pouco exagerada, dizendo que nunca vou superar mas.. está sendo uma época bem difícil para mim. Mesmo sabendo que existem pessoas que se preocupam comigo, eu nunca irei ver isso direito. Esse maldito demônio sempre falará mais alto do que eu.
   Sempre que tenho minhas crises eu me sinto presa dentro de mim mesma, enquanto isso esse demônio faz a festa, me controlando e insinuando para eu fazer besteiras, eu me sinto uma verdadeira derrotada. 
   Mas sinto uma pequena chama de esperança dentro de mim, e nunca deixo esse demônio  tomar posse minha por completo e acabar com a minha vida, literalmente. Manter a calma e não surtar; respiro fundo várias vezes até a revolta sair de mim, mas ainda permanece toda a tristeza e a sede incontrolável de fazer.. coisas, se é que me entende. Choro até desidratar, dizem que chorar faz bem, mas eu não acredito muito nisso. Sempre que choro eu me sinto ainda pior; pior por pensar que eu poderia estar chorando por outras coisas, tudo que não envolva melancolia, ou que nem deveria estar chorando.
   Meus pensamentos são difíceis de serem entendidos, espero que me compreendam bem.
   E eu me iludindo, achando que já estava melhor, mas nem tudo na vida são flores. E hoje voltam as crises, em plena madrugada de uma quinta-feira — se me recordo bem, não estou com cabeça para raciocinar ainda que dia e horas são —, sentada no chão da cozinha, no escuro. Apenas uns feixes de luzes dos postes de luz da rua atingem o cômodo, e um está bem acima da minha mão, onde todos aqueles calmantes e anti-depressivos se encontram. Seria um sinal? Algo me dizendo para enxergar direito o que estava prestes a fazer?
   Pare de pensar besteiras, Tina. Ninguém se importa com você. São um bando de falsos, se afaste deles! 
   Novamente esses pensamentos negativos.
   Vamos logo, sua lerda! Enfia logo todas essa pílulas na boca e dê alívio para eles! Não aguentam mais lhe dar conselhos que entram em um ouvido e saem no outro!
   E foi o que eu fiz. Num ato de desespero, querendo me livrar daquela voz e de toda a dor que estava sentindo, abri as caixas com certa dificuldade pelas mãos trêmulas e rapidez, pela pressa de sumir desse inferno que eu estava vivendo agora, mais conhecido como vida. Retirei o pequeno frasco de dentro da caixa e o abri, virando todo para a minha mão, fazendo as pílulas caírem sobre a mesma e algumas escaparem entre meus dedos. Não pensei em mais nada e abri a boca, logo derrubando o conteúdo de minha mão para dentro, mastiguei sem me importar e engoli.

 

z


   Abri meus olhos assim que senti alguém me cutucando; era Loren.
— Acordou, bela adormecida? — Sorriu. Eu tinha tirado um cochilo, estava muito cansada pois antes de vir para a festa, além de ajudar a limpar o carro, fiz o mesmo com a casa.
— É... — Ri sem graça. Fechei os olhos com força e estiquei os braços, me espreguiçando. E como um tapa, as lembranças daquele maldito sonho — ou melhor, pesadelo — voltaram, todas de uma vez. Balancei a cabeça tentando esquecer disso e me levantei, procurando por algo ou alguém para me divertir e distrair.
   Encontrei na parede da cozinha um alvo de de dardos, com linhas em preto e branco e em cada linha um número, na ponta começava pelo 1 e o meio terminava no nove, números esses perfeitamente alinhados, um acima do outro. Eles indicavam os pontos — me desculpem qualquer asneira que talvez eu disse, eu realmente não entendo muito bem sobre isso. Escorado no canto da estante, um potinho de vidro com vários dardos, com as pontas bem afiadas para grudarem com mais facilidade no alvo. Abri o pote e retirei de lá todos os dardos — não eram tantos, tanto é que cabiam todos perfeitamente na minha mão. Peguei um, mirei e joguei; mas que mira horrível. Foi bem na ponta, quase saindo para fora do alvo. Suspirei frustrada e tentei de novo; 6 pontos. Oh, bem melhor do que a jogada anterior. Fui jogando até sentir uma leve ardência no meu dedo da mão que estava segurando os dardos, um deles havia me furado, talvez por estar os segurando com muita força. 
   Deixei os dardos num montinho próximo ao pote e os que estavam no alvo permaneceram lá, olhei para o dedo machucado e vi uma pequena bolinha de tom bordo. Levei o dedo até a boca e lambi o sangue, sentindo um leve gosto metálico. Olhei novamente para ver se tinha parado o pequeno sangramento mas voltou, dessa vez numa bolinha menor. Fui até a pia e o lavei, agora sim havia parado. Assim que fechei a torneira ouvi uma música pop da sala, deduzi que eles haviam ligado o rádio para tentar levantar o clima que estava um tanto tedioso. Fui até a sala e vi que John, Loren e Toby conversavam alegres. Era bom vê-los assim, tão palhaços tentando animar a garota. Não consegui conter a risada e soltei, tendo todos os olhos voltados à mim.
— Venha, Tina! — Ouvi a voz doce de Loren me chamar, fui na direção de todos e me sentei no puff lilás que estava no chão. 
— Conta aquela, John! — Toby pediu, talvez para contar uma das piadas de John. Eu adorava pois eram tão ruins que chegavam a ser boas, eu me acabava em risadas.
— Bom — Pigarreou. — O que o peixe disse para a peixa? — Perguntou.
Peixa. — Repeti em tom de deboche. — Não sei, o que?
— Eu estou apeixonado por você. — Todos ficamos em silêncio. Toby massageou as têmporas.
— Parei para refletir aqui — Toby disse. — Onde eu estava com a cabeça por ter quase me mijado de tanto rir com isso? — Olhou para nós, negando com a cabeça e com a mesma apoiada na mão.
— É o efeito que o meu senso humorístico causa nas pessoas. Não é a primeira vez que ouço uma reação dessa depois de repetir a mesma piada. — John falou, mantendo a postura ereta. Rimos da situação e começamos a conversar sobre diversas coisas aleatórias. 
   Era realmente bom passar um tempo com eles, nós esquecíamos totalmente dos nossos problemas e vivíamos num mundinho só nosso, aprontando e fazendo coisas que qualquer adolescente com bons amigos ao lado faria. Lembro de uma vez em que eu, John e Loren estávamos, às 3 hrs da madrugada, no estacionamento do supermercado daqui da região. Ficamos brincando com os carrinhos de compras, revezando entre quem ia ficar dentro e quem ia empurrar, foi muito legal esse dia — ou madrugada.
   Bons tempos, nós realmente fazíamos a festa.


Floresta


   Os proxys andavam calmamente pela floresta, vez ou outra chutavam uma pedrinha que viam pelo caminho. Masky estava com os nervos à flor da pele e chutava tudo que via pela frente com uma força consideravelmente grande. 
— Por que está assim? — Hoodie perguntou, olhando para o mascarado. 
— Estou irritado com o Toby. — Respondeu friamente.
— Oras, deixe de ser assim. — Estava mais calmo que o normal.
— Eu que deveria dizer isso para você! Não entende? Por causa da irresponsabilidade do Rogers vamos pagar pelo pecado! — Sua voz ecoava pela floresta e ele gesticulava, nervoso.
— Então vá atrás dele! — Disse o encapuzado já sem paciência. Masky parou para pensar, surgira uma lâmpada acesa no topo de sua cabeça, como nos desenhos animados, quando o personagem tem uma ideia. O mesmo esfregou as mãos, já com um plano traçado em mente e riu leve. Pegou Hoodie pelo pulso e saiu correndo pela floresta, tentando sair do meio daquele mar de árvores e encontrar a cidade.
— O que está fazendo, maluco? — Gritou Hoodie, ofegante pela corrida que estavam fazendo.
— Indo atrás do Toby! — Masky falou, no mesmo tom cansado de Hoodie.


Casa de John


   A mini festinha já estava acabando, eram quase onze horas da noite, eu estava ajudando o John a arrumar a bagunça que fizemos enquanto Loren e Toby se divertiam com as línguas de sogra que comprei antes de vir para cá. Me arrependo amargamente. Eles só tem tamanho mesmo, pois devem ter uns 6 anos. Prevejo que teremos um caminho inteiro para casa ao som desse brinquedinho irritante. Enquanto guardávamos algumas comidas que sobraram, perguntei para John:
— Posso levar uns pedaços dessa maravilha? — Falei apontando para o bolo totalmente de chocolate, com cobertura de leite condensado. Pouco doce, imagina. Eu havia adorado esse bolo.
— Claro, toma — Me deu uma faca que tinha acabado de lavar. — Corte quantos pedaços quiser. — Dei um sorriso de orelha a orelha e meus olhos brilharam quando voltei meu olhar para aquele pedacinho do céu na minha frente. Ouvi uma risadinha de John e comecei a cortar os pedaços.
   Já com o pote com os pedaços do bolo dentro e uma sacolinha com várias línguas de sogra dentro em mãos, nos despedimos dos irmãos e fomos rumo a minha casa. No caminho entreguei a sacola para o Toby e ele tirou aquele pedaço de papel irritante e começou a soprar. Confesso que eu achava engraçado ele brincando com aquilo, mas não deixava de ser extremamente irritante. 
— Nota mental: não mostrar mais nenhum brinquedinho de festas para você. — Disse quebrando o silêncio.
— Tem alguma loja de festa por aqui? — Falou meio estranho por estar com o treco nos lábios. O mesmo acabou caindo e eu dei uma gargalhada por isso, mas Toby tirou mais um da sacola e começou a soprar no meu ouvido freneticamente. No momento em que ele soprou e o papelzinho colorido esticou, eu agarrei e tentei tirar da sua boca, mas ele percebeu o que eu queria fazer e segurou firme com os dentes e então acabei trazendo-o para mais perto. Chegamos a encostar nossas testas mas não foi um impacto capaz de machucar. Arregalamos os olhos e soltei a língua de sogra, mas ele permaneceu no mesmo lugar. O brinquedinho voltou a se dobrar, e quando fez isso, bateu no meu nariz e fui um pouquinho para trás, soltando todo o ar que eu havia prendido, fechei os olhos aliviada por não estar mais tão perto dele.
— Então.. vamos? — Falou sem graça, ainda com o causador da vermelhidão do meu rosto nos lábios. Juro que, quando ele não estiver por perto vou botar fogo nessa sacola!
— Ah, claro. — Continuamos nossa caminhada do jeito que estava; silenciosa e com um Toby fazendo a festa com a língua de sogra.
 


Notas Finais


Gente, me perdoem pelo erro TRÁGICO do capítulo anterior, eu escrevi Mask ao invés de Masky. Eu estou meio avoada esses dias, foi mal — aliás, péssimo — mesmo :c Mas agora já está corrigido ^u^
Ah, e talvez de agora em diante todos os capítulos terão uma partezinha onde mostra a visão do Hoodie e do Masky szsz
Acho que é só isso mesmo pra avisar, e me desculpem caso estiver pequeno :< Beijos ♥


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