História Tiempos De Soledad - Dramione - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Blásio Zabini, Draco Malfoy, Gina Weasley, Hermione Granger, Pansy Parkinson, Ronald Weasley, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Emma Watson, Ginny, Hentai, Hermione Granger, Hermione Malfoy, Romance, Romance De Época, Sexo, Tom Felton, Universo Alternativo
Visualizações 417
Palavras 2.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Noite!! Finalmente a continuação e agradeço a todos que estão me acompanhando aqui em TDS e comentando e favoritando.

Como ainda não terminei a Fanfic De Beloved Malfoy, estava pensando em atualizar uma vez por mês assim, não fica tão pesado para atualizar minhas outras fanfics e fazer capítulos grandes para vocês.

Então Comentem o que acharam e boa Leitura

Capítulo 3 - Capítulo II


Fanfic / Fanfiction Tiempos De Soledad - Dramione - Capítulo 3 - Capítulo II

Barão Weasley estava de passagem pelas terras escocesas e aproveitou para rever a sua amiga, no qual possuía grande afeto. Estava decidido que faria ela sua esposa, pois ele sabia que era um grande pretendente, afinal ele era um barão e possuía um tio, no qual herdaria as terras futuramente, sem falar que seu melhor amigo possuía o título de príncipe.

Avistou a beleza da castanha que conversava com criado robusto, no qual sentiria ciúmes senão fosse pelo seu porte físico e elegante.

– Lady Granger

Ao ouvir o som inesquecível de seu amigo, a castanha virou e abriu um sorriso enorme que acalentou o coração do ruivo.

– Ronald, o que fazes aqui? – Perguntou afogada fazendo o mesmo da resposta, no qual percebera que o criado já havia indo embora para sua sorte.

– Tenho que me casar em breve, pois sou o único herdeiro da minha família – Ela encarava o amigo confusa, porque não entendia o que teria a ver com aquilo. – Então pensei em conversar com você sobre o seu dote.

Os olhos castanhos se arregalaram e senão tivesse aprendido a ficar horas sem respirar por causas de seus vestidos de festa teria desmaiado ali, durante aquela afirmação.

– Meu dote? – Perguntava incrédula.

Ronald não era o tipo muito bonito, mas não mancharia sua reputação. E a mesma já havia sentido algo forte por ele durante muito tempo, porém com rumores que havia chegado em seu ouvido, preferiu tentar esquecer aquele sentimento tolo.

– Sim – O ruivo estava ficando avermelhado chegando ao carmesim e então com uma voz rouca pelo esforço que tivera feito antes – Hermione sempre tive grandes sentimentos por você tantos que meus pais me obrigaram ir, numa viajem para que não enlouqueça, mas infelizmente nada adiantou com os dias que passei longe, sentia que estava certo sobre meus sentimentos por ti, acredito que nunca irei amar alguém como te amo.

Diante aquela declaração sentia incomoda, todavia via que em seus olhos o sentimento era real fazendo com que aquecera o sentimento esquecido em seu peito.

O barão Weasley estava muito tempo conversando com o seu pai e sentia cada vez mais ansiosa sobre aquilo... Afinal aquela era sua chance de se livrar do demônio londrino.

Duque de Glaslow recusou-se aceitar o dote do barão e falou que não seria um pretendente ideal para sua filha, já que não conseguiria cuidar financeira dela e temia pelo o pior.

Contudo o barão não planejava desistir de casar com a castanha, pois estava terrivelmente apaixonado pela mesma, e com isto começou a seduzir a inocente castanha que acreditou em todas as promessas que fez e esperava que no final seus pais deixasse se casar, pois até hoje não tinha sinal e nem respostas do tal duque de Wiltshire.

Atualmente estavam no jardim secreto de sua família, conversando escondidos do mundo apenas ambos, foi quando o barão lhe roubou um beijo que deixara a castanha constrangida pelo ato ousado.

A castanha estava perdidamente apaixonada pelo o ruivo. E temia pelo seu futuro, pois não adiantou falar com seu pai mudar de ideia, defendendo seus sonhos que planejou junto com o ruivo. Contudo seu pai havia recebido a carta do Sr.Abraxas que é avô do demônio londrino avisando que iria visitar e conhecer a próxima Malfoy, no qual deixou Hermione desesperada.

– Rony, não conseguiríamos a autorização de meu pai – O ruivo encarava os olhos mareados da castanha – O senhor Malfoy está vindo conhece-me e segundo sua carta o seu neto está a caminho.

– Você irá casar com ele? – Perguntou incrédulo o ruivo

– Não terei escolhas, senão casar com ele, irei para una fazenda no campo cuidar de Johanna a irmã desonrada de meu pai.

O ruivo estava pensando sobre o que aconteceria e como sua castanha do casamento com aquele demônio londrino, até que teve um ideia, idiota, porém uma ideia.

– Você irá casar com o Malfoy – A castanha olhou com a incredulidade do ruivo e a calma – Calma, deixe-me terminar – ela assentiu e ele continuou – Você irá se comprometer a se casar com o Malfoy e quando tiver poucos minutos do casamento acontecer fugirás comigo para a Irlanda do Norte, onde meu tio nos acobertará.

Hermione estava confusa, já que seu consciente dizia que aquilo era loucura e que acabaria com sua famosa reputação, mas estava apaixonada demais para que visse as consequências do ato.

ܔܢܜܔܔܢܜܔܔܢܜܔ

O inverno chegou e Draco recebeu a carta de seu avô contando que estaria esperando na casa de sua prometida para que pudesse resolver o dote da menina.

As terras escocesas eram lindas bastante diferente do ambiente londrino, tudo parecia tão real, aquele seria o lugar perfeito se escolhesse para criar os seus herdeiros, pois poderiam brincar pelos campos e sem sofrer a pressão da sociedade londrina.

O que aliviava sua terrível dor de cabeça, pois não tinha costume de andar de coche e quando andava sentira que sua cabeça poderia explodir de tamanha dor era, mas era somente descansar e fora daquela engrenagem que sabia que melhoraria os sintomas, afinal os médicos nunca explicaram e nem ele mesmo que também era médico, porém de outra especialidade nunca descobriu a razão das terríveis dores.

Chegando no seu destino final vira um ruivo que abraçava sem decoro uma jovem, no qual não deu tanta importância, pois seriam apenas os criados com suas intimidades.

O som tranquilizante impregnava seus ouvidos que estavam viciados em sons de comerciantes , coches e a barulheira infernal da capital londrina.

Uma mulher pálida com olhos negros e cabelo igualmente negros, o saudava e recebia com tanta energia que nem parecia que ele roubaria sua filha e levaria para viver no outro lado do país em uma cidade morta.

– Você deve ser Malfoy. Draco Malfoy – Concordei enquanto esperava que me permitisse a entrada – A semelhança é absoluta com seu avô.

Draco pensava perante ao comentário da donzela: “Não sou seu verdadeiro neto, então não sou parecido com ele, apenas algumas características comuns que eram mera coincidência. E aquela coincidência que me trouxe aqui”.

– Meu marido E seu avô lhe esperam no seu escritório – Encarei-a esperando que me mostrasse o caminho até o escritório – Desculpe minha indelicadeza, siga-me.

A mansão era bonita decorada com vários quadros e vasos de flores, sem falar dos detalhes georgianos que predominavam a casa. Contudo aquela casa era aconchegante.

A porta fora aberta por uma empregada que deixava uma jarra de chá com biscoitos para ambos.

– Filho! – Disse Abraxas quando encontro-me encarando o ambiente até chegar no Duque de Glaslow – Agora que Draco está presente podemos falar de negócios, já que como conheço o meu neto, odeia perder tempo, algo que temos muito em comum.

Odiava o fato deles considera o destino de duas pessoas um negócio, pois aquilo poderia ser a condenação da própria dama que iria casar-se consigo.

– Quanto quer de dote para Hermione? – Perguntou o senhor Granger, no qual meu avô havia me anunciado que sua situação financeira não era boa e que estava sofrendo alguns problemas.

Acredito quem deveria lhe dar um dote seria eu por não ser adequado para uma dama.

– Não aceitarei um dote – Disse Draco com uma voz firme enquanto beberico o meu chá adocicado.

– Não quero que trate mal minha filha quando fica velha e feia para você.

Encarei aquele homem que me olhava com olhos preocupados.

– Não se preocupe, não irei fazer mal quando isto ocorre, mas não sentirei bem sabendo que estarei entrando num casamento sendo que fui pago para casar-se, apesar de ser normas de ética da sociedade.

O duque Glaslow encarava Draco como se a qualquer momento abrisse o um sorriso e começasse a rir de sua cara, que de fato não aconteceu por pouco, pois sua cara de incredulidade era épica.

– Pedirei que sua dama de companhia traga ela para a sala de estar para podemos lhe apresentar formalmente seu noivo e futuro marido.

A dama de companhia de Hermione que se chamava Lilá corria desesperada a procura da mesma, pois ela havia sumido com o marquês Weasley, o mesmo que já tinha dado várias cantada para a mesma que acreditou fielmente na sua palavra, afinal ela havia dado sua santidade e seu amor para o ruivo e dispensa-la logo depois, apesar disto não odiava pelo contrário o amava muito.

- Hermione – Gritava acompanhante até que seus pulmões ficarem vazios.

Quando sentira que estava ficando roxa pela a falta de ar dos seus pulmões que forçava a gritar, a dama de cabelos castanhos apareceu com suas bochechas coradas e lábios avermelhados, porém não inchados como o ruivo fizera com si mesma, reparou a dama de companhia da castanha.

- Lady, o seu pai o chama para comparecer no seu escritório junto com os senhores Malfoy.

A castanha assentiu e deu um beijo na bochecha do ruivo e seguiu para o local, no qual necessitaria sua presença.

Enquanto a castanha encaminhava para o escritório de seu pai, em que perdera a vista de sua dama de companhia e de seu amado, não pode presenciar aquele fato.

A dama de companhia estava completamente irritada e o ruivo apenas sorria com escárnio para a mesma, pois ele confessava era verdade, ele amava a Lilá, porém sempre fora ambicioso e queria ser rico e frequentar mais bailes da alta sociedade, pois infelizmente era convidado para poucos. E sabendo disto, planejou se casar com a castanha que seria sua esposa, no qual daria herdeiros ruivos e como sabia do afeto que a castanha havia pela a dama de companhia, sabendo que acabaria levando junto para sua nova casa, em que seus planos dariam certo, pois teria uma esposa integra e uma amante devota. Encarou para ambos os lados antes que percebesse que era observado pelo o duque que presenciava a cena dos amantes com um certo ar de nostalgia.

Hermione sentia suas mãos suarem, apesar de ambas tivera com luvas de rendas encomendadas da França, a cidade natal de sua progenitora. Respirou e Suspirou diversas vezes temia o que aconteceria naquela sala e temia o seu futuro que seria decidido naquela sala.

Respirou pela a última vez tomando coragem e abrindo a porta tendo a visão de seu pai sentado com o seu charuto cubano em suas mãos e o senhor Abraxas bebendo educadamente o seu chá.

O herdeiro Malfoy que casaria estava na janela que dava para o local onde tivera, estava esperando que ele não tivesse visto nada que pudesse prejudicar seu casamento, mas estava confusa de seus sentimentos ao perceber que não queria aquilo de verdade.

- Lilá havia me falado que solicitaram minha presença senhores.

O duque achou a voz dela serena e delicada que lembrava de alguma pessoa, no qual não fazia ideia quem, talvez uma meretriz educada da França ou até mesmo da Grã-Bretanha. Contudo mesmo com a curiosidade de vê-la a beleza exótica da herdeira das terras escocesas, ficara um certo tempo respirando o ar puro, pois sua cabeça ainda doera de sua recém viagem, mas sabendo que não poderia ficar muito tempo naquela janela, antes que alguém o chamasse a atenção, ele se virou encontrando os olhos castanhos e confusos de sua prometida, porém não deixando de notar que aquele penteado grotesco que as damas inglesas usam o ofuscava a beleza de seu rosto, pois a atenção ia para os cabelos grotescos.

Portanto decidiu seguir as regras de etiquetas londrina, mas antes pode notar que as ascas delas eram bastantes largas, o que achava certamente atraente em diversas meretrizes que tinha dormido, além do rosto angelical que aparentava sua prometida.

- Hermione, este é o Duque de Wiltshire, o seu prometido.

A castanha encarava o homem que estava na janela, porém quando ficou não pode evitar encarar aqueles olhos tristes e sem vida que havia nele, sentiu o seu coração doer como nunca doeu em sua vida.

O semblante de seu prometido era totalmente másculo, porém com uma delicadeza ao mesmo tempo em certos lugares que davam graça a ele.

Antes que notara que estava encarando o seu prometido com olhos além da curiosidade, fizera uma reverencia que aprendera nas aulas de etiqueta da Miss Minerva.

O loiro pegou a mão da castanha e beijou ternamente enquanto encarava os olhos dela procurando alguma expressão, mas, todavia, havia encontrado apenas surpresa pelo o fato que fizera sorrir de lado ao perceber.

- Filho! A Lady Granger é muito formosa e dará herdeiros Malfoy muito bonitos.

O duque não pode deixar de rir do comentário do senhor Malfoy, aquele homem nunca mudava sempre incluindo ele como se pertencesse a família dele, e sempre com uma esperança de que ele tivesse sua família, algo que nunca teve.

- Certamente, Avô

A lady percebeu que os olhos ficaram no cinza mais escuro e com mais tristeza que contratava em seu olhar, mas aquilo deixava cada vez mais hipnotizada com o que acontecera com ele para que seus olhos fossem tão cheios de tristeza. Mal percebendo que aos poucos já sentia afeto pelo o mesmo, o que era estranho, pois nunca tivera aquele afeto com outras pessoas.

O duque de Glasgow terminou de fumar o resto de seu charuto cubano e notificou sua filha sobre o casamento que ocorrerá em duas semanas.

O medo passou pelos olhos da castanha, em que fora notado no duque de Witshire, mas não podia fazer nada, pois sabia se caso não fosse ele, seria outro e somente na possibilidade de outro em seu lugar o irritava, afinal ela era sua prometida e mataria todos que chegassem perto dela... assim como fizera com Pansy anteriormente.

A castanha estava com o coração duvidoso entre casar com o duque ou fugir com o seu amado e o loiro sentia que provavelmente ela era diferente de todas as mulheres que ele havia conhecido ou deitado, e ele sabia que se provasse os doces lábios de sua prometida... O demônio de Baphomet estaria correndo risco.


Notas Finais


Não esqueça de deixar sua sugestão, crítica, comentário, elogio ou qualquer coisa que queira falar comigo. Também quero saber suas partes favoritas e o que você está achando.


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