História Till the Death do Us Unite - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~anahyun

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Namjin, Sulay, Taoris, Xiuchen, Yoonseok
Exibições 104
Palavras 2.670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEY
WHAT'S UP GUYS?
Mais um capítulo fresquinho para vocês. Ah, um lembrete bem importante:
Por favor, não nos matem.
Boa leitura <3

Capítulo 14 - Too close


P.O.V Jimin

 

  Depois de todo o ocorrido eu havia decidido que precisava tomar um banho quente para ver se eu conseguia relaxar. Bem, não funcionou. Em determinado momento, sentindo a água correr pelo meu corpo, toda a cena anterior voltou a minha mente. Jungkook era tão frágil, como alguém pode fazer algo para ele? Por que?

  Por que ele não me contou? Por que eu fiquei triste vendo-o daquele jeito? Por que eu quis tanto protegê-lo e ajudá-lo?

  Por que doeu em mim vê-lo machucado?

  Não fazia sentido, não estava certo. Eu não devia, mas não conseguia evitar. O desejo de proteger aquele ser inocente e indefeso surgiu tão rápido, e cresceu na mesma intensidade. Sentia que era como se fosse uma necessidade, um dever. Estar sempre perto, cuidando dele, fazendo tudo o que eu podia apenas para ver seu belo sorriso adornar a face delicada. E aquilo me assustava. Me assustava como tudo cresceu rapidamente, como meus sentimentos estão confusos.

  Mas não era hora disso. Não era hora de ficar pensando nessas coisas.

  Fechei o registro e me sequei, logo em seguida colocando uma roupa confortável que havia levado comigo para o banheiro. Quando abri a porta do pequeno cômodo, um vento frio gelou-me a espinha. O tempo havia mudado drasticamente em pouco tempo, agora estava frio e ventoso.

  Fui até o quarto para avisar Jungkook que o banheiro estava liberado, mas encontrei-o já dormindo na cama, com as mesmas roupas. Ele estava cansado, devia ter caído no sono logo que fui tomar banho. Notei que a janela estava aberta e entrava muito vento. Jungkook estava com roupas curtas pois naquela manhã estava calor, com aquele vento ele poderia pegar um resfriado. Peguei o cobertor que estava caído no chão ao lado da cama e o cobri com ele.

  Joguei o pano branco por cima do corpo grande e pálido do garoto. Abaixei-me ao nível da cama para ajeitar o travesseiro e ainda mais o cobertor nas áreas perto do rosto.

  Muito perto.

  Eu estava muito perto. O rosto de Jungkook estava sereno e calmo, digno de alguém que viajava entre os sonhos. Da janela também entrava a luz da lua, que estava grande e esbelta naquela noite.

  Mas não mais que ele.

  Não mais que Jungkook.

  A luz da lua iluminava o rosto pálido dele, revelando uma pele que aparentava ter uma textura macia e lisa. Os olhos fechados, tão inocentes. O nariz, as bochechas coradas pelo frio. Desci os olhos até os lábios. Eram pequenos, finos e rosados, entreabertos para permitir a passagem de ar. Eram tão bonitos, tanto quanto o dono.

  Eles eram tão...

  Convidativos.

  Estava hipnotizado por aquele rosto, por aquele corpo, eu estava hipnotizado por Jungkook. Não só pela aparência física, mas por seu interior. O jeito tímido de pedir por ajuda, o jeito resmungão de conseguir reclamar de tudo e todos. O lado mimado e teimoso que fazia bico quando não estava satisfeito. O lado divertido que ria e fazia piada dos outros e de si mesmo. O jeito amoroso que eu queria tanto conhecer melhor. Eu queria conhecê-lo total e inteiramente, queria que ele confiasse plenamente em mim e sentisse o mesmo.

  Mas por que?

  Por que eu queria aquilo? Por que eu sentia aquilo?

  Era certo?

  Não. Não era.

  — Isso não é certo. — Murmurei para mim mesmo levantando do chão. — Não é. — Segui para o banheiro novamente.

  Abri a torneira e fiz uma concha com as mãos retendo a água, para depois jogar em meu rosto.

  — No que eu estou pensando? — Falei comigo mesmo, encarando meu próprio reflexo no espelho. Eu estava com um sorriso nos lábios. Pensando nele. E isso me deu raiva. — O que é isso Park Jimin? Isso é errado, você sabe que é. Por que insiste?

  — Há uma coisa que eu preciso te dizer Jimin. O amor é um obstáculo na vida do ser humano. É sinônimo de vulnerabilidade, de fraqueza. O amor te deixa fraco, inútil e entregue. Você vira uma presa fácil. O amor não deveria existir. É apenas uma desculpa que todos inventam para cobrir seus erros estúpidos. — Revirou os olhos. — Nunca ame Jimin. Você não pode ser fraco. Você não pode amar.

  — Eu não posso. É errado. — Cerrei os punhos com força. — Não, não, não, não, NÃO, NÃO!

  Apenas vi o vidro do espelho estilhaçado. Vi minha mão fechada junto dos cacos. Vi ela totalmente ensanguentada por conta do baque no vidro. Vi meu reflexo em um caco que ainda permanecia no espelho e conclui.

  — Fraco. — Me afastei assustado do reflexo. — Você é um fraco. — Me afastei ainda mais batendo na parede, estava suando frio e respirando pesado. — Você sabe que é não sabe? É fraco. — Deslizei as costas pela parede fria e úmida, parando ao sentar no chão.

  — Não. Eu não sou fraco, não sou. — Juntei minhas pernas e as abracei, sentindo meus olhos arderem. — Eu não sou, não sou. — Abaixei a cabeça já começando a sentir as lágrimas calmas correndo pela minha face. — Não... não... — Me encolhi mais ainda no chão gelado, deixando que algumas lágrimas seguissem seu caminho, molhando minhas coxas.

  Eu não sou fraco.

  Eu vou provar.

 

  P.O.V Jungkook

 

  Acordei assustado. Tinha escutado um alto barulho de vidro se quebrando, como um alto baque. Por quanto tempo eu havia dormido? Será que alguém invadiu? O que aconteceu?

  Jimin. Jimin estava bem?

  O procurei pelo quarto e não o encontrando, entrei em desespero. Levantei em um pulo da cama, derrubando o cobertor que nem percebi estar ali.

  — Jimin! — Chamei uma vez indo em direção à porta do quarto, como não ouvi resposta, andei mais rápido. — Jimin, cadê você? — Mais uma vez sem resposta. Passei pela sala vendo então, que a porta do banheiro estava aberta.

  Andei devagar até o local, com medo do que encontraria, eu já estava imaginando mil e uma coisas. Chegando perto pude ouvir uma respiração rápida, como se alguém estivesse muito assustado com algo.

  — Jimin? — Chamei baixo uma última vez, abrindo a porta por completo. Arregalei os olhos assim que o encontrei. — JIMIN! — Não acreditei no que vi, não conseguia sequer olhar por muito tempo. Comecei a tremer e minhas pernas fraquejaram.

  Ele estava encolhido no canto do banheiro, com uma poça pequena de sangue ao seu lado, além de gotas espalhadas por todo o chão. Haviam cacos de vidro espalhados por tudo, o espelho estava completamente estilhaçado. E vermelho. Era sangue também.

  — Meu Deus, Jimin responde. — Me agachei ao seu lado o chacoalhando para que se mexesse. — Jimin! Droga, o que deu em você? Você socou o espelho? Não sabe que podia se machucar? E machucou mesmo, ai meu Deus. — Peguei sua mão que estava completamente ensanguentada, vendo cacos do espelho dentro dos cortes.

  O levantei precisando de algum esforço. Eu estava assustado, nervoso, por que ele faria aquilo? Ele parecia tão em choque que não relutou por um momento durante o caminho até o quarto. Apenas caminhava como um zumbi, com os olhos vazios e perdidos em algum ponto fixo do chão.

  — O que deu em você? — Perguntei baixinho, o sentando na cama e procurando pelo quarto a caixa de primeiros socorros que ele havia usando antes comigo.

  Quando achei, agachei-me novamente em sua frente, observando seu rosto. Ele estava pálido, sem expressão alguma, apenas continuava a encarar o chão fixamente. Suspirei baixo e comecei a fazer o procedimento. Peguei em sua mão, ato que o fez erguer levemente a cabeça e olhar para mim. Pareceu um pouco surpreso, mas mesmo assim manteve o olhar.

  Desviei voltando a caixa de primeiros socorros, pegando algo para limpar os cortes. Tirei os cacos, fazendo-o reclamar de dor vez ou outra. Logo depois passei um líquido que parecia ser para limpar o corte previnir infecções. Acho que ardeu, pois ele gemeu alto de dor.

  — Quieto. Quem mandou socar a porcaria do espelho? — Continuei passando o remédio, vendo que Jimin havia baixado a cabeça. — Por que fez aquilo? — Parei de passar o remédio para encará-lo.

  Mas ele não disse nada.

  — Jimin, por favor. O que aconteceu? Você não se irrita tão facilmente, ao menos não mais, por favor me conta o que houve. — Pedi apertando sua mão mais forte. Não sei por que, mas me doía muito vê-lo daquele jeito, machucado e sofrendo. Cada gemido de dor era como um tiro em mim. Não queria que fosse daquela maneira, mas eu precisava saber o porquê.

  — Não é da sua conta. — Respondeu seco. Arregalei os pela segunda vez naquela noite. Ele nunca mais tinha sido rude comigo. Ok, o que está acontecendo?

  — Como assim não é da minha conta? Eu sou seu amigo, eu me importo com você, eu quero saber o que aconteceu e tentar te ajudar Jimin! — Ele se encolheu na cama, enquanto eu estava de pé ainda em sua frente. — Por favor, é só me dizer por que fez aquilo. — Pedi baixinho, encostando em seu ombro.

  — JÁ DISSE QUE NÃO É DA SUA CONTA! — Jimin se levantou de supetão tirando minha mão do seu ombro. — Minha vez de perguntar, por que você precisa saber de tudo? — Comecei a caminhar lentamente para trás, com medo. Medo. Eu estava com medo dele. Aquele não era o Jimin que era gentil comigo, o que estava acontecendo? — Por que você precisa sempre se meter na vida dos outros? Hm? Entenda, uma coisa. Não. É. Da. Sua. Conta. — Foi cutucando meu peito a cada palavra dita, até que eu encontrasse a parede atrás de mim.

  — Jimin. — Chamei baixo, respirando rápido e pesado. — O que está havendo? Você não é assim, o que aconteceu? — Olhei em seus olhos, buscando uma resposta.

  Essa, que veio junto ao olhar mais seco e frio que já recebi.

  — Pare de se intrometer na vida dos outros Jeon. Não te devo satisfações, apenas chega de perguntas. Eu vou dormir.

  — Espera! Eu só quero te ajudar Jimin, por fa-

  — MAS QUE DROGA JUNGKOOK, EU NÃO QUERO A SUA AJUDA! EU NÃO QUERO QUE VOCÊ SE META NA MINHA VIDA, EU NÃO QUERO NADA VINDO DE VOCÊ. — Me encolhi por completo ainda encostado na parede. Ele nunca havia gritado comigo desse jeito. Sem perceber, meus olhos começaram a lacrimejar, mas segurei as lágrimas. — Eu só quero dormir Jeon.

  — Deixa... — Funguei no meio da frase. — Deixa eu ao menos terminar o curativo. Você não pode dormir assim... — Ainda estava de cabeça baixa, com os olhos cheios d'água quando ouvi um suspiro seguido de uma fala baixa.

  — Tanto faz.

 

  Jimin P.O.V

 

  Eu estava me sentindo um monstro. Eu nunca havia gritado ou agido daquele jeito com Jungkook, nem mesmo quando nos conhecemos. Ele estava com medo, com medo de mim. Quando gritei com ele, pensei que ele choraria. Os olhos se encheram de água e abaixou a cabeça, encarando o chão.

  Se ele chorasse acho que eu desabaria junto.

  Se me doeu vê-lo machucado, vê-lo quase chorando, e por minha causa, foi ainda pior.

  — Deixa... — Fungou. Não chora, por favor, não chora. — Deixa eu ao menos terminar o curativo. Você não pode dormir assim... — Continuou de cabeça baixa. Olhei para minha mão, realmente não podia deixar assim. Eu não estava fraquejando, apenas era necessário.

  — Tanto faz. — Respondi após soltar um alto suspiro. Eu não queria ficar tão próximo dele novamente, mas quando percebi que ele limpou os olhos e voltou para a cama com a caixa nas mãos, vi que não havia escolha.

  Você não é fraco. Lembre-se disso.

  Ele passava a gaze ao redor do curativo com tanto cuidado que chegava a ser tortura. Não pela dor. Por ser ele ali, tendo o mesmo cuidado de antes, mesmo que eu tivesse gritado com ele. Ainda assim ele parecia se importar comigo.

  Eu me importo com você!

  Não se importa não, ninguém se importa, ninguém deve se importar.

  Eu só quero te ajudar Jimin! 

  Eu não preciso da sua ajuda, não preciso da ajuda de ninguém, apenas esqueça! 

  Você não é assim.

  Sou sim, você só não me conhece, não me conhece.

  Por favor Jimin...

  — CHEGA! — Gritei alto assustando-o. Ele já havia terminado o curativo, estava apenas cortando o último pedaço de fita. — Chega, chega, já acabou não acabou? Agora vou dormir. — Levantei da cama dele indo para a minha.

  Desliguei a luz e deitei-me rapidamente, eu só queria dormir. A última visão que tive antes de realmente cair no sono, foi Jungkook ainda agachado na frente da cama com a cabeça agora apoiada nos braços sobre o colchão, murmurando uma frase que consegui ouvir.

  — Desculpe Jimin, eu só quis ajudar, me desculpe, não fique bravo comigo por favor...

 

***

 

  Foi estranho não ser acordado por um Jeon raivoso por eu possivelmente perder a primeira aula. Quando acordei, sozinho, Jungkook não estava mais no quarto. Não sei porque esperei que estivesse, porque esperei que eu acordasse com ele me chacoalhando e tudo tivesse sido apenas um pesadelo.

  Peguei o celular vendo que havia novamente uma mensagem.

  Min-Jun: Como anda a missão? Novidades? [8:17].

  Você: Levantei suspeitas, mas nada confirmado. Irei investigar mais a fundo e lhe informarei devidamente. [9:42].

  Suspirei alto. Tinha aquilo ainda. Decidi então, que naquele dia eu observaria todos de perto.

  Levantei sem vontade alguma. Me vesti com a primeira roupa que encontrei pela frente e saí. Sequer tomei café, não encontrei fome para isso, muito menos tempo pois estava atrasado. Jungkook odiava que eu me atrasasse, ele sempre brigava comigo por longos minutos, dando sermões sobre a importância das aulas, mesmo que nenhum de nós fizesse nada nas práticas. RI sozinho com as memórias, mas logo me socando internamente.

  — Pare com isso, pare com isso. — Murmurava para mim mesmo enquanto passava pelos corredores do prédio da Água. Já havia andado tudo aquilo?

  — Falando sozinho oppa? — Uma voz surgiu por trás de mim, fazendo com que eu virasse para ver quem era.

  — Ah, vocês. — Eram aquelas garotas ridículas que não gostavam do Jungkook. Jungkook... — O que desejam dessa vez? — Perguntei espantando os pensamentos.

  — Oppa, não seja tão rude. — Uma garota loira disse em tom manhoso. — Queríamos nos desculpar pelo outro dia, não sabíamos que você e aquele esqui-, digo, o Jungkook-ah eram amigos. — Ela sorriu falsamente sendo acompanhada pelas outras.

  — Ah, tudo bem. — Sorri mais falsamente ainda. — Vamos entrando? A aula já vai começar. — Falei já andando até a porta, sendo seguido pelo bando de garotas que se olhavam dando risinhos e cochichos.

  Era mais uma aula prática, a primeira do dia. Depois teríamos uma teórica para encerrar a manhã e uma última teórica à tarde. Entrei na sala, vendo tudo comum, o professor ainda não havia chegado e todos os alunos conversavam entre si no fundo da sala.

  Procurei pela sala até encontrar Jungkook mais afastado dos outros, apenas acompanhado por Hoseok. Pelo visto as aulas de Yoongi e Taehyung não eram as mesmas deles naquele dia. Vi que ele me encarava fixamente, ignorando totalmente algo que Hoseok dizia. Assim como eu, que o observava sem dar a mínima ao bando de garotas falando ao meu lado.

  Não pensei muito quando puxei uma das garotas mais próximas pela cintura, colando nossos corpos. Todas as outras reagiram surpresas, algumas até soltaram gritinhos.

  — Que tal eu acompanhar vocês por hoje garotas? Quero ver do que são capazes. — Disse sorrindo, ainda segurando a garota perto de mim. Todas concordaram imediatamente, dando alguns pulos e gritos de satisfação. Já aproveitaria para observá-las e tirar conclusões, o mesmo com os outros alunos. Mas então lembrei de algo.

  Mudei meu olhar até que parasse em Jungkook, mas me arrependi no mesmo instante. Ele me olhava triste, com os punhos cerrados. Estava com uma expressão de decepção? Ele estava decepcionado? Ok, eu estava falando com as garotas que não gostavam dele, mas então vem uma questão.

  Por que meu coração se apertou ao ver aquela cena? Por que eu fiquei triste, ao invés de feliz? Eu deveria estar feliz não? Então, por que não estou?

  Mas não demonstrei nada. Continuaria daquele jeito. Pois assim é melhor, assim é certo.

  — Você não deve amar Jimin.

  Eu não vou.

  Naquela manhã, Jungkook assistiu à aula sozinho.


Notas Finais


POR FAVOR TENHAM PIEDADE SIM?
É NECESSARIO PESSOAL, POR FAVOR

E GENTEEEEEEEEE, 104 FAVORITOS? COMO ASSIM? NEM ACREDITAMOS DIREITO QUE CHEGOU A 100, NOSSA SHIRO E KURO DO CÉU
Muito obrigada de coração a todos vocês que favoritaram e acompanham a estória. Significa muito pra gente, obrigada mesmo❤️
ATÉ TERÇA-FEIRA AMORES <3333

~foge das pedradas~

:***


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