História Time After Time - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Executivos, Finn, Fionna, Hudson Abadder, Jake, Marceline, Marshall Lee, Princesa Jujuba, Principe Chiclete, Príncipe de Fogo, Rei Gelado
Tags Gumlee
Exibições 197
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


oooooi gente bonitaa!!! Olha só quem ta voltando? Me perdooooem pela demora, minha anda bem bagunçada e eu estava com bloqueio desgraçado nessa fic, mas finalmente ta acabando e eu vou poder continuar. To tão feliz pelos 182 favoritos, vocês conseguem matar essa veia de alegria sabiam? <3
Bom, obrigada por todos que estão acompanhando, de coração.

Boa leitura e desculpem pelos erros <3 ;;

Capítulo 9 - Nove - Andar sozinho


Nove – Andar sozinho

[Gumball’s POV]

 

Quando o ponteiro do grande relógio rosa apontou para o número 10, eu senti meu estomago virar numa grande cambalhota, pois aquilo significava que a hora de eu fechar a confeitaria e ir para minha casa, estava finalmente chegando. Acontecia que, eu não tinha a menor vontade de ir para casa. Não quando sabia exatamente todas as coisas que iriam acontecer assim que colocasse meus pés ali.

Respirei profundamente e passei a mão por meus cabelos, e tentei voltar minha atenção as coisas que precisava arrumar.  Tentando tirar minha atenção daquele maldito relógio, arrumei toda minha cozinha, lavei toda a louça, limpei os fornos, sequei e guardei todas as assadeiras e os materiais que usaria no dia seguinte.

Quando dei por mim, minha cozinha estava completamente impecável. Bem do jeitinho que eu gostava. Tudo limpo, guardado em seu devido lugar. Ah, como eu amava aquele meu cantinho. Era o único lugar – talvez do mundo inteiro – onde eu poderia ser eu mesmo. Era o único lugar que eu não precisava ter medo, eu poderia sorrir e rir a hora que quisesse, sem pensar que estaria infringindo alguma regra, sem me importar se alguém estivesse me olhando. Fazer meus doces e ver as pessoas comendo felizes era o que mais me deixava contente.

Eu amava o que fazia e isso era fato. Contudo, não me sentia amado por ninguém. Imagine o quão doloroso é você não sentir prazer em voltar para sua própria casa, onde é o lugar em que mora sua intimidade, onde você pode ser quem quiser. Eu não me sentia seguro dentro da minha própria casa.

Tinha medo de apanhar do meu noivo.

Tinha pavor de que ele desconfiasse de algo de mim e eu acabasse sofrendo ainda mais com isso. No fim das contas, eu sempre andei sozinho.

Novamente, olhei para o relógio e dessa vez o medo que só era algo distante, se instalou de vez dentro de mim, pois, eram 22:35. Por aquele horário, eu já deveria estar em casa. Rapidamente corri ara meu armário, afim de me trocar. Tirei meu celular da bolsa e me surpreendi por não haver nem ao menos uma chamada de Flamme.

Aquilo, era totalmente muito estranho. Se eu me atrasasse 10 minutos, ele já me enxia de ligações e mensagens.  Todavia, eu não iria mais participar daquilo. Coloquei o celular de volta na bolsa, vesti uma calça jeans cinza, minhas botas pretas com a parte interna rosa – que eu sinceramente adorava -, uma camisa branca, um echarpe rosa e um cardigan cinza.  Arrumei a toca nos cabelos, deixando só as pontinhas rosa para dentro e suspirei. Ainda fazia muito frio e nevava na cidade.

E eu sinceramente gostava muito.

Peguei minha bolsa e sai, apagando todas as luzes dos cômodos conforme ia passando.  Já havia dispensado todos os outros empregados, até o segurança já tinha ido embora. Quando apaguei as luzes do salão e fechei as cortinas, abri a porta da frente e desliguei as luzes de neon que até então piscavam num tom de rosa feliz. Gumball’s Candy.

Ao fechar a porta e trancar tudo, tirei a chaves do meu carro da bolsa e fui caminhando até o estacionamento, quando senti que havia alguém me esperando. Engoli em seco e continuei andando, dessa vez um pouco mais de pressa, afim de entrar logo no meu carro e sair correndo dali.

- Hey. – chamou a voz que eu não conhecia. Meu coração disparou e eu não tive coragem de olhar para trás.

Apertei o passo, contudo, senti uma mão forte me puxar com brusquidão e atirar contra a parede com força. Aquele cara era três vezes maior que eu e seu rosto estava coberto por uma mascara negra.

Deus, onde eu estava com a cabeça de sair daquela confeitaria sozinho?

Sem dizer nada, o homem começou a puxar minha bolsa, meu celular e depois passou a gritar comigo, falando que eu não tinha dinheiro, que me vira sair da confeitaria e querendo voltar pra la.

Eu mal conseguia pensar. Fechei os olhos e comecei a passar para ele tudo que tinha.

- Eu não tenho mais nada... – sussurrei, olhando para o chão. – Me desculpe.

- Como não? – senti um soco forte no meu rosto e logo um filete de sangue vazou por meu nariz.

Eu não fiz nada para me defender, nem conseguia. Apenas me encolhi e esperei pelo próximo soco.

Porém, ele não veio. Tudo que eu vi depois foi uma sombra negra, atirando o homem no chão e começando a bater com fúria. Dei alguns passos para trás, tentando distinguir quem era aquela figura. O tal do assaltante se levantou depressa e saiu correndo.

- Quem... é você...? – eu sussurrei, apavorado.

Quando ele se virou em minha direção, tudo que eu consegui fazer foi respirar profundamente aliviado e me atirar em seus braços. De todas as pessoas do mundo que poderiam me salvar naquele momento, quem apareceu foi Marshall Lee. Mesmo que eu tivesse gritado tanto com ele e dito para que ele saísse da minha vida e não me procurasse mais, lá estava ele...

Cuidando de mim.

Eu tinha que colocar na minha cabeça de uma vez por todas que agora, a partir de agora, eu não estava mais caminhando sozinho.

Seus cabelos estavam como sempre bagunçados, seus olhos vermelhos brilhavam de uma maneira que eu jamais vira antes, parecia que minavam ódio. Fúria. Contudo, ainda sim, eu reconhecia Marshall através daquela mascara de ira.

Me atirei em seus braços e quase suspirei em deleite quando senti seus braços me envolvendo contra seu corpo. Enterrei meu rosto no vão de seu pescoço e chorei. Chorei por alivio de que não seria mais assaltado, chorei por saber que mesmo que eu me sentisse completamente sozinho, havia ele ali ao meu lado para me proteger, como meu anjo.

- Me perdoa por ter mandado você ir embora... – eu sussurrei, passando as mãos por seu rosto perfeito.

Ele sorriu levemente, beijando mina testa.

- Eu estava aqui te observando... – ele me apertou mais em seus braços e eu me senti completamente em casa. – Vamos... eu vou cuidar dos seus machucados...

- Não... eu tenho que ir pra casa... o Flamme... – fui calado com seu dedo entre meus lábios. – O Flamme não estar em casa.

- O que? Como você sabe? – me afastei dele um pouco.

- Só um palpite. – e ele abriu um sorriso sacana que eu tanto amava.

Eu fiquei por poucos minutos parado olhando-o e percebi que Marshall sempre foi o amor da minha vida. Desde a época do colegial, agora ele continuava sendo do mesmo jeito, e ainda conseguia me deixar completamente apaixonado por ele.

E no fim de tudo, não tinha para onde eu correr.

- Marshall...? – eu chamei.

Ele me olhou e sorriu.

- O que foi?

- Me leva pra sua casa? – eu me aproximei dele. – Eu quero dormir com você.

Meu rosto estava vermelho devido a vergonha, mas não me incomodou com isso. Somente arfei quando senti seus lábios macios se colando nos meus. Não lembrei de mais nada. Não me importei se Flamme ficaria louco se e demorasse. Eu não queria ir pra casa.

Eu queria Marshall.

Marshall era minha casa.

 

 


Notas Finais


Então? Deixem comentarios e façam a titia feliz?

Beijos doces e a todos e desculpem o atraso pelas respostas, mas logo sai, ok?

<3


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