História Time keeps speeding - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Ray Toro
Exibições 4
Palavras 923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, its me
Tive essa ideia a um tempinho mas desanimei mas ai juntei cm outra ideia e fiquei animadinha, eu quero fazer as coisas certas dessa vez então eu só vou começar a postar quando tiver mais adiantada só qqqqqueee eu tenho a famosa ansiedade então tive q postar pelo menos o prologo, se nada der certo eu apago e ninguém viu
Sobre minha outra historia: ta um lixo não leia, não vou apagar pq quero reescrever um dia mas não no momento (mas eu vai q tinha bastante visualização vcs são tudo estranho)
Essa aqui é inspirada em efeito borboleta, life is strange, donnie darko e uma longa queda (o livro)
É isso ai

Capítulo 1 - Prólogo


 

 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O que um pequeno pigmeu faz carregando escada na escadaria de um dos maiores prédios de Nova York? Oras, óbvio, a escada não coube na elevador e o pigmeu foi obrigado a carregar a escada até o topo do prédio. 

Não que alguém se importe com outro alguém carregado uma escada em um prédio empresarial, todos estão ocupados demais com suas gravatas e suas maletas, se você não tem nenhum dos dois então não merece atenção, nem se você é um garoto deprimido subindo até o topo do prédio favorito dos suicidas. O que esse garoto deprimido não sabe é que no mesmo prédio não tem só gravatas e maletas, também existem mochilas de couro e camisetas do Iron Maiden e um ser branco demais que não entende pessoas indo para o topo de prédios altos quase chorando, também nunca entendeu os barulhos que seu irmão faz quando dorme ou a cor dos olhos daquele menino que trabalha na floricultura perto da faculdade mas isso é história pra outra hora.

Gerard Way já estava irritado, ele foi mal na prova de história da arte e além de estar com fome ele teria que subir três andares até o escritório do pai porque alguém quebrou o elevador, dizem que tentando encaixar uma escada, que imbecil faz isso? Ele era um típico gordinho sedentário, não foi feito pra degraus, ainda mais TRÊS andares, quase uma ida pro céu, imagina carregando uma escada, e por que caralhos tem alguém carregando uma escada? Gerard se perguntou se estava com tanta fome que já estava imaginando uma escada imaginaria subido outra escada, até perceber o ser pequeno a carregando. Foi como aqueles filmes em que os dois se olharam por um segundo mas parece tudo em câmera lenta, o mais velho percebeu que o outro estava quase chorando mas não disse nada, e o que ele diria? Não é como se ele tivesse intimidade pra sair perguntando sobre problemas alheios.

Talvez o garoto esteja só ajudando alguém e bateu o dedinho do pé, foi o que ele tentou se convenceu depois de quebrar o contato visual e seguir reto. Ele tinha que encontrar seu pai e ir almoçar com ele e o irmão, comida sempre faz tudo passar, e ele queria que a sensação ruim de não ter dito nada pro menino bonito com olhos tristes demais pra só ter batido o dedinho do pé passasse, mas como sempre o destino é uma vadia.

A sensação não ia passar tão cedo, na verdade ia piorar, o branquelo não passou direto por maldade, a situação já era estranha demais e alguém tão avoado como Gerard Way não ligaria os pontos tão facilmente.

Ele conhecia Frank Iero de vista, o mais novo trabalhava em uma floricultura/café que o outro frequentava, claro que Gerard ia lá por que gostava das flores e do café, não pelo seu crush heterossexual no funcionário. Eles nunca se falaram de verdade além de uns "gostei da sua camisa" ou coisa do tipo, Gerard sempre observava o menor trabalhar quando sentava em uma das meses pra terminar algum trabalho, ele sempre reparou como o menino cuidava das flores ou cantava musicas aleatórias baixinho como se ninguém estivesse vendo, ele sempre reparou em como nunca viu o menino sorrindo sem ser o sorriso forçado pra atender os clientes, ele sempre reparou em como o menino puxava as mangas da blusa de nervoso toda vez quando falava com algum cliente. Ele sempre quis falar com o menino mas Gerard achou que teria tempo até tomar coragem, bem, já disse que o destino é uma vadia?

E Frank já tinha tudo planejado, já tinha ido no lugar, já tinha visto como tinha que ser feito, o prédio já tinha uma grade de segurança pra evitar que pessoas como ele fizesse o que ele foi fazer e isso não ia impedir o impedir, a escada ele colocaria entra o prédio e a grade e acabaria com tudo. Ele só não esperava encontrar o cara que ele servia café às vezes no meio do caminho, isso não estava nos planos nem no roteiro, talvez da autora mas não do baixinho.

Só que ele passou reto. Frank não sabe porque ficou surpreso, não era como se alguém se importasse, não era como se ele tivesse aquela pontinha de esperança de que alguém iria aparecer e o salvar heroicamente.

Frank era triste. Ele vivia pensando como ele não se sentia triste, ele era triste, não um sentimento que passa, um sentimento que parecia estar grudado em você, no que você é, e não importa o que tente fazer nunca parece ir embora. Frank subiu até o topo e colocou a escada no lugar, ele precisou só de um minuto pra pensar em tudo, ninguém apareceu atrás e o segurou pelo braço, ele não olhou pra baixo.

Frank se jogou, caiu, voou, como quiser, e tudo finalmente acabou. 

Talvez no meio do caminho aquela tristeza tenha se desgrudado. Ele não deixou nenhuma carta, não achou que ia precisar, não achou que ninguém ia se lembrar. 

Gerard já estava saindo com seu pai e seu irmão quando viu a ambulância, os bombeiros, aquela multidão toda e ele apesar de lerdo percebeu o que era quase na mesma hora.

Frank Iero se matou aos 19 anos, Gerard Way nunca falou direito com o menino. Ele podia ter evitado, sabia disso, daquele dia pra frente implorou pra qualquer deus existente conseguir voltar no tempo, talvez Way não tenha que implorar tanto.

 


Notas Finais


Ta lixo igual a tudo q eu faço mas to animadinha
Ah e eu to sem computador quase quebrei meu tablet só tentando postar isso entoa vai demorar pra sair o resto (mas vai sair!!!!!)
Eeee como eu postei no tablet deve ter erros e eu nem sei se ta editado certo essa merda qualquer erro ces me fala
Bjssssssss


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