História Time to Change - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens JB, Youngjae
Tags 2jae, Got7, Youngjae
Exibições 165
Palavras 1.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui está mais um capítulo, especial do Senhor Im.
Espero que odeiem ele um pouco menos, ou não ahuahusahushsauashusahu.

Capítulo 20 - Especial Senhor Im


Fanfic / Fanfiction Time to Change - Capítulo 20 - Especial Senhor Im

Senhor Im

 

A semana não podia ter sido pior, os negócios na empresa não iam bem e para piorar Jaeyoon estava se fazendo de difícil.

É aquele ditado quando você acha que sua vida não pode ficar pior ela fica; entro em meu escritório para responder alguns e-mails e encontro Jaebum sentado em minha cadeira:

            - O que você está fazendo ai ? – pergunto.

Coloco a pasta em cima da mesa, Jaebum abre uma gaveta e de lá ele tira cartas e o diário da mãe dele:

            - Que tal você me explicar porque escondeu isso de mim a vida inteira, appa. – Jaebum diz, consigo perceber que ele está se esforçando para conter a raiva em sua voz.

            - Onde você encontrou isso ? – pergunto nervoso.

            - É bom ser colocado contra a parede não é Appa ?

            - Vai para o seu quarto Jaebum. – digo.

Ficamos em silêncio nos encarando por um bom tempo até que do nada Jaebum com apenas um tapa derruba tudo de cima da mesa:

            - POR QUÊ VOCÊ ESCONDEU AS CARTAS QUE MINHA MÃE ESCREVEU POR QUASE VINTE ANOS ? – ele grita.

            - Jaebum saia daqui, agora. – tento manter a calma ao falar.

Meu filho se aproxima de mim e me encosta contra a parede e logo se afasta:

            - MANTER A CALMA ? EU ESTOU FAZENDO ISSO A QUASE VINTE ANOS ? APPA... por quê você me odeia ? – Jaebum começa a chorar compulsivamente. – POR QUÊ NÃO POSSO TER NEM DEZ POR CENTO DO AMOR QUE VOCÊ DÁ PARA O CHAN HEE ? – Jaebum grita.

Tento me aproximar dele mas ele me impede:

            - Não me toca, eu tenho nojo de você. – meu filho diz com raiva.

            - Filho... não é o que você tá pensando. – digo.

            - AH NÃO ? – ele grita. – POR QUÊ VOCÊ ESCONDEU AS CARTAS QUE MINHA MÃE ME ESCREVEU ? POR QUÊ ?. – ele senta no chão e enfia o rosto entre as pernas e continua a chorar.

            - Você é igualzinho a ela. – digo.

Ele levanta o rosto e enxuga as lágrimas:

            - O que você disse ? – Jaebum pergunta.

Respiro fundo:

            - Você é igual a ela, tudo em você me lembra a sua mãe por isso não consigo...

Jaebum levanta e se aproxima de mim novamente:

            - Pode falar, você não consegue me amar e você me culpa por que minha mãe morreu no meu parto. – Jaebum diz cheio de raiva.

Abaixo o rosto sem conseguir encarar meu próprio filho e ele cospe na minha cara:

            - Não se preocupe senhor Im, logo você vai estar livre de mim. – Jaebum diz e me deixa sozinho no escritório.

 

Vinte cinco anos atrás

 

Eu estava saindo da aula de economia, pode parecer a coisa mais clichê do mundo mas eu conheci o amor da minha vida depois que esbarrei nela e derrubei todos os seus livros:

            - Ei olhe por onde anda. – a garota diz recolhendo os livros.

Me abaixo e a ajudo:

            - Desculpe. – digo nervoso.

            - Tudo bem. – ela suspira depois que recolheu os livros.

Passo a mão no cabelo e digo:

            - Deixa eu te pagar um café.

Ela sorri:

            - Não precisa.

Seguro sua mão delicadamente:

            - Eu insisto. – digo.

            - Okay. – ela responde.

            - Seu nome ? – pergunto.

            - Yoona. – ela responde.

 

Vinte anos atrás.

 

Eu e Yoona nos casamos alguns meses depois que nos conhecemos na faculdade; eu me formei em economia e ela em artes cênicas; estávamos casados a cinco anos quando em um dia que era pra ser comum ela chega pálida e diz:

            - Im, eu estou grávida.

            - O quê ? – pergunto sem acreditar.

Ela sorri e me abraça:

            - Vamos ter um filho.

Retribuo o abraço mas não sei se estava pronto para ser pai aos vinte cinco anos.

Os primeiros meses de gravidez foram ótimos, montamos o quarto do bebê porém em uma consulta eu não pude ir por causa do trabalho e quando cheguei em casa Yoona estava deitada em nossa cama muito pálida:

            - O que aconteceu amor ? – pergunto.

Ela sorri:

            - Nada demais, nós estamos bem. – ela diz se referindo ao bebê e ela.

Deito ao seu lado e a abraço:

            - Está tudo bem ? – eu pergunto.

Ela sorri e me beija:

            - Está tudo bem Im. – Yoona responde.

Exatos quatro meses que minha mulher me garantiu que estava tudo bem meu filho tinha nascido e minha mulher estava morta.

Eu estava na espera da sala de parto e o médico veio falar comigo:

            - Você é o pai do menino ?

            - S...im. – respondo nervoso.

            - Seu filho nasceu saudável e bem. – ele diz.

Sorrio, eu não podia acreditar, eu era pai, percebo que o médico me olha de uma maneira séria:

            - Aconteceu algo doutor ? – pergunto.

            - Sua mulher... ela não resistiu ao parto.

Tento assimilar o que eu acabei de ouvir:

            - O senhor quer dizer que minha mulher está morta ? – tento conter as lágrimas mas elas escorrem de meu rosto.

            - Sinto muito. – o médico diz.

O médico diz que meu filho está no berçário, vou até lá; a enfermeira me leva até o berço que meu filho está deitado:

            - Quer pegar ele no colo ? – a enfermeira pergunta.

            - Será que eu consigo ? – pergunto.

Ela sorri e coloca o bebê em meus braços:

            - Já sabe o nome dele ? – ela pergunta gentilmente.

            - Jaebum, Im Jaebum, minha esposa que escolheu. – digo.

A enfermeira apoia a mão em meu ombro e diz:

            - Tem algum familiar que devemos avisar para o funeral ?

Faço um gesto negativo com a cabeça:

            - Éramos só nós dois.

A enfermeira sorri e diz:

            - Agora sua a família é esse menino, espero que sejam muito felizes.

Enterrar minha mulher foi a coisa mais difícil que já fiz, como eu era sozinho contratei uma babá; Maria para cuidar de Jaebum, quando chego do funeral encontro uma carta embaixo de meu travesseiro, era de Yoona:

Im

 

Provavelmente quando você ler  isto eu já estarei morta.

Quando você me perguntou quatro meses atrás se estava tudo bem quando eu cheguei do médico; eu menti, não estava tudo bem; os exames apontaram que eu tinha pressão alta e que a gravidez havia se tornado algo de altíssimo risco; eu sei que se eu te contasse você iria pedir para eu não levar essa gravidez para frente mas eu não podia impedir o nosso filho de nascer, me perdoe por isso.

Quero lhe pedir que dê o mesmo amor que você me deu a Jaebum, ele não tem culpa de nada.

Te amarei eternamente, Yoona.

Abraço a carta e deito na cama chorando compulsivamente, eu não ia superar nunca a perda do amor da minha vida.

Os meses foram passando e meu estado foi só piorando, eu ignorava a existência de meu filho e deixava ele para ser criado pela babá e assim seria pelos próximos vinte anos; eu não demonstraria afeto por meu filho eu só não saberia que iria me arrepender disso amargamente.

 

Dias atuais

 

As comemorações de fim de ano haviam passado, era primeiro de janeiro e estavam todos tomando café da manhã menos Jaebum:

            - Cadê meu filho ? – pergunto.

Chan Hee me olha com aqueles olhos inocentes e diz:

            - O Hyung pediu pra dizer que vai fazer uma viagem e que não volta.

Assim que Chan Hee termina de falar o meu celular toca, atendo:

            - Alô ? – digo.

            - Sim, sou eu. – respondo.

            - O QUE ACONTECEU COM O MEU FILHO ? – grito.


Notas Finais


E ai o que acharam ?
Eu ia por mais coisa mas deixei pro JB contar os detalhes da infância dele, logo vocês saberão.
Até o próximo capítulo.


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