História Timeline - Capítulo 8


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Categorias Arrow, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Cisco Ramon, Dr. Harrison Wells, Dra. Caitlin Snow, Felicity Smoak, Iris West, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Wally West (Kid Flash)
Tags Arrow, Barry Allen, Caitlin Snow, Olicity, Snowbarry, The Flash
Exibições 142
Palavras 1.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey meu amoress!!
Primeiro, mil desculpas pela demora desse capítulo, minha beta teve uns problemas mas, mas com ele é um anjo na minha vida ela conseguiu betar. Enfim, vejo vocês nas notas finais, leiam por que vou explicar umas coisas lá também.

Capítulo 8 - Allen x Scópic


Fanfic / Fanfiction Timeline - Capítulo 8 - Allen x Scópic

— Não! Eu nem sabia que exista outra terra além da minha — mentiu, fazendo Cisco balançar a cabeça, frustrado.

— Então existem mais velocistas na sua terra? — Barry perguntou, olhando de soslaio para Cisco, que ainda parecia desapontado com as curtas respostas de Nora.

— Eu não sei — respondeu, nervosa, brincando com um fiapo solto da sua calça.

Caitlin cruzou os braços, observando-a

— Mas seu pai é um velocista, certo? — a doutora perguntou de repente, fazendo Nora arregalar os olhos.

— S-sim, ele é — gaguejou.

— Não brinca? — Cisco perguntou, e apesar de não ter gritado, todos sentiram a felicidade na voz do moreno — Uma descendente de um velocista, cara isso é incrível

— É tipo uma terra cheia de velocistas? Isso deve ser uma bagunça— Barry perguntou, fazendo Nora rir.

— Vocês estão falando como se fosse um exército de velocista correndo por aí.

— Então quantos realmente existem, Lizzie? Por que você não fala nada concreto —Caitlin disse ríspida, e Nora se assustou um pouco.

— Caitlin, ela ainda está um pouco confusa —Barry levantou da cadeira, olhando para doutora.

— São apenas cinco, que eu saiba —Nora suspirou, Cisco abriu e fechou a boca algumas vezes, estava fascinado com o fato de existir cinco velocistas e nenhum deles aparentemente eram um psicopata. Caitlin está pronta para pedir desculpa pelo seu gesto rude quando o computador começou a bipar enlouquecido.

— Um meta-humano — Barry disse, fazendo Nora levanta apressada da cadeira. O grupo começou a olhar aterrorizado a imagem da câmera de segurança de uma das ruas mais movimentadas de Central City, Barry não esperou muito antes de colocar seu traje e correr em disparada até o meta-humano.

[…]

As pessoas corriam enlouquecidas no meio do parque, como se chuva ácida estive caindo por suas cabeças. O meta atacava sem escolher suas vítimas. Estava enlouquecido. Com sede de vingança. As pessoas que atravessavam seu caminho estavam sofrendo uma espécie de convulsão, e outros apenas estavam jogadas no chão e pareciam alucinar como se estivesse fumado alguma droga pesada.

— Barry, oque diabos esta acontecendo ai? Todas as câmeras próximas desligaram — Cisco berrou no comunicador — estamos cegos.

— A coisa está feia — Barry disse, levando uma das mãos até o comunicador.

— Barry, oque esta acontecendo ai?— Caitlin disse, colocando uma mecha solta de seu cabelo atrás da orelha, Nora percebeu o nervosismo da mãe.

— É…um cara — Barry disse, olhando pela primeira vez o meta— galera, estão me ouvindo? Tem um cara fazendo as pessoas caírem… como se estivesse alucinando.

Nora arregalou os olhos e segurou firme o pulso de Caitlin, sentiu seu corpo congelar. Seu pai tinha que sair daquele lugar, se fosse quem ela estava pensando, as coisas ficariam bem feia.

— Cisco, está saindo uma espécie de gás da palma da mão dele —Barry gritou, colocando uma mulher na calçada — eu preciso de ajuda.

—Barry eu não consigo ver nada, as câmeras desligaram, como isso foi acontecer?! — o moreno começou a andar de um lado para o outro do córtex.

—Barry, escute isso vai parecer uma loucura —ela começou —Você não pode enfrentá-lo, você não pode enfrentá-lo está me ouvindo?

— Lizzie, saia daí —Cisco disse, empurrando a cadeira de Nora —Barry, ele pode ser um meta como Nimbus, apenas corra e o traga para cá.

—Você está ficando louco?! —Nora gritou — Seja lá quem esse Nimbus for, Scópic é mil vezes pior.

Caitlin segurou o braço de Nora, fazendo recuar para longe da mesa de computadores.

— Quem diabos é Scópic? —Barry arfou — que tipo de nome é esse?

— Barry, o gás… esse gás que ele está soltando vai matá-lo você está me entendendo —Nora berrou, sentindo as lágrimas queimarem seus olhos.

Scópic só deveria aparecer dali a quase dezesseis anos, era um meta altamente perigoso que quase acabou com tudo que Nora mais amava.

Barry ignorou a gritaria no laboratório, não podia esperar mais, o negócio estava ficando fora de controle. O velocista correu até o meta, assim que parou, o Scópic o lançou um sorriso de canto.

— Acabou! — Barry gritou, fazendo o meio sorriso do meta se transformar em uma gargalhada.

— Orá, orá, se não é o super herói de Central City, a que devo a hora senhor Flash — Os olhos azuis do meta cintilavam, Barry o olhou sério. — Desculpe, não me lembro de ter o convidado para minha festinha. Era pra ser particular.

— Você é doente — o velocista esbravejou — machucar pessoas inocentes é um prazer pra você?

— Cada um tem prazeres diferentes— o meta se agachou, olhando pra uma de suas vítimas deita inconsciente — Você não corre por aí salvando pessoas? Aposto que adora ser o centro das atenções. Talvez devesse correr apenas para salvar a si mesmo Flash.

— Do que diabos… — Barry começou, mais se interrompeu quando viu a névoa esbranquiçada começar a sair das mãos do meta, Barry começou a correr tirando todos que estivesse no caminho da névoa e os levando para o outro lado do parque.

— Cisco — ele gritou.

— Barry, fique longe, se esse meta for como Nimbus, você não pode respirar o gás — Caitlin disse, Nora começou a andar de um lado para o outro assim como Cisco.

— Gás é a forma mais instável de matéria, a névoa não deve durar muito tempo — Cisco disse, fazendo Barry ter nostalgia daquelas palavras.

—Barry, você não pode lutar contra ele. —Caitlin disse — Tente mantê-lo atacando, isso deve drenar suas formas, como fizemos com Nimbus.

Nora começou a morder o dedão, nervosa. Seja la como seus pais tivesse derrotado esse tal de Nimbus, Scópic não seria derrotado da mesma forma.

— Não! — ela berrou — vocês vão matá-lo.

Cisco observou o raio avermelhado passar por ele, Caitlin arregalou os olhos apavorada.

Desde que a garota havia chegado, não havia se que dado indícios de que era realmente uma velocista, apesar de Barry ter afirmado que ela havia saído de um buraco — do qual eles tinham certeza que haviam fechado, ainda era surreal acreditar.

— Barry, Lizzie saiu do córtex —Caitlin disse, apavorada —Não a deixe chegar perto desse meta.

O ruído no comunicador fora a única resposta que eles receberam.

Caitlin sentiu seu coração ficar do tamanho de uma ervilha, não sabia ao certo o porque estava agindo daquela forma. Só sabia que no momento queria Barry e aquela garota estranha de volta no córtex.

[…]

Nora correu até parar em frente ao parque, seu pai estava perto demais de Scópic. Tudo passou em câmera lenta diante de seus olhos, as sirenes dos carros de polícia rodavam lentamente, e ela pode ver o momento em que a névoa começou a se formar na palma da mão do loiro. A pontada em sua cabeça a desequilibrou por um momento, Antes que ela começasse a correr em direção ao seu pai.

— O que diabos você está fazendo aqui — Barry gritou, pegando-a pelo braço e correndo até uma árvore enorme.

—Você não me escutou nenhuma vez? —Ela berrou, indignada —Você não pode lutar contra ele Barry —Ela disse, segurando a vontade de chamá-lo de pai.

—Lizzie, esse meta existe na sua terra? — Barry perguntou intrigado, e Nora apenas afirmou com a cabeça.

— Você precisa ficar aqui —ele disse, sentindo seu estômago se revirar —por favor, Lizzie não quero que se machuque.

Nora não controlou as lágrimas dessa vez, sentindo seu coração se apertar com o dejavu que aquelas frases a causavam.

— Por favor! —ela implorou, mas era tarde demais, Barry correu em direção do meta acertando-lhe um soco no estômago, que apenas sorriu escandalosamente.

Antes que o velocista pudesse reagir outra vez, o meta começou a soltar sua névoa, dessa vez ela estava meia azulada e mais densa. Barry sentiu todo seu coração fora de compasso e seus olhos começaram a lacrimejar.

Nora não aguentaria aquilo, seu pai deveria correr.

Barry estava desnorteado, e sua cabeça girar como se ele estivesse bêbado. Sua garganta estava seca e parecia arranhar todas as vezes que tentava falar. Tudo o que conseguia ver eram imagens caleidoscópicas, distorcidas de árvores. O Sorriso de Scópic era assustadoramente grande, como se fosse uma criança assistindo a um desenho animado.

Assim que estava pronto para intensificar ainda mais a névoa, sentiu o impacto contra seu corpo, o jogar para longe do corpo do velocista. Nora não esperou, começou a chutá-lo repetidas vezes.

Scópic começou a rir assim que a velocista parou de chutá-lo, o sangue da sua boca estava praticamente tingindo sua camisa de vermelho, com todos aqueles chutes, a última coisa que ele deveria fazer era rir.

A velocista começou a sentir seu corpo queimar, assim que uma das mãos de Scópic segurou seu tornozelo, as árvores ficaram de cabeça pra baixo, e seu peito doía como se estivesse levado uma facada.

Scópic se levantou sorrindo, sabia que não tinha mais uma batalha para se lutar, pelo menos, não naquele dia.

— Por favor! —ele disse, com os dois braços abertos — vamos repetir nossa festinha mais vezes.

Lançou um sorriso e correu assim que a tropa polícia começou a avançar dentro do parque.

[...]

Barry começou a vibrar, fazendo toda a toxina sair do seu corpo. Assim que viu a garota jogada no chão, correu até ela colocando sua cabeça apoiada em seus braços.

—Lizzie! Lizzie, você está bem? — disse apavorado.

Nora sentiu seu corpo pular uma vez, o rosto do seu pai estava distorcido e algumas vezes ela vira dois flash diante de seus olhos, sua garganta estava seca e seus dedos dormentes.

—Elizabeth, respire — ela pode ouvir a voz de seu pai dizer.

—Pai? —ela mexeu sua boca, fechou seus olhos, sentindo todo o mundo ao seu redor ser apagado.


Notas Finais


Nora abriu a boca manass é agora?

Já estou escrevendo o próximo capítulo até porque ele é decisivo para o desenrolar da história. Então tenham calma e não desistam da minha filha e de mim.

Bem, agora vamos para os spoilers do próximo capítulo.
1 - Vocês terão um flashback da família allen no próximo capítulo.
2 - saberão por que esse demônio do Scópic perturba a nossa menina Allen.

Obs: Scópic NÃO existe no universo DC. Seus poderes são alucinógenos e toxicos. Seu nome vem de ''caleidoscópio'' e foi minha mente que o inventou.


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