História Timeline Camren - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren, Ficção Cientifica, Fifth Harmony, Romance
Exibições 72
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Uma boa leitura pra todos.

Capítulo 28 - A detetive Cabello


Fanfic / Fanfiction Timeline Camren - Capítulo 28 - A detetive Cabello

POV Lauren

Eu levanto a minha cabeça lentamente ao ouvir um barulho de algo sendo jogado em cima da mesa onde eu estava com os cotovelos apoiados, abro os olhos bem devagar e penso que estou vendo uma miragem em minha frente, embora que eu não esteja no meio do deserto do Saara tendo alucinações, por volta de água e comida, neste momento indago com a imagem diante dos meus olhos.
-Estou sonhando?? Ela abre a boca para gesticular algumas doces palavras.
-Não, porque acha que está sonhando?
-É que eu estava pensando em você nesse exato momento e de repente você apareceu do nada.
-Eu não apareci do nada eu entrei por aquela porta, estava tão distraída com os seus próprios pensamentos que nem percebeu que eu entrei aqui. Fala apontando para uma porta.
-Me desculpe. Sorrio meio sem graça.
-Pelo o que está pedindo desculpas?
-Pela minha distração.
-Tudo bem.
-Imagino que deve esta se perguntando sobre o que eu estou fazendo aqui nesta sala com você.
-Sim, por um instante pensei que você fosse fruto da minha imaginação. Vejo um pequeno semi sorriso se formar em seu rosto.
-Eu devo algumas explicações pra você sobre quem eu sou.
-Me deve?
-Sim, quando nos conhecemos me apresentei como sendo Camila uma simples garçonete do Katz's Delicatessen.
-Quando na verdade sou a detetive Camila Cabello.
-Então era um disfarce?
-Sim.
-Quero que saiba que sou inocente não cometi nenhum crime.
-Eu sei.
-Sabe?
-Sim as evidências apontam para isso.
-Me permite fazer um comentário.
-Sim, pode fazer.
-Você me parece muito jovem para ser uma detetive assim como o outro jovem policial que estava me interrogando antes de você entrar.
-E o que a minha idade tem haver com eu ser uma detetive?
-Nada me des... desculpe não foi minha intenção lhe ofender.
-Não me ofendeu.
Ela falou de um jeito áspero, seco e muito séria diferente da Camila que me acordou ontem no restaurante e a noite me fez um sanduíche muito delicioso.
-Então qual a sua relação com o senhor Cobain?
-Cobain?
-Kurt Donald Cobain.
-Há sim o Kurt.
-É um pouco difícil de explicar.
-Por que?
-Por onde devo começar sem parecer estranho?
-Comece do começo mesmo que possa parecer um absurdo.
-Sim, claro.
-Após eu sair do restaurante comecei a andar um pouco confusa e um pouco atordoada... ela me interrompe dizendo.
-Por que você saiu do restaurante atordoada?
-Vai parecer um absurdo como você mesma disse, quando você me acordou ontem no restaurante eu nem sequer lembrava do meu próprio nome só fiquei sabendo quando você me disse, assim que sair do estabelecimento fiquei andando por um tempo confusa até encontrar uma cabine telefônica e entrei na mesma para tentar entender o que estava acontecendo e colocar os pensamentos em ordem.
-Algum tempo depois o telefone começou a tocar e quando atendi Kurt era a pessoa que falava na outra linha e dizia me conhecer e que precisávamos nos encontrar imediatamente para conversarmos urgentemente.
-E você foi encontrar com ele?
-Sim.
-E sobre o que conversaram?
-Não tivemos a oportunidade para conversarmos.
-E por que não?
-Ele dizia que podia esta sendo seguido e não pra seguro conversarmos naquele lugar.
-Onde vocês estavam?
-No Central Park.
-Ele estava sendo seguido como dizia?
-No começo achei que não, mas dois homens de aparência suspeitas nos observavam, então o Kurt teve uma ideia para distrair-los enquanto eu fugia.
-E como foi Parar naquele quarto de apartamento onde Kurt e o Clemer foram assassinados?
-Bom antes dele colocar o plano em prática para distrair os observadores suspeitos, ele me entregou um pedaço de papel com endereço para que encontrasse depois ele.
-Humm.
Ela estava muito séria e concentrada fazendo suas anotações, por instante pude observar sua aparência e vestida muito socialmente, cabelos presos e pouca maquiagem, mesmo assim sua beleza ilumina o lugar um tanto incomum, pois não combinava com aquela Camila que fez meu coração palpitar em meu peito quando me acordou com sua doce voz.
-Posso lhe fazer uma pergunta? Ela para de escrever colocando a caneta em cima da pasta r olho fixamente para mim e diz.
-Pode.
Ela fica mordendo o lábio inferior de um jeito tão sexy que me faz me perder em meus pensamentos, na expectativa da minha pergunta engulo seco observando os seus belos lábios, volto a realidade quando ouço ela dizer.
-Qual é a pergunta?
Fico um pouco atordoada me esquecendo onde estava e qual era a pergunta que eu iria lhe fazer, respiro fundo pensativa e falo.
-Há sim, eu estraguei o seu disfarce?
-Não.
-Aí que bom já estava ficando com medo de ter lhe atrapalhado.
-Tudo bem.
-Já ouviu falar em uma empresa chamada intercunson?
-Não.
-E em Robert Salas.
-Nunca ouvir esse nome antes não que eu lembre.
-E nem este homem o seu nome é James J. Bulguer. Ela paga uma folha de sua pasta e me mostra um desenho do rosto de um homem muito familiar, minha respiração se agita um pouco.
-Foi ele que atirou no Kurt!
-Então você viu ele atirando no senhor Cobain?
-Sim.
-Já tinha visto ele antes de ontem?
-Não.
-Tem certeza disso?
-Sim. Falo um sim hesitante pois se eu estivesse visto ele não poderia me lembrar já que minha memória está uma verdadeira bagunça.
-Então não se lembra de ter feito esse desenho?
-Eu fiz esse desenho?
-Sim estava no seu caderno.
-Em meu caderno.
-Sim.
-Eu preciso confessar uma coisa.
-O que?
-Eu não me lembro se de falto já tinha visto esse tal de James porque não me lembro nada além de ontem.
-Que estranho, isso explica o seu comportamento era como nunca tivesse me visto antes de ontem.
Neste momento Styles bate na porta e chama Camila.
-Detetive Cabello posso falar com a senhorita por um instante.
-Sim.
-Eu já volto.
Ela se levanta e vai até o encontro do outro policial.
-O que foi Styles?
-Ally tem algo para lhe mostrar.
Fomos até a sala de necropsia onde Ally nos aguardava.
-Então o que tem para me mostrar Ally?
-Eu conseguir descobrir a palavra que foi escrita no peito do defunto quer dizer do senhor Cobain.
-E qual é?
-Cartaze!
-Cartaze o que significa? Styles fala.
-Ainda não sabemos pois pode ter vários significados.
-E esses ferimentos foram feitos após a morte?
-Não, ele provavelmente fez nele mesmo.
-Ele mesmo o fez. Digo isso um pouco espantada.
-Sim.
-Como ele fez? Styles responde.
-Com uma tesoura que encontramos no banheiro, tinha o seu próprio sangue e digitais.
-É uma mensagem.
-Mas para quem. Ally pergunta curiosa.
-Para alguém que não vai saber responder.


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