História Tiro acidental - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Adam Lambert
Exibições 0
Palavras 1.341
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Capítulo único


 Tommy namorava Júlia mas havia um rapaz que não cansava de pedir para que Júlia esquecesse Tommy e ficasse com ele e ela sempre o rejeitava. Seu nome era Alex, um eterno apaixonado por Júlia, pois desde adolescente sonhava em se casar com ela e ela sempre ria das intensões dele. O ciúme dele crescera desde que Júlia conheceu e começou a namorar Tommy.
 - Júlia, você sempre soube que sou louco por você.
 - Mas o que fazer se amo outro?
 - Fica comigo e te farei esquecer aquele rapaz.
 - Aquele rapaz tem nome e você sabe muito bem. Eu estou apaixonada por ele.
 - Você acabou de conhecê - lo e eu você conhece desde criança.
 - Por isso mesmo não tem graça, pois já te conheço e ele está sendo uma experiência nova muito boa para mim.
 - Como acabou de dizer: "ele é uma experiência nova". Logo vai se cansar dele e dai eu é que estarei aqui esperando por você.
 - Tenho que ir. Tommy deve estar me esperando. Marcamos de sair. Tchau.
 Júlia saiu deixando Alex só e foi se encontrar com Tommy, que a esperava para irem no cinema.
 - Oi. Demorei um pouco mas cheguei á tempo do filme começar. Vamos entrar?
 - Toma. Comprei pipoca e refri para nós. 
 Após o filme acabar, como já era tarde, Tommy acompanhou Júlia até o portão de sua casa e se despediram com um longo beijo.
 - Só não te convido para entrar porque meus pais estão em casa. Boa noite. - E se beijaram novamente.
 Alex tramava um jeito de separar os dois e pegou uma arma escondendo sob a roupa e ficou de tocaia esperando Tommy sair da casa de 
Júlia. Após ele passar por uma rua menos movimentada, Alex sacou sua arma e falou:
 - Não fala nada. - Disse mostrando a arma e o puxando para um canto da rua tampando a boca dele.
 Tommy ficou assustado com a ação dele e morria de medo que ele o atirasse alí.
 - Você dever ser Tommy, o novo namorado de Júlia, certo?
 - Uhum. - Tommy gungunava qualquer coisa, pois ainda estava com a boca tampada.
 - Eu a conheço desde criança e sempre fui louco por ela e ela sabe disso mas só quer saber de você agora. Eu prometi á mim mesmo que 
ela ainda ia ficar comigo. Como ela está cega por você, terei que tirá - lo do nosso caminho, daí eu invento qualquer coisa sobre você e ela
acabará aceitando de um jeito ou de outro.
 Os olhos de Tommy suplicavam para que ele não fizesse nada e enquanto isso, Alex encostou a arma na cabeça de Tommy ameaçando 
atirar.
 - Quero só ver a reação de Júlia ao saber que você desapareceu e que a abandonou. Ela vai chorar por um tempo mas depois acabará 
ficando comigo, pois sou a única pessoa que merece ficar com ela.
 Num momento de distração, Tommy conseguiu se soltar das mãos de Alex e agarrar a arma dele mas como ele ainda a segurava, eles 
começaram a se enfrentar com Tommy tentando fazer com que a arma caisse das mãos de Alex e ele a chutasse o mais longe o possível. De repente alguém acidentalmente dispara a arma e só depois Tommy vê Alex caído no chão sangrando. 
 Desesperado, Tommy corre para a casa de Adam para tentar falar com ele sobre o que aconteceu. Ele toca várias vezes a campainha e,
finalmente Adam aparece na porta com cara de sono e preocupado com a insistência de Tommy.
 - Até que enfim você apareceu.
 - Nossa! Por que essa insistência toda?
 - Abre logo que preciso falar com você agora!
 Tommy entrou e pediu um copo d´água e contou os detalhes do que aconteceu naquela noite. Adam ficou estarrecido com o que ouviu e 
falou:
 - Pode dormir aqui esta noite. É melhor descansar um pouco e amanhã conversaremos direito.
 - Obrigado, Adam. Você é um ótimo amigo. Não ia conseguir voltar para casa mesmo. Estou muito abalado.
 - Tome um lençol e travesseiro. Pode dormir aqui no sofá.
 - Ótimo. Vou tentar dormir um pouco, se conseguir.
 No outro dia, Adam encontra Tommy nervoso de pé na cozinha.
 - Ai, Adam, mal conseguí pregar o olho. Me vieram pesadelos com a cena do cara lá no chão cheio de sangue. Ele vinha me buscar e dizer
que nunca ia deixar eu ficar com Júlia e que me perturbaria até o fim dos meus dias.
 - Cara. Você precisa de um bom café forte. Vou preparar.
 - Eu não sei se terei coragem de dizer para Júlia que eu matei ele. O que ela pensará de mim?
 - Diga a verdade: que ele tentou te matar e você acidentalmente disparou a arma contra ele ao tentar tirar dele.
 - Eu também não quero ir preso por uma acidente. Estou morrendo de medo de descobrirem que fui eu quem o matou.
 - Calma. Não vai te acontecer nada de ruim se ficar comprovado que foi um acidente e que foi em legítima defesa. Toma o café e tenta 
relaxar um pouco.
 - Ok. Vou tentar.
 - Dê um tempo e depois fale com ela. Ela vai te entender. E quando estiver tudo certo entre vocês, eu os acompanho até a delegacia. É  
melhor se acertar com a polícia do que se esconder. Você não fez nada de errado que o ponham atrás das grades.
 - Obrigado pelo conselho e pelo café. Estava precisando mesmo. Você é o melhor amigo que eu podia ter.
 Naquela mesma manhã, a polícia tinha recebido uma ligação sobre um crime e foi até o local retirar o corpo e recolher material para descobrir mais sobre o assassinato. Tommy estava suando frio só de lembrar a cena. 
 Mais tarde Tommy procura Júlia.
 - Júlia, preciso falar com você algo muito sério.
 - Ai, Tommy. Olha lá o que você vai me dizer.
 - Não. Senta aí. - Disse segurando nas mãos de Júlia e se sentindo inseguro.
 - O que é? Suas mãos estão geladas...
 - Ontem, depois que te deixei aqui, aquele tal de Alex me atacou na rua ameaçando me matar.
 - Não pode ser que ele tenha feito isso. - Júlia estava perplexa.
 - Então, ele pegou uma arma e quase atirou em mim mas eu consegui tirar mas antes a arma disparou atingindo e matando ele e eu em  
pânico saí correndo vendo ele alí caído morto pela minhas mãos.
 - Meu Deus! Isso é terrível. Alex morto! Ele insistia tanto para ficar com ele mas nunca ia imaginar que ele seria capaz de fazer uma coisa 
dessas. E agora, o que pretende fazer?
 - Eu não sei. Estou muito abalado ainda. Eu cheguei até a ir conversar com Adam primeiro, já que somos amigos de longa data e sabia que 
podia contar com a ajuda dele e ele acha melhor eu me entregar á policia o quanto antes e falar que foi um tiro acidental e que ele estava me ameaçando. Mas estou com muito medo.
 - É melhor mesmo. Eu não quero que você vá preso por algo que não teve inteira culpa. Ele pagou com a vida pela burrada que fez e você 
não o matou porque quis. Eles vão acabar entendendo e você vai ter sua inocência provada. 
 - Aí... Com você falando assim e Adam também, já me sinto melhor. - E os dois se abraçaram.
 Uns dias depois eles foram até a delegacia contar o que aconteceu naquela fatídica noite e o delegado disse para esperar até a conclusão 
do caso para ele saber se estava livre da acusação de assassinato.
 Com o resultado do inquérito nas mãos, Tommy foi chamado na delegacia novamente e Adam e Júlia o acompanharam. Ele foi inocentado do caso e voltou aliviado para casa.
 - Estou tão feliz, gente. Não estava me aguentado de tanta ansiedade. Vamos comemorar. - Saíram e foram para um barzinho brindarem a 
inocência de Tommy.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...