História Titan - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Tags Drama, Narukura, Narunaomi, Naruto, Revelaçoes, Romance
Exibições 247
Palavras 1.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Sobrenatural, Super Power, Super Sentai, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Visual Novel, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aqui vai mais uma fic. Espero que gostem e boa leitura.

Capítulo 1 - Afinal... QUEM eu estou Protegendo?


Fanfic / Fanfiction Titan - Capítulo 1 - Afinal... QUEM eu estou Protegendo?

Alex PV’S ON

  Olá. Meu nome é Alex Titan on the Fire, tenho 23 anos e sou um shinobi-espadachim. Desde as ultimas grandes guerras que assolaram o continente Shinobi, eu sou o ultimo sobrevivente do meu clã, o Titan, especialista em kenjutsu do estilo fogo. Desde que o meu clã e meus pais foram massacrados, enquanto eu estava em uma viagem pelo País do Fogo, eu me tornei uma espécie de mercenário. Eu ajudava a todos sempre que podia e nunca pedia dinheiro, apenas um teto para dormir a noite, comida, água e o silencio das pessoas sobre a minha presença. Em um dos muitos dias, sozinho na estrada, minha vida acabou tomando um rumo diferente do que eu imaginava.

-Aqui é um bom lugar para armar o acampamento. – falei para mim mesmo.

  Depois de acender uma fogueira e colocar um pouco de carne salgada pra assar, me afundei em pensamentos, refletindo sobre como a minha vida estava e esboçar alguns planos para o futuro. De repente, sou retirado dos meus pensamentos por alguém chorando e dava pra dizer, pelo timbre da voz, que era uma criança. Pé ante pé, me aproximei do local do choro, já preparado para uma possível emboscada e chegando lá, pude perceber que era um garotinho de cabelos dourados e com três risquinhos nas bochechas. Ele estava bastante ferido e desnutrido, o que me deixou com raiva. Com cuidado, o peguei no colo e o levei para o acampamento e lá, tratei de seus ferimentos.

-Hummmm... – murmurou o garotinho, acordando.

-Que bom que acordou. – disse mexendo o brasido da fogueira.

-Hã? Onde... Onde estou? – ele perguntou, confuso.

-No meu acampamento, há cinco quilômetros de Konoha. Você é de lá, não? – perguntei virando a carne.

-Sim... – ele murmurou cabisbaixo, o que me deixou confuso.

-Não se preocupe... Amanhã ao meio dia, estaremos na vila e você poderá voltar para os seus pais e... – ele me interrompeu, desesperado.

-NÃO! A VILA NÃO! – ele gritava se encolhendo de medo.

-Ei, ei... Por que o pânico? – perguntei, segurando ele pelos ombros.

-Eu vou acabar morrendo, se voltar lá... Vão me machucar de novo... – aquelas palavras, ditas com um medo tão profundo, me deixou chocado.

-Foram eles que fizeram esses ferimentos? – perguntei incrédulo.

-S-Sim... – ele respondeu quase num sussurro, mas eu consegui ouvir.

-“Meu Deus... Que monstros são esses, que machucam uma criança?” – me perguntava, sem reação. – Qual é o seu nome?

-Naruto... Naruto Uzumaki... – ele respondeu ainda amedrontado.

-Muito bem, Naruto-kun... Meu nome é Alex Titan. Eu irei cuidar de você, até que esteja em condições de se defender sozinho. – disse me levantando.

-Sério? – ele perguntou, com os olhinhos brilhando.

-Sim. Agora, vamos comer. – disse tirando a carne do fogo e oferecendo um pedaço a ele, que comeu com muito gosto. – “Parece que ele não se alimentava direito a, pelo menos, três semanas... Qual será o motivo pra tanto ódio?”.

-Alex-san...? – ele perguntou, me tirando dos pensamentos.

-Sim? – respondi.

-Você ainda vai pra Konoha? – ele perguntou com um pouco de apreensão na voz.

-Sim... – disse num suspiro. – Preciso conversar com o Hokage.

-Ele é o meu pai... – ele respondeu quase num sussurro, mas eu consegui ouvir.

-Seu pai? – perguntei arqueando a sobrancelha.

-Sim... Ele sempre me humilhava, me chamando de monstro e garoto-raposa... Nunca entendi o porquê... – eu estava chocado com aquelas palavras, mas então eu me lembrei de uma coisa.

-Você disse “garoto-raposa”? – perguntei arqueando a sobrancelha.

-Sim. Por quê? – ele perguntou confuso.

-Naruto... Quem você está protegendo? – perguntei sério. Percebi que ele ficou tenso.

-N-Não sei do que está falando... – ele disse gaguejando, confirmando as minhas suspeitas.

-Você sabe muito bem. Tão bem como eu sei que está usando um Henge no Jutsu, pra esconder sua verdadeira aparência. – falei me levantando e tocando o cabo da espada.

-N-Não... – ele começou a se arrastar pra trás, o que confirmava ainda mais as minhas suspeitas.

-Naruto, quem você protege? – disse indo na direção dele. De repente, uma massa de chakara vermelho sai da barriga dele e assume a forma de uma garota de cabelos ruivos, orelhas e nove caldas de raposa, vestindo um Kimono vermelho, com detalhes em branco, três risquinhos nas bochechas, olhos vermelhos e pupila em fenda, que aparentava ter uns 17 anos.

-Você não irá encostar nele! – gritou a mulher, mostrando as presas.

-Como eu imaginei... Kyuubi, não? – perguntei olhando para ela.

-K-Kurama-chan... Você devia ficar no selo ou ele vai te capturar! – gritou o Naruto, com os olhos marejados.

-Não vou deixar que machuquem você, Naruto-kun. – disse a jovem, olhando por cima do ombro. – Sim. Sou a Kyuubi e você deve saber qual é o seu lugar, se não quiser morrer.

-Calma... Eu não ia machuca-lo. Posso dizer agora que minhas suspeitas foram confirmadas. – disse levantando os braços, pois não queria um combate desnecessário.

-Como posso saber se devo confiar em você ou não? – disse a jovem, ainda séria e tensa.

-Eu sei que vocês, Bijuus, são sensitivas. Então comprove por si próprio. – disse cruzando os braços. Ela ficou em silencio por alguns instantes e então relaxou.

-Tudo bem, Naruto-kun. Ele não está mentindo, pode tirar o Henge. – disse a jovem Bijuu para o menino, que fez um selo de mão. Assim que a fumaça baixou, percebi que ele possuía um par de orelhas de raposa e uma calda alaranjada, o que o deixava bem fofo.

-Sentem-se. Acho que sei o motivo de vocês fugirem da vila, mas prefiro ouvir de vocês. – disse me sentando ao lado da fogueira, exemplo seguido por eles.

-Nós saímos da aldeia a, mais ou menos, dez dias. O Naruto-kun quase morreu lá, então tive que intervir. Os pais dele, Minato Namikaze e Kushina Uzumaki, sempre o trataram como um lixo desde que eu fui selada, pelo Sandaime Hokage, nele. Eu apenas queria ser livre, mas quando Kushina estava no parto do Naruto-kun e da irmã dele, Naomi Namikaze, um mascarado me tirou do selo e me controlou para atacar a vila. Depois de um tempo, senti que o controle do mascarado sobre mim tinha sumido e assim, tentei fugir da vila, mas foi inútil, pois acabei recapturada e selada novamente... Como a arma deles... – naquela altura, ela já estava chorando e não pude deixar de sentir um aperto no coração, pois no meu clã a visão sobre as Bijuus era totalmente o oposto. Naquele momento, senti o meu ódio crescer.

-Kurama-chan... Não chora... – disse o pequeno a abraçando.

-Eles viam você... Como uma arma? – perguntei espantado.

-Por que a surpresa? Com todas as vilas sempre foi assim. – ela disse me olhando um pouco surpresa.

-Não foi assim que eu aprendi. – disse a olhando, seriamente. – Aprendi desde pequeno que todas as Bijuus têm sentimentos e não será uma vila podre que irá mudar a minha opinião.

-Você...? – eles estavam bem pasmos com o que eu disse.

-Se quiserem... Posso acompanhar vocês. – disse ficando de pé e estendendo a mão para eles. Sem hesitar, eles seguram a minha mão com um enorme sorriso no rosto e lágrimas de alegria.

-Aceitamos... – ela disse, ainda chorando. Vou protegê-los com a minha vida... A minha nova família.

Alex PV’S OFF

Normal PV’S ON

  Em Konoha, tudo corria normalmente e ninguém sentia a falta do “moleque-raposa”, exceto uma pessoa. Naomi Namikaze amava o irmão com todas as suas forças {N/A: Amor de irmão, seus maliciosos (Por enquanto ¬w¬)} e a partida do mesmo a deixou muito triste. Tão triste a ponto de ficar sem comer durante vários dias. A mesma só se alimentou por que ainda tinha esperanças de rever o irmão.

-Naomi, filha! Desce de uma vez ou vai se atrasar pra academia! – gritou Kushina da cozinha. Desde que Naruto saiu da vila o relacionamento dela e do Minato com a filha, decaiu muito.

-Já vou! – gritou a menina de dentro do banheiro.

-Isso está de mal a pior... Ela nem parece à mesma. – comentou Minato, com pesar.

-Sim. Tudo culpa do moleque-raposa... – comentou Kushina, com um pouco de nojo na voz.

-Sabe Kushina... Estou começando a achar que foi um erro, ter tratado o Naruto daquele jeito. – disse Minato, suspirando.

-Por que diz isso? – perguntou Kushina um pouco surpresa.

-Porque ele não é a Kyuubi. Acho que o nosso maior erro foi pensar assim. – disse Minato, pensativo.

-Quem é Kyuubi? – perguntou Naomi, no sopé da escada.

 

Não percam o próximo episódio: Por que eles me odeiam?


Notas Finais




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