História Titanium - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Rey, Sharon, Simón
Tags Lutteo
Visualizações 81
Palavras 1.625
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


<3

Capítulo 2 - Capitulo Um


Fanfic / Fanfiction Titanium - Capítulo 2 - Capitulo Um

 

Luna bufa ao ver a mesa cheia de contratos que deveria analisar e assinar, odiava aquela parte do serviço.

Arrumou os papeis em uma pilha no canto da mesa, abriu o notebook logo digitando senha, na tela apareceu uma foto de Luna e Âmbar numa premiação, a morena sorriu para a foto, abriu o e-mail tendo a visão da caixa de entrada cheia, começou a ler os e-mails importantes, a porta do escritório se abre dando a visão de uma Âmbar saltitante.

- Maninha – ela cantarolou.

Luna murmurou um cumprimento mantendo seu foco no computador, Âmbar revirou os olhos.

- Você sabia que ha pessoas que acreditam em sereias?

A morena assentiu.

- É uma pena mesmo, mande um cartão – murmurou.

Âmbar a olhou risonha.

- Devo mandar uma cesta também?

- Uhum.

A garota parou na frente da irmã e fechou o computador, Luna a olhou sem entender.

- Âmbar?

Ela revirou os olhos puxando uma poltrona para se sentar, a parede atrás da morena era toda de vidro dando a vista da enorme cidade.

- Não vamos mandar um cartão para as pessoas que acreditam em sereias muito menos uma cesta – falou calma – Odeio o jeito que se concentra no trabalho e esquece o mundo a sua volta, aliás, as respostas programadas deviam parar.

Luna suspirou.

- Desculpe irmã, o que veio fazer na minha sala?

Âmbar sorriu.

- Olha isso – ela entregou uma pasta preta – Ficaram maravilhosas!

A morena analisou a pasta a abrindo, sorriu vendo as fotos do ensaio. Matteo parecia um modelo experiente.

- Ficaram lindas – murmurou maravilhada.

Âmbar assentiu.

- Tive a mesma reação – riu – Nunca havia reparado na beleza de Matteo.

Luna passava as fotos vendo uma mais perfeita que a outra.

- Aqueles óculos sem duvida dificultavam isso.

Âmbar sorriu.

- Verdade, sabe... Tive uma ideia no caminho daqui, me diga o que acha – Luna assentiu para a loira continuar – E se nós colocássemos Matteo como nosso modelo principal no desfile da semana que vem?

Luna mordeu o lábio inferior pensativa.

- Apesar das fotos dele terem ficado maravilhosas, ele não tem a mínima experiência como modelo, Âmbar, não sei se seria inteligente fazer isto.

Âmbar revirou os olhos.

- Por isso mesmo, ele é novo! Todos sempre estão acostumados de verem Gastón Perida ou Simón Álvarez  nos grandes desfiles, eles são famosos e comuns, ninguém espera que coloquemos um modelo novato.

Luna fitou a irmã.

- Entendi seu ponto de vista, mas o Gastón e o Simón vão participar sim do nosso desfile, ok? Eles trazem mídia positiva para gente, vamos continuar com o nosso planejamento de antes, Gaston como principal, Matteo poderá participar, mas com as peças mais simples, isso não será discutido.

Âmbar suspirou.

- Tudo bem – se deu por vencida – Temos uma reunião com a Amora mais tarde.

A morena sorriu.

- Eu sei – deu de ombros – Conte as novidades ao Sr.Bolsano, sim?

Âmbar fez uma careta.

- Por que não o chame de Matteo?

Luna revirou os olhos.

- Não somos amigos para ter intimidade de o chamar pelo primeiro nome.

Âmbar assentiu não querendo prolongar o assunto, ela se levanta pegando a pasta com as fotos da mão da irmã.

- Quando for meio dia irei passar aqui para irmos almoçar – anunciou.

Luna concordou.

- Eu escolho o restaurante hoje.

Âmbar riu saindo da sala da irmã, Luna abriu novamente seu computador voltando para o trabalho.

 

 

Luna jogou a cabeça para trás, parecia que sua cabeça iria explodir.

Já havia checado a gaveta de sua mesa onde guardava os remédios umas trezentas vezes, não havia remédio para dor para seu azar. Luna se levantou pegando o celular e o guardando no bolso.

Ela saiu da sala e bufou ao ver a mesa de sua secretária vazia, se perguntou onde estaria aquela infeliz.

Luna olhou a porta da sala da irmã no fim do andar, ela caminhou até a porta abrindo a mesma. Âmbar estada conversando distraidamente com Matteo, o mesmo sorria animado, a morena revirou os olhos fechando a porta, ela tossiu chamando a atenção dos dois, imediatamente ambos a olharam surpresos.

- Luninha, o que devo a honra de sua presença? Você nunca sai da sua sala! – Âmbar disse.

A morena bufa.

- Pelo amor de deus, me diz que tem remédio para dor de cabeça ai – implorou.

Âmbar nega fazendo uma careta.

- Tomei o ultimo de manhã... Por que não pediu para a sua secretaria ir buscar para você?

Luna suspirou.

- Não faço a mínima ideia de onde ela está.

Matteo a olhou curioso.

- Er... Hoje não seria o dia de folga da Delfina? – perguntou.

Luna o olhou surpresa.

- Sério? Isso explica a mesa dela estar vazia – murmurou.

O garoto de olhos castanho ficou surpreso pela morena não saber nem qual era o dia de folga da própria secretaria.

- Creio que tenho remédio para dor na minha mochila... Quer que eu pegue para você? – Matteo perguntou.

Luna assentiu, o garoto se levantou saindo da sala, a morena se sentou onde o garoto estava antes, Âmbar tinha uma expressão calma.

- Sério que você não sabe nem ao menos o dia de folga da sua secretaria?

A morena deu de ombros.

- Não é importante.

Matteo entrou novamente na sala com uma cartela de comprimidos e um copo de plástico com água, ele os estendeu para Luna que sorriu agradecendo, ela tomou o remédio enquanto Matteo se sentava na poltrona ao lado da morena.

- Sabe Luninha... Eu estava aqui contando para Louis sobre ele participar do desfile...

A morena olhou curiosa para a irmã.

- Pensei que havia feito isso ainda na parte da manhã – resmungou.

Âmbar revirou os olhos.

- Você não é a única que tem trabalho para fazer – reclamou – Enfim, Matteogostou da ideia!

Luna suspirou.

- Quem não gostaria?

O garoto de olhos castanhos se perguntou se a morena era sempre estupida ou ela apenas não estava em um bom dia.

- De qualquer modo vou para minha sala.

A morena se levantou saindo da sala, Âmbar voltou sua atenção para Matteo, em seu rosto havia uma expressão cansada, Matteo sorriu de um modo animador.

- Por favor, ignore minha irmã Matteo, ela não é uma pessoa fácil de lidar.

O garoto assentiu.

 

 

Matteo bufou arrumando a pilha de papéis, o andar em que estava já se encontrava escuro, todos os funcionários tirando ele e o segurança já se encontravam em casa.

O garoto de olhos castanhos se amaldiçoou por ter concordado em aceitar um favor de Âmbar.

Ele ouviu o barulho de algo se espatifando no chão, revirou os olhos ao perceber que havia derrubado um dos vasos com flores de Âmbar, ele se abaixou juntando os cacos.

- Que diabos... ?

Luna ficou surpresa ao ver o garoto juntando cacos de vidro, Matteo a olhou espantado, pensou que a morena já estava em casa há muito tempo, percebeu estar enganado, ela fez uma careta se abaixando e ajudando o garoto.

- Não preciso de ajuda – ele resmungou.

A morena revirou os olhos.

- Não me lembro de ter lhe perguntado – comentou – O que ainda está fazendo aqui Sr.Bolsano? Que eu saiba o horário de todos vai somente até as seis.

Matteo suspirou.

- Âmbar pediu para terminar umas coisas... Não imaginei que iria demorar tanto – ele fez uma pausa – e você?

A morena deu de ombros.

- Terminando de ler uns contratos.

Matteo assentiu, ao desviar sua atenção dos cacos de vidro um deles fincou no seu dedo fazendo o garoto soltar um resmungo de dor, Luna analisou a situação fazendo uma careta, ela levantou abrindo a gaveta da mesa da irmã, ela tirou de lá um quite de primeiros socorros.

O garoto ficou surpreso, não sabia da existência daquele quite na gaveta de Âmbar.

- Deixe-me ver – a morena pediu.

A contra gosto Matteo estendeu o dedo, Luna o analisou, segundos depois a garota já colocava o curativo.

- Pronto.

Matteo assentiu.

- Obrigado – sussurrou.

Luna olhou o chão fazendo uma careta.

- Deixe isso ai, amanhã alguém limpa.

O garoto suspirou.

- Mas...

Luna o olhou séria.

- Está tarde já, Matteo – ela checou o relógio – Já são nove horas e alguma coisa, vamos para casa, tenho certeza que nós dois precisamos de um descanso.

O garoto assentiu se dando por vencido, Luna sorriu.

- Vai querer uma carona?

- Não precisa – Matteo murmurou recolhendo suas coisas.

Luna bufou.

- Você é difícil – resmungou – do jeito que o mundo está perigoso hoje em dia é pedir para acontecer uma tragédia ao não aceitar uma carona até em casa Sr.Bolsano.

Matteo revirou os olhos.

- Por que está sendo boazinha Sra.Benson?

Luna sorriu.

- Não sei... Mas vamos, vou te largar em casa.

 

 

- Está entregue Sr.Bolsano.

Matteo olhou para a sua pequena casa através da janela, ao contrário do que pensou, Luna não fez nenhum comentário sobre sua casa não ser num bairro rico, ela foi estranhamente agradável.

- Me chame de Matteo.

A morena o  surpresa.

- Ah...Ok, então me chame de Luna.

Matteo sorriu.

- Obrigado pela carona... Até amanhã, Luna

Ela destravou as portas do carro.

- Até amanhã, Matteo.

O garoto assentiu saindo do carro, ao chegar em frente a porta da casa branca, se virou vendo o carro da morena sumir, Matteo suspirou  abrindo a porta.

- Onde estava filho?

Matteo sorriu para a mãe, a abraçando.

- No trabalho... Dona Âmbar pediu para mim fazer algumas coisas e demorou mais do que eu imaginei.

A mulher assentiu.

- Quem veio lhe trazer?

Matteo riu.

- Quanta curiosidade dona Annabell – ele sorriu – uma amiga do trabalho me deu carona.

Annabell olhou brava para o filho.

- Deveria ter a convidado para jantar...!



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