História Titanium - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Rey, Sharon, Simón
Tags Lutteo
Visualizações 84
Palavras 3.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos 28Fav <3 que venhaaam muuuitos mais.

Capítulo 3 - Capitulo Dois


 

Seu olhos 

Eles brilham tanto

Quero guardar essa luz

Não posso fugir agora

A menos que você me mostre como 

~ Imagine Dragons feat Halsey - Demons

 

Matteo podia ouvir os gritos de Luna e de Âmbar de sua mesa, o garoto se encolheu na cadeira desejando que aquilo parasse logo, faltavam quatro dias para o desfile, a empresa estava toda tensa, era como uma bomba relógio prestes a explodir.

Como se deus tivesse ouvido seus apelos, Luna saiu irritada da sala de Âmbar, minutos depois Âmbar saiu da sala também, os olhos avermelhados.

- Sra.Benson, onde vai?

Âmbar notou a presença de Matteo, ela soltou um suspiro.

- Vou para casa.

Sem falar mais nada ela foi em direção ao elevador, Matteo levantou indo em direção a sala de Luna, ele abriu a porta vendo a morena de costas para ele, observando a cidade através da parede de vidro.

- Luna?

- Olá, Matteo.

A morena não havia se virado.

O garoto se aproximou ficando parado ao lado da morena, o rosto da mesma estava avermelhado.

- Precisa de algo? – perguntou.

A morena suspirou.

- Uma vida nova, que tal?

Matteo a olhou surpreso.

- Uh, nisso não posso ajudar, lamento.

Luna assentiu.

- Tudo bem.

Ele checou o celular rapidamente.

- Não quero ser incomodo, mas agora a senhora tem um almoço – lembrou.

Luna fechou os olhos.

- Com o Nico, Pedro, Nina... E também com aquele cantor, Gastón Perida... Ele irá cantar no desfile.

Matteo assentiu.

- É em meia hora.

Luna fez uma careta.

- Não quer ir junto, Matteo? Do jeito que conheço minha irmã aposto que ela já foi para casa a essa altura – murmurou.

O moreno a olhou surpreso.

- Não sei se devo aceitar...

Luna revirou os olhos.

- Para de ser tão educado Matteo, você tem que viver mais... E, aliás, será bom ir, assim não irá se sentir como um peixe fora d’água no desfile.

O de olhos castanho suspirou assentindo.

- Ok, quer que eu chame um taxi?

Luna negou.

- Vim de carro.

 

 

A morena desligou o carro descendo do mesmo, Matteo desceu e parou olhando maravilhado para o outdoor na frente do restaurante onde havia uma das fotos do ensaio, Luna o analisou se perguntando porque a expressão animada do garoto, ela direcionou seu olhar para a frente dele vendo a foto, ela soltou uma risada contida chamando a atenção do garoto.

- É só o começo, Matteo.

O garoto sorriu.

- Nunca imaginei isso – indicou o outdoor.

Luna analisou o enorme outdoor se destacando no meio da cidade.

- As roupas estão lindas mesmo – ela olhou para o garoto – Você também não está nada mal, Bolsano.

Matteo assentiu, Luna estendeu a mão para o garoto que a pegou, ambos estraram no restaurante de mãos dadas, o garoto entrelaçou os dedos com os da morena que sorriu pequeno para si, eles se dirigiram para uma mesa no segundo andar no restaurante onde havia três rapazes sentados junto com uma moça e uma criança que deveria ter menos de cinco anos, a garotinha ria no colo de um dos garotos enquanto a moça que deveria ser a mão da garotinha conversava com um louro.

Luna abanou para eles chamando a atenção dos mesmo que sorriram animados, ela se sentou ao lado do rapaz de cabelos curtos que segurava a criança, Matteo se sento ao lado do louro que ria.

- Olá rapazes – a Morena sorriu – Nina, que bom que trouxe Carolina, estava com saudades dessa linda!

A garotinha estendeu os braços para Luna que a abraçou forte, Matteo observou a cena surpreso, era estranho ver Luna interagindo tão amorosa com as pessoas a sua volta, parecia outra pessoa.

- Olá – o louro sorriu.

Matteo deu um sorriso pequeno, Luna observou a cena risonha.

- Pessoal esse é o Matteo Bolsano – ela indicou a garota com enormes óculos vermelhos – Matteo, essa é a Nina Simonetti– indicou o garoto que tinha uma mexa loira no cabelo – Gastón Perida – o garoto de cabelos pretos – Pedro – o de cabelos castanhos – Nico – a garotinha – E por ultimo, minha princesa, Carolina, ela é filha de Nina e Gastón.

- Prazer – Matteo falou baixo.

Nico riu.

- No começo eu também era tímido assim, lembra Luna?

A morena assentiu.

- Nem parece esse safado de hoje em dia – riu.

Pedro bebericou o copo com suco.

- Matteo, eles são relativamente normais ok?

Nina negou.

- Somos loucos, mas você se acostuma.

O de olhos castanhos concordou, o louro ao seu lado olhou o ambiente a sua volta fazendo uma careta.

- Onde está o garçom? Estou faminto – resmungou.

Gastón fez uma careta.

- Já é a terceira vez que fala isso desde que chegamos.

Luna riu.

- Não seria o Nico se não estivesse com fome – brincou.

Todos concordaram.

Nina pegou a filha no colo enquanto a mesma jogava um jogo distraída no celular da mãe, Gastón e Pedro estavam numa conversa sobre times de futebol enquanto Nico reclamava da comida, a morena se levantou se sentando na cadeira vaga ao lado do garoto de olhos castanhos.

- Você parece perdido, Bolsano.

O garoto sorriu fraco.

- Almoço com celebridades em um restaurante caro é novidade para mim – sussurrou.

A morena riu.

- Com o tempo se acostuma – ela sorriu – E agora eles são seus colegas de profissão.

Matteo a olhou perdido.

- Às vezes acho que isso tudo é um sonho muito louco – ele respirou fundo – Sabe, eu sou só um estudante de moda, faço estagio numa empresa conceituada nesse mundo, ai do nada... Viro modelo de uma das principais campanhas dessa empresa, isso é muito louco para mim, minhas irmãs mais novas ficaram extremamente felizes por mim e tal...

A morena o analisou.

- Relaxa Matteo – ela deu de ombros – Não é um sonho, você fez por merecer assim como todos nessa mesa... Por exemplo, antes de virar modelo, Nico era caixa numa padaria.

O garoto a olhou surpreso.

- Sério?

A morena assentiu.

- Pedro dava aula de canto para crianças de um orfanato – sussurrou – Gastón vendia ursos de pelúcia... Uh, e a Nina... Não lembro o que ela fazia.

 

 

 

Matteo fez uma careta ao perceber que estava quase virando uma rotina Luna o levar em casa.

- Está entregue, Matteo.

Ele sorriu olhando para a garota.

- Obrigada, Luna... Pelo almoço e pela carona.

- Pare de me agradecer, Bolsano– resmungou.

Matteo riu baixinho.

- Entendi, isso estraga a sua imagem de pessoa sem coração.

Ela o olhou curiosa.

- Não sabia que era assim que me via.

- Eu não...

- Tanto faz, Bolsano – ela suspirou – Boa noite.

Matteo bufou, não queria que a garota o intendesse mal justo agora que estavam enfim se dando bem um com o outro.

Ele saiu do carro em silencio, percebeu a mãe o esperando em frente a porta de entrada com uma cara séria. Imediatamente Matteo se lembrou de que ela havia comentado que a próxima vez que alguém o desce carona até em casa, ele deveria chamar a pessoa para jantar.

O garoto respirou fundo sabendo que se não o fizesse a mulher que estava na porta ia ficar extremamente brava.

Ele se virou abrindo novamente a porta do carro dando de cara com a garota confusa.

- Não quer ficar para jantar... ?

A garota o encarou ainda mais confusa.

- Jantar?

Matteo suspirando.

- Olhe, minha mãe vai me matar se você não aceitar.

- Oh – Luna soltou uma risada baixa – acho que não vai ter problema algum em aceitar.

Ela desligou o carro e saiu do mesmo, ajeitou o chapéu que usava e sorriu.

- Um jantar com a família Bolsano... Isso parece interessante – ela sorriu.

Matteo ofereceu seu braço fazendo a garota dar um sorriso mínimo e o aceitar, eles se dirigiram em direção à entrada onde a mão do garoto os esperava com um imenso sorriso.

- Olá, sou Alice, a mãe do Matteo.

A garota respirou fundo.

- Luna Benson, colega de trabalho do Matteo – ela riu baixo – é um prazer jantar com a senhora, Matteo me falou muito bem da sua comida!

Matteo olhou curioso para a garota, ele se perguntava o porquê dela não ter se apresentado como sua chefe.

- Luna, lindo nome!

Alice se virou entrando na casa dando um breve momento a sós para os dois.

- Por que não falou que é a minha chefe?

- Bolsano, eu não sou sua chefe – Luna revirou os olhos – Âmbar que é.

- Mas...

A garota se virou para ele.

- Não quero sua família me tratando diferente apenas por que sou sua chefe, e quem paga o seu salário é a Âmbar, então ela é sua chefe, eu sou apenas Luna, sua colega de trabalho que lhe da carona às vezes – murmurou – Agora, vamos que Âmbar disse que você fala muito bem da comida da senhora Bolsano!

Matteo riu baixo.

- Você primeiro.

Naquele momento ele viu que a garota de cabelos castanhos era diferente, mesmo ela parecendo fria, no fundo havia uma pequena chama de amor que ainda não havia sido apagada.

 

 

 

- Luna Benson?

Matteo havia se esquecido daquele pequeno detalhe.

Suas irmãs mais novas amavam Luna, ela obviamente iam reconhecer a garota.

- Ah, Oi – Luna sorriu envergonhada – Acho que não preciso me apresentar para vocês...

Alicee para a sorte de todos estava na cozinha.

- Garotas, não façam escândalo! – resmungou – Sou a Karol, é um prazer conhecer você Luna, Matteo falou que foi você que o obrigou a ser modelo! Eu falo isso para ele há muito tempo...

Luna soltou uma risada baixa.

- Você deveria ouvir mais sua irmã, Matteo.

O garoto de olhos castanhos bufou revirando os olhos.

- Cala a boca, morena.

- Oh, não me chame de morena! – ela riu.

Karol encarou ambos um tanto curiosa, todos falavam que Luna Benson era sem coração e fria, no entanto ela estava ali.

Numa casa simples, com uma família ainda mais simples.

Ela não sabia dizer se estava surpresa ou o que, sempre soube que seu irmão conquistava as pessoas com apenas um sorriso... Mas aquilo parecia impossível demais.

Mas ela sentiu medo, o brilho no de Matteo ao estar junto de Luna não passou despercebido, aquilo era definitivamente ruim.

 

 

 

 

Luna estava maravilhada.

Jantar na casa da família Bolsano havia sido uma experiência que ela iria guardar para sempre, a família grande... E todo aquele amor, ela nunca havia tido aquilo na sua própria família.

Ela ajeitou o moletom de Matteo que havia pegado emprestado, quando ela estava saindo ele alegou estar frio demais para ela sair apenas com o casaco que estava, ao sair da casa da família Luna constatou que ele tinha razão e acabou por aceitar, agora estava com o perfume do garoto perto de si.

Um verdadeiro perigo para sua sanidade.

Luna abriu a porta da casa tendo a visão da irmã sentada no enorme sofá da sala. Âmbar estava rodeada por sorvete e filmes melosos.

- Onde está os empregados? Por deus Âmbar! Já falei para não comer sorvete no sofá, desastrada do jeito que você é – resmungou tirando as botas de salto.

Âmbar analisou a irmã.

- Tanto faz, onde estava?

- Na empresa, onde mais você acha que eu estaria?

A garota de cabelos loiros revirou os olhos.

- Você odeia moletom, por quê esta usando um?

Luna bufou.

- Perguntas demais.

Ela se dirigiu as escadas ignorando a voz da irmã.

Âmbar bufou se ajeitando no sofá.

Ela iria descobrir onde infernos a irmã estava.

 

 

 

Três dias para o desfile

 

 

Luna bufou pela décima vez.

Quanto mais perto do desfile ficava, mais problemas pareciam aparecer.

E isso era irritante.

Âmbar também não ajudava, parecia que a garota mais causava problemas do que resolvia para a irmã. Luna não via a hora de tirar longas férias da irmã e ficar um bom tempo sem ao menos lembrar-se da existência dela.

Matteo entrou na sala onde as duas irmãs estavam com uma bandeja com cappuccinos vindo direto da rede mais próxima de Starbucks, Luna imediatamente sorriu ao sentir o cheiro de café que era, sem sombra de duvidas um de seus cheiros favoritos em toda a sua vida.

- Matteo, você esta começando a ganhar meu amor – brincou.

O garoto sorriu arrumando um espaço na mesa que as duas garotas dividiam para colocar a bandeja, a mesa estava abarrotada de papeis e pastas por todos os lados.

- Um café forte para a senhorita – ele entregou o copo para Luna – e um cappuccino para a senhorita também.

Âmbar pegou o copo de bom grado, a mais velha rezou que o café melhorasse o humor da mais nova. Luna bebericou seu próprio café imediatamente animando-se, o gosto do café quente entrando em seu corpo era uma ótima sensação num dia com tanto trabalho como aquele.

- Ótimo.

Matteo sorriu para ela pegando seu próprio copo de café.

- Então, como anda os preparativos? – perguntou tentando puxar algum assunto.

Luna fez uma careta assim como Âmbar, parecia algo até combinado entre as duas garotas.

- Sinceramente? Acho que preciso de férias – ela comentou – Estou pensando em algo como Caribe...

- Não começa, Luninha – Âmbar resmungou – Estão péssimos Matteo! Não sei mais o que fazer... Ideias? Não lembrava-me que era tão difícil fazer um simples desfile! No que eu estava pensando quando quis trabalhar na indústria da moda?

- Olha quem está falando! Âmbar você não fez nada de útil até agora! Só ficou ai reclamando que o papai não ia gostar do desfile!

Matteo se encolheu percebendo o clima pesado que havia entre as duas, ele desejou não ter entrado no meio daquela zona de guerra que havia se estabelecido ali. Ele sabia como era ter irmãos, mas deveria ser pior além de viver com o irmão ter que trabalhar com ele, o estresse deveria ser imenso! Não conseguia se imaginar fazendo algo assim.

- Meninas...

- Você que se preocupa menos com o papai! Até parece que não o ama...

- Você sabe que eu não sou a filinha do papai como você, agora será que da para calar a boca?

- Eu não sou...

- Quietas! – exclamou Matteo.

Ambas o olharam sem entender como o garoto ousava se meter na briga delas.

- Como...

- Brigar não vai resolver nada! Já deveriam saber disso, agora respirem fundo e ajam como as mulheres maduras que são – ele instruiu – Lembrando que respirar fundo e contar até dez é sempre bom.

Luna passou a mão pelo rosto.

- É, você tem razão, Matteo.

Matteo devia admitir que estava se sentindo como sua mãe quando seus irmãos brigavam, ele considerou fazer ambas as garotas darem um abraço de “desculpas”, no segundo seguinte lembrou-se de que eram elas que pagavam seu salario, e por mais que tivesse uma mínima intimidade com elas, não deveria arriscar tanto.

Perder o emprego não o preocupava tanto quanto ser assassinado pelas garotas a sua frente.

Soltou uma risada baixa com o pensamento.

- Okay, Matteo tem razão... Que tal uma pausa para o almoço? – Âmbar sugeriu checando seu relógio de pulso – Bem, já é onze e meia, podemos ter uma folga no almoço para aliviarmos os ânimos.

- É, talvez... Tchau maninha – Luna levantou.

Matteo se surpreendeu com a rapidez que a garota de cabelos alaranjados pegou sua bolça com suas coisas e no segundo seguinte ela já estava na porta do escritório.

- Bolsano, você não vem? – chamou.

O garoto sorriu surpreso, em seguida lembrou-se de Âmbar e a olhou como se estivesse pedindo permissão para acompanhar a outra garota. Acima de tudo Matteo ainda trabalhava para Âmbar.

A garota bufou.

- Ela vai lhe arrastar de qualquer modo, então vá logo Matteo.

Matteo sorriu seguindo Luna, que apesar de estar com um salto enorme andava rapidamente.

- Mais de vagar, que tal?

A garota riu baixo.

Ela apressou ainda mais seu passo correndo em direção as portas do elevador, Matteo respirou fundo notando que a maioria dos funcionários daquele andar olhava estranho para ambos, ele passou rapidamente em sua mesa pegando seu casaco e correu parecendo uma criança.

Luna era uma verdadeira criança em um corpo de mulher altamente má.

- Odeio correr, Benson.

A garota o olhou risonha.

- Voltamos para a fase dos sobrenomes, Bolsano?

Ele bufou.

- Criança.

- Que paga o seu salario todo o mês – lembrou divertida.

- Noite passada você falou que era Âmbar que pagava – lembrou.

Luna revirou os olhos.

- Detalhes, no fim sou eu – ela deu de ombros sem se importar com o assunto – Aliás, seu moletom está no meu carro.

- Ah.

Uma funcionaria que esperava o elevador junto com eles olhou estranha para os dois, fato que não passou despercebido por Luna.

- Algum problema?

A funcionaria arregalou os olhos negando rapidamente.

Luna sorriu fria.

E ali estava a Luna maldosa e má, Matteo sentiu seu coração congelar com a mudança de personalidade da garota.

As portas do elevador se abriram, a garota de cabelos castanhos em vez de entrar saltitando como estava há segundos atrás, ela entrou com uma postura fria e séria. Matteo suspirou entrando e se escorando na parede de vidro do elevador que dava vista para a rua.

A garota entrou junto dos dois ficando num canto encolhida, Matteo julgou que a mesma deveria estar com medo de Luna.

Quem não teria medo dela afinal?

Matteo saiu lentamente do elevador diferente da garota que estavam com eles que saiu praticamente correndo fazendo Luna rir baixo.

- Adoro isso – sussurrou.

O garoto a encarou curioso.

- Adora o que?

- Saber que as pessoas tem medo de mim – ela sorriu – é uma ótima sensação se quer saber.

Matteo bufou.

- Você é estranha Luna, não é legal terem medo de você... Respeito é outra coisa – murmurou .

Luna revirou os olhos enfim saindo do elevador, os saltos dela faziam um barulho irritante na opinião de Matteo. A garota andava mais a sua frente num andar arrogante.

Ele desejou que todas as personalidades de Matteo focem dóceis.

Mas sabia que era impossível.



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