História Tko - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Mia Archer
Visualizações 7
Palavras 909
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


• Well, here we go!
• O Knockout/ TKO (Nocaute) ocorre quando um lutador recebe um ou mais golpes, vai à lona e não consegue se recuperar a ponto de continuar no combate.
• Essa fanfic é meu xodó, e eu venho pensando nela faz bastante tempo. Nunca tive coragem de postar, mas botei a cara no sol e é isso aí.
• Espero que gostem, de coração.

Capítulo 1 - First


Bad Reputation de Joan Jett soava alto em meus fones ouvido. Deitada em minha cama, naquela noite fria de sexta feira, eu já tinha me conformado de que aquilo seria a minha diversão.

— Oh no... Not me... — cantei uma parte da música quando um travesseiro foi jogado em cima de mim.

— Mas que diabos... Ah, oi, Luke. — era o meu irmão mais velho.

— Papai e mamãe saíram e deixaram lasanha congelada caso queira comer algo. — avisou-me. — Irei sair também, qualquer coisa, já sabe. — balançou o celular na mão em um aviso.

— Ei, espera! — meus olhos brilharam em sua direção e Luke logo entendeu o recado.

— Não... Nem pensar! Você não irá comigo. — fechou a porta e ouvi seus passos na escada.

     Levantei, correndo e abrindo a porta ao ver Luke se preparando para sair checando uma mochila.

— Por favor, Luck. — o chamei pelo apelido de infância. — Faz tempo que não saímos juntos como irmãos... — dramatizei.

— Não faça essa voz melosa, Mia. E além do mais, não irei passear. — fechou a mochila.

— Mas... — arrisquei, logo sendo cortada.

— Sem mais, Mia. Não demore para ir para a cama. Te amo, pirralha. — beijou minha testa e ajeitou a mochila nas costas.

É, eu teria que apelar.

 

Meus olhos começaram a lacrimejar em um choro falso, e Luke olhou para trás, quase arrependido. Sabia como mexer com ele, afinal, éramos irmãos.

— Tudo bem... Eu acho que ficarei bem... — as lágrimas já começavam a cair. — Pode ir, Luke. Mas saiba que eu não faria... 

— Que saco, Mia! Vai se arrumar logo e não demore mais que dez minutos porque se eu pensar muito deixarei você aqui.

     Dei um pulo de felicidade o abraçando e subindo correndo para me arrumar.

— Não vá com nada curto! — O ouvi gritar e revirei os olhos.

Estava frio, não iria com nada curto mesmo. Mas se eu fosse, ele que não iria me impedir.

Por sorte, tinha tomado banho um tempinho antes. Escolhi uma calça Jeans rasgada no joelho, uma blusa da Nike preta e branca e uma bota de cano médio de salto alto. Meu cabelo ainda estava molhado, então só o penteei e o parti ao meio. Passei rapidamente um corretivo, rímel, e um batom nude. Chequei o relógio prateado em meu pulso, então coloquei um colar da mesma cor, junto com brincos e anéis.

Passei uma boa quantidade de perfume e corri para pegar minha bolsa e enfiar dinheiro, celular e minha identidade dentro. Uma jaqueta Jeans e eu estava pronta.

 Uau, em tempo recorde!

            — E aí, como estou? — dei uma voltinha e Luke riu.

            — Você, definitivamente, é a irmã mais bonita. — disse e eu ri.

            — Você não está se diminuindo, né? Luke, você é um arraso! 

            — Obvio que não, sei que sou. Olha para mim, né, Mia! — disse rindo e eu o acompanhei. 

            — Para onde iremos?

 

Aconcheguei-me mais em minha jaqueta jeans e apertei o passo diante daquele extenso e escuro corredor. Estava frio.

            Já andava há alguns minutos tentando achar o “camarim” improvisado que meu irmão estava com alguns amigos, o mesmo qual ele disse com todas as letras para não entrar. Qual é?! Ele queria me proteger ou me deixar lá fora junto com aqueles animais sedentos por briga e sangue?

            Ouvi algumas risadas e botei somente a minha cabeça na porta. Meu irmão segurava um par de aparador de soco enquanto um garoto loiro soltava alguns jabs e diretos. Um pouco mais longe, haviam mais dois garotos e uma garota ruiva que conversavam animadamente. Enfiei minha mão esquerda no bolso da calça jeans, e com a direita, me escorei no batente da porta. A ruiva foi rápida em me notar.

            Prendi a respiração. O olhar dela era irritantemente intimidante.

            Em seguida, os dois garotos também trouxeram suas atenções à mim. A cara de interrogação deles era realmente hilária.

            — Quem é você, garota? — a ruiva se manifestou.

            — Uh, oi?! É, oi... Sou...

            — Mia? — a voz de Luke, meu irmão, soou.

            — Vocês se conhecem? — um dos garotos que estavam com a ruiva perguntou.

            — Mandou bem desta vez, Luke! — o outro garoto comentou, fazendo todos rirem.

            Menos o loiro. Ele me olhava atentamente.

            — Ela é minha irmã, Ryan. Não seja um idiota. — todos se calaram.

            — Você tem uma irmã? — O tal de Ryan parecia chocado.

—E por que nunca falou dela para nós? — o outro garoto perguntou.

            — Porque vocês são idiotas, Trent. — Disse Luke, simples. — O que faz aqui, Mia? Eu disse para me esperar lá fora!

            — Eu não... gostei muito desse lugar. — respondi, baixo, tomando cuidado com as palavras. O loiro, que até então eu não sabia o nome, soltou um riso nasalado. — Desculpa, sei que pediu para que eu não viesse até aqui, mas passaram a mão em minha bunda três vezes. — dessa vez todos riram.

            Eu não achei a graça.

            — Acha que somos mal exemplo para sua irmãzinha, Luke? — a ruiva que até então eu não sabia o nome, debochou.

            — Ai meu deus, está tão na cara assim? — Luke ironizou. — Vamos enfaixar essa mão, Justin. Está quase na hora. E Mia? — chamou minha atenção. — Nos espere lá fora, por favor.

            — Mas, Luke... — tentei contestar.

            — Deixe-a ficar.

            Pela primeira vez, o loiro havia se imposto.

            — Não se meta, Justin. — Luke falou, claramente entediado com a situação.

            — Tem uma cadeira sobrando ali no canto, garota. É só sentar e esperar a hora de ir embora. Aqui não é lugar para patricinhas.

            Estreitei os olhos, claramente sem jeito com a situação. Como é que é?


Notas Finais


Até mais! ♡


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