História To Infinity And Beyond - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~SSJauregui

Postado
Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony, Garota conhece o Mundo (Girl Meets World), One Direction
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Colegial, Família, Fifth Harmony, Gmw, Romance
Visualizações 27
Palavras 2.469
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoal, olha só quem voltou?? Pois é aqui estamos de novo para continuar essa fic que, por alguns motivos nossos, atrasou mais do que o previsto, mas aqui estamos e agora só vamos parar quando ela acabar galera.

Essa noite voltamos com 2 capítulos para vocês, não vou falar muito, mas espero que vocês gostem tanto quanto gostamos de voltar com essa fic e comentem o que acham desse cap. Esperamos que estejam bem e que a leitura seja boa, qualquer erro eu peço desculpas antecipadamente e o que eu posso dizer é que emoções fortes vem por aí.

No mais pessoal é isso, boa leitura e até lá embaixo. Só um aviso rápido, a capa ainda não vai ser colocada pois não foi feita ainda.

Enjoy it!!

Capítulo 8 - Discovering What Really Happened


Com Camren no avião

 

Camila P.O.V.

Já chegávamos a NYC quando eu acordei de um transe que eu estava desde que Lauren acabou dormindo ao meu lado no avião. Eu pensava em tudo o que estava acontecendo, em como a Maya se deixou levar de novo pelos erros e colocou a carreira de novo em primeiro lugar, esquecendo das outras responsabilidades e até mesmo da própria namorada, pensava também no fato de que a Riley ainda estava desaparecida e me entristecia ao lembrar de tudo isso, só queria que minha filha ficasse bem logo.

Em poucos minutos, depois de chegarmos ao nosso destino, já estávamos saindo do aeroporto e pegando um taxi para o hotel que ficaríamos, que era próximo ao apartamento das nossas filhas. Lauren estava séria e eu sabia que isso não significava nada bom, e além disso, passou todo o caminho em puro silêncio, o que já estava me causando nervosismo.

O tempo parecia passar devagar e torturante, e eu já não aguentava mais tudo aquilo, toda aquela pressão e todo o silêncio de Lauren. Chegamos ao hotel e fomos direto para o quarto para descansar por alguns minutos. Eu deixei minhas malas em um canto no quarto e então me direcionei para um banho rápido, precisava tirar todo aquele peso e tensão do meu corpo.

[...]

Ao sai do banheiro, já completamente vestida e com o cabelo seco, pois sequer o havia molhado, Lauren olhou para mim com os olhos fervendo e eu sabia que aquilo não seria nada bom.

L: Camila se arruma se quiser e vamos para o apartamento delas agora.

C: Lauren nem sabemos se a Maya está no apartamento, ela tem aula hoje.

L: Eu liguei para ela e ela está no apartamento, nós vamos para lá agora.

C: Tudo bem Lauren, nós vamos.

Saímos do hotel bem rápido, e mais rápido ainda estávamos no prédio delas e no seu apartamento, quando eu entrei eu quase não acreditei no que eu estava vendo, Riley estava ali, sentada, parecendo abatida e cansada, mas mesmo assim ela estava ali, viva, apenas saí correndo e a abracei, ela demorou a me abraçar, mas quando o fez com toda a força do mundo.

C: Meu amor que saudade de você, o que aconteceu?

Ela não disse nada, ela apenas começou a chorar no meu ombro e eu a abracei mais forte, até que ela estivesse mais calma. Depois de muito tempo, ela se acalmou e pediu que Lauren a abraçasse, ficando então deitada em seu colo por muito tempo até que acabou dormindo. Depois de a colocar na cama, Lauren se reuniu comigo e com a Maya na sala, e pelas feições no rosto dela, aquela conversa seria difícil.

L: Maya senta aqui, eu quero falar com você e eu realmente espero que essa seja a última vez.

Ela olhou para Lauren com os olhos fundos, com grandes e escuras olheiras e também com o rosto marcado por lágrimas e se sentou em frente a ela, esperando o que ela sabia que iria ouvir, tanto dela como de mim.

L: Maya o que você tem na cabeça minha filha? Não é a primeira vez que isso acontece, eu tenho certeza que a última vez ainda está viva na sua cabeça, então porque você continua fazendo o mesmo?

Ela não dizia nada, e nesse momento até mesmo chorava novamente, deixando claro seu arrependimento.

C: Princesa, porque você fez isso de novo? Qual o seu medo?

M: Eu tenho medo de não conseguir conciliar minha carreira aos estudos, de não fazer tudo certo, de não conseguir fazer tudo o que eu preciso fazer como artista e de não agradar aos fãs, a gravadora, vocês, medo de não ser tão boa quanto vocês foram, de não conseguir chegar onde vocês chegaram e de não orgulhar vocês.

Olhei para Lauren, que me olhava fixamente também e cheguei à conclusão de que finalmente havíamos entendido a mente da nossa filha e o que ela sentia sobre a sua carreira. Lauren olhou para baixo e eu sabia o que aquela ação significava, ela havia se identificado com aquilo, e principalmente, se lembrado da sua adolescência. Nossa filha ainda chorava muito, estava com o rosto vermelho novamente e com certeza dormiria cedo, então resolvi tomar partido daquela conversa de novo.

C: Filha, nós nos orgulhamos demais de você, nunca cogite o contrário e sobre a sua carreira, meu amor conseguir uma carreira como a nossa foi demora muito tempo, não é da noite para o dia, não se pressione desse jeito, só te atrapalha.

M: Me desculpa mãe!

L: Porque você nunca nos disse isso? – Ela ainda olhava para baixo, mas por estar ao seu lado, podia notar a dor no seu rosto.

M: Eu queria conseguir sozinha, sem ajuda... eu queria mostrar que eu cresci.

L: Mas você mostrou exatamente o contrário Maya, e não foi apenas para mim.

M: Eu sei, eu sei disso, eu perdi o controle, me desculpa.

L: Você sabe o que vai acontecer com você não sabe?

M: Sim, eu sei, mas eu não me importo, eu vou merecer de qualquer forma.

C: Você está certa, e o seu castigo já está decidido.

L: Já?

C: Sim, elas voltam com a gente para Los Angeles e você vai trancar a faculdade por um tempo e a sua carreira vai dar uma pausa.

M: Mãe?

L: Sem mãe, vai ser exatamente isso.

M: Tanto faz.

Ainda conversamos mais algum tempo, sobre o que estava acontecendo e logo fomos dormir, para no outro dia, podermos resolver todas as questões referentes a volta dela para Los Angeles.

No dia seguinte, Riley acordou mais cedo que todas nós e fez o que provavelmente ela costumava fazer sozinha nos últimos tempos, o café da manhã. Quando acordamos, fomos surpreendidos por uma mesa já montada, mas a maior surpresa estava no semblante dela, que ainda estava muito abatido e cansado. Maya também estava do mesmo jeito, mas talvez com menos intensidade e ao longo do café percebemos que estava quieta demais e Riley parecia a querer uma certa distância física da namorada, o que era um pouco estranho e não nos passou despercebido.

Depois do café, fomos para a faculdade delas e lá fizemos todos os procedimentos necessários para que elas trancassem a faculdade e de lá fomos até o aeroporto e acertamos pessoalmente com nosso piloto para voltarmos para Los Angeles. De volta ao apartamento, Riley parecia perdida demais nos próprios pensamentos o que apenas me deixava mais preocupada. Arrumamos tudo e em poucas horas estávamos voltando para a nossa casa em Los Angeles.

 

Uma semana depois

 

Lauren P.O.V.

Havia se passado uma semana desde que voltamos para Los Angeles com as meninas e a cada dia que passava eu me sentia mais assustada com o jeito que a Riley estava agindo e aparentando estar, ela mal saia do quarto, comia muito pouco, e todas as vezes que os pequenos a chamavam para a piscina ou para ajudar no banho ela simplesmente se recusava e saia correndo de volta para o quarto.

Eu já estava a ponto de enlouquecer com essa distância e resolvi entrar no quarto para ver como ela estava e se precisava de algo, quando percebi que ela passava mal no banheiro do seu quarto, corri para lá e quando a vi tomei mais um susto, ela vomitava muito, e estava pálida, quase tão branca quanto eu e parecia nitidamente fraca, apenas a peguei no colo, chamei por Camila que me ajudou a dar banho nela, que estava quase desmaiada e a levamos para o hospital mais próximo da nossa casa.

[...]

No hospital, entramos na emergência e a levaram para dentro do atendimento em uma maca, pois ela estava desacordada. Foram longos e longos minutos, talvez até mesmo horas esperando até que um médico saiu do local para onde a levaram, eu me levantei, na esperança de ser o médico que atendeu a minha filha e fiquei o observando com expectativa.

- Parentes da senhorita Cabello-Jauregui.

L: Somos nós!

- Vocês são as mães e a irmã dela correto? – Ela parecia calmo, o que me deixava mais tranquila, mas muito apreensiva.

M: Isso mesmo.

- Poderiam me acompanhar por favor?

Não dissemos nada, apenas andamos o acompanhando até chegar ao quarto onde ela estava e percebemos que ela dormia, provavelmente deram algum remédio para que ela dormisse.

- A senhorita Riley foi examinada e medicada, ela está dormindo, pois, o corpo está fraco, mas também recebeu uma medicação para que pudesse dormir.

Ele falou algumas coisas que ela teve, os motivos pelos quais ela estava tão fraca e tão pálida, falou sobre os procedimentos feitos com ela e até então ouvíamos tudo com atenção, até que ele pareceu ficar mais sério e eu recebi a única notícia que não esperava receber.

- Eu gostaria de conversar sobre um dos resultados de um dos exames que chamou muito a minha atenção.

L: Pode falar!

- A sua filha teve algum tipo de relação sexual nas últimas semanas?

M: Não ela não teve, porque está perguntando isso? – Olhei séria para a Maya e me voltei ao médico.

L: Elas moram juntas para fazer faculdade, ela sabe melhor do que eu ou minha esposa.

- Eu entendo, e lhe respondendo, eu perguntei isso, pois a sua irmã está grávida.

Naquele momento o meu mundo parou e eu tenho certeza que o da minha esposa e filha também pararam, já que ninguém conseguia esboçar nenhuma reação ao que acabávamos de ouvir. Olhei para Camila e ela olhava assustada para nossa filha adormecida, virei meu rosto e olhei para Maya, ela estava paralisada e olhava para o chão com lágrimas nos olhos, a abracei forte e assim ficamos por muitos minutos.

Algum tempo após recebermos a notícia, o médico retornou e eu o chamei para uma conversa em particular, saímos do quarto em que minha filha estava e nos afastamos para o final do corredor.

L: Eu ou direto ao assunto, minhas filhas namoram, elas moram juntas, mas além de irmãs são namoradas, dessa forma seria um pouco impossível minha filha aparecer grávida sem ao menos elas terem planejado essa criança.

- Compreendo, e agora as coisas passam a fazer um pouco menos de sentido, já que ela não poderia simplesmente estar grávida, você sugere que ela tenha sido abusada?

L: Sim, até mesmo porque ela desapareceu por mais de um dia e depois que reapareceu tem estado muito distante e evita ao máximo mostrar o próprio corpo.

- São bons indicativos. Eu vou tentar pedir um exame de detecção de sêmen, mas é bem provável que nós não encontremos nada.

L: Sem problemas, apenas de um jeito por favor de provar que ela sofreu estupro, que eu irei tomar as providências cabíveis.

- Farei o meu melhor.

L: Obrigada!

Saí de lá e voltei para o quarto com algumas coisas em mente sobre o que eu iria fazer e sobre várias coisas envolvendo esse acontecimento. Passamos todo o restante do dia e da noite no hospital e no final, quem dormiria lá seria eu. Camila e Maya foram para casa, deixando o carro comigo e eu conversava com nossa filha, enquanto ela dormia ainda.

[...]

Já era por volta de 3 da manhã, quando percebi que Riley estava acordando, chamei o médico, que por sorte hoje estava de plantão e ele a examinou, depois que ela recobrou completamente a consciência. Ele cumpriu seus padrões e nos disse que estavam bem, ela claro ficou sem entender, e ali eu sabia que precisava explicar para ela o que aconteceu.

Me sentei ao lado dela e a olhei nos olhos e então expliquei o que havíamos descoberto o que a fez ficar em choque. Quando eu finalmente tive coragem de falar sobre a gravidez, ela desabou e mal conseguia falar. Eu a tentava acalmar da melhor forma possível, mas ela não parecia se acalmar por absolutamente nada.

Ela chorou por mais de uma hora e quando parou parecia estar tão cansada quanto no momento em que ela chegou aqui ao hospital. Fiquei em silêncio, apenas esperando que ela quisesse falar e para a minha surpresa, isso não demorou.

R: Mommy eu preciso te contar o que aconteceu.

L: Você não precisa falar agora se não quiser. – Ela parou e pensou por algum tempo, decidindo por falar algo alguns segundos depois.

R: Eu preciso te dizer quem foi...

L: Você se lembra?

R: Sim mommy, eu lembro.

L: Então quem foi minha filha?

R: O meu padrinho.

Eu não disse nada, não conseguia dizer nada e se dissesse, o ódio ficaria explícito nas minhas palavras e eu não queria assustar minha filha mais do que ela já estava assustada. Coloquei minhas mãos ao lado da cadeira em que eu estava e as apertava com toda força, enquanto isso a Riley estava e já chorava de novo, só quando percebi que ela chorava de novo que eu saí do meu transe.

L: Princesa não chora.

R: Mommy eu estou grávida dele, ele é um monstro e ainda está à solta por aí, não tem como não chorar.

L: Você confia em mim?

R: Sim, mas porquê...

L: Eu vou cuidar de você e vou cuidar disso, ele não vai mais te machucar, nem a nenhuma de nós, e nem a essa criança. – Eu falava nitidamente com raiva e por um segundo ela me olhou assustada.

R: O que você vai fazer?

L: Apenas garantir que ele não faça mais nada. – Me levantei e ia saindo do quarto quando me virei para ela de novo. – Eu preciso sair agora, você quer que eu chame a sua mãe ou a Maya para ficar aqui?

R: Não Mommy, eu vou ficar bem, você volta?

L: Volto anjo, só preciso resolver algumas coisas.

R: Mommy você não vai se machucar, não é? – Ela tinha medo nos olhos e apesar de me sentir um pouco mal com isso, sabia o que precisava ser feito.

L: Não princesa, eu vou ficar bem.

Sai do quarto e me direcionei para fora do hospital a passos largos. Chegando la peguei meu telefone e disquei um número conhecido por mim, ligação foi atendida no terceiro toque.

- Lauren quanto tempo.

L: Como você está?

- Estou bem e você? A que devo a sua ligação tão inesperada?

L: Eu estou não muito bem e a minha ligação é para saber se você ainda tem duas profissões?

- Aconteceu alguma coisa?

L: Aconteceu sim e eu preciso da sua ajuda.

- Onde podemos nos encontrar?

L: Naquele mesmo lugar de sempre.

- Certo.

Desliguei o telefone e peguei o carro avisando Camila de que precisaria sair e assim eu fui para o local onde iria me encontrar com a única pessoa que poderia me ajudar.

 

Continua..........


Notas Finais


Por agora é isso pessoal, comentem aqui o que acharam das revelações do capítulo, que foi realmente intenso, eu acredito e até daqui a alguns minutos com o próximo capítulo.

Beijos pessoas!!


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