História To Infinity And Beyond - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~SSJauregui

Postado
Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony, Garota conhece o Mundo (Girl Meets World), One Direction
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Colegial, Família, Fifth Harmony, Gmw, Romance
Visualizações 22
Palavras 2.158
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltamos com mais um capítulo, o último de hoje.

Esse está um pouco mais leve, mas não deixa de ser importante. O mesmo aviso do anterior vale para esse também pessoal.

Aproveitem a leitura e comentem duas opiniões sobre o capítulo. Boa leitura

Enjoy it!!

Capítulo 9 - We Will Be A Family


Três dias depois

 

Maya P.O.V.

Faziam 3 dias que a Riley estava no hospital, hoje ela iria sair e eu ainda não havia a visto desde que ela foi para lá, o que estava me deixando nervosa. Ela havia pedido para que eu não fosse até lá a ver e eu achei aquilo estranho, ela não era assim, mas respeitei, se ela preferia assim é porque era melhor para ela e talvez para mim. Fiquei sentada no nosso quarto quieta e sem fazer nada, esperando ela chegar, até que ouço o carro da mommy parar na garagem e desço para sala correndo, chegando lá a esperei subir e quando ela apareceu eu corri e a abracei, eu estava com muita saudade dela, não estava mais aguentando tudo isso.

M: Como você está amor? Eu senti tanto a sua falta.

R: Eu estou bem, só quero ficar quietinha um pouco, me sinto cansada.

M: Tudo bem vamos lá para cima, quer que eu deite com você?

Assim que a fiz a pergunta ela olhou para a mommy de um jeito estranho, quase como se sentisse dor e a mama olhou para ela com um olhar ainda mais intrigante, o que me deixou confusa e me deu certeza de que tinha algo que eu ainda não sabia e que eu iria descobrir em algum momento, mas esperaria a hora que ela quisesse falar. Ela voltou sua atenção para a nossa mama e falou com ela, conversaram um tempinho e então ela subiu comigo e nos deitamos.

Passamos vários minutos apenas deitadas comigo fazendo carinho nas costas dela e eu achei que ela realmente havia dormido com o rosto escondido no meu pescoço, já que ela respirava devagar e com muita calma, mas me enganei quando percebi ela se mexer e me encarar, com os olhos marejados.

R: Eu... preciso falar com você Maya.

M: Você está passando mal de novo? – Eu estava com medo, seja lá o que fosse, parecia ser sério demais.

R: Não Maya, mas preciso te dizer uma coisa.

M: Você pode me contar qualquer coisa. – Ela ficou alguns segundos apenas me olhando fixamente e então começou a falar, e a cada palavra dela, mais o meu mundo desabava.

R: Na noite que a gente brigou e eu saí do nosso apartamento, meio que sem rumo, eu fui sequestrada Maya, fui levada para um lugar que eu não conheço e deixada lá, sendo vigiada por dois homens que eu nunca vi na minha vida. Quando eu acordei, eu estava amarrada a uma cama, com uma corda nos pés e algemas nas mãos, lá era escuro, estava frio e eu não faço ideia de onde era. Um homem que eu não consegui identificar ficou falando coisas para mim, eu chorava e ele ria de mim, de como eu estava, eu estava com uma camisola, que não era minha e acabei dormindo depois de chorar, mas o pior veio depois que eu acordei... – A essa altura eu já estava chorando, chorando por tudo o que ela tinha passado, por ter permitido que isso acontecesse, por ter feito tudo o que eu fiz e não ter dado a atenção que ela precisava, por ter deixado a minha carreira ser mais importante que tudo, se eu não tivesse feito isso, talvez isso não tivesse acontecido a minha morena, e eu não consigo me perdoar pelo que eu fiz de novo, e ainda mais agora por saber que tudo o que aconteceu com ela também é por minha culpa.

M: O-o que a-a-conteceu quando vo-você acordou? – Ela começou a chorar e eu pensei que ela não me diria o que aconteceu, que ela não conseguiria falar, mas me enganei.

R: O Shawn estava lá, ele que mandava em tudo Maya, ele mandou fazer tudo aquilo comigo, mas o pior, foi ele quem fez.

M: O que aquele idiota fez?

R: Ele me... ele me estuprou Maya, foi isso que ele fez, ele fez isso por vingança, pelo que a nossa mãe e você fizeram aquele dia com ele, por ele ter sido preso, ele abusou de mim, me falou coisas horríveis, ele falou mal de você, de mim, falou coisas horríveis do nosso relacionamento. – Ela disparou a chorar e eu não estava atrás, mas eu não conseguia mais chorar, eu estava com ódio daquele cara que se chamava padrinho dela, eu não conseguia mais esboçar reação nenhuma a não ser sentir meu corpo tenso e em chamas, eu queria acabar com ele de todas as formas possíveis, mas eu errei em pensar que não poderia odiar ainda mais ele, pois eu acabei descobrindo que o meu ódio não teria limites. – Eu estou grávida Maya, dele.

Todo e qualquer ar que existia ao meu redor desapareceu depois de ouvir o que ela disse por último, eu não conseguia acreditar nisso, eu não podia acreditar nisso, eu queria matar esse cara, sem dúvidas eu queria matar ele e eu juro que eu daria o meu jeito de fazer isso. Me levantei, ainda sem saber o que fazer e saí sem dizer mais nada, fui atrás da minha mãe, precisava falar com ela, eu tinha certeza que ela sabia, já que ela estava no hospital com ela, e se ela sabia ela também queria fazer algo, e eu queria participar disso.

M: Lauren eu preciso falar com você!

L: Ainda me chamando assim? Ainda não aprendeu que eu sou sua mãe não?

M: Mãe é sério, eu preciso falar com você e tenho certeza que pela minha cara você sabe o que é.

L: Infelizmente eu sei sim, vamos para o meu escritório.

A segui e fiquei pensando em como a Riles estava lá no quarto, eu saí sem falar nada com ela, o que me deixa triste, mas eu precisava fazer isso. Chegamos ao escritório e eu comecei a conversar com a minha mãe, em algum momento eu comecei a gritar com ela de tanta raiva que eu estava sentindo e eu tenho certeza que ela queria estender meu castigo de tão irritada que ela ficou nesse momento, ela me segurou pelos ombros e me disse para parar de gritar então eu acabei chorando no colo dela, por alguns vários minutos.

Após eu me acalmar nós conseguimos conversar de fato e então ela me disse que já estava planejando algo para resolver tudo isso, ela não queria me dizer o que era, mas eu acabe ganhando por desistência e ela me disse, mas me proibiu de me envolver, disse que ela mesma resolveria isso e que eu deveria cuidar da Riles, e eu acabei a contragosto concordando, afinal ela precisava de cuidados. A mommy disse que iria conversar também com a mama, que eu sabia que ficaria arrasada, mas ela também precisava saber, por isso eu a chamei e subi de novo.

De volta ao quarto, minha morena chorava baixinho, eu me deitei com ela e a abracei, fiquei fazendo carinho na barriga dela e dizendo várias vezes que eu a amava e que iria cuidar dela, ela precisava de mim agora, e mesmo com todo o ódio que eu estava sentindo, era mais importante cuidar dela do que querer briga com aquele inútil que eu tinha como tio, ela era mais importante do que qualquer coisa e era a minha prioridade maior agora.

[...]

 

Riley P.O.V.

Eu estava perto de completar 2 meses de gravidez e desde que eu descobri que estava grávida muitas coisas mudaram para mim aqui em casa, eu recebia cuidados, principalmente da Maya 24 horas por dia, estava seguindo uma dieta à risca e estava sempre acompanhada de alguém, não para absolutamente tudo, mas para boa parte das coisas. A minha loirinha surtou quando soube da gravidez, e eu descobri isso conversando com nossa mãe, mas depois da conversa delas, ela passou a tentar me entender e me ajudar em tudo e ela realmente estava se saindo bem, assim como minhas mães que estavam ajudando muito,

Minha sensibilidade estava aumentando gradativamente, de modo que tudo era muito para mim, qualquer coisa se tornava um grande acontecimento, principalmente com os meus irmãos mais novos, de uns tempos para cá, tudo o que eles faziam me encantava e eu já me sentia criando um certo afeto pela criança que estava dentro de mim, mesmo que eu não gostasse do pai dela, e não a quisesse necessariamente.

Eu estava recebendo todos os cuidados necessários para que a criança se desenvolvesse bem e até desejos eu já estava tendo, mas eu não queria esse filho, eu não queria ser mãe agora, menos ainda de um filho do crápula do meu ex-padrinho, pois para mim, apesar de não o odiar, ele já não era mais nada, mas hoje eu acabei me flagrando repensando sobre isso.

A Maya estava ajudando minha mãe com as aulas de música da escola que elas fundaram e tinha crianças de várias idades nas várias turmas que ela dava aula e nesse exato momento, eu estava assistindo a turma menor dela, que tinha entre 5 e 6 anos. Todos os alunos eram fofos e eu acabei voando nos meus pensamentos, imaginando como seria quando ele ou ela estivesse com essa idade, e por alguns segundos eu sorri ao imaginar meu bebe ali, e a Maya ainda ajudando na aula, sendo professora dele ou dela.

Eu sorri e chorei ao mesmo tempo com a imagem que surgiu na minha cabeça e com ela diversas dúvidas apareceram na minha cabeça, em poucos dias eu teria uma consulta e poderia ver meu bebe pela primeira vez, o que me fazia ficar ansiosa, esse pensamento me fez pensar em muitas coisas enquanto eu ficava ali observando ela dar aula para as crianças com a minha mãe e observava o quanto ela se sentia bem, ou parecia se sentir em meio as crianças. Sem querer, eu levei minha mão até a minha barriga e fiquei acariciando durante toda a aula, ela já estava com um certo volume, que a deixava aparente quando vista de perto.

Passei toda a aula fazendo isso e reparando no jeito como a Maya era com as crianças e a cada nova ação delas, principalmente em relação a minha namorada, mais eu materializava na minha cabeça como seria se nós tivéssemos esse filho. Ela já havia me dito que seu eu quisesse, ela cuidaria dele com todo amor do mundo e que ele seria nosso filho, independentemente de ter sido resultado do que o Shawn fez comigo, e ali, observando como ela era com as crianças, eu decidi dar uma chance a essa ideia e a nossa família, eu decidi que eu teria esse filho.

 

Dias depois

 

Maya P.O.V.

A poucos minutos a Riles havia conversado comigo e na nossa conversa ela me disse que havia decidido ter sim o nosso filho, depois de me observar com as crianças na escola que a minha mãe e minhas tias fundaram. Minhas mães me colocaram para ajuda-las dizendo que isso me ajudaria a continuar trabalhado com música, mesmo que não fosse com a minha carreira e também me ajudaria a me habituar a ter uma criança por perto, e eu confesso que estava funcionando, e não só isso, mas eu estava gostando da ideia, e depois de ouvir minha Riles dizer que queria tentar, eu me senti radiante, eu me apeguei a ideia de ter um filho depois de passar alguns dias na escola com minhas mães e várias vezes eu ficava conversando com o bebe quando estava junto com a Riley, ou fazia carinho na barriga dela, até mesmo sem perceber.

Tudo estava indo bem, mas enquanto eu almoçava em mais um dia de trabalho na escola, percebi duas moças chegarem e pegarem um dos meus alunos mais novos para irem para casa, reparando nelas eu percebi que eram casadas e me peguei pensando que eu e a Riley éramos apenas namoradas, e agora teríamos uma família, era algo sério. Passei todo o meu almoço pensando e acabei decidindo algo, mas precisaria da ajuda das minhas mães para conseguir executar o que eu queria.

Terminei de comer o mais rápido que podia e as chamei para conversar, chegamos na sala de música, que agora estava vazia e eu respirei fundo, não seria nada fácil, mas essa era a minha decisão, se iríamos ser uma família, que fôssemos uma família de verdade, e precisava da ajuda delas para fazer com que isso acontecesse. Terminei minha respiração e comecei a falar.

M: Mães, eu sei que talvez vocês possam achar cedo demais, precipitado demais ou qualquer outra coisa do tipo, mas eu preciso fazer isso, a Riles decidiu que vai sim ter esse filho e nós vamos criar juntas, como nosso, ele é nosso filho agora, e com isso eu acabei me pegando pensando no almoço, sobre sermos uma família, e acabei percebendo que uma parte importante está faltando, e com isso eu tomei uma decisão, eu quero me casar com elas mães.

 

Continua.........


Notas Finais


Por hoje é isso pessoal, espero que tenham gostado, nós estamos felizes em retomar essa fic e eu espero que estejam também.

Nos digam o que acharam e no mais, bom domingo e uma ótima semana pra todos e claro, bom dia dos pais, afinal amanhã é o dia deles!!

Se cuidem bolinhos e até daqui a duas semanas. Beijos das autoras!!!


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