História Tô na lama (Imagine Jungkook) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Romance
Visualizações 70
Palavras 1.029
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela
Avisos: Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteiii yeee

Capítulo 6 - Desculpa


Fanfic / Fanfiction Tô na lama (Imagine Jungkook) - Capítulo 6 - Desculpa

Por que demônios a S/N teria um chupão no peito? Não era ela que ficava me criticando por ser o senhor rodado e isso e aquilo? Mas com quem ela sairia? Quem suporta essa garota? Aposto que a mãe dela paga a Sophia para andar com ela, não é possível.

-Jeon Jungkook e S/N. –a coordenadora disse saindo de sua sala- Eu vou ser obrigada a chamar os pais de vocês, esperem lá dentro enquanto eu vou na secretaria.

-Tem como a Sophia ficar aqui no hall? –a S/N perguntou com receio- É que eu não consigo andar direito, ela que me trouxe.

-Claro, se você quiser ficar esperando aqui com ela você pode, mas o Jungkook vai pra dentro, o ano mal começou e já é a terceira vez que você está aqui. –e eu ia lá saber que não fazer os exercícios da lousa me mandaria pra cá?

~Jungkook off~

~S/N on~

-Eu vou ser obrigada a chamar os pais de vocês, esperem lá dentro enquanto eu vou na secretaria. –como assim chamar meu pai? Eu vou apanha, vou ficar mais quebrada do que já estou! Deus me leva.

-Tem como a Sophia ficar aqui no hall? –eu perguntei com receio- É que eu não consigo andar direito, ela que me trouxe.

-Claro, se você quiser ficar esperando aqui com ela você pode, mas o Jungkook vai pra dentro, o ano mal começou e já é a terceira vez que você está aqui. –caraca, e eu achando que estaria ferrada, mas ele nem está preocupado, a mãe dele deve ser uma mole mesmo. Ele entrou na sala bufando e eu me virei para falar com a Sophia.

-Soh, eu estou muito ferrada... Só de eu ter vindo pra cá eu já estaria morta, agora vir pra cá, no segundo dia de aula... Eu vou ser esquartejada, escondida em uma mala e jogada no mato!

-Calma moça, eu estou aqui para te defender.

-Se eu morrer depois disso, minha herança fica toda pra você, não tenho pra quem dar mesmo.

-E também não tem herança.

-Muito obrigada por diminuir minha auto estima...

Depois de um tempo chegou uma moça coreana, que eu julgo ser a mãe de Jungkook e o meu pai, eu estou muito ferrada nessa história.

-Entre S/N. –a coordenadora disse- Sophia, leve ela até lá e vá para a sala, quando o Jungkook voltar você trás as coisas da S/N, ok? –a Sophia assentiu- Não tem condições dela ficar aqui.

Nós entramos, todos se sentaram, e eu fiquei com muito medo, porque tipo, acho que eu tenho motivos né?

-Quem vai começar se explicando? –a coordenadora disse e Jungkook deu de ombros, eu não respondi por medo- Jungkook, comece, já que você foi o mais errado dessa história.

-A S/N chegou aqui me xingando, e eu não tinha feito nada para ela... –mentiroso!!! Eu vou me ferrar e aí que eu vou chegar xingando ele sem motivos!- Depois ela simplesmente caiu e colocou a culpa em mim.

-Jungkook, para de mentir, S/N conte você.

-Bom, eu estava vindo pra cá, quando o Jimin chega em mim na rua e me dá um pacotinho com cinco pães de queijo. Eu continuei vindo para a escola e quando cheguei, me sentei em um dos bancos da área de fora e o Jungkook veio me irritar, falando coisas tipo “Então a nerd é pobre” ou “Aceita, você é feia e gorda, ninguém te quer”, e eu dei algumas respostas atravessadas pra ele. Eu chamei ele de babaca, e ele e arrastou pelo cabelo até a área de trás do pátio, ele me jogou na parede, eu disse que não tinha medo de ele me bater, porque eu sabia que quem se daria mal era ele, e ele me empurrou de novo na parede, eu sentei no chão e pouco tempo depois a Sophia foi me buscar.

-Mentirosaaaaa!

-Jungkook menos, eu posso perguntar pra qualquer dessa escola, que eu tenho quase certeza, de que eles vão confirmar a história da S/N. Cheguemos ao seguinte, a S/N vai embora com o pai dela e você vai ser suspenso por três dias. Estão liberados.

Eu esperei um pouco até a Sophia voltar com meu material, o qual o meu pai levou, suspeito, muito suspeito.

No carro ele se pronunciou.

-Desculpa. -que? Como assim ele está pedindo desculpas?

-Oi?

-Desculpa, por tudo que eu fiz, por te bater, por você só ter que usar blusas grossas em pleno verão, por fazer você se sentir fraca.

-Não é bem assim que funciona, você me fez muito mal de uns meses pra cá, me dê um tempo para pensar, apenas isso.

-Ok.

~S/N off~

~Jungkook on~

Assim que eu saí da coordenação eu fui para a sala e a Sophia saiu com os materiais da S/N. Dez minutos depois era o recreio, eu aproveitei para falar com os meninos.

-Eu vi a S/N saindo com o pai dela e uma camisa diferente. -o Hoseok disse- Alguém sabe o que aconteceu, tirando o fato do Jungkook ter batido nela?

-Não. -todos responderam juntos.

-Falando nessa blusa. - Eu comecei a falar- Quando nós estávamos no hall da coordenação, um botão da camisa abriu e deu pra ver um chupão no peito dela.

-E você olhou direto os peitos né? -o Yoongi disse com uma cara maliciosa.

-Não era minha intenção.

-Não, não era a minha.

-Aqui. -o Jin chamou, o amado mais velho, estudante do nono ano- Por que você não gosta dela?

-Ela é feia, chata, esquisita e eu não fui com a cara dela.

-Isso não é motivo.

-Lógico que é.

-Já tentou conversar com ela?

-Não e nem quero.

~Jungkook off~

~S/N on~

Eu passei o resto do dia pensando no que meu pai disse, quer dizer, quase, porque desse dia inteiro metade eu passei no hospital, totalmente sem necessidade, uma boa noite de sono me faria melhorar muito, mas meu pai fez questão de que eu fosse ver se não tivesse acontecido nada sério.

Mesmo que eu o desculpe, não vai voltar a ser a mesma coisa que era quando minha mãe estava viva, mas eu posso me esforçar para ser.



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