História To you. - Capítulo 3


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Categorias Dok2, GRAY, Jay Park, LOCO, Simon D.
Personagens Dok2, GRAY, Jay Park, LOCO, Personagens Originais, Simon Dominic
Tags Aomg, Chacha, Elo, Gray, Hoody, Illionaire, Jay Park, Khh, Korean Rappers, Loco, Simone Dominic, Ugly Duck
Visualizações 65
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores
To muito feliz
Mesmo
Obg por tudo!

Capítulo 3 - Aromatizado com café


Johee estava assoprando seus cílios postiços há horas. Eu permaneço sentada no chão o observando enquanto faço carinho em Bilbo.

- Preciso dizer algo. – Murmuro.

Obviamente eu vou contar a Johee, mas não queria correr o risco de parecer uma idiota e ser caçoada para todo sempre, por isso esperei e não disse nada sobre o convite de Jaebum.

- O que você fez? - Jo pergunta me observando pelo reflexo do espelho.

- Não fiz nada! – Viro os olhos. – É que o Jay ele... Ele me chamou para jantar.

- Como é? – Ele praticamente berra e abandona o cílio sobre a penteadeira. – Quando é que iria me dizer isso? – Pergunta colocando a mão na cintura, como as mães fazem quando estão prestes a nos dar um sermão.

- Estou dizendo agora...

- Não banque a puta burra Rani! – Me interrompe. – Aish. Eu simplesmente não posso acreditar. – Leva os dedos até a têmpora e faz um ruído. Drama Queen está de volta.

- Jo... Eu só estava nervosa e depois fiquei rindo igual uma idiota e...

- E o que? Só ia me contar quando estivessem casados? – Faz uma careta.

- Não exagera! – Desdenho. – De qualquer forma acho que irei recusar. – Me levanto. Bilbo corre para o sofá e vou até a geladeira buscar água.

- Você não seja louca! – Jo fecha a porta da geladeira me impedindo até mesmo de abri-la por completo e me encara. – Rani, quantas mil vezes ficamos aqui nessa sala, falando o quanto seu chefe é gostoso e agora que tem a oportunidade de sair com ele você quer recusar?

- Não quero me envolver com ninguém. – Suspiro.

Johee me convenceu após muito drama de que, sim, eu deveria ir. No dia seguinte Jaebum foi até o café no horário do almoço, ele parecia apressado, mas deixou um belo sorriso escapar de seus lábios ao confirmar o local do jantar.

Não tive muito tempo para me arrumar, afinal estava na faculdade, apenas corro até o banheiro, solto o cabelo e logo estou descendo a ladeira até a avenida. Pego o ônibus e sento-me mais ao fundo, aviso Jo que estou indo e tento conter meu nervosismo. Verifico meu estado físico em uma das inúmeras vitrines. Certo, vamos lá. O local é completamente desconhecido para mim, entro no restaurante e vou até a “recepcionista” pergunto por Jaebum e logo avisto o mesmo caminhando em minha direção.

O olhar, andar e sorriso de um cafajeste, é como posso descrevê-lo essa noite... Céus onde estou me metendo?

Caminhamos lado a lado ao andar superior do local, é mais vazio e acolhedor de uma forma divertida.

- Desculpe a demora. – Peço assim que nos sentamos e sorrio sem graça.

- Tudo bem! – Ele abre um sorriso. – Eu pensei em ligar perguntando se queria que eu a buscasse.

- Você tem meu número? – Pergunto surpresa.

- Peguei na sua ficha. – Dá de ombros e solta uma risadinha malandra.

- Ser meu chefe não lhe dá esse direito. – Me arrumo sobre a cadeira. – Além do mais eu ainda posso andar de ônibus.

- Tudo bem. – Ele ergue os braços como se estivesse se rendendo e acabo sorrindo. – Eu fui meio antiético. – Sorri de canto e sinto um espasmo em minha barriga. – O que quer beber?

- Qualquer coisa que não tenha álcool. – Encolho os ombros.

- Uma universitária que não bebe álcool... – Arqueia a sobrancelha.

- Pode colocar como outra coisa estranha, não sou adepta ao álcool. – Minto em partes, é melhor dizer que não gosto do que ter que explicar os reais motivos.

Jay sorri e morde os lábios em seguida, minhas mãos não param quietas um único segundo. Ele até que é divertido, ficamos conversando coisas aleatórias por longos minutos. Assim que nossas bebidas chegam estendo o braço para pegar meu copo, agradeço em meio a um sorriso. Nossos dedos se roçam por alguns segundos, segundos de mais, e acabo de alguma forma com meus dedos presos ao dele.

- Fria. – Jaebum sussurra com um sorriso.

- Quente. – Rebato quando o dedo dele delicadamente prende o meu e baixo a cabeça envergonhada.

- Você é tímida. – Ele sorri.

- Você não me conhece. – Desvio os olhos dele e tento conter um sorriso.

- E vou poder conhecer? – Pergunta. A voz aveludada praticamente dançou até meus ouvidos e solto um gemido em antecipação.

- Não sei. – Solto um suspiro pesado. – Não costumo lidar muito bem com coisas que posso controlar.

- Então você prefere o descontrole? – Questiona. Os olhos dele pesam sobre mim, é irresistível.

- Prefiro as coisas que acontecem sem planejamento algum, porque assim não posso impedi-las ou fugir. – Admito.

- Que tipo de coisas?- Rebate.

- Existem muitas coisas em mim quais não posso controlar. – Me remexo desconfortável. – Coisas que ninguém pode controlar.

Estou totalmente na defensiva.

Conversamos muito até eu insistir para irmos embora, Jaebum mantinha um sorrisinho no canto dos lábios e outra vez eu estava dentro de seu carro, ele liga o som e vai cantando as musicas conforme elas passam, fico rindo de suas performances e no fundo sinto-me como os adolescentes dos anos oitenta que namoravam no carro. Jay para a beira da avenida e desliga o rádio, o carro não passa na pequena viela então depois de muito insistir eu aceito que ele suba comigo até a frente do prédio.

- Não tem medo de ser pego? – Pergunto enquanto caminhamos lado a lado numa proximidade, diria eu, perigosa.

- Acho que aqui não tem problema. – Ele encolhe os ombros.

- Claro. – Solto um riso soprado. – Quando é que os paparazzi imaginariam que uma celebridade andaria em uma viela no subúrbio de Hongdae? – Ironizo e ele gargalha. – É aqui. – Paro em frente à pequena porta.

- Parece legal. – Jay sorri ao observar a faixada do local.

- Era um prédio comercial, os apartamentos são até que espaçosos e não existe divisória entre os cômodos. Tem umas vidraças maneiras e é hiper barato.

- Só vejo vantagens!

- sério? – Viro os olhos. Acabo rindo da careta que ele faz e em um impulso idiota o abraço. Jay rapidamente rodeia os braços ao meu redor e me abraça mais apertado.

-Você cheira a café e creme talvez. – Ele sorri e sua respiração faz cocegas em meu pescoço.

-Trabalho em um café das oito as quatro. – Sorrio e me afasto dele. – E o creme não é chantilly. – Brinco e ele gargalha.

- Posso convida-la para outra coisa? – Pergunta. O vento bagunça meu cabelo e em uma atitude natural, Jay arruma-os no lugar.

- Jaebum... – Suspiro. – Não acho que possa dar certo, você é meu chefe. – Concluo e ele solta um riso soprado. – Vai parecer muito ridículo o que vou dizer agora, mas o problema definitivamente sou eu.

Ele não diz nada, apenas continua me encarando. Não consigo decifrar o semblante dele, parece sério, mas ao mesmo tempo é como se não sentisse nada. Estico-me para frente e empurro o braço dele devagar e ele sorri. Seguro-me em seu braço e sinto os músculos abaixo da blusa, tão definidos e confesso irresistíveis. Fico na ponta dos pés e deixo um rápido beijo no rosto dele.

- Me desculpe e obrigado. – Dou as costas a Jay, minhas mãos tremem quando pego minha chave para abrir a porta do antigo prédio e logo estou subindo as escadas como um furacão.

- Como foi? – Jo pergunta assim que coloco meus pés dentro de casa.

- O que faz aqui? – Pergunto com a voz embargada. – Foi péssimo! – Me jogo no sofá.

- O que ele te fez? – Jo pergunta assustado. Ele senta-se ao meu lado e coloco minha cabeça sobre as pernas dele.

- Ele não fez nada. – Murmuro. – Não posso lidar com isso Jo...

- Rani...

- Se eu ficasse só mais um segundo perto dele, eu certamente iria me apaixonar.

- Então não foi ruim. – Jo contesta enquanto alisa meus cabelos. – Pare de fugir das coisas assim!

- Jo. Pode ser que eu morra daqui a cinco minutos. Porque raios eu iria me envolver com alguem que só vai se machucar? Já basta você...

- Eu odeio quando diz essas coisas. – Ele diz triste. – O que foi que aconteceu com o “vou viver o melhor da vida hoje”?

- Viver o melhor da vida não quer dizer me envolver com uma pessoa que pode sofrer com a minha morte.

- Você não pode evitar isso! – Ele aumenta o tom de voz e me levanto de seu colo.

- Foda-se! Foi só a droga de um jantar. Nem eu nem você vamos criar expectativas.

- Foi tão ruim? – Faz uma careta.

- Eu pensei em beija-lo. – Afundo minhas mãos no cabelo. – Cada vez que ele sorria as coisas aqui dentro se reviravam. – Aponto para meu corpo. – Quase implorei para que ele não parasse de sorrir nunca.

- Já pensou que isso pode ter uma razão? – Johee pergunta e vejo seus olhos cheios d’agua.

- Não quero machucar ninguém Jo. Eu fiz minha escolha uma hora ou outra as consequências vão vir. Só não quero machucar mais ninguém. – Deixo um beijo sobre os cabelos loiros dele e vou tomar um banho.

Johee acabou dormindo aqui em casa já que o alojamento da faculdade não permite a entrada depois do horário. Durante a noite tive uma crise, acordei chorando porque não sentia minhas mãos e não conseguia respirar, Jo se levantou as pressas porque, provavelmente, assim como eu pensou que estivesse morrendo. Ele me abraçou e ficou chorando enquanto dizia sem parar “inspira” e “expira”.

Durante a manhã não tive coragem de acorda-lo, é tão injusto fazê-lo sofrer pelos meus problemas, não queria que Johee se envolvesse nisso é cruel, mas eu daria qualquer coisa para que ele simplesmente me esquecesse. Preparo um café rápido e antes de sair desenho com caneta permanente uma carinha feliz em uma banana e deixo um bilhetinho, “Te amo Baby”.

Desço do ônibus e caminho devagar até a Dudart, como sempre a porta já está aberta, mas a placa escrito “Closed” ainda esta lá. Empurro a porta com uma força desnecessária e quando vou cumprimentar Jehan ele não está lá.

Hoje para minha surpresa quem está atrás do balcão é Jaebum.

Sua lógica

me percebe como seu maior erro,

mas seu coração

fala de maneira diferente, porque

anseia o

romance

aromatizadocom café.


Notas Finais


Eu corrigi os erros desculpem se passou algo.
Muitas pessoas pensando em um none de drag... Não vou negar, ADORO.
Amigos Gays são a oitava maravilha do mundo.

O que estão achando???
Muitos beijos para vocês!


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