História To you. - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jay Park
Personagens Jay Park, Personagens Originais
Tags Aomg, Gray, Jay Park, Loco, Simon Dominic
Visualizações 48
Palavras 2.465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oinhe

Queria dizer que: Te amo vocês! E que pessoas como o JoHee me add ai!

Ahhh eu gosto de explicar as coisas então vamos lá.
Não quero que seja uma relação de fanfic onde você conhece a pessoa em um dia e no outro já estão cheios de intimidade. As coisas comigo são como na "vida real" (AQUELAS JXJDDNJDNDKD)

EU PASSO MUITA RAIVA PQ ESSE APP OU MEU CELULAR DEIXAM TUDO DESCONFIGURADO! GRRRR

Capítulo 4 - Impulsiva


   Desejo bom dia a ele e faço o possível para não ficarmos no mesmo ambiente por muito tempo. Estou o evitando e é extremamente óbvio. Jay permaneceu no café até Jehan chegar e silenciosamente foi embora. Nos dias seguintes inventei inúmeras desculpas para não ficar até mais tarde no trabalho outra vez, não quero vê-lo.

Foi apenas um encontro casual.

É claro que foi.

E mesmo que a possibilidade de encontra-lo novamente seja muito atrativa, prefiro manter meus pés no chão e evitar qualquer coisa nova em minha vida, me tornar próxima das pessoas não é mais uma opção.

Não vou ao trabalho hoje, avisei Jehan na tarde anterior que iria ao médico, dei uma desculpa convincente o suficiente e logo fui liberada. Enquanto o ônibus roda silenciosamente pela rua, fico observando a paisagem pela janela, buscando algo interessante para ser pintado. Uso a câmera e fotografo rapidamente qualquer coisa que parece interessante aos meus olhos e depois de longos minutos estou finalmente no hospital.

- Você precisa vir ao consultório com mais frequência Rani. - O médico diz enquanto segura meu rosto e observa meus olhos.

- Vou tentar. - Murmuro.

- Como está a medicação?

- Tenho um frasco ainda, não estou tomando todos os dias para economizar. - Falo sem graça.

- É necessário tomar todos os dias. - Me repreende. - Fique aqui, volto em um instante.

Meu médico sai da sala, fico observando o ambiente qual conheço muito bem, tanto branco deixa minha visão embaçada. Permaneço sentada na cama balançando meus pés e logo o doutor retorna.

- Aqui. - Balança três frascos de remédio. - Vai durar por longos meses. - Me encara mantendo o olhar repreensivo. - Tome todos os dias. Vou lhe receitar outros remédios para esses sintomas que vem sentindo e uma receita extra, caso os comprimidos acabem e você não venha ao médico. - Ironiza.

Ao fim saio do hospital com mais um monte de receitas médicas, vou até a farmácia comprar a medição, eu odeio ter que me entupir com essas coisas, mas odeio ainda mais sentir todos esses efeitos colaterais. Durante o caminho mando uma mensagem para JoHee e combinamos de almoçar juntos, aproveito para ir caminhando um pouco. Outra vez fotógrafo algumas coisas e situações que atravéz da lente parecem muito bonitas. Enconto Jo no pequeno restaurante e lhe conto sobre a conversar com o médico.

- Zero avanços? - JoHee pergunta enquanto revira a comida em seu prato.

- Nada. - Dou de ombros. - Mas consegui os remédios de graça outra vez. - Sorrio e ele pisca para mim. - Gastei a grana extra com outros remédios, masss...

- Aish... Sério Rani. Porque não faz a droga desse tratamento? - Jo deixa seus hashis sobre a mesa e me encara.

- Se uma mala com um milhão de dólares caisse bem aqui. Eu faria. - Debocho.

- Já disse a você...

- Não! - O interrompo rapidamente. - Eu seria uma cretina em aceitar.

- Cala a boca! - Me repreende. - Eu poderia morar com você, as despesas seriam menores, com dinheiro que ganho nos shows pagaria as coisas da faculdade. Assim você conseguiria juntar a grana mais rapido e tentar o tratamento.

- Aham, e seu conto de fadas termina quando? - Viro os olhos. - Termina com eu definitivamente no fundo do poço porque é um tratamento experimental e você voltando para Daegu sendo discriminado por ser a Bicha do distrito.

- Porque você é tão egoísta? - Se debruça sobre a mesa me encarando.

- Johee essa merda não tem cura! Eu vivo dopada com a droga desses remédios, estou tendo um zilhão de efeitos colaterais. - Bufo, esse assunto é extremamente irritante.

- O fato é que você é uma vagabunda egoísta. - Da de dedo e eu simplesmente continuo a beber meu suco. Essa conversa eu já decorei a tempos. - Você acha que pode deitar e esperar a morte? - Continua. - Mas não é bem assim querida! Eu sou a porra de uma pessoa que se importa com você e estou disposto a lutar do seu lado nem que seja para prolongar um segundo a merda da sua vida! - Desdenha.

- Fale baixo por favor. - Suspiro. - Eu estou tomando os remédios mesmo não tendo garantia alguma de melhora, não estou? Jo, eu fiz minha escolha, você não precisa aceita-la. - Estendo minha mão para ele, JoHee demora para aceitar, mas no fim se rende e segura minha mão. - Eu estou mais do que feliz em tê-lo ao meu lado, mas você não deve interferir na minha escolha.

- Eu te odeio por isso... - Ele mantém a expressão impassível e acabo sorrindo.

- Eu te amo. - Lanço um beijinho para ele.

- Você é uma maldita egoísta. - Vira os olhos e se levanta da mesa.

Não é fácil lidar com isso. De fato JoHee faz o possível para me ajudar, mas não quero que ele deixe de viver por minha causa e também não quero que as pessoas achem que vivo em função dessa doença. É exatamente por isso que o lema "Viver o melhor hoje" faz parte do meu dia a dia, porque não quero deixar de fazer algo, não quero ser a coitada, não quero morrer como a heroína que lutou bravamente contra a doença mas que no fim, como já era óbvio, morreu. Não preciso que Jo entenda minha escolha, muito menos que a aceite, sei que vamos ter essa conversa mais um milhão de vezes, mas o fato é que só de saber que JoHee vai estar aqui sempre, eu teria essa conversa a todo instante apenas para me certificar de que nada mudou.

O último dia da semana passa como um furacão, no sábado pela manhã cumpro meu expediente no café, quando estou retornando para casa, como de praxe, perco longas horas na praça, sentada abaixo das árvore desenhando algumas coisas. Quanto chego em casa tomo um bom banho, dedico um tempo a Bilbo e outra vez estou de frente para a enorme vidraça pintando.

Ouço o barulho da porta e me amaldiçoo por permitir que JoHee fizesse uma cópia da chave.

- Vamos a Gangnam! - Ele diz animado quando finalmente abre a porta.

- Não vamos não! - Retruco e me afasto do cavalete observando minha pintura.

- Vamos sim! - Ele corre até o espelho e verifica seu cabelo impecável. - Um amigo do curso de musicas recebeu o convite para a festa de um produtor coreano super famoso e me chamou para ir junto. - Jo me encara.

- Amigo... Sei. - Debocho. - Ele convidou você e não eu.

- Pois é queridinha, mas eu disse a ele que só iria se você fosse junto. - Johee se aproxima e tira o pincel de minha mão.

- Então você não vai. - Dou a língua.

- Ah mas eu vou sim! E você vai comigo.

- Jooo...

- Nem vem! - Vira os olhos. - Você tem duas opções: Vai comigo e se diverte muito ou fica aqui e vai me escutar jogar na sua cara o resto da vida que perdi uma puta festa. - Ele fecha os olhos e suspira de forma dramática.

- Certo. - Aceito. Deus me livre ouvi-lo reclamar um segundo se quer.

- Você tem quinze minutos. Tire essa camisa horrível por favor. - Faz um ruido. - Fique com essas belas pernas de fora, obrigada. - Jo diz enquanto caminho até o quarto.

Não foi difícil escolher uma roupa e no fim me animei com a ideia de ir a Gangnam. JoHee foi o caminho todo tagarelando sobre o tal Kim do curso de música, eu o metralhei de perguntas e descobri que sim, Jo estava afim dele. Encontramos o garoto bem na entrada do clube, passamos direto pela fila e logo já era possível ouvir a música eclodindo por todos os lados, entramos e Jo foi até o bar, durante o caminho ele se virou e balançou o celular para mim.

Regra número um: Se rolar, tem que ligar.

JoHee estabeleceu essa regra apenas para poder me dizer que: Iria transar com alguém em algum lugar, que eu não deveria esperar por ele e que "Garota eu to muito louco".

Balacei meu celular para ele e lancei um beijinho.

Fiquei na pista de dança me remexendo ao som de uma música desconhecida, depois de alguns minutos quis me bater por ter escolhido um sapato tão alto. Vou até o bar e peço por uma garrafa d'água, fico de bobeira alguns minutos até avistar alguem conhecido.

- Loco?! - Praticamente grito ao constatar que era o próprio.

- Rani Rainbow! - Ele grita de volta e sorrio.

- Apenas Rani! O que faz aqui? - Me aproximo dele.

- Festa de um amigo... E você?

- Arrastada por um amigo. - Brinco e ele sorri fofo.

- Vem comigo. - Pede. - Os meninos estão lá em cima. - Segura minha mão e sai me guiando entre as pessoas.

- Os meninos? - Questiono.

- Sim! Simon, Gray, Elo, Jaebum...

- Jaebum? - Pergunto e paro de andar instantaneamente.

- O hyung está lá sim, vem... - Continua me "puxando".

Nenhuma palavra descreve o que senti quando o vi. Ele estava incrivelmente bonito. Como Loco tinha dito os meninos estavam ali, todos aqueles que foram ao café e outros varios. Sem contar a grande quantidade de mulheres, obviamente. Loco se afastou e fiquei plantada no mesmo lugar, não soube exatamente o que fazer, um dos caras, desconhecido para mim, se aproxima e me estende um copo com bebida, recurso cerca de três vezes até começar a perder a paciência. Ele já estava para lá de bêbado e a essa altura eu não me importaria em ter que chuta-lo entre as pernas.

- Ela não toma bebidas alcoólicas. - Escuto a voz dele e viro-me rapidamente. - Deixe isso comigo cara. - Ele pega o copo que antes me foi oferecido e toma um pouco do liquido.

- Obrigado. - Encolho os ombros.

- Não precisa agradecer. - Me encara. Diferente dos outros dias hoje ele parece um tanto sério. - O que faz aqui?

- JoHee me trouxe. - Dou de ombros.

- JoHee? - Pergunta como se tentasse se lembrar.

- Acho que não conhece. - Sorrio de canto. - Encontrei Loco lá em baixo e ele me arrastou ate aqui. - Digo e ele finalmente da um sorrisinho.

- Não a vi no café...

- Estou em semana de provas. - Minto.

- Entendo. - Ele dá de ombros. - Quer sentar? - Aponta para um dos sofás.

- Ah não, já estou indo.

- Tem certeza? - Faz uma careta.

- Tenho sim... Foi bom vê-lo Jaebum.

- Foi muito bom vê-la Rani. - Jay sorri sem mostrar os dentes.

Vou me afastando devagar, escondo minhas mãos nervosas atrás do corpo e vou me misturando entre as pessoas. Não sei exatamente o porque, mas minha vontade de diversão acaba aqui. JoHee não me atendeu, então enviei um SMS avisando que iria embora e logo estou na calçada em frente ao clube, vou caminhando devagar em busca de um táxi mas sou impedida de continuar quando ele surge outra vez.

- Onde está indo? - Jay pergunta em meio a uma respiração ofegante.

- Vou pegar um táxi. - Respondo simples. - E você?

- Vim ver se precisar de algo.

- Não. - Giro sob meu salto e paro de frente para ele. - Não preciso de nada. - Dou um meio sorriso.

- Posso ir com você até o ponto.

- Pode ir onde quiser.

- Uh, arisca. - Ele brinca e sorri de canto de uma forma charmosa.

Foi difícil não rir da brincadeira. Não queria que ele me acompanhasse, na verdade eu nem se quer queria encontra-lo. Odeio esses acasos. Vou caminhando tentando de alguma forma fazê-lo desistir, mas Jay é mais insistente do que imaginei.

Caminhamos lado a lado, sabe-se lá por quanto tempo e sabe-se lá o porque.

Jay não disse uma unica palavra e também não fiz questão de dizer muito, sento-me em um banco a espera do táxi, ele senta-se ao meu lado e outra vez ficamos em silêncio.

- Você é diferente. - Fala. As mãos dele fazem desenhos invisíveis sob o jeans, parece tão inquieto quanto eu.

- Não tente me entender. - Encolho os ombros. - Mas porque acha isso?

- Eu raramente sou rejeitado. - Diz e acabo gargalhando.

- E está me achando a diferentona apenas porque eu te rejeitei? - Questiono.

- Tcs. Claro que não... - Jay suspira. - Só tem algo em você que me deixa curioso.

- E o que é? - Pergunto encarando o nada.

- Ainda não sei. - Ele bate levemente na própria perna. - Mas estou disposto a descobrir.

- Ah é? - Sorrio. - Deixo avisado que não gosto que me baguncem.

- Acha que posso bagunça-la?

- Talvez. - O encaro rapidamente. Ele busca meus olhos e desvio.

Outra vez silêncio. Inúmeras coisas passam em minha cabeça.

- Porque me chamou para sair aquele dia? - Me arrumo sobre o banco, ficando de frente para ele.

- Bom, eu sempre sou atendido por você no café. Te acho bonita e fiquei interessado. - Diz simples.

- Faz sentido.

- E porque aceitou? - Questiona.

- Em partes porque meu amigo me convenceu e eu resolvi ver no que daria.

- Você parece meio impulsiva. - Sorri.

- As vezes sim, as vezes não. Depende muito da situação. - Dou de ombros.

- Que tipo de situação? - Jaebum pergunta mantendo um sorriso discreto nos lábios, seus olhos estão fixos em mim, ele apoia os cotovelos sobre o joelho deixando seu rosto próximo ao meu.

Não pensei muito, apenas resolvi dar a ele um bom exemplo de atitude impulsiva.

Me curvo na direção dele, nossos lábios se tocam e as coisas acontecem muito rápido. Seguro a nuca dele, Jaebum afunda as mãos em meu cabelo aprofundando o beijo. Sugo os lábios fartos, sinto o gosto dele, as coisas dentro de mim parecem se expandir como se meus sentidos estivessem funcionando a todo vapor. Jay me aperta mais contra si, me agarro em sua camisa, ele me suga, me explora e está começando a me bagunçar. Paro o beijo. O encaro ofegante, ele sorri satisfeito e seu sorriso se espelha em meu rosto.

- Situações como essa, pedem atitudes impulsivas. - Sussurro.


"Eu sou a garota 

que te beijou 

no alto das escadas 

no ninho que construímos 

em segredo, em privado 

nas estradas secundárias à meia 

- noite no meu sofá em tranças 

com fome e felicidade."


Notas Finais


Por favooooor me digam o que estão achando????
Apartir de agora tudo pega fogo
Xablau
Desculpem já são quatro da manhã!
Queria dizer que cada vez que vocês me elogiam eu me sinto uma espécie de Paulo Coelho... VOCÊS ESTÃO CRIANDO UM MONSTRO!

Mas por favor não me deixem de dar suas opiniões/críticas CONSTRUTIVAS.

PS: Regras de balada são maravigold mas meus migos são fdp.

Amo vocês!

*DESCULPEM OS ERROS E NÃO DESISTAM DE MIM!


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