História TOC Tátil - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Romance, Shoujo
Visualizações 10
Palavras 800
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Repostagem.

Capítulo 1 - Toque...


Meu amor, iremos ficar juntos para sempre. Certo? — A amada perguntou, expressando felicidade ao ver o sorriso do amado, virada de costas para ele, em seu colo, e com a cabeça flexionada para vislumbrar sua expressão. O jovem amado não havia expressado aquele sorriso, mas o seu coração sim. Foi espontâneo, como os toques que ele dara pelo corpo da moça.

— Sim, para sempre. — Ele levara as mãos, apoiadas na perna da garota, para a sua nuca.

 

Toque...

 

— Você gosta de ser tocada aqui? — O amante perguntara enquanto acariciava a nuca da moça, que deleitava-se com as mãos dele.

— Sim, meu anjo. — Ela posicionou-se deitada sobre ele, com as costas no peitoral do rapaz e a cabeça deitada no ombro do mesmo, fazendo-o parar os toques na nuca.

 

Toque...

 

— E aqui? — Ele retornou suas mãos à cintura da garota, gentilmente delineando-a.

— Sim, meu amor. — Ela beijou a bochecha direita do garoto, enquanto usava da mão esquerda para segurar a outra bochecha dele, espalmando seu rosto.

 

Toque...

 

— Aqui também? — Ele, curioso, dedilhava os quadris da jovem, sentindo a temperatura elevada da pele da moça, aconchegante e macia.

— Sim. Gosto que me toque por inteira. — A amada provocara o amado, olhando maliciosamente para ele.

 

Toque...

 

O jovem se puzera os lábios perto da orelha da moça, gentilmente abocanhando seu lóbulo e mordiscando provocantemente. Logo, ao sentir o estremecer na derme dela, ele recua.

— Aí também? — Ele novamente questiona, retribuindo o sorriso dela, seus olhares se entrelaçavam como os floretes num duelo de esgrima.

— Sim, meu doce. Toque-me onde quiser. Quando quiser. — As palavras proferidas animaram o amado, o doce som da voz da garota era atentamente captado por ele, gamado em todos os pontos que ela havia, até mesmo os negativos, que, de alguma misteriosa forma, transformava em pontos positivos.

 

Toque...

 

Os labios de ambos começaram a se aproximar, estavam um pouco secos, necessitando de tocarem-se para se banhar, se molhar. E assim o fizeram, selaram um carinhoso, romântico e agradável beijo, com calma e sem pressa para intensificar os atos.

Eles tiveram a mesma ideia, pediram passagem juntos, como se ambos pensassem igual. Bom, dizem que gênios pensam igual.

Eles começaram a entrelaçar as línguas, de forma apaixonada, romântica e prazerosa. Deleitavam-se do momento, e, ofegantes, se separaram-se indesejavelmente.

— E... aí...? — O amado proferia uma pergunta, repetida inúmeras vezes, embaralhada com a respiração descompassada de ambos.

— T-também... Amor. — Ela estava no mesmo estado que ele, ofegante, desacreditando da sensação que tomara conta do seu corpo. A amada lançara um olhar significativo para o jovem, que captara muito bem.

O garoto levou a mão direita para uma área mais profunda, passando por entre os seios, o umbigo, adentrando a área da virilha e parando na intimidade da moça, ambos estavam com olhares decididos, sorrisos esplêndidos, e uma face parcialmente ruborizada.

— Gosta que eu te toque aqui? — Ele perguntara receoso, com parcial medo da resposta dela, mas ele sabia que, no fundo, era uma total certeza de uma resposta positiva.

— Não sei ainda... Mas, sim. — A moça deixara o maior sinal de aprovação que ela podia dar naquele momento, puxara seu amado para deitarem no sofá, não tão confortável quanto uma cama, mas útil para saciar a vontade dos dois apressados. Ela ficara por cima dele, vislumbrando a face avermelhada dele.

 

[...]Toque...

 

Ele vislumbrava sua amada, ela vestia-se com um longo vestido, branco, entendendo a mão para o amado. Ele, ajoelhado, tocara a moça com algo especial. Ambos marejavam os olhos, com as emoções à flor da pele.

— Gosta que eu toque aqui? — Ele perguntara emocionado, em tamanho abalo quanto a moça, com a mão direita em seu peito, "segurando o seu coração".

— Sim, meu marido. — Ela então derrama uma lágrima logo após o ato do seu amado, era a felicidade de receber uma aliança em sua mão.

 

[...]Toque...

 

Tanto tempo se passara, os toques se repetiam mas sempre causavam o mesmo impacto. O romance era recíproco, era algo irrevogável, algo que não esvaía. Tanto que, um toque especial, despertou a maior paixão que existia dentro dos dois.

— Gosta que eu toque aqui? — O amado perguntara, tocando a barriga da amada. Era algo incomum, ele não fazia isso muitas vezes, e, nessa, ele tocou de forma diferente. Ele apenas encostou sua mão, gentilmente, nela.

— Sim, meu marido. — Ela respondera sorrindo.

— Quando eu te encosto, você se sente feliz. Mas, dessa vez, eu não fiz só isso. — O marido afirmara confundindo um pouco sua esposa.

— Então, o que fez? — Ela pergunta afagando os cabelos do amado.

— Eu me senti diferente. Eu toquei você, te alegrando, mas toquei não apenas em você... — A moça arregalara os olhos. —... Eu toquei em duas pessoas. — Ambos marejavam os olhos, imensamente felizes, derramando suas lágrimas completamente formadas pela alegria dos dois.

Formadas pelo instável romance que eles tinham.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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