História Toda forma de amor - Capítulo 69


Escrita por: ~

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Categorias Alexandre Nero
Tags Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Exibições 146
Palavras 1.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 69 - Sexo, foda, transa, trepa



               Tudo se cura, não é mesmo? Mas o amor cura deixando uma cicatriz boa ali. E naquele dia, naquele noite, era isso que estava acontecendo com Giovanna. 
             

 Ela estava se curando, se curando unindo a sua alma com a de Alexandre. Mas o mesmo prometeu isso, prometeu e declarou o seu amor eterno. 

           Flashback On

      "Eu quero me casar com você, porque eu quero te foder todos os dias da minha vida. Essa é a melhor declaração de amor que eu posso te oferecer, porque não há mais nada amoroso que dizer a quem se ama: "eu quero te foder". Eu não quero saber de convencional. Me perdoem os ultra-românticos, mas para mim essa é a coisa mais linda para se dizer a quem você ama. Amor para mim é essa vontade que eu tenho de te foder pela a casa inteira. Eu sei, eu poderia dizer que te amo, mas se eu dissesse isso você não saberia o quanto eu quero te foder. Porra, se eu te chamo de vadia, vagabunda, cachorra, puta... Eu tô dizendo que te amo, tô dizendo que te foderia a vida toda sem perder o puta tesão que eu sinto por você. Eu quero te foder, quero entrar fundo no seu corpo, porque além de ser a forma mais sincera que eu achei para demonstrar o meu amor, essa também é a maneira mais profunda de encostar a minha alma na sua. Casa comigo? Fode comigo pelo o resto de sua vida?" 

               Flashback OF


            Foder, amar, transar, fazer sexo, trepar... Muitas palavras, mas que naquela ocasião ali tinha sentidos iguais. Eles não deixavam de se foderem, mas também não deixavam de se amarem. Poderia sim ocorrer uma pegava mais firme ou talvez uma pegava carinhosa, leve. Mas sempre um ali, em frente ao outro: transmitindo cada amor, cada tesão, simplesmente com olhares e toques.
   
                 Ela precisa sim de uma noite carinhosa, amorosa... Mas precisava também de ter o seu melhor orgasmo de todos. Precisa se sentir nas nuvens e Alexandre era o único capaz de fazer isso. 

               Eles já estavam completamente despidos no chão da sala, fazendo que o cheiro de sexo tomasse conta do lugar. Era um cheio bom, cheiro do sexo dos dois, do tesão dos dois. 
    
                     — Senti tanta falta do seu cheiro. - Disse Alexandre exalando o cheiro do pescoço de Giovanna, que estava completamente suado e com alguns fios de cabelos grudados ali. — Do seu toque em mim. — Deposita uma mordida em seu queixo, fazendo a mesma arranhar as suas costas mais ainda, enquanto o seu mastro não parava de roçar cada vez mais nas coxas de Giovanna. — Meu corpo precisa tanto do seu, que você não faz ideia, Giovanna. 
     

 Ele a beijou delicadamente nos lábios. Ela simplesmente não conseguia dizer nada, apenas sentia aquele toque que sentiu falta. Alexandre foi descendo os beijos delicadamente até os seios. A encarou por um segundo antes de abocanhar um dos seus seios, sentindo a mesma soltar a respiração de vez. 

              Alexandre começou com uma chupada carinhosa, se divertindo em ver o quanto o seu bico estava rígido. Fez isso várias vezes, deixando o bico de Giovanna brilhando com a sua baba e completamente vermelho com as mordidas. 

                 — Senti falta de tê-los em minha boca. – Fez movimentos circulares com a língua em seu seio direito e depois o engoliu por inteiro. — De toca-los e sentir você gemendo assim. — Giovanna morde os lábios contendo um gemido e Alexandre negou com a cabeça, subindo novamente o seu corpo para encará-la. 

                     — Não... Eu não quero você mordendo esses lábios para não gemer. Eu quero que você grite, Giovanna. Grite! Deixe transbordar aquilo que você está sentindo. Geme, geme bem gostoso para mim. - Giovanna não pensa duas vezes e faz o que ele pediu, soltando um gemido leve e manhoso. — Isso... Isso, Giovanna. Eu quero sentir e ouvir o quanto você me pertence. 
 
                 Era delicioso ouvir os gemidos de Giovanna, ele conseguia sentir mais tesão ainda sabendo os efeitos que causava na mesma. 
               

 De repente Alexandre se levantou em busca de uma almofada e a colocou embaixo das costas de Giovanna, deixando assim o seu quadril um pouco levantado. Ali Alexandre pode ter a visão perfeita do sexo cedendo e encharcado de Giovanna, pois ela estava molhada e não era pouco... Mas ele queria mais, queria provoca-lá..

                  — Me diz o que você quer...-Sussurrou em seu ouvido.
                   — Me beija! - Alexandre havia entendido, mas a beijou nos lábios. — Não, não na boca. 

                     — Ah é? Aqui que você quer? - Desceu com uma lentidão torturante a sua mão até a intimidade da mesma e ali roçou o seu dedo de baixo para cima, a melando mais ainda com o seu lubrificante natural.

                       — Aham...-sussurrou. — Me chupa... Eu quero me derramar em sua boca.

                   Alexandre desceu o rosto novamente depositando alguns beijos até chegar ao sexo de Giovanna, depositando um leve beijo ali também. 

                    — Você é linda. - A elogiou colocando as pernas da mesma em seu ombro. 

                     —Alexandre... - Suplicou com uma voz rouca para ser chupada. 

                      — Eu nem toquei em você completamente ainda e você já está tremendo? - Riu sacana e a viu reclamar com o olhar. — Olha como você está. - Pegou a mão da mesma e deslizou até o seu próprio sexo, melando os seus dedos enquanto os guiavam pela as paredes de sua intimidade. Giovanna retirou as próprias mãos e como provocação levou até a boca para chupa-los. — Safada.. - Ela faz a menção de voltar a mão até a sua intimidade, mas Alexandre a impede. - Agora é tudo meu, mocinha. 

               Assim ele fez. Levou as suas mãos até os seios de Giovanna e a engoliu com a boca sentindo o gosto que ele tanto sentiu falta. Ela tinha um gosto maravilhoso, viciante e isso fazia que ele se empenhasse mais e mais, ou melhor, ouvir e ver as caras e bocas de Giovanna era a melhor coisa do mundo para ele. Era incrível vê-la se contorcer de tanto prazer que estava sentindo. 

                   Ela estava cada vez mais encharcada, misturando o seu sabor com o sabor da baba de Alexandre. Ele chupava, mordia, bailava com a língua.

                    Mas ele queria mais, ele queria muito mais. Então puxou Giovanna um pouco para cima fazendo com que ela apoiasse as costas no sofá e as suas coxas praticamente em seus seios, única coisa que impedia esse contato era as mãos de Alexandre que continuavam ali apertando-os.

                   — Nero....... - gemeu, ou melhor, praticamente gritou e se contorceu mais indo. Ela estava simplesmente no céu, sentido o melhor prazer do mundo e a mesma pensava "desgraçado, como ele é capaz de fazer isso com a língua?". E assim ela se derramou na boca de Alexandre, deixando o mesmo sentir o gosto do seu desejo, desejo aquele que estava acumulado.
                    — Deliciosa e maravilhosa como sempre. - Disse ele ainda aconchegado e brincando com a pontinha da língua no clítoris inchado de Giovanna e ele apenas sorriu, pois ainda estava em êxtase. — Queria que você pudesse transar um dia com você mesma, Giovanna... Só assim para você saber o quanto você é gostosa. — Se ajoelhou, pegou o seu pênis e passou pelo a barriga e seios dela. 
   
                       — Assim você iria descobrir a vontade que me consome de te foder sempre. - Tirou a pelinha da cabeça do seu pênis, deixando a sua glande rosada se esfregando nos seios de Giovanna. 

                        — E agora? Em qual parte do corpo você quer me foder? - perguntou sensualmente o encarando com um olhar inocente. 

                          — Sua boca! Eu quer fuder sua boca.
                      


                    


Notas Finais


Até algum dia, beijo


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