História Toda Sua - AyA - Capítulo 51


Escrita por: ~

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Categorias Rebelde (RBD), Série Crossfire (Livros)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni
Tags Alfonso Herrera, Anahi, Hot, Romance
Exibições 11
Palavras 874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 51 - O Anél



Aquela determinação que eu havia detectado pouco tempo antes, a impressão de que ele 
tinha um objetivo em mente, de um momento para o outro fez todo o sentido para mim, ele 
não estava mais impondo limites a seu desejo.
Naquele momento sua enorme força interior estava apontada para mim como uma explosão 
de calor.
Alfonso: Já falei. - A voz dele estava rouca. - Quero você do jeito que for.
Anahí: Que seja. Não pense que não sei que você está comandando tudo mesmo por baixo.
Ele abriu um sorriso convencido.
Deslizando para baixo, provoquei seu mamilo com a ponta da língua. Cobri seu corpo com o 
meu, assim como ele havia feito comigo antes, esticando-me sobre seus quadris e suas 
pernas, agarrando sua bunda durinha para mantê-lo bem apertado contra mim. Seu pau 
estava duro como pedra junto à minha barriga, o que só me deixou ainda mais sedenta por 
ele.
Alfonso: Você vai me castigar me dando prazer? - ele perguntou baixinho. - Porque você é 
capaz de fazer isso. Você tem o poder de me deixar de joelhos, Anahí.
Afundei a cabeça em seu peito e soltei o ar dos pulmões em uma bufada. 
Anahí: Quem me dera.
Alfonso: Por favor, não fique tão preocupada. Vamos superar isso, assim como todo o resto.
Anahí: Você diz as coisas com tanta certeza. - Estreitei os olhos ao encará-lo. 
Alfonso: Só está querendo provar seu ponto de vista.
Anahí: E você, o seu. - Alfonso passou a língua pelos lábios, e eu senti um pedido silencioso 
de atenção bem no meio das minhas pernas.
Seus olhos irradiavam um brilho radiante de emoção. O que quer que fosse que estivesse 
acontecendo com nosso relacionamento, não havia dúvidas de que estávamos 
apaixonadíssimos um pelo outro.
E eu estava prestes a oferecer uma demonstração carnal desse fato.
O pescoço dele se curvou quando minha boca começou a se mover por seu tronco. 
Alfonso: Oh, Anahí.
Anahí: Prepare-se pra perder a cabeça, senhor Herrera.
E foi isso que aconteceu. Fiz de tudo para que assim fosse.
 Sentindo-me toda orgulhosa do meu desempenho na cama e da minha energia feminina, 
sentei-me à mesa com Alfonso e o lembrei de como estava pouco tempo antes, ofegante e 
encharcado de suor, dizendo palavrões enquanto eu saboreava sem pressa seu corpo lascivo.
Ele comeu um pedaço do filé, que ainda estava quente por ter sido mantido em uma gaveta 
aquecida, e disse calmamente: 
Alfonso: Você é insaciável.
Anahí: Dã. Você é lindo, gostoso e muito bem dotado.
Alfonso: Fico feliz com sua aprovação. Também sou podre de rico.
Fiz um gesto desdenhoso com a mão, que englobava seu apartamento, que sozinho devia 
valer uns cinquenta milhões de dólares. 
Anahí: Quem se importa com isso?
Alfonso: Ora, eu, por exemplo. - Ele sorriu.
Espetei com o garfo minha batata frita. A comida do Peter Luger era quase tão boa quanto 
sexo. Quase. 
Anahí: Seu dinheiro só me interessa se você puder parar de trabalhar e virar meu escravo 
sexual.
Alfonso: Em termos financeiros, isso é possível, sim. Mas você se cansaria de mim e me daria 
um pé na bunda. E depois disso eu faria o quê? - Ele parecia estar se divertindo com a 
conversa. - Acho que você provou seu ponto de vista, não é?
Terminei de mastigar e depois falei: 
Anahí: Quer que eu prove de novo?.
Alfonso:  O fato de você ainda estar com tesão só comprova o meu ponto de vista.
Anahí: Humm. -Dei um gole no vinho. - Resolveu fazer suposições agora?
Ele me fuzilou com o olhar e comeu mais um pedaço da carne mais macia que eu já tinha 
experimentado.
Incomodada e inquieta, respirei profundamente e perguntei: 
Anahí: Se não estivesse satisfeito com a nossa vida sexual, você me diria?.
Alfonso: Não seja ridícula, Anahí.
Quem mais traria esse assunto à tona depois de quatro dias de separação? 
Anahí: Tenho certeza de que não ajuda muito eu não ser do tipo com que você costuma sair. E 
nunca usamos nenhum daqueles brinquedinhos que você tem no hotel...
Alfonso: Pode parar por aí mesmo.
Anahí: Como é?
Alfonso largou os talheres. 
Alfonso : Não vou ficar aqui parado ouvindo você destruir sua autoestima.
Anahí: Ah, é? Então só você tem o direito de falar?
Alfonso Pode me provocar o quanto quiser, Anahí, não vou te comer agora.
Alfonso :Quem disse que... - Fiquei quieta quando vi que ele estava rindo. E era verdade. Eu 
ainda estava fim. Queria tê—lo em cima de mim, morrendo de tesão, assumindo a 
responsabilidade pelo meu prazer e pelo dele.
Ao sair da mesa, ele disse apenas: 
Alfonso : Espere aqui.
Alfonso voltou pouco depois, deixando uma caixinha de anel ao lado do meu prato e 
retomando seu lugar no assento. Aquilo me atingiu como uma pancada. A primeira reação foi 
de medo, e me fez gelar. A segunda foi de desejo, e fez um calor se espalhar por meu corpo.
Minhas mãos tremiam. Agarrei os dedos e percebi que meu corpo todo estava tremendo. 
Sem saber o que pensar, olhei bem para Alfonso.
Sentir seus dedos acariciando meu rosto ajudava a aliviar um pouco a ansiedade que tomou 
conta de mim, abrindo espaço para um terrível desejo.



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