História Toda Sua - AyA - Capítulo 52


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Categorias Rebelde (RBD), Série Crossfire (Livros)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni
Tags Alfonso Herrera, Anahi, Hot, Romance
Exibições 9
Palavras 694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 52 - Nosso complexo relacionamento



Alfonso: Não é esse tipo de anel. - ele sussurrou gentilmente. — Ainda não. Você ainda não 
está pronta.
Alguma coisa se despedaçou dentro de mim. Mas depois senti um grande alívio. Era mesmo 
cedo demais. Nenhum de nós estava pronto ainda. Mas, se havia alguma dúvida sobre a 
intensidade do meu amor por Alfonso, ela foi definitivamente dissipada naquele momento.
Concordei com a cabeça.
Alfonso: Abra. - ele falou.
Com toda a cautela, puxei a caixinha mais para perto e abri a tampa. 
Anahí: Oh.
Aninhado no forro de veludo preto, havia um anel como nenhum outro. Camadas de ouro 
entrelaçadas como em uma corda e unidas por pequenas cruzes cobertas de diamantes.
Anahí: Amarras, murmurei, — sustentadas pelas cruzes. A associação das cruzes ao nome 
Herrera, foi inevitável.
Alfonso: Não exatamente. Vejo a corda como uma representação de suas múltiplas camadas, 
não como uma amarra. E, sim, as cruzes são as intersecções entre mim e você. - Nossos dedos 
entrelaçados. Ele terminou seu vinho e reabasteceu nossas taças.
Eu permanecia inquieta, aturdida, tentando absorver aquilo. Tudo o que ele havia feito 
durante o período em que não nos falamos — as fotos, o anel, a visita ao dr. Pattison, a 
réplica do quarto, e a pessoa que andou me seguindo , me dizia que seus pensamentos 
estavam voltados para mim na maior parte do tempo, se não o tempo todo.
Anahí: Você devolveu minhas chaves, - sussurrei, lembrando o quanto aquilo havia me 
magoado.
Ele estendeu a mão e a pôs sobre a minha. 
Alfonso: Fiz isso por várias razões. Você saiu daqui vestindo apenas um robe, Anahí, e sem as 
chaves de casa. Não gosto nem de imaginar o que teria acontecido se Christian não estivesse 
em casa pra abrir a porta pra você assim que chegou lá.
Levei sua mão até a boca e a beijei, depois a larguei e fechei a caixinha com o anel. 
Anahí: É lindo, Alfonso. Obrigada. Significa muito pra mim.
Alfonso: Mas você não vai usar. Aquilo não foi uma pergunta.
Anahí: Depois do que falamos hoje, fica parecendo uma coleira.
Ele acabou concordando: 
Alfonso: Você não deixa de ter razão.
Eu estava com o coração na mão. Quatro noites sem conseguir dormir direito não tinham 
ajudado em nada. Era impossível para mim entender por que ele me queria tanto, apesar de 
sentir a mesma coisa a seu respeito. Havia milhares de mulheres em Nova York que poderiam 
tomar o lugar que eu ocupava em sua vida, mas só existia um Gideon Cross.
Anahí: Sinto que estou decepcionando você, Alfonso. Depois de tudo o que conversamos 
hoje... Acho que é o início do fim.
Arrastando sua cadeira para trás, ele se inclinou para mim e acariciou meu rosto. 
Alfonso: Não é.
Anahí: Quando vamos falar com o doutor Pattison?
Alfonso: Eu vou sozinho às terças. Quando você conversar com ele e topar fazer a terapia de 
casal, podemos ir juntos às quintas.
Anahí: Duas horas por semana, toda semana. Sem contar o trajeto de ida e volta. É um 
compromisso e tanto. - Também me inclinei e tirei o cabelo de seu rosto. - Obrigada.
Alfonso beijou a palma da minha mão. 
Alfonso:Não é sacrifício nenhum, Anahí.
Ele voltou ao escritório para trabalhar um pouco antes de dormir, e eu levei a caixinha com o 
anel comigo para a suíte principal. Olhei para ele mais um pouco enquanto escovava os 
dentes e os cabelos.
Havia ainda um resquício de desejo sob minha pele, um nível permanente de excitação que 
não fazia muito sentido levando em consideração o número de orgasmos que tive ao longo 
do dia. Era mais uma necessidade emocional de estabelecer uma relação com Alfonso, de 
garantir para mim mesma que estava tudo bem entre nós.
Com a caixinha nas mãos, fui até meu lado na cama de Alfonso e a deixei no criado mudo. 
Queria que ela fosse a primeira coisa que eu visse na manhã seguinte, depois de uma boa 
noite de sono.
Com um suspiro, deixei meu belíssimo robe novo no pé da cama e deitei. Depois de me virar 
inquietamente de um lado para o outro por um bom tempo, enfim adormeci.



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