História Toda Sua - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~PriscilaSM

Postado
Categorias The Originals
Tags Theoriginals The Vampire Diaries
Exibições 101
Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá meus amores, mais um capítulo o/

Então, foi decidido uma vez por semana, então aqui estamos...

Bem, vamos ao capítulo e nos vemos lá embaixo...

Capítulo 7 - Capítulo 7- Siblings.


POV Misto. (Klaus e Jesse)

Enquanto tomava banho, parecia que ainda sentia tudo aquilo de minutos antes. Os toques, os beijos, as sensações...

Suspirei levemente e saí do banho, logo me secando e enrolando a toalha por meu corpo. Caminhei até o quarto segurando-a contra meu peito, porém ele não estava lá. Terminei de me secar e vesti minha calcinha, em seguida vestindo a camisa dele e penteando meus cabelos.

Saí do quarto para procurá-lo e acabei ouvindo uma música ao longe, então a segui, parando na biblioteca.

O vi recostado na soleira da enorme janela e observei-o por um momento antes de falar.

– Tudo bem? – Questionei ainda da porta. – Está pensativo já faz algum tempo.

Saí de meu devaneio e a olhei.

Tão inocente...

Poderia um trazê-la para meus problemas e complicações?

– Sim... Somente pensando.

Meneei a cabeça.

– Quer ficar sozinho?

– Pergunta pertinente. – Murmurei, levando meu olhar para o céu estrelado daquela noite.

Franzi o cenho e fui até ele.

– Pertinente? Por quê? – Perguntei enquanto me escorava do outro lado da janela.

A olhei.

– Desculpe... Eu e meus devaneios de um vampiro velho.

Neguei com a cabeça.

– Não. Você está em dúvida e em conflito. – Suspirei levemente. – Só queria poder ajudar e saber o que se passa dentro de você.

– Se souber somente 10%, sairá correndo no momento seguinte. – Falei seriamente.

Me aproximei dele.

– Eu nunca fugiria de você, já que não tenho medo de você. – Afirmei. – O que sinto por você é forte e não deixarei isso mudar nunca.

Queria que tais palavras sempre ditas, fossem cumpridas pelo menos uma vez. A simples ideia dela partindo me atingiu como uma dor profunda...

Não queria deixá-la ir.

Peguei em sua mão.

– Olha... Eu senti que você tem receios e sinto também o quão nervoso você fica quando te toco. – Falei. – Não sei por que, mas só queria que soubesse que, quando você precisar de uma mão. – Levantei minha que estava sua e apertei levemente sua palma. – Estarei aqui para ajudá-lo.

– Ah, minha rosa... Como eu gostaria que as coisas fossem tão simples como em seu doce mundo... – Suspirei.

– Então não as complique. – Sorri de modo suave. – Você gostaria de falar sobre si mesmo? – Perguntei com delicadeza. – Adoraria conhecê-lo mais a fundo, mas não irei insistir se não quiser.

– O que eu poderia dizer? – Sacudi minha cabeça. – Acho melhor você perguntar, porém não garanto responder.

– Ok. – Respirei fundo. – Por que tem tanto receio em sentir? – Fiz aquela pergunta por que, de alguma forma, podia sentir a confusão dentro dele.

– Por que... Digamos que não leva a nada. – Falei o que realmente pensava. – E tudo que resta é o próprio sofrimento.

– E se eu disser que isso é pura imaginação da sua cabeça? – Dei um sorriso leve. – Não é assim que funciona Klaus. Você tem 1000 anos e ainda não sentiu de verdade, de algum jeito sei disso. – Toquei seu rosto suavemente. – Amar não lhe torna fraco ou forte, amar lhe torna completo. Eu confesso que nunca amei em minha vida. Tive paixões adolescentes, mas não amor e... A cada dia que passei ao seu lado me prova que estou cada vez mais perto de descobrir o que é isso.

Fechei meus olhos brevemente.

– Por favor, não diga isso.

Sacudi minha cabeça.

– Não irei dizer agora, pois sinto que não está pronto ainda para ouvir ou aceitar que é verdade que não estou brincando com isso.

– Se você é minha rosa, eu sou os espinhos e... – Suspirei pesadamente. – E preferiria que não se machucasse com eles.

– Não irei me machucar, já corri perigos maiores do que somente espinhos. – O beijei de maneira suave. – E não tenho medo deles.

– Pois deveria.

– Não, não deveria. – Afirmei. – A única coisa de que tenho medo é de perder você.

Como desejava estar livre de toda essa carga e poder me render a ela, no entanto cada célula de meu cérebro me dizia ao contrário e que deveria fazê-la esquecer...

Não.

Como poderia viver sem tudo isso que ela me fez sentir?

Sorri de canto.

– Acho melhor deixá-lo sozinho. – Beijei-o levemente. – Qualquer coisa me chame, ok? – Larguei sua mão com cuidado e saí da biblioteca.

Sozinho.

Está aí uma coisa que sei bem o como é se sentir.

Por que voltei para cá afinal de contas?

Estava tudo pior que antes, pois o pior de não ter é saber que o tem e não ter ideia do que fazer com isso.

Andei pela casa procurando a cozinha, pois estava com sede.

Queria poder ajudá-lo, ser tudo o que ele precisa e quer... Eu me sentia dele. Suspirei pesadamente e segui meu caminho até encontrar o cômodo depois de alguns minutos.

Deus, essa casa é enorme!

Abri a geladeira e havia algumas bolsas de sangue ali. Fiz cara de nojo de imediato por causa do sangue, não pelo fato de vampiros se alimentarem delas. Peguei a jarra dali e fechei. Logo encontrei um copo, então me servi e comecei a beber.

– Ei! Espere! Estou com sede!

– Quando você não está com sede, garoto?

Parei de beber de imediato. Dois homens haviam chegado e eu só estava com a camisa de Klaus que... Digamos... Somente cobria minha calcinha.

– Quem diabos são vocês? – Questionei enquanto encarava de um a outro.

– Uau gata... Quem é você, isso sim. – Comentou o garoto, olhando-me de cima a baixo.

– Boa pergunta... Quem é você? – Perguntou o mais velho, que estava trajando um terno muito bem alinhado.

– Sou Jesse. – Estava tentando ignorar o olhar do garoto, que aparentava ter a minha idade, para não corar. – E quem são vocês?

Escutei vozes no andar de baixo e acabei prestando atenção... Fiquei sério de imediato. Utilizei minha velocidade para ir até a cozinha e mirei meus irmãos enquanto caminhava até Jesse.

– O que estão fazendo aqui? – Me coloquei em frente a ela.

– Klaus... Amável como sempre. – Murmurou Elijah, colocando suas mãos atrás de suas costas.

Como Klaus me cobria completamente, movi minha cabeça para o lado e mantive minha mão em seu braço.

– Quem são eles Klaus?

– Olá Jesse, sou Kol. É um prazer... – Ele soltou uma risada breve. – Conhecê-la.

– Kol e Elijah, os que falei estarem fora. – Falei a ela sem muita vontade.

– Seus irmãos? São Originais? – Os olhei um pouco impressionada. – Uau... Prazer em conhecê-los.

Elijah a olhou um tanto intrigado.

– Você sabe sobre nós? – E me mirou de forma sugestiva.

– Adorei a gata... Podia ter me avisado que estava dando uma festa. – Me disse com um sorriso divertido.

Estreitei meus olhos.

– Não tem festa nenhuma. Vamos Jesse.

– Ei, espere! Eles são seus irmãos, quero conhecê-los! – Sorri para os dois e, mesmo estando com aquela... Roupa... Estendi minha mão a Kol. – Prazer em conhecê-lo Kol. Não sei muito sobre você, mas sei sobre sua família.

– Jesse, vamos! – Peguei sua mão e a puxei de lá antes que eu arrancasse a cabeça de Kol pela forma que a estava olhando.

– Depois conversamos gata... Sozinhos. – Disse-lhe Kol e trinquei meus dentes discretamente.

Balancei a cabeça e soltei uma risada baixa enquanto Klaus me levava de volta ao quarto.

– Seu irmão é muito... Peculiar. – Observei rindo.

– Eu diria abusado.

– Ele não foi abusado, mal chegou perto de mim. – Tirei sua camisa e peguei meu sutiã, colocando-o de volta. – Só conversamos, não se preocupe.

– O que pensa que está fazendo? – Questionei.

– Me vestindo.

– Por que...

Parei de me mover para olhá-lo.

– São seus irmãos, Klaus, vamos recebê-los direito. – Peguei meu short e o vesti.

– Não vai. – Utilizei minha velocidade para me aproximar dela e retirei o sutiã de seu corpo.

Encarei o sutiã antes de levar meus olhos para Klaus.

– Por que não?

– Por que não tem absolutamente nada para fazer lá... Diferente daqui.

Ergui minha sobrancelha e acabei sorrindo.

– E o que você pensa em fazer?

– Eu, ainda não sei, mas a senhorita vai dormir. – Falei seriamente. – Na verdade, com três orgasmos, ainda não sei como está de pé.

– Um banho muda muita coisa, meu amor. – Sorri de canto. – Contudo estou com sono, então irei dormir. – Tirei o short, mas antes que eu pudesse me deitar, Klaus segurou meu braço.

– Antes que deite... – Retirei os lençóis rapidamente e coloquei outros limpos. – Senhorita. – Indiquei a cama.

Soltei uma risada curta.

– Sua velocidade é incrível. – Observei ainda sorrindo e deitei na cama, em seguida me cobrindo.

– Boa noite, minha rosa.

– Boa noite. – Me ajeitei melhor na cama e fechei meus olhos.

Não notei quando o sono chegou, somente sei que adormeci.

 

 


Notas Finais


Então, gostaram? Espero que sim! :3 Gostaram da chegada do Kol e Elijah? <3


Bem, nos vemos no próximo domingo... Até o próximo! ;)


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