História Todo Seu. [MALEC] [AU] - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Série Crossfire (Livros), Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Asmodeus, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jeremiah, Lady Camille Belcourt, Lilith, Madame Dorothea, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Robert Lightwood, Sebastian Verlac, Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Tags Malec sexo romance drama
Visualizações 238
Palavras 3.693
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiiii
Obrigada pelos comentários, eu amei cada um deles :)

Capítulo 5 - 5


Acordei no sábado de manhã com uma ressaca monstruosa, e só conseguia pensar que era aquilo mesmo que eu merecia.

Por mais que detestasse a insistência de Magnus de negociar sexo com a mesma facilidade com que discutia uma fusão empresarial, no fim acabei entrando no jogo.

Meu desejo por ele justificava o fato de eu assumir um risco calculado e quebrar minhas próprias regras.

Eu me consolei com a ideia de que ele também estava quebrando algumas das dele.

Depois de um banho bem longo e quente, fui para a sala e encontrei Jace deitado no sofá com seu netbook, parecendo muito bem desperto e revigorado. Sentindo o cheiro de café na cozinha, fui até lá e enchi a maior caneca que consegui encontrar.

“Bom dia, dorminhoco”, ele disse.

Segurando com as duas mãos minha tão necessária dose matinal de cafeína, eu me juntei a ele no sofá.

Jace apontou para uma caixa na mesa de centro.

“Chegou enquanto você estava no banho.”

Deixei a caneca de café sobre a mesa e apanhei o embrulho de papel pardo. Meu nome estava escrito diagonalmente na tampa da caixa com uma caligrafia floreada. Dentro dela havia uma garrafinha âmbar com os dizeres CURA RESSACA pintados em uma fonte estilo retrô e um bilhete amarrado com ráfia no gargalo em que se lia:

“Beba-me”. O cartão de visitas de Magnus estava cuidadosamente aninhado no papel de seda que protegia o embrulho. Ao analisar o presente, considerei-o bastante conveniente. Desde que havia conhecido Magnus, eu tinha entrado em um mundo fascinante e sedutor em que quase nenhuma das regras conhecidas do bom senso se aplicava. Eu estava desbravando um território desconhecido, o que era ao mesmo tempo excitante e assustador.

Olhei para Jace, que encarava a garrafa com um ar de dúvida.

“Saúde.”

Tirei a rolha e bebi o conteúdo sem pensar duas vezes. Tinha gosto de xarope para tosse, espesso e doce. Meu estômago se contraiu de desgosto por um momento, depois esquentou. Limpei a boca com as costas da mão e enfiei a rolha de volta na garrafa vazia.

“O que era isso?”, perguntou Jace.

“Pelo tanto que queima, mais álcool.”

Ele franziu o nariz. “Um método eficiente, mas desagradável.”

E funcionava mesmo. Eu já estava começando a me sentir melhor. Jace apanhou a caixa e retirou de lá o cartão de Magnus.

Ele o virou e mostrou para mim. No verso, Magnus havia escrito “Me ligue” com uma letra apressada e anotado seu telefone. Peguei o cartão, envolvendo-o com minha mão. Aquele presente era a prova de que ele estava pensando em mim. Sua determinação e insistência eram sedutoras. E uma espécie de elogio.

Não havia como negar que Magnus havia derrubado todas as minhas barreiras. Queria sentir de novo aquilo que experimentei quando ele me tocou, e adorei o modo como reagiu quando eu o toquei. Quando parei para refletir sobre o que não faria para ter suas mãos sobre meu corpo de novo, não consegui pensar em muita coisa.

Jace quis me passar o telefone, mas fiz que não com a cabeça.

“Ainda não. Quero estar bem lúcido quando falar com ele, e ainda estou meio zonzo.”

“Vocês dois pareciam estar se dando muito bem ontem à noite. Ele está muito a fim de você.”

“E eu estou muito a fim dele.” Aninhandome no canto do sofá, apoiei o rosto no estofamento do encosto e abracei os joelhos.

“A gente vai sair, se conhecer melhor, fazer sexo casual-mas-fisicamente-intenso e continuar sendo independente. Sem vínculos, sem expectativas, sem compromisso.”

Jace apertou um botão no netbook e a impressora começou a expelir folhas de papel do outro lado da sala.

Ele fechou o computador, deixou-o sobre a mesa de centro e passou a dedicar toda a sua atenção a mim.

“Talvez vire algo mais sério.”

“Talvez não”, rebati.

“Cínico.”

“Não estou atrás de um conto de fadas, Jace, principalmente com um figurão como Bane. Aprendi com minha mãe o que significa estar ao lado de homens poderosos. É comprometimento total em troca de uma entrega parcial. O dinheiro basta pra fazer minha mãe feliz, mas pra mim não é suficiente.”

Meu pai amava minha mãe. Ele a pediu em casamento, queria passar sua vida com ela. Isso não aconteceu porque ele não tinha o currículo expressivo e a conta bancária polpuda que ela exigia de um marido. O amor não era um pré-requisito para o casamento na opinião de Maryse Morgenstern e, como seu olhar provocador e sua voz sussurrada eram irresistíveis para a maior parte dos homens, ela nunca precisou se contentar com menos do que desejava. Infelizmente, meu pai tinha sido só um caso passageiro para ela. Olhei para o relógio e vi que já eram dez e meia.

“Acho que preciso ir me trocar.”

“Adoro passar o dia no spa com sua mãe.” Jace sorriu, e isso afastou a melancolia do meu estado de espírito. “Quando termina, eu me sinto como um deus.”

“Eu também. Filho do deus persuasão.”

                          *

Estávamos tão ansiosos para sair que descemos antes mesmo que a portaria anunciasse a chegada do carro.

O porteiro abriu um sorriso quando aparecemos — eu e Jace com um jeans apertado e camiseta de manga comprida.

“Bom dia, senhor Lightwood, senhor Wayland. Vão precisar de um táxi hoje?”

“Não, obrigado, Paul. Um carro está vindo buscar a gente.” Jace sorriu. “Hoje é dia de spa no Perrini’s!”

“Ah, o Perrini’s”, Paul balançou a cabeça. “Dei um vale-presente de lá pra minha mulher no nosso aniversário de casamento. Ela gostou tanto que estou pensando em fazer isso todo ano.”

“É uma boa ideia, Paul”, eu falei. “Uma mulher nunca se cansa de ser mimada.”

Um carro preto com Clancy ao volante parou no meio-fio. Paul abriu a porta de trás e nós embarcamos, soltando um grito ao encontrar uma caixa de chocolates finos no assento. Depois de nos despedir de Paul com um aceno, nós nos recostamos no banco e partimos para a ação, dando pequenas mordidas naquelas trufas feitas para serem saboreadas aos poucos.

Clancy nos levou diretamente ao Perrini’s, onde o relaxamento começava a partir do momento em que se punha o pé na soleira da porta. Cruzar aquela entrada era como tirar umas férias do restante do mundo. Todas as portas, adornadas com arcadas, eram emolduradas por pedaços de seda de uma cor viva, e almofadas cravejadas de joias eram usadas na decoração de divãs elegantes e poltronas largas e confortáveis.

Pássaros trinavam em suas gaiolas suspensas e vasos de plantas preenchiam todos os cantos com suas folhagens frondosas. Pequenas fontes decorativas propiciavam o som constante de água corrente, enquanto a música executada em instrumentos de cordas chegava através de alto-falantes cuidadosamente escondidos. O ar recendia a uma mistura exótica de especiarias e fragrâncias, fazendo com que eu me sentisse em um conto de As mil e uma noites.

A coisa toda estava a um passo de se tornar exagerada e cafona, mas jamais cruzava essa linha.

O Perrini’s era exótico e luxuoso, e oferecia um tratamento de primeira a quem tinha dinheiro para pagar por isso. Como minha mãe, que tinha acabado de sair de uma banheira de leite com mel quando chegamos.

Examinei as opções de tratamentos disponíveis, deixando de lado o habitual “fim de semana” em benefício do “mimo apaixonado”.

Eu já tinha me depilado uma semana antes, mas o restante do tratamento — “feito para torná-lo sexualmente irresistível” — parecia ser exatamente o que eu precisava.

Só voltei a raciocinar normalmente quando ouvi Jace perguntar da cadeira ao meu lado:

“Maryse, já ouviu falar de Magnus Bane?”

Olhei feio para ele, que sabia muito bem que minha mãe ficaria maluca caso ouvisse alguma notícia sobre minhas relações amorosas — embora, nesse caso, não se tratasse exatamente de amor.

Minha mãe, sentada em uma cadeira do meu outro lado, inclinou-se para a frente com a habitual empolgação juvenil com que falava sobre homens ricos e bonitos.

“É claro, eu o conheço. É um dos homens mais ricos do mundo. Número vinte e cinco na lista da Forbes, se bem me lembro. Um jovem muito determinado, é claro, e um doador generoso para diversas instituições de caridade que eu ajudo. E tem fama de ser mulherengo.”

“Azar o meu.” Jace sorriu e ignorou o modo como eu sacudia a cabeça violentamente. “Mas seria um caso perdido, de qualquer forma, porque ele está muito a fim do Alec.”

“Alec! Não acredito que você não disse nada. Como pôde esconder uma coisa dessas de mim?”

Olhei para minha mãe, cujo rosto bem cuidado parecia jovem, sem rugas, e muito parecido com o meu. Não havia como negar que éramos mãe e filho, o que já ficava claro pelo sobrenome.

A única concessão que ela fez ao meu pai foi me dar o mesmo nome do pai dele.

“Não tem nada pra falar”, insisti. “Somos apenas... amigos.”

“Mas não precisa ser assim”, disse Maryse, com um olhar calculista que me deixou assustado. “Não sei como fui esquecer que vocês trabalham no mesmo prédio. Tenho certeza de que ele ficou encantado assim que pôs os olhos em você. Apesar de dizerem que ele prefere os loiros... Humm... Enfim. Ele também é conhecido pelo bom gosto. Obviamente isso falou mais alto no seu caso.”

“Não é nada disso. Por favor, não comece. Você vai me fazer passar vergonha.”

“Que bobagem. Se tem alguém que entende de homens aqui, esse alguém sou eu.”

Encolhi os ombros. Quando minha massagem começou, eu estava precisando dela mais do que nunca. Deitei na maca e fechei os olhos, planejando tirar um cochilo a fim de me preparar para a longa noite que viria.

Como toda pessoa, adoro me arrumar e ficar bonito, mas eventos beneficentes davam muito trabalho. Jogar conversa fora era uma coisa cansativa, sorrir sem parar era um saco, e conversar sobre negócios com pessoas que eu não conhecia era um tédio. Se esse tipo de interação social não fosse bom para Jace, eu compraria uma boa briga para não ter de participar. Suspirei. A quem estava tentando enganar? Eu acabaria indo de qualquer jeito. Minha mãe e Valentine ajudavam instituições que cuidavam de crianças vítimas de abuso porque era uma coisa importante para mim.

Comparecer a um ou outro evento pomposo era um preço pequeno a pagar em troca disso. Respirando fundo, tentei relaxar. Eu me programei para ligar para meu pai quando chegasse em casa e pensei em um bilhete de agradecimento para mandar para Magnus pela garrafinha que curou minha ressaca.

Eu até poderia enviar um e-mail para o endereço que estava no cartão de visitas que ele me deu, mas seria uma deselegância. Além disso, eu não sabia se ele mesmo lia seus emails ou delegava essa tarefa a alguém.

Ligaria para ele quando chegasse em casa. Por que não? Foi o que ele pediu — ou melhor, mandou; estava escrito com todas as letras no cartão de visitas.

E eu poderia ouvir aquela voz cheia de luxúria de novo.

A porta se abriu e a massagista entrou.

“Olá, Alec. Está pronto?”

Não exatamente. Mas estava quase lá.

                       *

Depois de passar várias horas agradabilíssimas no spa, minha mãe e Jace me deixaram no apartamento e saíram à procura de abotoaduras novas para Valentine.

Aproveitei esse tempo livre para ligar para Magnus.

Mesmo estando sozinho, tive que digitar o número dele várias vezes antes de enfim tomar coragem para completar a ligação. Ele atendeu ao primeiro toque.

“Alexander.” Fiquei surpreso por Magnus saber quem era, e confuso por alguns instantes. Por que ele tinha meu número na lista de contatos?

“Hã... Oi, Magnus.”

“Estou aí perto. Avise na portaria que estou chegando.”

“Quê?” Parecia que eu havia perdido uma parte da conversa. “Chegando aonde?”

“Na sua casa. Estou virando a esquina. Avise a portaria, Alexander.” Magnus desligou e eu fiquei olhando para o telefone, tentando assimilar o fato de que em poucos momentos estaria novamente com ele.

Um tanto desorientado, fui até o interfone e avisei na portaria que estava à espera dele, que chegou ainda enquanto eu falava.

Poucos instantes depois, Magnus estava à minha porta. Foi quando eu lembrei que tinha acabado de sair do banho e estava usando somente um roupão.

Que tipo de impressão aquilo causaria nele?

Fechei bem o roupão antes de deixá-lo entrar. Ele apareceu sem ser convidado, e eu não tinha a intenção de seduzi-lo nem nada do tipo.

Magnus ficou parado na porta por um bom tempo, percorrendo com seu olhar desde a ponta dos meus cabelos até os meus dedos do pé. Eu também estava impressionado com a aparência dele.

A maneira como ele estava vestido, com um jeans surrado e camiseta, fez com que eu quisesse despi-lo com os dentes.

“Valeu a pena ter vindo até aqui para ver você assim, Alexander.”

Ele entrou e trancou a porta atrás de si.

“Como está se sentindo?”

“Bem. Graças a você. Obrigado.” Senti um nó no estômago por causa da presença dele, que fazia com que eu ficasse meio... tonto. “Mas não foi por isso que você veio aqui.”

“Vim até aqui porque você demorou pra ligar.”

“Eu não sabia que tinha um prazo.”

“Eu precisava falar com você ainda hoje, e também queria saber se está tudo bem depois de ontem à noite.” Seus olhos assumiram uma expressão séria ao passear por mim. Seu rosto de tirar o fôlego parecia emoldurado por seus cabelos impecáveis.

“Você está lindo, Alexander. Acho que nunca desejei tanto alguém como agora.”

Com essas poucas palavras, simples e diretas, já fiquei todo excitado e carente. Vulnerável demais.

“O que você tem pra falar de tão urgente?”

“Vamos juntos ao evento de hoje à noite.” Levei um susto, surpreso e animado com o pedido, que não era bem um pedido.

“Você vai?”

“E você também. Vi a lista de convidados e sei que sua mãe também vai. Podemos ir juntos.”

Pus a mão sobre a garganta, dividindo minha preocupação entre o fato de ele saber tanta coisa sobre mim e o que havia acabado de me pedir.

“Não foi isso que eu quis dizer quando pedi pra gente passar algum tempo juntos.”

“Por que não?” Era uma pergunta desafiadora. “Qual é o problema de irmos juntos a um evento a que nós dois já iríamos de qualquer forma?”

“Não é só um jantarzinho íntimo. É um evento de muita visibilidade.”

“E daí?” Magnus chegou mais perto e acariciou com o dedo uma das mechas do meu cabelo.

Havia um tom sugestivo em sua voz que me fez estremecer. Eu conseguia sentir o calor de seu corpo largo e rígido e o aroma de sua pele. A cada minuto que passava, eu me deixava levar mais por seu charme.

“As pessoas vão tirar conclusões, principalmente minha mãe. Ela já está farejando sua solteirice no ar.”

Baixando a cabeça, Magnus pressionou seus lábios contra a curvatura do meu pescoço.

“Não me importa o que as pessoas vão pensar. Sabemos o que estamos fazendo. E pode deixar que eu me encarrego da sua mãe.”

“Se você pensa assim”, eu disse, quase sem fôlego, “é porque não a conhece muito bem.”

“Pego você às sete.” Sua língua percorreu a veia pulsante da minha garganta e eu me derreti sob ele. Meu corpo amoleceu quando ele me puxou para mais perto. Ainda assim, consegui dizer:

“Eu não disse que sim”.

“Mas não vai dizer que não.” Ele mordeu o lóbulo da minha orelha. “Não vou deixar.”

Abri minha boca para protestar, mas Magnus logo a calou com um beijo molhado e luxurioso. Sua língua se movia devagar, fazendo com que eu desejasse que ele fizesse o mesmo entre as minhas pernas. Minhas mãos foram diretamente para seus cabelos, passeando por eles, agarrando com força. Quando lançou os braços em torno de mim, arqueei o corpo, curvando-me sob suas mãos. Assim como no escritório dele, antes que me desse conta eu já estava deitado no sofá, com sua boca engolindo meu suspiro de surpresa.

Meu roupão se abriu ao toque de seus dedos habilidosos; ele agarrava meus mamilos, explorando-os com apertões suaves e ritmados.

“Magnus...”

“Shh.” Ele sugou meu lábio inferior, enquanto seus dedos beliscavam meus mamilos sensíveis. “Eu estava ficando maluco só de pensar que você estava sem nada por baixo desse robe.”

“É que você veio sem avisar... Ah! Ui...” Ele sugou um dos meus mamilos, produzindo uma onda de calor que fez minha pele transpirar.

Meu olhar buscou desesperadamente o relógio do decodificador da TV a cabo.

“Magnus, não.”

Ele me olhou com seus olhos verdes intensos.

“É uma loucura, eu sei. Eu não... não sei explicar por que, Alexander, mas preciso fazer você gozar. Penso nisso o tempo todo, há dias.”

Uma de suas mãos abriu caminho até o meio das minhas pernas. Elas se abriram sem o menor pudor. Meu corpo estava todo excitado, eu estava todo vermelho, quase febril. Sua outra mão continuou massageando os meus seios, deixando-os insuportavelmente sensíveis ao toque.

“Você está todo molhado pra mim”, ele sussurrou, seguindo com os olhos até onde estavam seus dedos.

“Você é lindo aqui também. Duro e rosado. Quente."

Enqunto me masturbava seus dedos molhados com meu pré-gozo escorregaram até a minha entrada, e ele a circulou, ele enfiou um dedo cuidadosamente em mim. Meus olhos se fecharam diante da vulnerabilidade de estar de pernas abertas sendo masturbado por um homem como esse. Um homem que ainda estava totalmente vestido, ajoelhado no chão à minha frente.

“Você é tão gostosinho.” O dedo de Gideon entrava e saía suavemente de mim, enquanto sua outra mão massageva meu pau de um jeito exitante pra caralho. Minhas costas se curvaram, e minhas pernas o abraçaram com vontade.

“E tão gulosinho. Faz quanto tempo que você não transa?”

Engoli em seco. “Eu andei meio ocupado. Tinha que terminar a tese, depois procurar emprego, cuidar da mudança...”

“Faz um tempão, então.” Ele tirou o dedo de mim e voltou com dois. Não consegui segurar um gemido de prazer. Aquele homem tinha mãos talentosas, confiantes e habilidosas, e conseguia tudo o que queria com elas.Minhas mãos agarraram as bordas do estofamento.

“Assim que eu te provar que não tenho nada e você fizer o mesmo, vou gozar dentro de você.”

“Magnus!” Eu estava ofegante, girando os quadris sem nenhuma vergonha ao ritmo dos dedos dele. Senti que ia explodir se Magnus não me fizesse gozar.

Nunca tinha ficado tão excitado assim na minha vida. Estava absolutamente dominado pela necessidade de ter um orgasmo. Se Jace chegasse naquele momento e me visse me contorcendo no meio da sala enquanto Magnus me masturbava, eu não ia nem ligar.

A respiração dele também estava acelerada. Seu rosto estava todo vermelho de desejo. Por mim. Sendo que tudo o que eu tinha feito fora me entregar a ele, incapaz de resistir.

“Você está vermelho. Ficou escandalizado comigo.”

“Fiquei.”

Seu sorriso era o de alguém ao mesmo tempo perverso e deliciado, e me fez perder o fôlego.

“Quero sentir minha porra aqui dentro. Quero que você sinta a minha porra aqui dentro, pra lembrar como eu estava quando gozei, dos sons que fiz. E, quando pensar nisso, você vai querer fazer de novo e de novo e de novo.”

Seus dedos produziam ondas dentro de mim, o descaramento de suas palavras me deixava à beira do orgasmo.

“Vou dizer tudo o que quero que você faça para me dar prazer, Alexander, e você vai fazer tudinho... se me obedecer, vamos fazer sexo explosivo, selvagem, sem restrições. Você sabe disso, não é? Já está sentindo como as coisas vão ser entre nós.”

“Sim”, eu sussurrei, apertando meus mamilos endurecidos.

“Magnus, por favor.”

“Shh... Pode deixar comigo.” Ele começou a esfregar a cabeça do meu pau com o dedão, em movimentos circulares.

“Olhe bem nos meus olhos quando gozar pra mim.”

Eu estava prestes a explodir, e a tensão só aumentava enquanto ele massageava meu pau e enfiava os dedos em mim em um ritmo constante, sem a menor pressa.

“Goza pra mim, Alexander”, ele ordenou. “Agora.”

Cheguei ao orgasmo com um grito abafado, agarrando as bordas do sofá até meus dedos ficarem sem cor, remexendo os quadris nas mãos dele, esquecendo completamente qualquer vergonha ou timidez. Meus olhos estavam grudados nos dele, incapazes de se desviar, hipnotizados pelo triunfo masculino que brilhava em seus olhos. Naquele momento, ele tinha total poder sobre mim. Eu faria tudo o que ele quisesse. E ele sabia disso.

Um prazer avassalador tomava conta de mim. Com o sangue pulsando nas minhas orelhas, ouvi sua voz rouca dizer alguma coisa, mas não consegui identificar as palavras quando ele apoiou uma das minhas pernas no encosto do sofá e cobriu meu pau com a boca.

“Não...” Eu empurrei sua cabeça com as mãos. “Eu não aguento.”

Eu estava cansado demais, sensível demais. Mas, quando sua língua tocou meu pau e começou a passear por ele, a vontade voltou com toda a força, meu pau que nem tinha amolecido pulsou com mais intensidade do que antes.

Ele percorreu tudo, me provocando, me tentando com a promessa de outro orgasmo que eu sabia que não conseguiria ter tão cedo. Foi quando ele me penetrou com três dedos e eu tive que morder os lábios para não gritar. Gozei pela segunda vez, e meu corpo se sacudiu violentamente, com os músculos mais tenros se enrijecendo desesperadamente e apertando seus dedos dentro de mim.

O gemido que ele soltou reverberou através de mim.

Não tive forças para afastá-lo quando ele voltou ao meu pau e o chupou suavemente... incansavelmente... até eu gemer de novo, sussurrando seu nome. 

Eu estava me sentindo todo mole quando Magnus endireitou minha perna, e ainda não tinha recuperado o fôlego quando ele começou a beijar minha barriga e meus seios. Ele lambeu meus mamilos e me enlaçou com seus braços. Permaneci imóvel e submisso ao seu toque enquanto ele beijava minha boca com uma violência controlada, ferindo meus lábios e denunciando seu estado de excitação extrema. Então ele fechou meu roupão e ficou de pé, olhando para mim de cima a baixo.

“Magnus..?”

“Às sete horas, Alexander.”

Ele se abaixou e tocou meu tornozelo, acariciando com os dedos a tornozeleira que eu sempre usava.

“E não tire isto aqui. Quero comer você com nada além disto.”



Notas Finais


Uii kkkk

Avisos:
1-Todo Seu só vai ser atualizado de novo semana que vem ok?

2-Pro pessoal que também lê Acordo Sedutor ela será atualizada amanhã.

COMENTEM

Beijos e bom final de semana :)


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