História Together - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Suho
Tags Chanbaek, Exo, Kaisoo, Sulay
Exibições 75
Palavras 1.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Adivinhem quem criou vergonha e postou o primeiro capítulo?
   (☞゚ヮ゚)☞ Eu mesma, Atrasada Albuquerque
Relevem a demora e não desistam de mim :')
Aaah e obrigado pelos comentários no prólogo, eles me motivaram bastante   。◕ ‿ ◕。
Vejo vcs nas notas finais ◕‿◕

Capítulo 2 - Capítulo 1


 

Os passos do mais velho eram longos e apressados, e por mais que Yixing tentasse acompanhá-lo, seu corpo cansado devido à correria tornava-o incapaz de prosseguir mantendo o ritmo.

— D-Devagar… Minhas pernas… - pediu ofegante, já diminuindo a velocidade e buscando recuperar o fôlego.

— Eles estão quase perto Xing – o mais velho correu até o outro preocupado, agarrando uma de suas mãos e puxando para que este o acompanhasse.

Já haviam se passado alguns minutos desde que se meteram naquela angustiante perseguição, e o que para Lay era um misto de medo e arrependimento, para Junmyeon, aquele quem teve a brilhante ideia de levá-los até lá, era tudo resumido a apenas diversão.

Os sons dos latidos pareciam cada vez mais próximo dos garotos, o que fazia uma quase corrente de pânico percorrer ambos os corpos, e mesmo que esta não fosse de longe uma das primeiras vezes que isso ocorria, continuavam a se questionar mentalmente o porquê de tudo sempre se complicar quando resolviam se envolver em alguma "diversão".

— Estamos quase lá – murmurou Suho, chamando a atenção de Yixing e apontando em meio a um arbusto para o muro de onde haviam vindo.

Ambos respiraram fundo buscando coragem, prontos para correr e pegar impulso, e não tardou para se forçarem contra os tijolos e pularem para o outro lado, deixando os cães que já os haviam visto, latindo e rosnando pela escapada.

Ao descer em segurança e recuperarem o fôlego, sentaram recostados ao muro para descansar suas pernas exaustas, não evitando sorrir vitoriosos por escaparem ilesos da quase chance de serem dilacerados por cães de caça.

— Por que ainda ando com você? – questionou Lay, chamando a atenção de seu companheiro – Um dia ainda vamos morrer por causa dessas loucuras.

— Você fala como se eu sempre nos colocasse em perigo – um bico triste se formou em seus lábios, mas ao notar o olhar incrédulo do outro sobre si, substituiu sua falsa tristeza por um de seus sorrisos marcantes – Ok, da próxima vou ter mais cuidado.

— Você me disse isso da última vez, sabe? Quando quase fomos expulsos da escola. – sorriu, lembrando-se da besteira que haviam feito não muito tempo atrás, enquanto pegava sua mochila e se arrumava para ir embora.

— Mas a culpa foi da faxineira – tentou se defender, também pegando suas coisas próximas ao muro e começando a acompanhar os passos do amigo.

A amizade dos dois já era de longa data, conheciam-se desde os seis anos e até então a proximidade de ambos apenas aumentou.

No início Junmyeon sempre se mostrou muito tímido em relação a outras crianças, o que de certa forma dificultou bastante sua aproximação com Lay, já que eram constantes as vezes que o mais novo buscava uma abertura para iniciar algum diálogo, e o mesmo, ou se escondia próximo de seu pai ou simplesmente se mantinha em silêncio quando estava em sua companhia.

Mas com o passar do tempo, a insistência de Yixing em iniciar uma amizade consigo pareceu surtir efeito, e pouco a pouco, uma facilidade em começar alguma conversa lhe foi obtida, fosse com o pequeno que logo se tornara seu amigo, como com qualquer outro que ele desejasse se aproximar.

Ambos se viam com frequência, pois o pai de Suho o levava constantemente para a casa de Yixing, e quando se tornou complicado ter sempre de se deslocar diariamente de um lugar tão distante para resolver negócios, eles mudaram-se para uma casa frente a da família Zhang, e se já era fácil de se encontrarem, o fato de apenas alguns metros os distanciarem o faziam praticamente viver um com o outro.

Por mais irônico que fosse, depois de já manterem uma boa relação como amigos, toda aquela timidez que antes era uma marca do Kim lentamente começou a se propagar em Lay, e com o completar seus quatorze anos tornou-se ridiculamente difícil se enturmar ou conversar com alguém que não fosse Junmyeon.

Ainda que isto para si fosse visto como um defeito a ser consertado, não foi algo que realmente interferiu em sua vida escolar, já que dificilmente outras crianças tentavam uma aproximação, fosse por medo, ou apenas por seus pais não permitirem alguma chance de amizade com os outros dois garotos.

Incontáveis vezes Yixing buscou questionar o porquê de tanto temor em relação a sua família, mesmo que em sua casa isso fosse quase como um tabu, mas seu pai, com o gênio forte que possuía, conseguia facilmente uma forma de fugir do tema, isso, quando não estava impaciente demais para mandá-lo se calar e subir para o quarto.

— Yixing – ouvir seu nome ser chamado o fez despertar de seus pensamentos superficiais, e só então ele percebeu que já estara frente a sua residência – Acho que meu pai está na sua casa – comentou Suho, após encarar sua casa do outro lado da rua, onde a ausência de luz denunciava a saída de seu responsável.

Bastou apenas se apresentarem pelo videoporteiro da casa de Lay para que a entrada fosse liberada, e ao visarem o carro do Sr. Kim estacionado em uma das grandes áreas do terreno, tiveram a certeza que seus pais estavam em algum tipo de reunião.

Ao adentrarem na casa, ouviram conversas vindas da cozinha e em passos calmos se dirigiram curiosos até lá. Ouvindo com mais nitidez e tendo convicção que eram seus responsáveis quem dialogavam, ambos se encostaram próximos a porta e com sorrisos travessos estampados nos rostos ambos ficaram atentos a conversa

— O que acha que ele vai fazer? – a pergunta fora feita pelo Sr. Zhang, e um tom de preocupação era perceptível em sua voz.

— Me questionar, me fazer explicar e no fim não me obedecer – respondeu o Sr. Kim, fazendo com que no final ambos gargalhassem – Vai ser difícil convencer aquele garoto.

Lay lentamente olhou para o amigo ao seu lado, e o jovem pareceu ter notado que era sobre ele quem os dois adultos pareciam conversar.

— O que faremos com eles? - Sr. Zhang voltou a questionar – Um mês sem qualquer aparelho eletrônico por ter invadido uma propriedade privada ou três meses sem se verem por essa mania horrível de bisbilhotarem atrás da porta da cozinha?

Os jovens se entreolharam surpresos e levemente assustados, não só pelo provável castigo que receberiam, mas também por terem a presença notada em um período tão curto de tempo, e numa tentativa de saírem antes que alguém aparecesse, Lay, por ser o que estara mais próximo da porta, se surpreendeu ao sentir uma mão pesada pousar sobre seu ombro, evitando assim que prosseguisse com a chance de escapar temporariamente do sermão.

— Por que a pressa?! - questionou Sr. Kim, pressionando o ombro de Yixing, e encarando seu filho não muito distante, completamente surpreso por ter ouvido sua voz – Temos muito o que conversar – finalizou, ouvindo os suspiros desistentes dos jovens que já caminhavam para dentro da cozinha.

Ao chegarem, foram recebidos com o olhar reprovador do Sr. Zhang que endireitou-se na cadeira e preparou-se para falar.

— Podem me explicar por que recebi uma ligação contando que vocês estavam metidos em uma invasão faz exatamente… – fitou seu relógio de pulso com uma expressão pensativa – Vinte e cinco minutos atrás?

Ao ouvir a pergunta de seu pai, Yixing permitiu-se apenas abaixar sua cabeça se sentindo culpado, enquanto via seu companheiro coçar a nuca de modo nervoso, tentando se distrair do fato de também dever explicação para os mais velhos.

— Não estão grandinhos demais pra fazerem esse tipo de coisa? - suspirou Sr. Kim sentando próximo ao anfitrião da casa – Vão fazer 18 anos e ainda estão nessa de arrumar confusão. Achei que dariam uma pausa agora que estão próximos do fim do ensino médio, mas pelo que vi vocês não estão muito preocupados com isso.

— Nos desculpem. – murmuraram em uníssono, apenas à espera da bronca que levariam.

— Bem, não é sobre isso que queremos falar de qualquer forma – um semblante sério se formou no rosto de ambos os pais que se entreolhavam sem saber por onde deveriam iniciar o assunto.

— Amanhã. – disse Junmyeon, e olhares confusos foram direcionados a si pela forma autoritária que havia se dirigido aos mais velhos – Nos digam amanhã, temos algumas coisas da escola pra fazer e tenho que pegar um livro que esqueci lá em cima. – seu olhar os encarava de forma firme, e em vez de receber alguma reclamação, seu pai, após receber uma confirmação do outro, apenas concordou com o pedido e os dispensou da cozinha.

Saíram em silêncio, caminhando automaticamente em direção ao quarto, e foi apenas o tempo de chegar e fechar a porta para que Lay pudesse ver a “visita” se jogar em sua cama e suspirar alto.

— “Coisas da escola”? – questionou Yixing arqueando a sobrancelha, ouvindo uma risada abafada pelos lençóis vir como resposta.

— O que importa é que eles acreditaram. – comentou, se ajeitando na cama de forma que encarasse o teto, e logo em seguida, batendo com a palma da mão no colchão num pedido silencioso para que o dono do quarto o acompanhasse. – Só acho que exagerei um pouco na parte do livro, então você me dá qualquer um que tiver por aí pra não parecer muito suspeito.

— Só você mesmo. – murmurou sorrindo, desencostando da porta e caminhando em direção a cama pronto para deitar-se ao lado do amigo.

O dia havia sido corrido, as aulas que tiveram pela tarde foram realmente cansativas, e em vez de irem para casa como de costume, resolveram bisbilhotar uma possível propriedade abandonada, apenas, por não estarem com vontade alguma de passar as poucas horas livres do dia dentro de casa em completo tédio, e de quebra, cheios de atividades escolares para responder.

Não foi difícil convencer o mais novo já que sua curiosidade era de certa forma elevada, e unindo isto ao comportamento inconsequente daquele quem dera a ideia, não foi de grande surpresa se meterem naquela confusão.

— Ei… – chamou Suho em um tom baixo enquanto se remexia no colchão, e quando o outro se virou para ver do que se tratava, se surpreendeu não só pelo encontro dos olhares, como também da pouca distância que separavam seus rostos – Só mais um dia.

— Eu sei. – murmurou, notando um sorriso se formar nos lábios de Junmyeon e vendo a ponta de seus dedos serem lentamente direcionados até seus cabelos brincando com alguns dos fios.

— Vai fazer dois anos, certo? – seu sorriso aumentou ao ver Lay concordando com o que havia dito, e permaneceram durante um tempo com aquele contato visual enquanto apreciavam o momento de calmaria que veio com o silêncio do quarto.

Continuaram aproveitando dos minutos que se passaram, mas foi apenas questão de tempo para que o pai de Suho batesse na porta chamando por seu nome. O dono do quarto sorriu inconscientemente ao ver que seu companheiro revirou os olhos demonstrando a irritação por ter de ir embora, e por mais que desejassem passar mais tempo apreciando da companhia alheia, não demoraram a se despedir, evitando assim, que o Sr. Kim ficasse irritado com uma possível demora da parte do filho.

Yixing voltou a deitar-se quando seu amigo havia ido, sentindo o calor de ambos ainda aquecer a cama. Em um calmo momento enquanto ainda aproveitava do conforto de seu travesseiro, direcionou sua mão lentamente ao pescoço, e ao sentir a fria corrente de prata que o rodeava, puxou-a com cautela, logo vendo o anel que substituía o pingente deslizar por seus dedos.

— Dois anos… – sorriu consigo mesmo ao falar, e sua ansiosidade aumentara junto do dia que sabia que passaria ao lado de seu companheiro.


Notas Finais


Olha, chegaram aqui? (ノ◕ヮ◕)ノ
Entom, o capitulo sairia antes, mas o ser aqui teve que passar tudo pra terceira pessoa na carreira, e se não fosse minha beta ( @LadySoo12 pessoa de muita paciência) o capitulo só sairia beeem mais tarde.
O capítulo ta bem básico, um pouco bobo, mas tenham paciência que aos poucos a história vai desenrolando, Ok? Ok
Até o próximo capítulo, prometo não demorar ✌.ʕʘ‿ʘʔ.✌
Aceito opiniões sinceras u.u
Kissus de lemon ( ͡° ͜ʖ ͡°)


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