História Together at Random - Capítulo 50


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Categorias Ashley Benson, Fifth Harmony, Lucy Hale, One Direction, Sasha Pieterse, Shawn Mendes, Shay Mitchell
Personagens Ashley Benson, Camila Cabello, Harry Styles, Lauren Jauregui, Lucy Hale, Sasha Pieterse, Shawn Mendes, Shay Mitchell
Tags Babies, Camren G!p, Emison, Hashley, Sashay, Sashay G!p, Shawncy
Visualizações 202
Palavras 1.673
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


o.o

Capítulo 50 - Radioactive


Fanfic / Fanfiction Together at Random - Capítulo 50 - Radioactive

A atriz estava perplexa ao ver o advogado de Marlene King bem ali, parado na sua frente. Então era ele o traidor? O mandante do sequestro da sua filha?, pensou a canadense, encarando aquele homem de sorriso debochado nos lábios.

- em carne e osso.
- como pode fazer isso?
- você me rejeitou para se encantar por aquela puta da Pieterse.
- não fala assim da Sasha, seu desgraçado!
- eu falo como eu quiser.
- cadê a minha filha?
- desista de procurá-la.
- o que fez com ela, seu maldito?

Rosnou a morena apontando a arma para Ian, que gargalhou alto, e logo desarmou Shannon, mas desta vez ele atirou a Glock para longe.

- sabe... talvez ainda possa encontrar sua aberraçãozinha.




Shannon Pov. On.:


Disse Ian, sacando uma faca de caça e mostrou a lâmina longa e grossa para mim. Não falou nada sobre a arma; não havia necessidade.

- porque não larga isso e, resolvermos no mano à mano?
- porque não sei lutar.
- covarde!

Insultei-o enquanto avançava para cima dele, que recuou dois passos para trás, mantendo uma distância segura de mim. Mas meu ódio por aquele desgraçado de merda, estava tão grande que com uma precisão estonteante lhe chutei nas pernas, fazendo-o quase cair para o lado. Porém Ian revidou meu ataque logo em seguida. Ele cortou meu bíceps. Não olhei para o braço, mas sabia que estava sangrando. Não iria demonstrar fraqueza, independentemente do que acontecesse comigo.

- Ferida superficial!

Disse ele com uma risada.
Tive vontade de matá-lo naquele mesmo instante, mas eu precisava saber onde minha garotinha estava.
Então ele fez um gesto com a faca.


- Se quer tanto ver sua filha, então venha. Pode ver o que restou deles.


Fui cambaleando em direção à casa de aparência deserta que se erguia na escuridão, perguntando-me se minha filha estaria mesmo lá dentro. Quanto mais perto eu chegava, mais improvável me parecia. Eu temia que estivesse vivendo em estado de negação durante todas aquelas horas.
De repente senti dificuldade de andar e até de me manter em pé, mas me obriguei a continuar, passo a passo, rumo à fazenda sombria que abrigava segredos que eu talvez preferisse não conhecer. Um caminho de terra estreito serpeava até a casa. Eu o segui com dificuldade, alguns passos à frente de Ian.
De repente, levei um golpe forte na base das costas. Fui lançada para a frente e quase caí, mas, de alguma forma, consegui manter o equilíbrio. Então dei meia-volta e vi um outro ser encapuzado.
Como ele chegou aqui tão rápido?
Ele estava segurando a coronha do seu fuzil. E pretendia me acertar com ele outra vez.

- Pare agora mesmo! Seu covarde de merda.

Eu estava louca para partir para cima dele, torcer seu pescoço e quebrá-lo. Ian riu, ou de mim ou de seu capanga.

- Não, não, Akeem! Quero que ela esteja consciente. Abra a porta, Mitchell. Abra a porta!

Girei a maçaneta enferrujada, então empurrei com força a porta, que estava empenada. Ela se abriu com um rangido alto.
A princípio, não consegui ver muita coisa, mesmo com o brilho fraco da lanterna atrás de mim.

- onde ela está?
- Entre e veja. Você queria isso... a prova de que sua aberraçãozinha estava morta.

Entrei na casa, mas ainda não conseguia enxergar ninguém lá dentro. Meu coração estava acelerado. Tudo naquele primeiro cômodo cheirava a mofo, sujeira e coisas velhas, talvez a morte.

- Não consigo ver nada. Está muito escuro.

De repente uma luz se acendeu. Uma sala de estar foi iluminada – dois sofás pequenos, luminárias de pé –, mas continuei sem ver ninguém. Eu me virei para encarar Ian, que assomava atrás de mim.

- Onde está ela? Não tem ninguém aqui!
- Diga-me o que você sabe. O que aquele detetivizinho de merda descobriu sobre mim? Diga.

Eu o encarei.

- do que está falando, seu maluco? Não sei de nada.

Ian soltou uma gargalhada.

- Conte o que você sabe!
- Eu não sei nada! Não tenho esse tipo de informação.


Alguém veio andando de um corredor adjacente. Girei o corpo e deparei com ninguém mais e ninguém menos do que Hudson Sheaffer. Na hora eu matei a charada. O ex - noivo da minha frente havia unido forças com o primeiro de muitos homens que eu rejeitei durante minha solteirice.

- Duvido que ela saiba de alguma coisa. Pode matá-la. Então ela poderá se juntar aquela coisa da filha dela.
- ...
- Vá em frente. Acabe logo com isso.

Uma expressão terrível atravessou meu rosto.

- então você esteve envolvido nisso desde o início?

Hudson deu de ombros.

- não é da sua conta, aberração! Mate-a agora. Acabe logo com isso.

Nesse instante outra voz ecoou na sala.

- acabou pra você, Sheaffer!

O detetive Harry entrou em cena. O carro que eu estava dirigindo tinha um rastreador. Talvez alguma das meninas tenham visto meu desenho em código, e acionado os serviços do marido de Ashley. E Harry não estava sozinho.

- Onde está a pequena Amy?

Perguntou um outro homem, que nunca tinha visto na minha vida. Ele apareceu ao lado do detetive e marido de Ashley, Harry Styles.

O ser encapuzado armou seu fuzil. Mas o desconhecido de terno azul marinho, disparou e o acertou na bochecha esquerda, embaixo do olho. O tal do Akeem gritou e caiu no chão.
Então Ian mergulhou para trás, saindo pela porta.

- Estou desarmado.

Disse o merdinha do Hudson, erguendo as duas mãos no ar.

- Não atire. Não sei o que aconteceu com a garota. Não tive nada a ver com isso. Não atire.

Joguei meu ombro com força contra o peito de Hudson e saí correndo atrás de Ian. Então o desconhecido de terno, jogou uma arma para mim enquanto eu saía.

- Faça bom proveito!

Gritou ele.
Estava escuro lá fora, um breu assustador, e frio como se estivéssemos no auge do inverno. Nuvens baixas deslizavam pelo céu noturno, deixando apenas uma fatia da lua visível. Eu não via Ian em lugar algum. Mas então notei um leve movimento à direita do caminho de terra que tínhamos seguido para chegar até a casa.

- Srta. Mitchell!

Ouvi o detetive Harry gritar atrás de mim.
Não respondi ao seu chamado. Saí correndo e torci para que ele não me seguisse, que não conseguisse me ver na escuridão. Queria chegar a Ian primeiro, só eu e ele.

- Mitchell!

Gritou Harry de novo.

- Não faça isso! Srta. Mitchell! Mitchell!

Continuei seguindo o movimento, o vulto indistinto de um homem correndo mais à frente. Ou somente barulho às vezes, o farfalhar dos galhos. Estava concentrado nisso quando uma sombra saiu do mato e voou para cima de mim.
Girei para o lado e atirei no peito de um assassino com uma camisa branca comprida e um boné de beisebol da mesma cor. Um dos encapuzados! Ele soltou um gemido e desabou no chão. Continuei correndo atrás de Ian.
Ele se movia depressa, mas eu também. Derrapei duas vezes ladeira abaixo em uma encosta escura. Estava me aproximando um pouco dele, mas não o suficiente. Não gritei seu nome. Apenas corri, dando o máximo de mim. Não tinha nada na minha mente a não ser o propósito de capturá-lo. Nenhuma cautela; não àquela altura. Nenhum temor por mim mesmo.
Conseguia ouvir suas passadas pesadas e sua respiração, que parecia ofegante. Ainda assim, não chamei seu nome. Estendi minha arma e disparei duas vezes. Mirei baixo, para não matá-lo.
Precisava dele vivo para descobrir onde estava minha filha.
Não achei que tivesse acertado, mas ele girou o corpo para trás e isso fez com que tropeçasse. Acelerei, numa explosão de velocidade. Estava chegando mais perto agora. Conseguia identificar mais detalhes, vê-lo com clareza.
Então mergulhei para agarrar suas pernas!
Quase errei, mas consegui segurá-lo pelos tornozelos e ele caiu de peito e cara no chão, sua testa se chocando com força contra uma pedra. Subi nele, engatinhando sobre seu corpo. Então me sentei e dei um soco com toda minha força. Meu punho se chocou contra sua mandíbula, fazendo espirrar suor e sangue.

- aberração desgraçada!

Gritou ele mim, rosnando como um gato selvagem sendo atacado.

- Minha filha, onde está? O que aconteceu com ela?

Eu o esmurrei novamente, com toda minha raiva e meu ódio em ebulição. Dessa vez Ian perdeu um dente, mas era muito forte, mesmo ferido. Por fim, conseguiu me tirar de cima dele.
Então veio para cima de mim! Protegi minha cabeça com os braços e ele golpeou meu pulso. Achei que poderia ter se quebrado, mas não ouvi som nenhum. Arqueei meu corpo o máximo que pude. Consegui agarrá-lo pelo pescoço e segurar firme. Não sabia de onde eu estava tirando tanta força ou quanto tempo ela iria durar.
Tentei lhe dar uma cabeçada e, por conta do ângulo em que estava, atingi seu pomo de Adão. Ele engasgou, cuspindo catarro e sangue.

- minha filha!
- Sua filha que se foda! Sasha que se foda! Você que se foda!

Então ele sacou a faca de caça. Eu continuava pensando que precisava mantê-lo vivo; não que eu precisava sobreviver àquilo. Agarrei a mão com que ele segurava a faca pelo punho, mas já estava perdendo a firmeza. A luta estava virando para o lado dele. Estava acabado; era assim que eu ia morrer. Jamais saberia o que tinha acontecido com minha garotinha, Amy. Isso era o pior, não saber.
Um tiro ecoou na noite.
Ian se empertigou, mas então voltou a se inclinar na minha direção com a faca.

- morra! Como sua filha morreu!

Um segundo tiro o atingiu no olho direito, que um instante antes me encarava, furioso.

- Onde ela está? Onde está minha filha?

Ele não falou mais nenhuma palavra. Seu olho bom era só ódio. O restante de seu rosto estava ensanguentado. Ian já não podia responder. Ele desabou em cima de mim, morto.

- Onde ela está?

Sussurrei...


Shannon Pov. Off.:


Notas Finais


Eita!


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