História Together Forever Part 2 - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Adultério, Continuação, Drama, Revelaçoes, Romance, Sexo
Visualizações 56
Palavras 4.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nãoooo, vcs não estao não fic errada! 😅
Eu troquei o nome da fic porque aquele nome estava me irritando 😕

Eu duvido muito vcs acharem o Dylan gente boa depois que vcs lerem esse capítulo

Sabe o que eu reparei, que eu estou escrevendo mil vezes melhor do que quando eu escrevi o primeiro capitulo d a part 1 dessa fic!! E eu estou feliz e orgulhosa de mim mesma por isso 😆

Boa leitura e não reparem nos errinhos

Capítulo 3 - Revelações do passado


Peter

Me sento na mesa e observo Audrey fazer o almoço, decido não ir ao trabalho hoje, não vai ter nada de importante para fazer hoje mesmo e de qualquer forma eu já estou atrasado, caso precisem de mim é só me ligar!  

Enquanto observo Audrey me lembro da conversa que tivemos a um mês atras 

Um mês atrás 

Estamos em um restaurante, já faz cerca de uma semana que estamos noivos, eu não quero me casar, pelo menos por enquanto, só a pedi em casamento porque seu pai botou muita pressão em mim, e eu não suporto quando as pessoas me pressionam para fazer algo ou tomar uma decisão 

—No que está pensando?

—Nada! —Audrey se contenta com minha resposta e volta a comer —Precisamos conversar… —Ela volta a me encarar, talvez o meu tom de voz e minha postura tensa tenha a preocupado —O que você acha de cancelarmos o casamento?

—Como assim cancelarmos o casamento, Peter? —Seu tom de voz faz a minha confiança sumir, é impressionante como essa mulher pode fazer qualquer pessoa se sentir uma criança indefesa 

—Eu me expressei mal, desculpa… Não cancelarmos… Adiarmos talvez?!

—Adiarmos por quanto tempo?

—Um, ou quase dois anos…

—Dois anos? Adiarmos nosso casamento por dois anos… O que está acontecendo com você?

—Nada! Não está acontecendo nada! —Sua pergunta me surpreende e me confunde 

—Você tem uma amante? Você só pode ter uma amante!

—É claro que eu não tenho uma amante!

—Então qual é o motivo dessa vontade repentina de adiar o nosso casamento?—Ela pergunta um pouco exaltada mas tenta se controlar pelo fato de estarmos em um lugar público, tenho certeza que se estivéssemos em casa ela estaria gritando comigo

—Não me entenda mal, eu gosto de você, gosto mesmo, mas eu não queria te pedir em casamento, o seu pai me colocou contra a parede, me deixou sem escolhas… Eu ainda não estou preparado para passar o resto da minha vida com alguém —Ela me encara fazendo eu recuar mais ainda, sei que ela está com raiva, muita raiva, da para ver em seus olhos

Audrey é acostumada a ter tudo que quer, e quando não consegue o que quer, persiste até conseguir, quando ela tem um objetivo ela faz de tudo para cumpri-lo, no começo isso me encantou, uma mulher forte e decidida, que sabe o que quer! Pensava, mas agora que estou vivendo isso na pele, percebo o quanto é irritante e intimidador, ou talvez eu que seja intimidado facilmente 

—Você me entende? —Pergunto mas ela prefere me ignorar e bebe um pouco de seu vinho 

—Não, eu não te entendo! E eu não quero conversar sobre isso agora, quando chegarmos em casa conversamos! —E é nesse momento que percebo que preciso ser mais firme e rígido nas minhas palavras, mas decido permanecer em silêncio 

Ah, que saudade da Allison 

Allison foi umas das únicas pessoas que eu tive um relacionamento sério, ela era incrível, mas as coisas entre nós acabaram desandando e decidimos que o melhor era darmos um tempo na nossa relação, que aliás, durou muito tempo, cerca de 3 anos, sinto falta de toda a nossa cumplicidade e o nosso carinho um pelo o outro, as coisas com a Audrey são diferentes, ha demonstrações de carinho e afeto, mas na hora de tomar um decisão fica tudo unilateral, só ela decide, só ela fala, e isso é o que mais me irrita nela 

Nos dias atuais 

—No que está pensando? —Audrey pergunta me tirando de meus pensamentos, penso em tentar conversar com ela novamente sobre a adiarmos a data do casamento que já está próxima, mas não apenas adiarmos, e sim cancelarmos de uma vez

—Em cancelarmos o nosso casamento… —Falo com a voz baixa, quase como um sussurro 

—Como é?

—Cancelarmos o casamento!

—Ah, Peter, eu achei que você já tinha superado a ideia de adiarmos o casamento —Ela fala relaxada sem dar a devida importância para o assunto

—Não estou falando de adiarmos mas sim cancelarmos 

—E o nosso filho?

—Podemos cuidar dele mesmo separados, e seria até melhor se desistíssemos agora, porque mais pra frente teremos de enfrentar um divórcio, e isso não vai ser legal para ninguém! 

—Ah e você acha que está sendo legal para mim você querer desistir do casamento? 

—Não, não está, e você acha que está sendo legal para mim ser obrigado a passar o resto da minha vida amarrado a uma pessoa que eu não amo? —Falo firme e comemoro por dentro por finalmente ter conseguido falar o que eu sempre falava para eu mesmo 

Audrey apenas me encara e eu decido prosseguir 

—Semana que vem, nos vamos ir no cartório e na igreja para cancelarmos o casamento

—Dane-se! —Ela sai estressada e vai para o quarto

Pego o meu casaco e saio, vou para um barzinho que tem perto do hotel, preciso encher a cara, esquecer dos problemas, voltar a fumar talvez, Audrey tinha me obrigado a largar o cigarro, então tudo que tenho feito ultimamente é ficar bêbado, talvez esteja virando um alcoólatra, me sento em uma mesa e peço uma cerveja para o garçom

Troco olhares com uma mulher sentada no balcão, até que decido chegar nela, talvez não seja certa essa minha atitude já que ainda estou com o casamento marcada mas estou um pouco alterado e de qualquer forma daqui alguns dias não terá casamento nenhum! 

—Olá, moça! —Me sento em um banco ao seu lado, e a observo melhor, ela é bonita, olhos castanho claros e cheios de carinho, cabelos negros e grandes, e um corpo lindo, bem defino

—Oi! —Ela responde um pouco tímida, ela não parecer ser o tipo de querer só sexo casual, mas sim o que procura alguém para amá-la, penso em me afastar mas continuo

—O que uma mulher tão bonita como você estaria fazendo sozinha em bar qualquer? 

—Só descontraindo um pouco, e o que um homem tão gostoso como você estaria fazendo bêbado as 13:00hrs da tarde? —“Gostoso“ gostei da atitude 

—Só descontraindo também —Ela me encara com um pouco de pena, provavelmente achando que sou um alcoólatra —Eu não sou um alcoólatra! —Falo e ela sorri —Como você se chama?

—Caroline e você?

—Belo nome Caroline, meu nome é Peter —Ela estende sua mão e eu a comprimento 

—Tinha me esquecido como flertar é difícil —Caroline murmura mais eu consigo escutar

—Eu vim conversar com você e deixei que o assunto prosseguisse, o que significa que eu também estou interessado, então o que você acha de pularmos toda essa parte chata de conversar e flertar e irmos logo para a parte boa que é o sexo? —Ela me olha com um pouco de raiva, frustração e decepção, e logo me arrependo do que eu disse, eu obviamente insinuei que ela é fácil 

—Eu tenho que ir, quem sabe não nós encontramos por aí… —Caroline paga sua conta e sai, eu faço o mesmo e vou atras dela 

—Me desculpa pelo modo como falei, eu não quis dizer que você é fácil nem nada disso, eu só… Eu estou um pouco bêbado e não consigo raciocinar direito

—Tá, okay…

—De verdade? 

Ela fala alguma coisa mais não consigo prestar atenção, olho Sofia do outro lado da rua com um homem ao seu lado e com sua filha nos braços, acho que é marido dela, acho não, tenho certeza 

—Peter?! 

—Desculpa… O que você estava dizendo?

—Eu falei que a parte do flerte é realmente muito chata mais é necessária em algumas situações 

—É necessário quando você quer algo sério, e sinceramente Caroline, eu não quero algo sério, e você me parecer querer —Não olho para ela, continuo olhando para Sofia e sua “linda” família, observo eles entrarem em um restaurante, penso em ir falar com eles mais não estou em um bom estado de espírito para fazer isso

—Você esta atras de sexo?

—Isso!

—Eu também, mas acho necessário conhecer a pessoa com quem provavelmente vou ter uma relação sexual, mas quer saber, você tem razão —Finalmente Caroline consegue minha atenção —Na minha casa ou na sua?

—Pode ser na sua —Entramos em seu carro e seguimos em direção à sua casa 

Sofia 

Atravessamos a rua para ir ao restaurante, já que queimei a comida, não por culpa minha, mas sim por culpa da Kate, ela estava com cólica e ainda não sei direito o que fazer quando ela fica assim, e ainda tive um pequena discussão com Dylan sobre contratar uma babá, eu não quero mas ele quer, e tenho que admitir que precisamos de uma, ainda mais semana que vem que teremos um evento para irmos, os pais de Dylan são escritores e daqui a algumas semanas vão inaugurar uma editora e uma livraria e eles decidiram comemorar com um evento grandioso 

Escolhemos uma mesa perto da janela e nos sentamos, olho pela janela e vejo Peter, não tenho certeza se ele me viu, ela está com uma mulher, o papo parece estar interessante já que os seus olhos estão fixos nela, fico me perguntando se ela é sua esposa e se for ela sua esposa não quero nem imaginar como eram as suas ex's 

Coloco minha não sobre a mesa e Dylan a segura 

—Desculpa por ter brigado com você por um motivo tão besta —Ele fala com a voz calma e solta minha mão para poder segurar melhor Kate

—Você estava certo! —Ele se surpreende por eu finalmente dar o braço a torcer —Eu é que tenho que te pedir desculpas por ser tão teimosa, nos realmente precisamos de uma babá, hoje mesmo eu vou procurar uma 

—Não preciso, a duas casas ao lado tem uma garota que trabalha como baba, todos a recomendam 

—Quantos anos?

—15 —Rio sarcástica mas Paro eu perceber que Dylan não gostou nenhum pouco da minha reação 

—Você está falando sério? 

—Eu sei que ela é um pouco nova mas todos falam que ela é uma ótima babá 

Ia reclamar mas o garçom chega para anotar os nossos pedidos e nos atrapalha 

Almoçamos e passeamos um pouco no Central-Park, Dylan acaba me convencendo de contratar a menina, o nome dela é Bianca, comento com ele que é o mesmo nome da minha melhor amiga da época da escola, e tudo que ele responde  é “Hum”, Dylan anda um pouco estranho esses últimos dias, ele está perdendo a paciência facilmente e anda muito cansado, talvez se o trabalho, eu o entendo, trabalhar como advogado não é nada fácil, e ainda tem a Kate em casa que chora por qualquer coisinha, e o choro de um bebê estressa mais do que tudo, mas apesar de tudo ele é bem carinhoso comigo e com a Kate, ele é um ótimo pai e um ótimo marido, acho que não tenho do que reclamar 

Peter

Caímos na cama exaustos, eu a fiz ter 2 orgasmos e Caroline me fez ter 3, ele é incrível no sexo

Caroline apoia sua cabeça no meu peito, e a mão no meu abdômen e o acaricia, eu acaricio seus cabelos, pareço estar presente e estar retribuindo seu carinho mas minha mente está viajando a vários anos atras, me lembrando de cada momento passado com Sofia, o jeito que eu e Caroline estamos deitados agora me faz lembrar como ficava com Sofia, a diferença é que éramos mais íntimos um do outro, e tinha sentimento envolvido, me lembro dos momentos mais difíceis, da traição, da tentativa de suicido, da descoberta da gravidez, e do aborto, me lembro da primeira vez que transamos até o dia em que nos despedimos no aeroporto, ela me pediu para não esquecê-la, mas de certa maneira eu a esqueci

Mas não é possível! Será que eu ainda sinto algo por essa mulher? Penso, e penso, e penso até Caroline dar um beijo no canto da minha boca fazendo eu retornar ao mundo real 

—Estava pensando no que? —Ela fala sonolenta

—Nada… Dorme, você está cansada! —Caroline se deita no meu peito novamente e eu volto a acariciar seus cabelos, logo ela dorme abraçada comigo

Sofia 

Vou para a sacada de casa e observo o cair da noite, olho o céu escurecendo, e depois olho para baixo, observo as pessoas caminhando apresadas, algumas pegando táxis outras optando pelo metro, algumas falando no celular estressadas outras com fones nos ouvidos e com as mãos nos bolsos sem se importar com o que acontece ao seu redor, ninguém com nenhum objetivo, quer dizer, com um objetivo que realmente queira cumprir, como um sonho bobo de quando era criança, ou qualquer outra coisa com que sonhava em fazer mas as pessoas os julgava como impossível, e de tanto ouvir a mesma coisa, acabou se sustentando com uma vida típica de merda 

Como a minha, não uma vida de merda, mas uma vidinha típica e pacata, Okay, talvez uma vida de merda, mas só talvez, eu adoro Nova York, adoro meu marido, minha filha, e o meu emprego, mas talvez eu devesse jogar tudo no ventilador e voltar a ser a Sofia que era antes, eu me olho no espelho e não me reconheço mais, eu fico me perguntando onde foi parar a menina de 14 anos com maturidade 0

Talvez todos esses pensamentos sejam por causa da carência, ou eu não sei, pode ser a presença do Peter que me faz sentir falta da época da escola, apesar de grande parte ter sido uma merda, na verdade a única coisa que sinto falta era dos meus momentos com Peter, o Dylan é ótimo mas não é o Peter, ele não viveu as coisas que o Peter viveu ao meu lado, não é qualquer cara que suporta uma traição, que não surta quando sua namorada de 14 anos fica grávida, que te apoia quando você tenta se matar e ainda guardo o maior segredo da sua vida! 

Entro e vou para a sala, Dylan está jogando no sofá, assistindo um filme e bebendo cerveja, o encaro por alguns instantes e decido ir para o quarto, eu não gosto quando Dylan bebe, ele fica um pouco agressivo, nada de preocupante, ele nunca relou um dedo em mim… Tirando aquela vez, no 3º ano da faculdade 

Flashbacks 

Estamos em uma festa comemorando o final do ano, faculdade acabando e empregos começando, Dylan está bêbado e se não me engano ele fumou maconha também, vou para um canto mais isolado da festa, com menos barulho, e Felipe me acompanha, ele também está bebendo com certeza drogado, da para sentir o cheiro de maconha de longe

—Felipe, sai! Eu preciso ficar sozinha! —Falo estressado e com uma dor de cabeça horrível 

—Qual é, Sofia, você está em uma festa para se divertir, conhecer pessoas para transar, eu posso ser umas dessas pessoas! —Ele me coloca contra a parede e alisa minha coxa, e vai subindo a mão até debaixo da minha saia e alisa minha minha bunda 

—Primeiro, eu tenho namorado e você sabe muito bem disso! Segundo, se eu tivesse atras de caras para transar você não estaria incluído na lista! Eu prefiro transar com uma garota a transar com você! –Assim que acabo de falar Dylan o tira de perto de mim e da um soco nele, fico espantada e agradecida ao mesmo tempo, todos param o que estão fazendo para nós observar, Dylan me encara e se aproxima, eu achei que ele ia me consolar mas não foi isso que ele fez 

—Eu posso saber por que você estava dando mole para aquele idiota? —Ele pergunta enquanto me obriga a subir as escadas segurando o meu braço com força, algumas pessoas olham preocupadas e outras nem dão atenção 

—Dylan, me solta! Você está me machucando! —Falo mas ele nem da atenção —Por favor, solta o meu braço, está doendo! —Imploro e ele me obriga a entrar em um quarto e só quando a porta está trancada ele me solta, olho para o meu braço e vejo a marca de seus dedos, levanto o meu olhar e me preparo para começar a gritar com ele —Eu posso saber que merda foi essa? —Grito e mostrou a marca no meu braço 

—Eu é que te pergunto! Por que você deixou aquele idiota do Felipe tocar em você daquela maneira? —Rio sarcástica e ele se irrita mais e acaba dando um tapa no meu rosto, eu o encaro decepcionada —Me desculpa! —Dylan fala com a voz fraca —Sofia, me desculpa, eu não queria… Eu não devia ter batido em você —Ele se aproxima para me abraçar mas eu ando para trás me afastando 

—Não chegue perto de mim! —Falo com a voz baixa, quase como um sussurro, tento assimilar o que acaba de acontecer mas não consigo acreditar 

—Sofia, por favor, me desculpa?! —Ele continua se aproximando 

—Eu já falei para você não chegar perto de mim! —Grito e vou em direção à porta com os olhos marejados, destranco a porta e abro, saio de lá correndo, Dylan vem atras de mim pedindo desculpas mas eu não paro para ouvi-lo 

Nos dias atuais 

Demorou 1 mês para eu perdoa-lo, mas ainda me lembro com muita clareza o que aconteceu 

O Peter teria me consolado! Penso 

Meu celular vibra com a chegada de uma mensagem de Peter, pego o meu celular e visualizo a resposta 

Peter: Pode sair?

Eu: Posso, por que?

Peter: Estou na frente da sua casa precisando de um consolo, se importa?

Eu: Não, eu já estou indo! 

Não é possível! Será que eu ainda sinto algo por esse home? Penso

Visto uma calça jeans, um All Star preto e uma blusa simples branca, desprendo o coque do meu cabelo e dou uma arrumada 

—Amor, eu vou sair um pouco mas já volto, para de beber e fica de olho na Kate! —Dou um beijo na sua bochecha e ele me para quando estou pronta para sair 

—Vai sair com quem?

—Uma amiga! —Abro a porta e saio

Peter está sentado em um banco do outro lado da rua, ele se levanta e vem na minha direção, nos abraçamos e começamos a andar 

—Por que precisa de consolo? —Pergunto

—Eu não vou mais me casar

—Nossa, eu sinto muito! —Falo pega da surpresa —Por que? 

—Por dois motivos, primeiro, não estou pronto para me casar —Reviro os meus olhos —Segundo, eu não a amo —E eu fui pega de surpresa de novo

—Se não era a sua esposa, quem era a mulher que estava com você hoje mais cedo emf rente ao bar? 

—Ninguém importante 

—Hum… —Ficamos por um tempo em silêncio, me arrependo de ter vindo e penso em voltar para a casa 

—Desculpa te chamar a essa hora, só achei que podia ser como nos velhos tempos

—E pode ser como nos velhos tempos! Vem vamos conversar! —Seguro sua mão e entrelaço nossos dedos, apenas esse pequeno contado já me deixa tensa, o levo em direção à um banco e nos sentamos, não quero soltar sua mão, mas não tem motivo algum para eu continuar segurando-a então a solto —Se você não a ama então por que você propôs o casamento? 

—Porque o pai dela não parava de me encher a paciência mandando eu pedir a mão de sua filha 

—E você acha que as pessoas têm o direito de influenciar na decisão que atuará diretamente na sua vida?

—Não, eu não acho mas…

—Não tem mas, você está certo e errado! Pra começar você nem deveria ter dado brecha para o seu sogro ou ex sogro tomar decisões por você! 

—É eu sei mas…

—Quantas vezes eu vou ter que dizer que não tem mais?! —Ficamos em silêncio e nos encaramos

Eu e Peter sorrimos e logo começamos a rir, sem motivo algum 

—Obrigado pelo consolo! —Ela fala com um lindo sorriso nos lábios 

—Não precisa agradecer! —Ele me abraça forte e esse contato me faz querer mais —Eu preciso ir, já está tarde! 

Peter me acompanha até em casa, nos despedimos com um abraço, não sei só foi só eu que me senti assim, mas  a atmosfera entre nos estava pesada 

Entro em casa e vou direto para o quarto, Dylan está deitado na cama pronto para dormir, olho no relógio que marca 23hrs e vejo que está realmente tarde, tiro a minha roupa e me deito em cima de Dylan apenas de calcinha e sutiã, ele me abraça mas não consegue evitar que sua mão desça até a minha bunda e a aperte 

—Você é muito safado! —Falo me sentando em cima de seu membro coberto e rebolo uma vez de leve apenas para provocá-lo

—Eu sou safado? Olho como você está vestida e olho onde é como você está sentada, e eu sou o safado da relação? 

—Eu quero transar —Falo manhosa e rebolo lentamente em seu membro coberto, sinto sua ereção e sorrio, me inclino para beija-lo e Dylan tira o meu sutiã, ela leva meu seio esquerdo até sua boca e ele chupa, lambi, morde, d depois faz o mesmo quando o direito, eu gemo baixo tomando cuidado para não acordar Kate 

Ele coloca minha calcinha de lado e massageia minha intimidade do clitores até minha entrada encharcada e me penetra com dois dedos, eu solto gemidos controlados e mordo o meu lábio enquanto ele faz movimentos de vai e vem com rápidas e massageia o meu clitores com o seu polegar, eu dou beijinhos no seu pescoço em meio as gemidos

Ele para com os movimentos e eu fico um pouco decepcionada e faço bico 

—Por que parou? 

—Porque o melhor vem agora —Sorrimos e ele me tira de cima dele e faz eu me deitar

Dylan tira a minha calcinha e separa as minhas pernas, eu sorrio envergonhada pela ampla visão que ele está tendo da minha intimidade, ele posiciona a cabeça no meio das minhas pernas e assopra minha intimida e eu a contraio e dou risada, ele começa a chupar e lamber, e eu já nem me importo se os meus gemidos estão altos ou baixos, tento movimentar o meu quadril mas Dylan não permite, entrelaço meus dedos nos seus cabelos e o dou coordenadas do local onde está mais sensível ao toque 

Ela bate sua língua contra o meu clitores e me penetra  com um dedo, eu arqueio as costas e reviro os meus olhos, ele para de usar o seu dedo e sobe sua mão até o meu seio e aperta o meu mamilo enquanto me chupa, sinto espasmos pelo meu corpo e estou prestes a ter um orgasmo, Dylan passa a chupar o meu grelinho com força e isso é o suficiente para eu me desmanchar em sua boca 

Ele sobe e me beija para eu sentir o meu próprio gosto, ele tira sua cueca e volta a me beijar, sinto seu membro roçar minha intimidade e logo me recupero do orgasmo que acabo de ter, Dylan posiciona seu membro na minha entrada e me penetra calmamente, sem nenhuma pressa, e são assim suas estocadas, calmas e carinhosas, eu o abraço e ele beija o meu pescoço, toda essa calmaria está me deixando louca, eu não gosto de sexo assim, o tiro de cima de e o deito e fico por cima dele, me sento em seu membro de costas para Dylan e o sinto me penetrar, começo a quicar em seu membro e apoio minhas mãos em seu peito, ora quico ora rebolo, Dylan geme baixo e sua respiração está pesada, no começo me preocupava com a altura dos meus gemidos mas agora nem me importo mais com isso, eu só quero gozar de novo e fazer Dylan gozar 

Ele me tira de cima dele e me coloca de quarto, e me penetra rapidamente da estocadas rápidas, ele segura o meu cabelo e da um tapa na minha bunda me chamando de cachorra, o que me deixa mais excitada, ele pega o lubrificante e passa no seu membro e na minha bunda

—Deixa a bundinha bem empinadinha, amor —Dylan sussurra no meu ouvido e mordo o lóbulo da minha orelha, eu o obedeço e empino minha bunda, ele deposita mais um tapa na minha bunda e eu me preparo para senti-lo me penetrar por trás, já havia  feito sexo anal algumas poucas vezes mais ainda não estou acostumada

Ele me penetra bem devagar e da estocadas calmas, mas sei que isso é temporário, sinto uma dorzinha mas ela logo é substituída pelo prazer, Dylan começa a dar estocadas rápidas quando percebe que eu estou à vontade com a situação, ele segura minha barriga e me levanta, eu viro o meu rosto e nos beijamos enquanto Dylan investe nas suas estocadas, fico de quatro novamente de Dylan segura o meu cabelo, quando Dylan está prestes a gozar ele faz eu na ajoelhar na minha frente, eu coloco minha língua para fora esperando sua goza enquanto ele se masturba

Aí, ele adora gozar na minha boca, Penso 

Quase nada foi na minha boca, a maioria de sua goza foi no meu rosto mas não na minha boca, só um pouco foi na minha língua, eu limpo a goza do meu rosto com os meus dedos e os levo até a minha boca e os chupo enquanto encaro Dylan com um olhar de safada, chupo o seu membro me certificando de que ele já gozou tudo o que tinha que gozar e nos jogamos  na cama com a nossa respiração ofegante 

—Meu Deus! —Exclamo e olho para Dylan sorrindo, ele sorri também —Milagre que a Kate não acordou

—Milagre mesmo! —Sorrimos e nos abraçamos e dormimos abraçados 

 


Notas Finais


E então? O q vcs acharam?
Espero q tenham gostado
Da um trabalho danado para descrever um sexo q vcs não entendem, pelo menos para mim e muito complicado, eu preciso assistir um monte de porno (😏) e pegar partes de cada um e saber como descrever, eu acho que engraçado é que quem lê acha q eu sou experiente e tal, para conseguir descrever assim, mas n, eu não sei nada, o negócio é assistir e calcular mais ou menos as sensações, por isso espero q vcs entendem caso fique ruim o modo de eu descrever as relações sexuais deles


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