História Together, They Destroy Our Lives - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Exibições 26
Palavras 1.296
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Childhood


POV Narrador

Inglaterra, 1983. Plataforma 9 3/4 

O trio composto pelos loiros Malfoy atravessava a plataforma com calma. A pequena Marie tentava carregar o irmão caçula, que estava sumamente interessado em enterrar o rosto no pescoço da irmã. Isso tirava sorrisos escondidos de Lucius. Sorrisos que sua pequena filha era Mestre em ver. Os três pararam a poucos metros da multidão que se despedia. E a pequena se voltou para o pai, que ameaçou pegar o filho mais novo.  

—Não! Marie...-A voz sussurrada de Draco se fez ouvir pela a irmã, enquanto o pequeno se agarrava ainda mais ao pescoço da irmã.-Fica... Po favo... Fica... 

—Eu não posso, Draco. Eu tenho que ir pra Hogwarts. 

A pequena acarinhou os cabelos do irmão, tentando apaziguar o pequeno. 

—Po que?-O pequeno brilhou os olhos cinzentos para o pai.-Papai, diz Marie não í... Po favo... 

—Não posso, Dragão. Anda, vem com o pai. Ou você machuca a sua irmãzinha.-Lucius pegou o filho no colo, sendo abraçado fortemente pela cintura pela filha.-Sua maninha precisa ir para a escola. Mas ela logo vai voltar pra gente. Você entende isso, meu anjo? 

O pequeno fez bico e assentiu a contra gosto, mas as cócegas da irmã o convenceram a desfazer a careta. Logo a loira estava adentrando o trem, depois de pedir ao pai que fosse direto pra casa. A menina andou até encontrar uma cabine mais vazia, onde haviam apenas dois meninos ruivos. É claro que sabia que eles eram os Weasley. Ela conhecia Arthur, ele sempre era bom com ela e a tirava do departamento de mistérios. Ela gostava do patriarca ruivo. 

—Bom dia.- Ela falou, sorrindo para os rapazes.-Eu posso me sentar aqui? 

—É claro!-O mais novo respondeu de imediato.- Seja bem vinda.-Ela sorriu timidamente, se sentando ao lado dele, já que o mais velho parecia um tanto receoso.-Eu sou Charles Weasley, e ele é meu irmão mais velho, Willian. 

—Eu sou Mary Elizabeth.-A menina estendeu a mão ao ruivo, para que ela a apertasse, mas o menino beijou o torso da mão pequena e delicada, fazendo-a corar.-Marie. 

—Malfoy.-O mais velho pronunciou o nome da moça, quase como se fosse uma ofensa. Sendo mirado pelos olhos extremamente azuis.-Não deveria estar no vagão da Sonserina? 

—Bill!-O mais novo repreendeu o irmão.-Não se trata ninguém dessa forma! Para com isso. Ou vou contar ao papai o que está fazendo. Não liga não, Marie. Ele está chato só porque a namorada dele deu um pé na bunda dele hoje. 

—Ele não deveria. É tão bonito... Consegue outra namorada rápido. Se desfizer essa careta, é claro. 

Os dois mais novos decidiram ignorar a presença de Bill, e passaram a conversar animadamente. 

"Mamãe vai ter um ataque quando descobrir que Charlie é amiguinho da cria de comensal." 

O pensamento maldoso tomou a mente do Weasley mais velho, que observava a interação dos dois. 

—Percy deve ser tão fofinho!- Ele ouviu a pequena exclamar, enquanto sorria largamente.-O Draco é muito pequeno... Papai sempre diz que ele não pode correr pelo jardim... Queria que ele ficasse grande logo... 

—Mas quando ele ficar grande, você não vai mais querer brincar com ele. 

—Meu padrinho sempre diz isso... Mas eu acho que vou gostar de brincar com ele... 

—Por que? 

—Porque isso faz meu pai feliz. E família sempre vem primeiro. 

Os dois continuavam conversando, mas até Bill se interessara nos assuntos. Os pequenos falaram de tudo durante a viagem. Feitiços, quadribol, criaturas mágicas... No momento de subir nos barcos, a pequena Marie segurou firme na mão do novo amigo, tremendo um pouco. Para espanto de Hagrid, a menininha loira tocou sua mão. 

—Senhor Hagrid... O senhor pode me ajudar a subir no barco? Eu não consigo sozinha... E Charlie é pequeno, não pode me por lá... 

O meio gigante sorriu largamente para a menininha, e recebeu um beijo meigo na bochecha quando a pegou no colo, para colocá-la na embarcação, antes de ajudar o Weasley novo, que a acompanhava fielmente. 

"Crianças... São tão inocentes...  Por Merlin que essa briga de Casas não os separe." 

Foi o pensamento do grandão, enquanto os dois seguiam na embarcação ao lado da sua, de mãos dadas. Na hora de descerem dos barcos, Hagrid ajudou a menina loira outra vez, recebendo um sorriso meigo em agradecimento. Os dois pequenos continuaram de mãos dadas até os imensos portões, onde Minerva pareceu devidamente surpresa com aqueles dois. 

—Charlie...  Vai me odiar se eu for para a Sonserina? 

—Você ainda vai ser minha amiga se eu for pra Grifinoria? 

—É claro que sim!-A menina deu um beijo na bochecha do amigo.-Seu ruivo bobo. Além do mais, vermelho combina com os seus cabelos. 

—Então você deveria ir para a corvinal.-A menina o olhou, confusa.-Seus olhos, Marie. 

— Ah... Eu queria que eles fossem como os do papai ou os de Draco... Mas pelo menos eles são iguais aos da minha mamãe. 

—Eu gosto dos seus olhos. 

O Ruivinho ficou vermelho, e piorou quando a menina deu um beijo demorado em sua bochecha. 

—Eu gosto de você, Charles Weasley. 

♡♡♡♡♡♡ 

1984, Ministério da Magia 

Marie e Draco acordaram cedo para acompanhar o pai naquele dia. Lucius prometera que levaria os filhos para ver Bellatrix. Ao saírem pela lareira, a pequena tropeçou, indo parar nos braços de um pequeno ruivo. 

—Oi, Marie.-Os dois homens ficaram tensos, Draco fez um imenso bico para a irmã, quando a mais velha abraçou o amigo com carinho.-Tem que tomar mais cuidado. Ou vai se machucar. 

—Ei! Eu não tropeço sempre. Draco, diga ao Charlie que eu não sou desastrada. 

—Solta minha mana... Ela é minha. 

—Mas ela é minha também.-Implicou o ruivo, abraçando a amiga pela cintura.-Não vou roubar ela de você, Draco. Mas a Marie também é minha. 

—Não é não. Ela é minha, do papai, do padin e do lobo. 

—Eu sou do Charlie também, Dray. Venha cá.-A menina pegou o irmão no colo.-Lo tio Arthur! Veio me salvar do Departamento de Mistérios? 

—Era a Marie que você salvava, papai? Sabia que ela é minha melhor amiga? 

—Sabia, você falou dela o mês todo. Acho que você ganhou um fã, Lady Malfoy. 

—Olá, senhor Malfoy. 

O rapaz cumprimentou timidamente, estendendo a mão ao loiro, que apertou com cuidado a mão do menino. 

—Olá, Charles. Eu soube que protegeu minha princesa.-O ruivo corou, ganhando outro beijo na bochecha.-Obrigado por cuidar dela. 

— Ela é minha amiga, senhor Malfoy. E é  uma dama. É meu dever cuidar dela. 

O ruivo sorriu para a amiga. Os dois jovens engataram em uma conversa sobre as matérias que teriam esse ano e deixaram os pais de lado, indo até um café que havia na frente do Ministério. Draco se apossara do colo da irmã, ainda olhando desconfiado para o ruivo. Nada que uma loção mágica de bolhas sabão não resolvesse. 

—Não vejo a hora de conhecer o novo Mestre de poções.-Falou o ruivo.-A posto como ele vai adorar você! É maravilhosa na matéria, Marie. 

—Ele é meu tio, Charlie. Não posso ser a aluna favorita dele. 

Draco parou de assoprar as bolhas.  

—Padin aula Hogwats? 

—Sim, Dragão. Tio Sev vai dar aulas em Hogwarts.

—Também í?

—Ainda não, Dragão... Você é muito pequeno. Você vai pra Hogwarts quando for grande como o Charlie.

O pequeno, resignado, voltou às suas bolhas de sabão, fazendo os mais velhos sorrirem.

O segundo ano dos dois foi uma completa confusão. Bill se aproximou dos mais novos e Marie quase foi torturada por um grupinho de meninas de seu ano, por ter como amigos Bill e Charles Weasley, Andrew Zabini e Kaleb Nott. Mas tanto Charlie quanto Marie foram embora com um sentimento diferente naquele ano. Quando se separaram na estação, algo diferente, uma saudade diferente, tomou o peito de ambos. E, por hora, nenhum dos dois saberia definir o que sentiam.



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