História Tokyo Ghoul - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Tokyo Ghoul
Tags Tokyo Ghoul
Exibições 46
Palavras 2.671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Luta, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Self Inserction, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo galera

Tendo em mente que eu prometi colocar novos personagens nesse capítulo, já estou postando-o ^^

Boa leitura ^^

Capítulo 3 - Capítulo 02 - Nery Kuima


Capítulo 2 - Nery Kuima

 

Em um suspiro, Kaneki largou-se em uma cadeira. Ofegante, ele olhou pela cafeteria agora vazia, com um olhar cansado.

– Até que enfim, intervalo – o moreno resmungou baixinho, para não chegar aos ouvidos de Touka, que lavava os pratos em silêncio.

Novamente suspirando, Kaneki deitou a cabeça para trás, jogando também seu peso e levantando a cadeira. Para sua surpresa, alguém chutou as pernas da cadeira, o derrubando no chão.

– Aiii – murmurou, passando a mão na cabeça – Por que fez isso?

– Não fique vadiando – Zane disse com um olhar frio, Kaneki tremeu na base – Siga o exemplo da Touka.

O Meio Ghoul não respondeu, apenas se levantou com um olhar decepcionado. Zane suspirou de leve e pegou a cadeira, a levantando e colocando de volta no lugar.

– Você vem comigo, Ken – o Ghoul disse com uma expressão séria. Kaneki o encarou sem entender – Vamos comprar um pouco de café.

– Por que eu tenho que ir..? – Kaneki resmungou de novo – Até a Touka-chan dá menos medo que você, Zane-san..

O moreno o encarou, seus olhos frios tinham um pouco de decepção.

– Ken, você não está aqui se graça – Zane comentou com uma expressão séria – o velho está te ajudando, você deve devolver o favor trabalhando aqui. É isso que todos aqui, incluindo eu, fazemos.

Kaneki pareceu surpreso, mas logo assentiu com a cabeça. Zane continuou com sua face gelada e deu as costas, fazendo um sinal para Kaneki acompanhá-lo.

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Distrito Comercial do 20° Distrito - Próximo a Cafeteria

 

A jovem fugiu para dentro de um beco, pressionando o ferimento em seu tórax. Seus cabelos eram de um tom arroxeado, com belos olhos violetas. Ela usava uma máscara semelhante a uma máscara de gás, de cor preta. No lado esquerdo do tórax, próximo às costelas, havia um corte limpo, da onde só faltava jorrar sangue.

Droga, ela pensou irritada, tentando se esconder nos cantos. Tentou liberar sua kagune, sem sucesso. Todas as suas forças focavam em regenerar o ferimento. Maldita CCG!

Ela pôde ouvir passos se aproximando, eram pelo menos duas pessoas. Logo vieram vozes, ela não tinha mais saída.

– Ela foi por aqui! – uma das vozes falou, seu tom maldoso deixava claro suas intenções.

– Certo, vamos lá – o outro respondeu, e cada vez mais suas presenças chegavam perto. Ela engoliu em seco. 

Havia sido pega de surpresa por dois doves, que sorrateiramente fizeram aquele ferimento nela. Desde então, estava fugindo deles, já que lutar com um dove estando ferido já é suicídio, lutar com dois então era burrice demais.

A jovem Ghoul olhou em volta, vendo que, na pressa, havia tirado toda sua possibilidade de fuga. Era um beco sem saída, uma alta parede bloqueava o caminho. Amaldiçoou seu ferimento, se pudesse usar seu kagune subiria o muro e os deixaria para trás.

E é assim que vai terminar?, Perguntou-se com um sorriso decepcionado. Não era como se ela não soubesse, mas morrer era uma merda. Ao mesmo tempo que ela ouvia as vozes se aproximando, seu corpo ia ficando dormente. A regeneração estava lenta demais, e a perda de sangue rápida demais.

– Achei ela! – um homem apareceu, virando no beco. Era, obviamente, um dos doves. Ela sorriu de canto, vendo seu parceiro aparecer também.

Do jeito que as coisas estão, é capaz de eu morrer antes deles chegarem aqui, ela brincou em seus pensamentos.

Os doves se aproximavam lentamente, preocupados em serem atingidos pela kagune dela. Mal sabiam que ela sequer estava em condições de usá-la. Amadores.

– Ei, senhor – uma terceira voz foi ouvida, essa de um rapaz quase da idade dela. A garota estreitou os olhos, para ver um garoto magro e de cabelos negros, com provavelmente 18 anos. Usava um tapa-olho na cara, o que ela achou estranho – Posso falar com vocês um instante?

– O que você faz aqui, moleque? – um dos doves reclamou – Estamos cuidando de um Ghoul, dê o fora!

A jovem ficou confusa, o cheiro do rapaz de tapa-olho era muito diferente de um humano. Mas também não era de um Ghoul, ela só podia dizer que ele provavelmente era um ótimo alimento.

Arregalou os olhos quando um vulto negro pousou suavemente a sua frente. Quando ela prestou atenção, viu que era um Ghoul também, esse usava um uniforme de garçom de alguma cafeteria assim como o outro, mas tinha cabelos castanhos. Ela não pôde ver seu rosto, já que ele estava de costas para ela.

Ela observou surpresa, quando sete tentáculos vermelho-sangue eclodiram de sua cintura. Uma Rinkaku de sete tentáculos, esse número de tentáculos podia ser comparado ao de um Kakuja! Nada normal.

O mais surpreendente era que ele não fez barulho nenhum nem ao liberar sua kagune, ao ponto de que os doves sequer notaram sua presença.

Dois de seus tentáculos foram em direção aos doves, os envolvendo e os trazendo até si.

– O que..!? – um dos doves ficou chocado ao perceber o aperto da kagune, já o outro imediatamente começou a implorar por sua vida, reação automática.

– Vocês estão atacando uma mulher, não tem vergonha? – o tom frio do moreno pôde ser ouvido – Segundo a lei, eu vou lhes julgar.

Outros dois tentáculos se moveram. Os doves foram arremessados no ar e imediatamente empalados no peito pelos tentáculos, sem sequer poderem gritar. O sangue se espalhou pela parede, mas por pouco não acertou os dois morenos sem nome.

– Ken, veja como ela está – o moreno disse, resguardando sua kagune de volta. O jovem do tapa-olho se aproximou.

– Ela parece mal, mas dá pra salvar! – ele exclamou apreensivo.

A jovem não estava entendendo nada. Por acaso, ela estava sendo salva ali? Seus olhos pesavam, por pouco ela os mantinha abertos. O outro moreno se virou, enfim mostrando seu rosto. Seus olhos eram bicolores, amarelo no esquerdo e azul no direito.

Ele se aproximou e a pegou em seus braços, após observá-la com cuidado.

– Não podemos levá-la pro Anteiku agora – o moreno de olhos bicolores disse sério – Ainda é dia e tem clientes lá. Eu conheço um lugar, vamos Ken.

A jovem não conseguiu mais manter seus olhos abertos. Ela enfim os fechou, caindo no reino da inconsciência.

Horas Depois, 20° Distrito - Filial da CCG

 

Amon caminhava pelos corredores da filial, junto de seu parceiro e mentor, Mado. Ambos os Investigadores cuidavam do caso da Ghoul Fueguchi e sua filha, que tinha o mesmo pseudônimo.

– Amon-kun, parece que hoje também não conseguimos nada – o mais velho disse sorrindo – Vamos ter de mudar nossa abordagem agora.

– E o que faremos agora, Mado-san? – Amon perguntou, desviando o olhar para seu mentor.

– Perguntaremos em comércios como lojas, cafeterias, etc – o dove respondeu ainda sorrindo – Já tenho até mesmo um bom local para irmos primeiro.

Amon o encarou sem entender, esperando o mais velho completar sua frase.

– A cafeteria, Anteiku – Mado completou em seguida, surpreendendo Amon – Minha intuição me diz que há algo lá.

– Se é assim... – o mais novo não se atreveu a contrariar, sabendo que a intuição de Kureo Mado não deveria ser subestimada, de forma alguma.

Amon voltou a olhar para frente, vendo um jovem rank 2 se aproximar. Seus cabelos castanhos fizeram com que Amon o reconhecesse na hora.

– Amon-san, Mado-san – o jovem parou a sua frente, ofegante. Ele parecia desesperado.

– O que foi, Takizawa-kun? – Mado perguntou levemente preocupado com o jovem mais novo.

Takizawa Seidou, 21 anos, Investigador Ghoul de rank 2.

Amon o encarou confuso, mas não se atreveu a pronunciar uma palavra. Era óbvio que Takizawa queria dizer algo sério.

– Alguns minutos atrás, aqui mesmo no 20° Distrito, descobrimos os corpos de Hisako e Ozumi! – o dove exclamou apreensivo – Foram empalados no peito, os resíduos indicam que foi um Ghoul. Já que vocês dois são os responsáveis pelo 20°, pensei que deviam saber.

Amon arregalou os olhos, chocado. Ambos os doves mortos eram rank 3, novatos na CCG. Além disso, eram amigos de longa data do rank 1.

– Você tem alguma ideia do culpado? – Mado ficou surpreendentemente sério – Foi a Fueguchi e sua filha?

– Não, não foram elas – o rank 2 disse se recompondo, estava sério – Não sabemos quem foi, mas a Fueguchi é uma Koukaku, enquanto pelo formato do golpe, o culpado é um Rinkaku.

– Pelo que sei, os únicos problemáticos no 20° Distrito são a Fueguchi e o Comilão – Mado disse com uma expressão séria.

– Isso é definitivamente estranho – Amon disse se recompondo, mas a raiva era notável em sua voz – A Fueguchi está fora de questão como suspeita, mas o Comilão, mesmo sendo um Rinkaku, não faz um movimento a meses e, ainda assim, prefere devorar homens jovens. Ambos Hisako e Ozumi já tinham quase 40 anos, provavelmente não foi o Comilão também.

Mado sorriu com a análise de seu parceiro, um pouco orgulhoso. Cada vez mais, Amon odiava os Ghouls, e cada vez mais, ele estava disposto a matá-los.

– Bem, ainda tem vários outros Ghouls pelo 20° Distrito – Mado resolveu ser o pacificador – As chances são baixas, mas pode ter sido um Ghoul aleatório.

– Isso está fora de questão – Takizawa disse de repente, surpreendendo ambos – Apesar de tudo, aqueles dois estavam para serem promovidos a rank 2. Ghouls aleatórios jamais poderiam encostar neles.

Mado baixou o olhar, pensativo. Logo, algo veio a sua mente.

– Takizawa-kun, há um caso misterioso no 20° Distrito, em que potenciais Ghouls bagunceiros somem de repente, não há? – o mais velho perguntou, vendo o rank 2 assentir – Meu palpite é de que um Ghoul mata todos eles, e que ele também matou aqueles dois.

– E que fundamento há nisso, Mado-san? – Amon questionou em um tom cético. Mesmo para Mado, aquilo era um pouco demais.

O mais velho sorriu de canto, vendo que enfim seu parceiro estava aprendendo. Afinal, uma de suas primeiras lições para Amon é questionar tudo com relação a Ghouls.

– Faria sentido se esse Ghoul estivesse tentando proteger o 20° Distrito, matando os problemáticos antes de chamarem atenção da CCG – Mado sorriu de canto ao explicar – Também explicaria o sumiço do Comilão!

Takizawa arqueou as sobrancelhas, realmente fazia sentido.

– Certo, mas por que ele mataria dois doves, então? – questionou cético – Isso é meio contraditório, se ele não quer chamar atenção da CCG.

– Ele pode ter sido descoberto por aqueles dois – Mado disse sorrindo, orgulhoso de sua própria teoria.

O rank 2 ficou pensativo por alguns segundos, sem saber se confiava ou não.

– Um único Ghoul, cuidar de dois doves? – Takizawa continuou cético – Alguém desse nível com certeza chamaria atenção.

– Takizawa, a intenção dele era não chamar atenção, então ele não chamou – Amon começou a entender o ponto de vista de seu mentor – E se ele tiver realmente cuidado do Comilão,  significa que é no mínimo um rank S. Assim é plausível matar dois rank 3.

​Mado suspirou, cansado daquele assunto. A discussão estava o irritando e, embora ele estivesse interessado no Ghoul misterioso, seu principal alvo era a Fueguchi e sua filha.

– Tudo bem, já chega – o mais velho interrompeu os dois – Após cuidar da Fueguchi, eu investido esse caso.

​Ambos se calaram imediatamente, ao ver que o Primeira Classe estava sério. Com um suspiro mental, Amon observou o 20° Distrito pela janela.

Ghoul que matou Hisako e Ozumi... Eu com certeza vou vingá-los!

 

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20° Distrito - Depósito

 

Abriu os olhos com dificuldade, a jovem mal conseguia se mover. Olhou em volta, vendo que estava deitada no chão, mas por cima de um pano branco. Se deu conta de que o ferimento em seu tórax estava fechado, enfim. Só então se deu conta de que estava sem sua camiseta, apenas com sua calça e o sutiã. Corou de leve, olhando em volta para ver se havia alguém ali.

Ao observar bem, notou que seu ferimento foi tratado antes de se fechar, assim também melhorando sua condição. Confusa, ela se lembrou dos dois que a salvaram antes. No começo ela pensou que queriam canibalizá-la, mas ali estava ela, viva e curada.

Se levantou rapidamente, olhando em volta outra vez. Viu sua camisa largada ali, para sua surpresa ela estava limpa e sem marcas de sangue, o que a deixaria sair na rua normalmente. A vestiu sem preocupações, pensativa.

Aqueles caras fizeram tudo de um jeito que quase apaga o fato de eu ter sido descoberta pela CCG. Mataram os únicos que sabiam do meu rosto, cuidaram dos meus ferimentos e ainda deram um jeito de limpar essa camisa para que eu pudesse sair normalmente. Pra que isso?

A jovem ainda sem nome parecia pensativa. Nery Kuima, Americana, 17 anos.

Nery desviou o olhar para a direita, vendo um pedaço de papel rasgado também largado no chão, ela pôde ver que havia algo escrito. Se fosse um recado daqueles dois, ela não podia estar mais interessada.

Se aproximou do pedaço de papel rasgado, se agachando e o pegando em suas mãos. Curiosa, ela se pôs a ler o conteúdo da "carta".

Eu não sei seu nome, nem você sabe o meu, mas isso não importa. Se algum dia quiser devolver o favor, vá para a cafeteria Anteiku. Procure pelo gerente Yoshimura ou fale com um dos garçons, lá somos todos Ghouls, então não se preocupe. Te espero lá, se você for mesmo.

Ela fez uma expressão confusa ao ler o papel, não havia nenhuma explicação ou pedido em troca de salvá-la, apenas um lugar para ir. Nery arqueou as sobrancelhas, mas não se atreveu a ignorar o papel. Ela o guardou no bolso e se levantou, indo até a saída do depósito.

Uma Semana Depois - 20° Distrito, Anteiku

 

Zane e Kaneki cuidavam da louça suja no Anteiku, lavando os pratos, copos e talheres. Touka estava de folga, o que deu nisso.

– Zane-san – Kaneki o chamou de repente – Você acha que aquela garota vai vir?

– Hum? Aquela da semana passada? – o moreno perguntou indiferente – Não sei, tanto faz. Eu a chamei para o Anteiku, mas se ela vêm ou não, é decisão dela. Só não gosto da ideia de termos chamado atenção da CCG à toa.

Kaneki ficou um pouco surpreso, mas sorriu de canto. Ele não havia pensado nisso, mas ao matar dois doves, Zane chamou atenção da CCG. Logo ele, que sempre tenta proteger o 20° Distrito deles.

– E não é que você sabe ser gentil, Zane-san? – Kaneki disse rindo de leve.

– Do que você está falando, Ghoul com catarata? – o moreno retrucou mau humorado. Kaneki se calou com uma expressão irritada, ele havia mudado de ideia. Zane não sabia brincar.

Zane se lembrava dos acontecimentos da semana passada. Originalmente ele e Kaneki estavam apenas indo comprar café a pedido de Yoshimura, mas Zane havia visto os doves perseguindo uma jovem e, por algum motivo, ajudou antes que percebesse.

Ficar aqui no Anteiku está me deixando mole, pensou, sua face séria surpreendeu Kaneki. Espero que os doves vão embora logo, não posso ficar muito aqui.

O moreno terminou de lavar tudo, deixando Kaneki para secar sozinho. Saiu fora da cozinha da cafeteria, indo direto para o balcão. Koma estava ali, ajeitando as xícaras.

– Yo, Zane-kun – o Ghoul cumprimentou, mas foi ignorado – Chato como sempre, não?

– E você, irritante como sempre – Zane respondeu sorrindo maldoso – Me dá um doce aí.

Koma riu baixinho, lembrando de como Zane era viciado em doces. Jogou uma barra de chocolate para o Ghoul, que abriu e começou a comer.

– Tem gosto de merda – Zane reclamou, mastigando o chocolate.

– O que você esperava? – Koma voltou a rir com o comentário – Você tem um gosto bem estranho, para um Ghoul.

– Cala a boca – o moreno sorriu, fazia um tempo que não se divertia com as tosquices de Koma.

Enquanto Zane estava imerso em seus pensamentos, o barulho do sino na porta foi ouvido. Koma se virou sorrindo.

– Bem vinda! – Koma disse sorrindo gentilmente, vendo a jovem de cabelos arroxeados e olhos violetas.

– Oh, é você – Zane a encarou indiferente, mordendo o chocolate de novo – Está pior que o normal.. Koma, você me deu um chocolate estragado?

– Posso falar com você? – Nery perguntou, voltando a chamar a atenção de Zane.

O moreno a encarou sério, seus olhos bicolores emitiram um brilho gélido.


Notas Finais


Gostaram? Como ficou? Devo continuar?

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