História Tokyo Ghoul - Interativa - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Tokyo Ghoul
Visualizações 22
Palavras 1.615
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Luta, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Some of the characters found in this story and / or universe does not belong to me, but are intellectual property of their respective owners. Any original characters in this story are my intellectual property. Story nonprofit created fan and fan without compromising the original work.

Notas do Autor


Oi pessoal, tudo bem ^^ ??
Sabem, ontem a noite, quando fui escrever, fiquei me pensando o porque fazia isso, que eu poderia desistir e tudo ficaria normal, alias, ninguém se importa. Mas, sla, acho que há pessoas que gostam da história, e, talvez, eu fizesse mal pra alguém se tirasse ela do ar, e eu não quero mais fazer mal as pessoas, então acho que vou continuar.
Aproveitem o capítulo :3

Capítulo 17 - "Idiota"


Fanfic / Fanfiction Tokyo Ghoul - Interativa - Capítulo 17 - "Idiota"

Presente

No mesmo local, a grande sala, onde vários investigadores se encontram, a maioria deles, sentados, alguns ficam de pé, encostados nas paredes ou, até mesmo, apenas levantados ao lado das grandes e numerosas filas de cadeiras; Grande parte dos mesmos, estão junto a seus parceiros ou parceiras, alguns em pequenos grupo, que possuem três, ao máximo quatro investigadores, discutindo silenciosamente sobre a estranha frase dita por Ken, em alguns casos, há aqueles que se situam sozinho; Estes, possuem, em sua maioria, olhares trotes ou frio, possivelmente, devido aos motivos que faz com que eles não possuam mais alguma dupla atualmente. O barulho, quem vem da multidão, é gerado devido aos diversos e intensos sussurros das inúmeras pessoas no local, apesar que alguma delas continuam caladas, como Kyomi e Tal, por exemplo; O jovem instigador que possui um óculos peculiar, com lentes de tonalidade laranja, apenas esfrega a mão direita sobre parte do antebraço esquerdo, como se algo no local lhe trouxesse a sensação de nostalgia, sua parceira, continua apenas olhando fixamente para aquilo que realmente se destaca no local, os investigadores de rank superior a, praticamente, todos os outros, estando estes a frente de todos, e dentre dos mesmos, Ken, que após alguns segundos sem falar, retorna a ditar:

–O Aurélio define guerra como uma termina conflito ou combate que acontece entre nações, estados, etnia, entre outros. Não é mesmo Aurélio?

–Sim, senhor. –Diz um daqueles se que encontrava ao lado do investigador.

A multidão, após ouvir as simples e fortes palavras deles, se calam, e voltam a dar atenção aos mesmos, que continuam a falar:

–O vigésimo distrito está mais perigoso a cada dia. –Afirma Ken. –Cidadãos normais possuem medo de sair e andar pelas ruas à noite. Possuir investigadores do diversos tipos de ferimentos não é mais algo tão raro. –Suas palavras, sendo forçadas a serem acompanhadas do melhor e mais formal vocabulário possível, intimidam os investigadores de cargos mais inferiores e novatos em campo. –Nossas vidas não são apenas brinquedos de plástico que ghouls usam pra se divertirem até quebrarem. –Outras palavras fortes saem de Ken e administradas pelo “público”. –Já estamos cansados de cavar sepulturas ou entregar testamentos. –Alguns dos investigadoras que se encontravam sozinhos, fingem não se importarem com o que ele disse, ou pelo menos, fingem para não demonstrarem o que realmente sentem. –Estamos em uma situação externamente perigosa, mas, acima de tudo, temos que proteger aos outros. –Fala ele, lembrando a alguns investigadores o objetivo de serem o que são agora. –Os próximos tempo será difícil para nós, mas eu acredito em todos vocês para superar-nos isso, obrigado por existirem. –Diz ele, com um sorriso no rosto, conseguido mudar o cruel assunto que falava para algo mais simples e motivador, fazendo com que, logo que ele se retire do local, junto aos superiores de patente semelhante a dele, alguns aplaudam seu discurso.

Porém isso não é um ato feito por todos, alias, as palavras estranhas dele os deixaram mais preocupados do que, realmente, motivados.

Dentro de poucos minutos, todos já se encontram fora do local; Kyomi e Taka, em sua pequena e normal sala de tonalidade gelo. O silêncio ecoa pelas paredes pálidas, as faces de ambos distraídas com algo, Kyomi, revisava documentos recentes, lendo eles com a atenção de um jovem universitário que estuda para garantir seu inútil futuro, enquanto isso, Taka se distraí com uma incrível ferramenta de demonstração da física, o pêndulo de Newton; Apesar de que, para ele, isso é apenas um simples brinquedo, e ver as pequenas bolas de aço polido fazendo seus monótonos movimentos, que se consiste apenas as esferas de aço das laterais em se elevarem em ângulo alternadamente, se chocarem com as outras, isso transmite energia para a outra lateral, fazendo esse simples feito se repetir diversas vezes; E, mesmo olhando isso a minutos, ele ainda trata isso com um passatempo sem sentindo porém divertido. Kyomi, talvez cansada de ver seu parceiro agindo como uma inútil batata, ou irritada com o barulho que as esferas de aço fazem ao se chocar, começa a falar:

–o que achou do discurso? –Pergunta ela, como sempre, sem demonstrar muito sentimento.

–Sei lá. –Diz ele, com o cotovelo apoiando o antebraço, a são virada segurando a cabeça cansada, aparentemente não muito interessado. –Não sei porquê Ken disse aquilo, nem parecia muito com ele.

–Você conhece aquele investigador? –Outra pergunta feita por ela, desta vez, demonstrando um pouco mais de interesses, contudo, ainda não muito.

–É... Uma vez ele me pagou uma torta. –Conta ele após efetuar um curto suspiros de cansaço.

Kyomi puxa o cotovelo dele, fazendo com que seu braço, muito rapidamente, deslize sobre a mesa, fundo a ele, seu corpo se move, sua cabeça é fortemente jogada contra a mesa, tremendo-a, fazendo seu divertido e simples passatempo se vire sobre a mesma, fazendo as pequenas bolas metálicas baterem contra a mesa também, ficando imóveis após alguns segundos; Tão, instintivamente, após bater a cabeça contra a mesa de madeira, levanta ela, com as mãos sua face, com uma dor interna que surgiu junto ao impacto e persiste tão fortemente agora como no momento.

–Idiota. –Diz ela minimamente enfurecida.

–Por que isso? –Pergunta ele um pouco dolorido.

–Você não consegue levar nada a sério. –Diz ela se aproximando dele calmamente, então, quando ela já esta próxima o bastante, ela arruma o pendulo de Newton dele que ela, consequentemente ao que fez a poucos segundos, deixou cair desajeitadamente.

Ele, após esfregar as mãos em sua face varias, tentando fazer a tontura passar, se arruma, abrindo os olhos; Kyomi, após deixar o aparelho como antes, porém, devido ao irritante e repetitivo som das esferas, deixa-o imóvel, ela se coloca em seu lugar novamente, e ambos continuam a dialogarem:

–Só queria saber o que achou sobre o discurso. –Dita ela, relembrando o assunto inicial da conversação.

–Foi estranho. –Afirma ele, serenamente. –Começou meio estranho, então ficou assustador, então motivador, então eu fiquei no celular, quando percebi não tinha mais ninguém no local. –Conta ele, sorrindo um pouco conforme ditava a frase.

–Acho que ele não disse o que queria... –Diz ela, sussurrando. –Ele pareceu preocupado com algo quando começou, mas parece que mudar suas palavras para ao assustar os outros. –Dita ela um pouco mais alto, marcando a sala com outro momento de silêncio.

Taka, possivelmente entediado, puxa uma das esferas laterais do pêndulo de Newton, mas antes de solta-la, é interrompido pelas palavras de sua parceira:

–Não, por favor. –Novamente ela dita palavras frias e sérias, que, possivelmente, amedrontam ligeiramente Taka, que devolve a pequena esfera ao seu devido lugar, ligeiramente.

–Okay... –Responde ele, sussurrando. –E sobre o discurso. –Dita ele tentando trazer o assunto. –Pelo o que conheço ele, está tudo bem. –Diz ele, voltando a sorrir, como sempre faz.

Logo após Taka terminar de falar, se ouve passos, que não duram muito, quando ambos olham para a entrado do local, se deparam com um jovem, pouco mas velho que o casal, de cabelos loiros e olhos de coloração de mel, encostado onde deveria haver ser uma porta; Ken, este jovem, aquele que efetuou um discurso para todos mais cedo, adentra a sala, a dupla de investigadores o fita normalmente, Kyomi, com uma certa formalidade a mais do que Taka.

–Licença. –Pede ela já dentro da sala.

–Senhor. –Dita Kyomi.

O investigador olha a sala, a janela pequena, as paredes claras, as tipicas mesas cheias de papeis, por algum acaso, a mesa de Taka está pouco mais organizada que a de sua parceira, possivelmente porque ele raramente lê o que lhe mandam, sendo fácil de perceber um manga escondido entre os documentos. Ken, estranhamente, apesar de terem passados poucos minutos, já se encontra com vestes completamente diferentes, usando uma calça jeans de tonalidade azul, uma camiseta cinza cujo a estampa é um dragão chinês de cor verde.

–Eu tenho um presente pra vocês. –Diz ele, mostrando algo que escondia atrás de seus costas. Uma arquivo com mais documentos. –Não se preocupem com o caso anterior de vocês, já está tudo certo. –Dita ele entregando os papeis para eles. –Até mais. –Diz ele, de retirando do local.

Ambos olham ele sair, logo em questão, se encaram por um momento; Taka dá os documentos que segurava para Kyomi, se levantando, pegando um casaco escuro que estas nas costas da cadeira que ele se encontrava sentando e o veste.

–É informação demais só para um dia. –Diz ele sorridente. –Vou tomar sorvete.

Ela, já acostumada com as aleatórias saídas que seu parceiro fazia do local de trabalho, continua a fazer o notória trabalho.

Minutos antes.

Nuca cafeteria externamente próxima a sede da CCG do distrito, sentados do lado de fora, a antiga dupla conhecida por inúmeros investigadores, Ken e Yoru; O jovem de olhos âmbar come um pedaço de torta de chocolate, enquanto seu parceiro apenas bebe o conteúdo de uma garrafa da água.

–Foi um belo discurso, poético. –Dita o jovem de olhos azuis e cabelos escuros.

–A faculdade ajuda um pouco. –Diz ele, rindo, junto a seu colega.

–Sabe, mas não tenho certeza que era isso que você ia falar... –Insinua ele amigavelmente. –Foi um tanto quanto duvidoso.

–Você sabe que não podemos simplesmente falar coisas assustadoras como “você vai morrer”. –Afirma ele com uma piada. –E temos que ter certeza das coisas antes de aprovarmos outro grande ataque. –Diz ele com nostalgia nas palavras. –Não podemos perder mais soldados...

–Entendo. –Yoru afirma compreensão, e após alguns segundos de silêncio, volta a ditar. –Então você vai se encarregar da missão dele? –Diz ele se referindo indiretamente ao pequeno assassino.

–Sim, afinal, ele também não pode morrer ainda. –Diz ele, sorrindo, mastigando um pedaço de torna.


Notas Finais


Então, o que acharam??
Geralmente, me perguntam se tem vaga ainda, bem, não tem vagas, mas, se quiserem, podem mandar fichas (lembrando, sejam criativos; se quiserem, coloquem coisas a mais nas fichas, tipo, manias, comida favorita, sexualidade, etc)
PS: Tirei essas idéias de uma conversa com o grupo da fic.
PS²: Hoje o pessoal do grupo ficou falando sobre ships da fic (e no gostaram quando eu disse que shippo Rapha e Taka kkjk :3 ).
PS³: Por coincidência, tem um casal que todos do grupo shippam.
PS³: Se quiserem participar do grupo, está okay, é só falar ^^
Ate o próximo capitulo pessoal


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