História Tom Menor - Capítulo 13


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Vovó (Granny)
Tags Alunaprofessora, Drama, Escola, Moto, Swanqueen, Swen
Visualizações 128
Palavras 3.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Mistério, Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OII
Sei que meus cap estão dando uma "bad", mas as coisas estarão melhores rapidinho!!
O Hot não vai sair nesse cap, então ficam de olho poque não demoro à voltar dessa vez.
Quero agradecer aos favoritos e à duas leitoras que sempre me enviam mensagens privadas: Duda e Lu! Vocês são muito importantes!!
E aos demais leitores: Cada capitulo é feito com muito amor pensando em vocês! Apareçam nas MP!
Sem mais delongas... Boa leitura!

Capítulo 13 - Quero devorar você


[ Naquele mesmo dia, antes de tudo o que aconteceu no capítulo anterior. ]

 

M: Querida? -  Toc Toc. - Está tudo bem? Regina chegou para buscar sua tia. -Toc Toc Toc.

 

E: Está sim, vovó. - A entonação até poderia convencer de que ela realmente estava tendo um dia normal, mas os olhinhos vermelhos e o nariz que poderia facilmente ser confundido com um tomate de tão irritado. - Vou tomar um banho e já desço.

 

M: Não vai me convidar para entrar?

 

E: Está uma bagunça aqui, entre, mas não chama a minha atenção! - Limpou algum vestígio de pigarro da garganta e trouxe seu cigarro aos lábios. - Não me olha assim, estou melhor que ontem!

 

M: Eu sei que está! - Se serve do suco de clorofila que tinha na geladeira. - A barrigudinha queria vir saber se realmente está melhor, mas o cheiro de cigarro faz ela querer fumar e... Bem, ela não pode.

 

E: Quando a Gina aparece eu fico bem, a madrugada foi muito mais fácil e enfrentar depois que ela avisou que levaria a Ingrid ao aeroporto. - Outra tragada forte e baforada lenta.

 

M: Não baseia a sua felicidade nela, precisa ser autossuficiente! - Passa dois dedos sobre um móvel qualquer, analisa a quantidade de pó que sujou sua epiderme, se encaram. - Ela também diz que você deve se amar, não é?

 

E: Sim, diariamente. - Suspiros calmos acompanhados de um abraço compreensivo. - Sou merecedora de tudo aquilo que considero bom, certo?

 

M: Certo! - Passa os dedos sobre a marca dos pés de Zelena na porta de entrada da casa de madeira construída sobre a arvore.

 

E: Também sente falta dela? - Descansa o queixo no ombro da idosa.

 

M: Todos os dias. - Deposita um beijo delicado na bochecha que estava próxima ao seu rosto. - Vou preparar o café, bom dia.

 

E: Bom dia, vovó. - A porta nem mesmo foi fechada, se deram as costas e caminharam em direções opostas.

 

M: Emma?

 

E: Sim? - Não se viraram para uma troca de olhares, apenas estavam alí uma para a outra. Swan estava em uma daquelas crises de tristeza e choro que frequentemente enfrentava, para ela não era fácil se sentir assim: Quanto mais triste ficava, mais inútil se sentia e quanto mais inútil se considerava, mais tristeza lhe atingia. Ela mesma achava ridícula toda essa angustia e por vezes se machucou para ter algum "motivo real para todo esse desespero", mas agora que voltou para o aconchego da sua família ou ao menos o que sobrou dela, a loira está melhorando aos poucos e mesmo Regina não sendo o "TUDO" ela está se tornando uma parte muito importante. Emma estava sorrindo mais, se alimentando melhor e não bebia descontroladamente e isso era motivo o suficiente para fazer Mary Margareth transbordar de alegria.

 

M: Nós amamos você.

 

E: E eu amo vocês.

 

M: O voo vai correr bem.

 

E: Eu sei que vai.

 

 

( . . . )

 

 

RL: Então essa viagem não é uma investigação à toa?

 

I: Não, eu encontrei a Zel e ela está viva. - Pela forma que as palavras saíram da sua boca, parecia ser algo simples e completamente normal.

 

RL: Deveria contar para todos.

 

I: Não, porque as coisas não vão ser simples lá, minha cunhada poderia ter voltado e não voltou! Acha mesmo que comigo indo até lá ela vai vir correndo para o Brasil? Duvido muito.

 

RL: Então porque está indo?

 

I: Preciso, Ruby, preciso saber direito o que se aconteceu e ela não é alguém qualquer... É a Zelena. – Admiração, muita admiração na pronuncia daquele nome estranho, mas que era próprio da mulher que um dia foi sua família.

 

RL: Queria muito conseguir ficar na cama deitada jogando conversa fora com você por mais tempo, mas preciso vomitar. - Resmunga passando a mão na barriga.

 

I: Cuida da minha sobrinha, viu? - Destrava as rodinhas da mala. - Poderia ir à reunião de oração na igreja do David? Orar pela viagem e pela sua amiga? Ela ainda não está bem...

 

RL: Deus nem sabe quem eu sou.

 

I: Você é uma menina que enfiou na gente de uma arma e pediu para que o atirador atirasse em você e não em mim, mesmo eu te negando tudo como eu negava. Você pode até não estar ciente disso, mas Deus sabe quem é você, eu vivo falando ao seu respeito à Ele.

 

RL: Então vou orar sim. - Segue para o banheiro.

 

I: Ô linda, não é porque tem gente dentro da sua barriga que não vai me ajudar a descer com essas malas. - Riem. - Anda, preguiçosa!

 

RL: Tô indo.

 

 

{Tempo atual, casa de Mary}

 

E: Demoraram! - Se inclina para pegar umas sacolas de compra no porta-malas.

 

D: Sua avó decidiu que quer fazer ratatouille para o almoço.

 

E: Delicia! - No meio do caminho, um tomate cai do alto da sacola, abaixa para pega-lo e outro cai, então tenta pegar os dois e toda a sacola desmorona. - Vovô?!

D: OI? - Olha para trás e leva a mão na testa. - Se você abaixar mais as laranjas vão.... - Tarde demais para avisa? Tarde demais para avisa! Todas as laranjas caem em seguida.

 

E: Para de rir e me ajuda aqui?

 

D: Está chorando, filha? - O reverendo David Nolan sabia de todos os detalhes e motivos das dores da menina, compreendia a delicadeza de forma que nem eu que estou contando para vocês conseguia entender. Sem dizer mais nada pegou a sacola das mãos da menina colocando fruta por fruta lá dentro.

 

E: Eu... Não tem motivo para chorar por causa de umas frutas no chão.

 

D: Seu motivo é porque você foi a sonsa que derrubou. - Gargalha graciosamente levando uma mão à bochecha da jovem. - Só está ferida aqui dentro. - Aponta para seu peito. - Então todo motivo que sua mente achar plausível para rir, não tem problema algum. - Suspiram juntos.

 

E: É que é tão triste... O coitado do tomate tá todo amassado, olha.. – Cutuca a macha suja de terra. - Me chamou de sonsa?

 

D: Chamei sim. - Sorri.

 

E: Só por causa disso, o maior pedaço do bolo que a vovó está trazendo com a Ruby vai ser meu! - Lhe empurra o ombro, levando-o a também ter a visão das duas se aproximando pela calçada.

 

D: Sonsa e sonsa. - Faz careta deixando a sacola no chão e correndo em direção à namorada.

 

E: Nãããão! Vovô?! Volta aqui! - Correm, igual à duas crianças levadas, atravessam a rua ficando cada um de um lado de Ruby. - Retira o que disse!

 

D: Não! - Esconde atrás da morena e puxa a grisalha para seu lado fazendo uma parede humana para sua proteção. - A Emma é sonsa lalalala-lá.

 

E: O David é um bobã-ão lalalala-lá. - Cantarola imitando o tom do outro e ambos caem na rizada atravessando a rua novamente, todos lado à lado.

 

M: Vocês são duas crianças mesmo, né? - Passa o polegar no nariz da neta.

 

RL: Vou ter quatro crianças para cuidar no fim das contas, porque Killian é pior que vocês dois! - Esbarra propositalmente na lateral do corpo do pastor loiro que a abraça de lado. - Deus tem que me ajudar com essa família doida.

 

D: Deus em sua infinita bondade te deu essa família! Pode falar a verdade, você adora a gente!

 

 

Todo o almoço ocorreu tranquilo, regado a conversas fúteis sobre a quantidade ideal de fios para um lençol ou sobre a rivalidade da Pepsi e da Coca-Cola, Emma e Ruby foram lavar a louça para os outros dois descansarem.

 

RL: Então, docinho, como foi a conversa som sua sogra? - Enxágua um prato quadrado branco e entrega para outra secar.

 

E: Acredita que o diretor Henry não sabe sobre nós? A Regina está mantendo isso em segredo não é só dos alunos não! Só a Cora e o "Henry Narigão" que sabem. Aparentemente, teve uma briga muito pesada quando ela assumiu uma namorada algum tempo atrás e a Gina não teve coragem de contar sobre mim e acabar sendo demitida ou eu perder a vaga no colégio. - Senta no chão para ir organizando tudo o que secar.

 

RL: E ela não tinha te contado sobre isso?

E: Superficialmente... Depois que a sogra foi embora, eu conversei com ela por mensagem e ela me contou toda a história direito, porque um tempo atrás ela tinha tocado no assunto sim.

 

RL: Entendi. - Espirra.

 

E: E você? Essa coisa de igreja... Tá indo sério mesmo? Tipo, nada contra, amo o Pastor e tals, mas... sei lá.

 

RL: Acho nada de errado em orar um pouco e ouvir uns louvores. - Limpa o nariz com o antebraço e espirra mais uma vez.

 

E: Saúde.

 

RL: Obrigada. - Passa a ponta da unha em uma coisinha agarrada na panela. - Você acredita em outros deuses, acho linda a sua cultura! De verdade, mas, mesmo eu não tendo religião alguma, acredito que orar para esse Deus que o David prega vai resolver grande parte dos meus problemas.

 

E: Acho bacana...- Tira um cigarro de dentro da carteira que estava sobre a bancada. - Mas não é minha praia não. Não acho ruim se você ora por mim, ou se o pastor e a vovó também oram, respeito isso... Mas... Eu? - Sorri. - Não obrigada.

 

RL: Tudo bem, uai! Ninguém pode obrigar ninguém a crer, é só respeitar e amar, amar a todos, sem olhar cor, religião, sexualidade... - Suspira e encara a menina. - O segredo de uma vida boa é o amor.

 

E: É.. O amor. - Se encaram apenas, a mais velha com uma mão dentro da vasilha e a outra com um cigarro apagado na boca. BIP-BIP-BIP. - É mensagem da Gina.

 

RL: O que ela está falando? - ATIM! - Gente que inferno! KKK, vou gripar.

 

E: Vai sim... - Desbloqueia o celular. - "Sei que são duas horas apenas, mas já se arrume, porque vamos para um lugar divertido, só nós duas... Ah! E leva uma roupa de frio, porque o clima está doido e lá é bem fresco."

 

RL: Você já tem uma mala pronta para as viagens de fim de semana do clube, então tá tudo ótimo.

 

E: Vou tomar um banho e me arrumar, ela disse que vai vir me buscar mais cedo.

 

RL: Vai lá, eu termino isso aqui.

 

 

( . . . )

 

 

E: É a primeira vez que venho na fazenda do David! - Deu uma risada - É ainda mais bonito que nas fotos! - Ao falar isso, puxou uma chave colorida do seu chaveiro de caveira. - Essa é a do meu quarto!

 

R: E essas são as chaves do cadeado da porteira que você vai descer agora para abrir! - O crepúsculo se iniciava, ainda faltava alguns minutos para o Sol começar à se por, entretanto aquele momento em que as coisas começam a ficar mais escuras contrastando com o céu claro antes de cores alaranjadas e violetas tomarem toda a sua extensão também era maravilhoso perante os olhos das duas! Junto com aquele crepúsculo vinha paz, toda a incerteza sobre a existência de química e cumplicidade entre as duas na mente de Regina desaparecia a cada quilometro percorrido naquela estrada de chão. - Faz isso por mim? - Balançou as chaves.

 

E: Claro! - A capota do Mercedes preto da mais velha estava completamente aberta permitindo que a brisa fria vinda da planície tocassem-lhe a face. - Qual é a certa?

 

R: Essa. - Em um pulo a mais nova saiu do veículo para abrir a porteira de madeira tingida nos tons de preto e branco, ficou segurando a mesma enquanto o carro atravessava. - Acho que vou acelerar e te fazer chegar à pé!

 

E: Não conseguiria ficar esses minutos sem mim! - Uma mão na porta sustentando seu corpo para mais um pulo e pronto, já estava acomodada no banco do carona mais uma vez. - Tenho certeza.

 

R: Sobrevivi meus quinze anos sem você... - Uma careta hilária no final da frase.

 

E: Quinze? - Beijo no rosto. - Quinze em cada uma das pernas e dos braços, não é vovó? - Com o arranque do carro voltou para seu lugar de forma bruta, tornando o momento ainda mais descontraído.

 

R: Vovó? hm... Então devo dar meia volta deixar isso para lá!

 

E: Não! Se a gente for embora vamos ter que ir para a escola amanhã!

 

R: Então é por isso que está querendo ficar? Não é por mim? - Carro estacionado e capota subindo para proteção contra o orvalho da noite. 

 

E: Vou adorar matar aula com você.

 

R: Eu também. - Selinho. - Me ajuda a tirar as coisas do banco de trás? A casa já está arrumada, assim como o nosso quarto, então não vai ter amolação.

 

( . . . ) 

 

E: Não brinca! - Não, de forma alguma aquela fazenda era algo caindo aos pedaços! Uma casa novinha com acabamento e moveis em madeira maciça, a outra colocava fogo na lenha. - Aqui dentro é ainda mais bonito que lá fora! E esse assoalho, nem ecoa na casa! - Pulou duas vezes seguidas provando o que disse. - Por que nunca vim aqui antes?

 

R: Só não vai no seu quarto ainda e nem na sala! Pode ficar alí naquela cadeira de balanço, lendo aquelas revistinhas de super-heróis que lhe comprei, enquanto isso vou colocar queijo sobre a pizza e colocar para assar nesse forno à lenha maravilhoso.

 

E: Uma pena.

 

R: Pena? Por que?

 

E: Se fosse um forno elétrico poderia te ver abaixando sem dobrar os joelhos para colocar a pizza lá dent...

 

R: SWAN?!

 

E: Ainda mais com essa saia justa que está te deixando ainda mais gostosa! Seu cropped iria subir ainda mais aparecendo suas costas, me fazendo prestar atenção nessa tatuagem que tem na costela que eu nunca, tipo, nunca mesmo consigo ler o que está escrito. – Fala rápido, muito rápido, então desacelera o ritmo sorrindo lardo para revelar a próxima frase. – Então é uma pena sim, eu queria admirar a minha namorada.

 

R: Acho que conseguiu me conquistar ainda mais. – Selinho. – Namorada. – Antes que a outra conseguisse agarra-la, foi em direção ao forno checar a temperatura. – Love is a weakness, é isso o que está escrito.

 

E: Preciso mudar esse seu conceito urgente.

 

R: Não penso que o amor seja fraqueza, querida. – Tira as pizzas da embalagem. – Principalmente agora! – Ri maneando a cabeça negativamente. – Na sua idade, eu não era tão madura quanto você, era um pouco rebelde, fugia de casa de madrugada para ir para as boates e tudo de ruim que acontecia achava que a culpa era minha. Fiz essa tatuagem antes do meu pai ser internado com uma parada cardíaca, então tive uma conversa com a dona Cora e soube que o amor é a maior força de todas.

 

E: Sua mãe é incrível mesmo.

 

R: Verdade, mas eu sou mais. – Levanta uma sobrancelha. – Olha esses lábios! Esses olhos castanhos? Tenho certeza que qualquer definição filosófica sobre beleza é: Regina!

 

E: Definição para convencida também!

 

R: O nome disso é amor próprio! – Assenta no colo da mais nova e a cadeira começa a balançar para frente e para trás vagarosamente. – Em vinte minutos podemos ir lá pra dentro e você verá a surpresa que te preparei.

 

E: Enquanto isso faremos o que? – Ainda mais lento que qualquer outro toque antes já realizado, move sua língua para dentro da boca da mais vela, acariciando o céu da sua boca e chupando seu lábio inferior como se desfrutasse do alimento mais saboroso por ela já provado. – Regina...

 

R: Sim, querida? – Tomba a cabeça para o lado, sentindo a língua da loira mimar a extensão de seu queixo ao seu ombro.

 

E: Melhor você sair do meu colo... Não quero só beijar seus lábios.

 

R: Podemos só mudar o assunto então... – Selinho. – Me contar sobre Robin, é um bom assunto, não acha? – Direta, delicada igual à um coice de mula. – Ou então, me contar o que exatamente ele te falou.

 

E: Como você... O que? Nada aconteceu! – Se movimenta agitada fazendo a mais velha sair de seu colo, depois sai da cadeira.

 

R: Aconteceu sim e é bom você me falar o que foi!

 

E: E vai fazer o que?

 

R: Eu tenho uma mão, ele tem uma cara... Acho que isso dá um encontro perfeito.

 

E: Você é mais elegante que isso, Regina.

 

R: Não quando alguém toca em quem amo. – Solta uma rajada de ar enquanto estica a própria roupa se livrando de amassados.

 

E: Não quando o que? – Coitada, não tinha mais sangue em seu corpo, mais pálida que naturalmente é, suor frio pairava por sua testa e costas.

 

R: Alguém toca em pessoas do meu convívio. – Se corrigiu, talvez estava muito cedo para dizer aquela palavra.

 

E: Não foi isso o que disse. – Ainda estava branca, devo acrescentar que o coração não batia também. – Mas.. Eu te amo, namorada. – Aí está o sangue sumido! Todo na face da menina avermelhando suas maçãs.

 

R: Por isso quero cuidar de você, querida. – Uma sinfonia harmoniosa começa a ecoar do celular da morena, avisando que as massas estavam prontas. – Está na hora de ver a surpresa que preparei.

 

E: Me conta o que é? – Fala baixo como se aquele fosse o segredo mais terrível de todo o universo.

 

R: Essa noite, eu quero provar cada pedaço do seu corpo e te devorar na intensidade que gosto de você e sentir prazer na mesma medida que um dia vou te amar. – Fala em alto tom, com uma voz rouca e pesada. – Porque sei que posso te amar mais do que amo agora.

 

POV EMMA

 

Eu não consegui tirar os olhos de seus lábios… Ela também me ama. Enquanto se aproximava mais de mim e colocava a mão no meu rosto, coloquei uma mão na nuca dela sorrindo como uma criança presa numa loja de doces, aproximando mais a boca dela da minha. Seu sorriso radiante, realçando sua cicatriz se acabou ao encontrar minha boca para um beijo terno e cheio de segundas intenções.


Notas Finais


Esse capitulo foi difícil, principalmente pelo fato de que não tenho pensado em português e isso atrapalha me atrapalha MUITO à escrever, tiveram trechos desse capitulo que tive de traduzir do inglês e outros que tive de traduzir do castelhano porque quando percebia já estava escrevendo em outra língua, sei que parece desculpa esfarrapada, mas esse realmente foi o motivo da minha demora, por favor me perdoem?! O cap foi cheio de cortes, mas o próximo não vai ser, prometo.


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