História Tomada Um - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Steven Universe
Personagens Ametista, Connie, Garnet, Jamie, Pérola, Prefeito Bill Dewey, Steven Quartzo Universo
Tags Miltretas, Stevethyst, Stevonnie
Visualizações 21
Palavras 1.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi minha gente querida! Tudo beleza? Agradeço às visualizações, muito obrigada mesmo!

A demora foi culpa da internet, aliás, culpa da falta dela.

Vamos de fic? Vamos!

Capítulo 9 - Surpresas do dia seguinte


Fanfic / Fanfiction Tomada Um - Capítulo 9 - Surpresas do dia seguinte

Já eram oito e meia da manhã. Steven conseguiu dormir um pouquinho.

Ele acordou e foi ao banheiro, não tinha visto ninguém em casa e não fez questão de procurar. Estava inquieto com o que vira nos sonhos e nada lhe restaurava a paz.

No chuveiro, o menino se mantinha sentado da banheira enquanto as gotículas molhavam seu rosto e cabelo.

— Turmalina... — Ele sussurrou. Esse nome o apavorava, ela o apavorava.

Em aparência parecia um pouco a Sugilite, mas a diferença é que a fusão tripla possuía ao menos uma gem menos "pavio curto" e ainda sim causava destruição maciça. Turmalina já lhe causava medo, não admiração como possuía com relação a Sugilite.

— Eu... Eu não posso me amedrontar. Foi apenas um sonho! Não, um grande pesadelo! E não posso me abater! — Steven dava a si mesmo palavras de confiança, mesmo não sentindo.

Terminou sua higiene matinal e caminhou até a entrada da casa mastigando um pedaço de maçã.

*

— ...Ainda sim, acha seguro ele continuar? Hoje só provou o quanto ele precisa descansar. — Pérola alertou, sentada numa das cadeiras que estavam na varanda.

— Acha que o DNA corruptivo causou isso? — Ametista indagou, mas foi negada pela fusão.

— Ele tem andado estressado? — Greg inquiriu preocupado pelo filho.

O pequeno tremor na mesa chamou atenção para a causadora de tal. Garnet estava tremendo, nervosa.

— Dá pra responder? — A fusão perguntava pelo lado de Ruby. — E-eu sei por quê ele está assim! Pronto, falei! — Antes de desfazer o conjunto, Garnet respondeu por Safira, que logo apareceu sentada num dos braços da cadeira.

— Ruby, Safira! — A Lilás exclamou.

— O quê que houve, minha gente, vocês quase não se desfundem. — Gregório estranhou.

— Vocês sabem de alguma coisa?

— Eu sei de nada! Safira... ¬¬ — A pequena vermelhinha respondeu a perolada. — O que você está escondendo de mim?

— N-nada, Ruby...

— Safira... ¬¬ Se não é nada então por que se separou?

— E-eu estava... E-eu... Calor! Eu estava com calor! Preciso de vento nos cabelos! Olha como estou suando! — A parceira não aceitou a desculpa, que percebeu a mentira pelo tom de voz e pelos pequenos flocos de neve envolvendo sua pele.

— Safira... ¬¬ Se você não dizer a verdade eu vou contar pra todo mundo daquela noite que você...

— TÁ! Eu conto! — Safira se aprontou em tampar a boca de Ruby, que riu bastante da situação. — Quando beijamos Steven ontem, ele provavelmente viu uma parte da visão que tive.

— Então era uma visão?! — Steven apareceu de repente, chocado, fazendo todos olharem para ele.

— Steven. — Pérola o chamou, permitindo que o menino sentasse em seu colo.

— Era real o que eu vi?! — O rapaz estava indignado. — Eu sonhei com coisas terríveis. É tudo real?!

A gem vidente negou, tentando acalmá-lo, disse que o que viu não passava de um provável futuro, não era certo de acontecer, mas podia.

Depois de tranquilizar o rapaz, Steven contou a todos sobre o pesadelo, do susto na madrugada e do custo que teve até pegar no sono. Todos ouviam atentamente.

Após o discurso, Ruby e Safira se reconciliaram e se fundiram novamente, tornando-se Garnet. A mesma mudara o assunto com outros mais animados e dinâmicos.

Ametista percebeu que Steven evitava seu olhar, mirando outros cantos, outras caras.

*

— Alguém pode me ajudar a consertar a van?

— Acredito que com o dinheiro que tem poderia comprar 10 delas.

— Pérola, minha querida, nenhum dólar do mundo compra o que vivi com essa van! Agora vem me ajudar! — Greg puxou a perolada, que chamou Garnet para não ficar sozinha e assim não dar o que falar.

Restou na varanda os dois únicos quartzos, que olhava de longe o trio com o automóvel.

Steven não dava uma palavra, estava inquieto. Ametista não teve outra solução a não ser conversar e resolver tudo isso.

— Você acha que eu seria capaz de machucar a Connie?

A pergunta quebrou o silêncio, chamou a atenção do menino, que de imediato negou várias vezes.

— Então por que está me evitando?

O desânimo carregado no timbre atingiu o coração do moreno, que sentiu sua tristeza. Ele, que estava de frente para ela, sentou-se ao lado, segurando a mão depositada na mesa vazia.

— E-eu juro que não estou te evitando... Pelo menos não de propósito. Me perdoa, Amy? Eu não queria fazer você se sentir assim...

— Stev, está tudo bem. O que me deixou chateada é que logo você pensou que eu faria coisas ruins assim. — Ametista fitou os olhos castanhos. — Eu espero isso da Pérola, porque ela nunca aceitou que eu fizesse parte das Crystal Gems. Você não. — A lilás derramou algumas lágrimas.

O menino se prontificou em se aproximar mais, limpando o rosto de Ametista. Seus olhos estavam perdidos um no outro, há poucos centímetros de distancia.

— Chora não. Por favor. — O pedido feito de forma sincera foi acatado. Ametista estava parando de chorar.

Os dois não moveram um milímetro. As mãos de Steven estava sobre seu rosto, jogando seus cabelos rebeldes atrás de sua orelha.

— Fica mais bonita assim.

O comentário fez a jovem alienígena ruborizar.

— Sé-sério?

— Assim posso ver seus olhos.

O jovem ficou vermelho com o próprio comentário que disparou. A alien mais nova sorriu sem graça, aceitando o elogio.

— STEVEN, TRAZ O ÓLEO DE MOTOR! — Greg berrou de onde estava.

Os mais jovens se assustaram um pouco pois estavam ocupados se olhando. Steven pediu licença e foi acatar a ordem de seu pai.

Ametista observava o menino e como seus sentimentos mudaram desde a noite anterior.

*

— ... Mas mudando o assunto, você dormiu bem esta noite? — A interrogação saiu do aparelho celular, conectado a outro, que estava com uma certa indiana na cidade vizinha.

— Uma das melhores noites de descanso... — O moreno mentiu, revirando os olhos.

— Que bom. Acho que hoje eu passo aí, se não houver nenhum contratempo.

— Tudo bem... Tchau. — Steven desligou gentilmente, mirou o teto de seu quarto, deitado na cama, tentando retirar os pensamentos ruins que lhe vinham constantemente.

Era uma visão o que teve na verdade, não um pesadelo. Steven se perguntava como isso aconteceria, se tinha a ver com sua conversa com Safira há dois dias, se suas escolhas iriam influência no cumprimento desta visão.

— Quer jogar? — Ametista subiu as escadas animada, se jogando na cama ao lado de Steven.

— Hmmm... Pode ser. O que vamos jogar?

— Temos esse joguinho de luta. — A alien mais nova respondeu animada, tentando mudar a animação do rapaz.

Jogaram oito partidas, intercalando vitórias, quando a barriga do menino resolve roncar.

Era hora do almoço.

O mesmo, sem graça, desce as escadarias com Ametista a fim de preparar aos dois um sanduíche.

— Tá... Temos só dois pães. Dá só pra um sanduba. — O menino respondeu.

— Vamos fazer waffles então. — Ametista respondeu ao pegar no armário o chantili.

E em menos de quinze minutos tudo estava pronto, agora, só faltava comer.

— Ficou bem grande. Não vou conseguir comer sozinho. Me ajuda? — Steven convidou, já lhe entregando um talher.

A mesma pegou e sorriu.

Comiam animados, entre sorrisos e brincadeiras, o ânimo de Steven melhorara bastante.

No final restou apenas o morango que enfeitava. O moreno foi pegar com seu garfo quando a moça o impediu com seu talher.

Começou uma guerra entre garfinhos, quando um pegava, a outra dava um jeito de retirar a fruta da "rota de colisão" e vice-versa.

— Ametista, tem uma bandeja de morangos na geladeira.

— Eu tô com preguiça de andar até la. — A gem comentava com fadiga. Os dois estavam sentados à metros do móvel elétrico.

— Também não quero me levantar. Vamos dividir então... Ei! — O rapaz se mostrou bem zangado quando viu a lilás tomar a fruta e colocar a mesma entre seus dentes.

Ele imaginou que Ametista comeria tudo.

— Você quer que eu pegue? — Ametista assentiu animada pela pergunta de Steven.

O jovem já colocava a mão dele em direção da boca carnuda dela quando Ametista deu um tapa na mão dele.

O moreno reclamou pela dorzinha, beijando a mão levemente avermelhada.

— Como vou pegar isso então? Até perdi a vontade de comer...

A gem dos cabelos alvos levou seu dedo indicador aos lábios do quartzo humano.

O jovem ruborizou extremamente, olhando com atenção a gem ao lado.

A mão livre de Ametista retirou a fruta por breves momentos apenas para perguntar, fitando o menino com malícia:


— Tem certeza que perdeu a fome?


Notas Finais


Sou eu de novo! Até o próximo kapi!


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