História Tomás E Helena: Um amor proibido. - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Romance
Visualizações 4
Palavras 1.282
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Ecchi, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um episódio novo! Desculpem a demora!

Capítulo 2 - Dia 2: Briga escolar


Fanfic / Fanfiction Tomás E Helena: Um amor proibido. - Capítulo 2 - Dia 2: Briga escolar

[Dia 2: Escrito por Helena Foster]

No dia seguinte acordamos cedo (bem, eu acordei, e depois fui acordar Tomás). Eu estava bem ansiosa para o segundo dia, creio eu que o Tomás não tinha toda essa animação, pelo fato de ele ser um preguiçoso. (:P Ele é mesmo)

Nos arrumamos, por incrível que pareça eu me arrumei mais rápido que Tomás, faltando alguns minutos para irmos, fui verificar se ele estava terminando, e ele ainda estava arrumando o uniforme, que era uma camisa social com uma gravata e uma calça social (para os homens.) e para as meninas, uma camisa social com gravata borboleta e uma saia xadrez zul.

-Tomás! Vamos nos atrasar! ~Gritei com ele.
-Eu já não sei dá nó nessa coisa... e ainda estou com sono! ~Dizia ele, gritando, porém, com um tom de brincadeira.
-Rum! ~Revirei os olhos e fui até ele, ajuda-lo.
-Pronto! Está lindo! ~Complementei.
-O uniforme também não caiu nada mal em você Helena! ~Respondeu, sorrindo.

Logo depois entramos no carro da mamãe e fomos pra escola, estávamos animados, bem, pelo menos, eu estava! No caminho ficava imaginando em como fazer novos amigos, que pessoas da sala seriam boa influencia pra mim.

Logo que chegamos na escola, minha parou o carro em frente ao portão, descemos do carro, nos despedimos e fomos entrando na escola, sem conversar um com outro, o que deixava o clima muito mais tenso, acho que é pelo fato de o Tomás não ter dormido naquela noite. (Ninguém mandou ele ficar jogando vídeo-game a noite toda.)

Durante a aula de português, uma das mais entediantes, seja em qualquer escola, tudo estava tranquilo quando percebi risos vindo dos meninos que sentavam no fundo da sala, ambos rindo e falando de um garoto que sentava na fila do meu lado direito, no mesmo ângulo que eu, falavam do corte de cabelo dele (que era grande e deixava uma franja caída no olho), das suas roupas que tinham estampas “nerds” e até pelo fato de ele ser o mais quieto da turma, e não socializar com ninguém. Cutuquei a perna de Tomás, que sentava atrás de mim, com meu pé.

-Poxa galera, parem de zoar o garoto! ~disse Tomás, olhando pra trás.
-Cala boca! Você e sua irmã são dois esquisitos também! ~Disse um dos garotos.
-... ~Tomás apenas ficava em pé, encarando o garoto.
-Tomás, senta! ~Disse eu, puxando Tomás para se sentar na cadeira.
-Tomás! Prometemos para a mamãe que não íamos arrumar encrenca! ~Sussurrei para Tomás, enquanto a sala conversava entre si.
-Tá bom... ~Murmurou Tomás, revirando o olhos.

Tocou o sinal para irmos para o intervalo do almoço, e fomos ao refeitório. Nos servimos e nos sentamos em uma mesa próximo a uma janela em que os raios de sol entravam pela janela, iluminando a mesa e os também no Tomás, que refletiam em seus cabelos, brilhando o ruivo de seus cabelos.

-A comida daqui é boa não é maninho? ~Perguntei, sorrindo.
-Sim! ~Ele respondeu.

Enquanto comíamos e conversávamos, um dos garotos os quais Tomás arranjou encrenca, bateu na bandeja de Tomás, fazendo que a comida se espalhasse por toda sua roupa, o fazendo levantar rapidamente, e o olhar com muito ódio para o garoto.

-“Coé?” quer brigar? ~Perguntou o garoto, sorrindo, dando um soco na barriga de Tomás, fazendo-o ajoelhar.
-argh... ~Tomás gemia de dor naquele instante, pelo impacto do soco.
-Tomás! ~Corri em sua direção.
-Sai daqui sua vadia! ~Disse o garoto, me chutando pra longe, pegando em cheio nas minhas costelas.

Enquanto gemia de dor, e as pessoas começavam a me rodear, eu pude ver pelas frestas que as pessoas deixavam, Tomás se levantando como se não tivesse acontecido nada com ele.

-Você chamou a minha irmã de que? ~Perguntou Tomás, estalando os ossos de seus dedos.
-V A D I A! ~Soletrou o garoto.
-Desgraçado! ~Gritou Tomás, dando um soco em cheio em seu nariz, o fazendo perder a consciência por alguns segundos.

Logo depois, Tomás abriu caminho entre as pessoas ao meu redor e se ajoelhou ao meu lado, me estendendo a mão, ajudando a me levantar.

Tomás me ajudou a ir até a enfermaria, mas a enfermeira não viu nada de errado com minhas costelas, apenas que ia ficar dolorido uns 3 dias, enquanto Tomás... o diretor foi falar com ele.

-Tomás Foster... Arranjando encrenca no segundo dia de aula? ~Perguntou o diretor.
-Diretor, peço desculpas mas não fui eu... ~Ele respondeu.
-Como não foi você? As câmeras não mentem. ~Disse o diretor.
-Você feriu o meu filho! ~Complementou.
-Então ele é seu filho? ~Perguntou Tomás.
-Isso não teria acontecido se ele tivesse mais educação e não fosse um babaca! ~complementou Tomás.
-Como pode dizer isso a mim? ~Perguntou o diretor furioso.
-Uou uou... uou! Calma aí meu chapa. Eu seu que errei, mas seu filho, o mais errado na historia não esta aqui. Não é justo culpar só a mim! ~Disse Tomás.
-Certo... Apenas se retire da minha sala. ~Disse o diretor.
-Eu hein... ~Disse Tomás, saindo da sala.
-Só peça para sua mãe e seu pai vir falar comigo amanhã... ~Disse ele, enquanto me olhava ir em direção a porta.

Eu estava o tempo todo espiando aquela conversa entre Tomás e o diretor, estava obvio que Tomás estava numa fria. Assim que a porta se abriu, Tomás se esbarrou em mim, fazendo com que eu perdesse o equilíbrio, mas graças a um reflexo altamente preciso, ele segurou no meu braço, impedindo que eu caísse no chão.

-Obrigado maninho! ~Disse eu, sem graça por estar espiando.
-De nada... ~Respondeu Tomás, com um tom nervoso.
-O que houve Tomás? ~Perguntei, pegando na sua mão.
-O diretor vai chamar a mamãe  e o papai... ~Disse ele, triste e ao mesmo tempo com raiva.
-“Vixi...” ~Respondi.

O sinal do final do intervalo tocou, o garoto que Tomás deu um soco foi para o hospital, mas acho que não teve nada grave, ao menos, ele não ficou com falta de ar, então estava bem (kkk). Quando deu o sinal para o fim das aulas, Tomás pegou as coisas e foi em direção a saída rapidamente, nem mesmo me esperou organizar as minhas coisas, isso era diferente para mim.

Minha mão chegou, Tomás jogou a mochila no porta-malas e entrou no carro, dando “oi” para minha mãe, e cruzando os braços, ficando calado todo o caminho. Chegando em casa, pegou a sua mochila e a jogou em cima da cama, se sentando no tapete de veludo que tínhamos no quarto, ficando de cabeça baixa, fui até ele para o acalmar.

-Maninho, não precisa se zangar tanto assim... ~Disse eu, passando o braço por trás dele, o abraçando.
-Eu não estou bravo por causa do diretor, e sim por causa do garoto... ~Respondeu ele.
-Mas por que? ~Perguntei.
-Aquilo que ele fez com você... e falou pra você... ~Respondeu Tomás, rangendo o dentes.
-Está tudo bem mano! As más palavras dele não me atingem. ~Respondi, sorrindo.

Depois que eu disse aquilo, me aproximei afim de dar um beijo em sua bochecha, algo que eu sempre fazia, mas justo naquele momento, Tomás se virou para mim, possivelmente para sorrir e dizer “Ok então”, foi quando nossos lábios se tocaram. O pior daquilo tudo é que eu gostei, havia sido meu primeiro beijo depois de muito tempo (já fazia um tempo que eu não beijava ninguém), e pelo jeito Tomás também gostou, ele não parava.

Aquilo durou mais ou menos 10 segundos, mas na nossa cabeça durou anos de pura tortura e ao mesmo tempo prazer.

-Ah... D-d-desculpa! ~Disse Tomás, sem graça.
-T-t-tudo bem... A culpa não foi sua... ~Respondi, me afastando, subindo nas escadas do beliche.

[Fim do dia 2]

 



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