História Tomorrow or Day After Tomorrow - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Depressão, Descoberta, Destino, Drama, Romance, Superação
Visualizações 7
Palavras 563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Nicholas


NICHOLAS

A festa do sábado a noite está bombando. Eu estou rodeado de garotas bonitas. Mas, por alguma razão ainda desconhecida por mim, eu não me interesso por nenhuma delas.

Estou à procura do meu melhor amigo, Matt. Ele já deveria estar aqui. Eu espero que ele não tenha tido problemas em casa.

- Nick Toy. – uma voz soa por trás. Eu a conheço muito bem. Não é muito difícil. O tom de voz da minha ex-namorada, tentando ser sexualmente atrativa, alcança notas desconhecidas até mesmo para as guitarras desafinadas.

- Hei. – isso nem é uma palavra. Mas é tudo o que eu consigo emitir, e então dou um gole na minha cerveja, que dificilmente desce pela garganta.

- Você continua sendo o garoto mais atraente do colégio.

É o que ela diz. Sempre o mesmo elogio.

- Obrigado. Eu acho. – respondo, e a mão dela agora se encontra no meu ombro.

Essa não! Perto demais. Eu consigo sentir o cheio do álcool escapando pela sua boca. Quanto essa garota já bebeu?

- Sabe o que é. – meu cérebro sai em busca de uma desculpa, qualquer coisa que me faça gentilmente me livrar dela. Então eu vejo o Matt. – Hei. Matt! – não poderia ser mais perfeito.

Afasto o braço da minha ex-namorada bêbada, e caminho em direção ao Matt.

- Quanta mulher gata! – ele diz. Acho que esse é o seu “Olá”.

- Você demorou?

- Sentiu minha falta? – ele indaga. – Isso é fofo, Nick. Mas nada de homossexualismo pro meu lado hoje.

- Idiota. Eu estava a ponto de ser atacado pela Samantha.

- Samantha? Essa garota deveria estar no passado, onde é o lugar dela. – ele diz.

- Diz isso para ela. – respondo. E ele solta um riso debochado.

- Não é fácil ser você.

- Porque diz isso?

- Aquele ali não é o seu pai? – ele pergunta, e emite outro riso, agora debochado.

- Merda. – tento me esconder atrás do meu copo de cerveja, mas é inútil.

- Sabia que ia te encontrar aqui. – meu pai se aproxima. Eu não acredito que ele está usando seu uniforme. – Eu não te falei para não sair de casa?

- Sim. Mas pensei que poderia ser a partir de amanha. – faço-me de idiota. Às vezes, funciona.

- Você está bebendo? Sabe que não pode fazer essas coisas. – ele começa o sermão, dura precisamente à caminhada até o carro estacionado logo a frente da casa vizinha. Então, ele volta ser o pai superprotetor.

- Não sabe o que eu faria sem você. Eu morreria. Sua mãe morreria.

Essa é uma das vantagens e desvantagens de ser Nicholas Toy.

Meu pai não consegue ficar muito tempo zangado comigo. Ele passa mais tempo preocupado de que algo de ruim me aconteça.

Quando eu tinha doze anos, fui diagnosticado com crises de hipoglicemia. Nada que não possa ser controlado. Mas para o papai qualquer deslize pode ser fatal.

- Eu amo você. – ele diz, e seu celular toca. Obrigado Deus. Isso poupa todo mundo de um difícil dialogo sentimental entre pai e filho.

Depois de alguns “aham” e respostas monossílabas de concordâncias do papai, ele desliga. Seu olhar não é bom. E eu não sei se quero que ele me diga o que quer que seja que se passou nessa ligação. Mas alguma coisa nos olhos dele diz que ele precisa me comunicar.

Então ele diz.



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