História Tomorrowland - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V, Xiumin
Tags Chanyeol, Jikook, Namjin, Vhope, Xiumin, Yoonvseok
Exibições 15
Palavras 1.156
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O narrador hoje é o Yoongi, e vai continuar assim até eu falar quem será o próximo narrador, só avisando que a narração do Yoongi será uma das últimas à quem eu vou mostrar o passado, por isso vou focar bastante na história do Yoongi pois ela tem sim uma grande importância na fanfic.

Boa leitura, espero que gostem.

Capítulo 25 - Fúria


Fanfic / Fanfiction Tomorrowland - Capítulo 25 - Fúria

Andava colado à Seung que estava caminhando junto ao meu lado enquanto resmungava algo e chutava algumas pedrinhas no chão. Estávamos apenas nós dois naquela hora da noite indo até o pequeno clube onde eu fazia meus shows de rap acompanhado de Seung; minha namorada. Não que eu fosse algum rebelde ou delinquente, eu apenas gostava de sair para meus shows e mesmo assim era um bom aluno na escola, portanto, meus pais achavam aquilo uma perda de tempo mesmo eu os falando que iria virar um rapper famoso, eles não acreditavam em mim, apenas Seung.

Em meio à escuridão da noite eu vi o clarão de luzes na esquina o que indicava que já estávamos perto. Minha ansiedade só aumentava a cada passo e alguns sons das músicas de rap inundaram minha cabeça me deixando um pouco tonto.

- Suga – a garota ao meu lado chamou-me – Hoje eu quero cantar uma bem pesada – riu e involuntariamente deixou sua mão tampar seu sorriso.

- Eu também quero – espremi os olhos enquanto sorria adocicado.

- Podemos cantar juntos, o que acha?

- Pra mim está ótimo, você é boa no rap – elogiei e ela corou meio que involuntário.

Quando me dei conta já estávamos em frente ao clube pequeno que mais parecia um mercado fechado pela parte da frente, mas por dentro era uma festa e tanto. O barulho do som alto que vinha de dentro tremia as paredes do local e assim que entramos nele o som apenas aumentou ainda mais enquanto algumas pessoas pulavam e faziam barulho para o rapper que cantava rapidamente no palco espaçoso, mas que parecia individual. Fomos andando pelo salão até pararmos no canto dele.

- Fique aqui, vou buscar algumas bebidas – pedi e a mesma apenas cruzou os braços e olhou para os cantos entendida.

Fui até o balcão de bebidas e peguei dois copos de uma. Andei atento até Wendy não parando de observá-la e quando já estava no meio da pista que um homem encapuzado de preto me assustou assim que topei nele, ele era um tanto mais alto que eu e seu cheiro era um lavanda e amadeirado, porém, era forte, e aquilo me deixou hipnotizado.

- Olha por onde anda, mané – sua voz era rouca e suas vestimentas eram bonitas e combinavam com seu corpo, pergunto o que me deu para focar apenas nele e não perceber que o mesmo já se fora me deixando ali parado com seu cheiro impregnado no ar. Fui andando à passos rápidos até Wendy que até agora estava na mesma posição que a mandei ficar.

- Tome – dei em sua mão um copo da bebida e ela não demorou para engolir tudo em um gole.

- O que deu em você de ficar parado olhando praquele homem? – ela não era ciumenta, só um pouco curiosa.
- Um pequeno contratempo. Vem, vamos logo – a puxei para irmos até o Dj para anunciar nossos nomes e dar-nos os microfones.

Depois de algum tempo esperando que o local escureceu todo e eu e Wendy seguimos pra frente do palco em que todos olhavam confusos esperando por algo. Quando o som começou que começamos com nossas rimas e mais rimas que eram sempre aplaudidas. No final Wendy ganhou e eu perdi pra ela, foi até bom, eu havia dito que ela era boa em rap e até arrisquei falar que é melhor que eu. Ficamos mais um tempo naquele lugar assistindo alguns shows até Seung se cansar e tivemos de ir pra casa caminhando mesmo bêbados e cansados, a mente borbulhante e doída por causa do som alto e a tensão do local.

Deixei-a na porta de casal sem antes a encher de beijos e apertar sua bunda com o maior sorriso sacana. Cambaleando eu fui até minha casa que ficava uns dois quarteirões dali. Quando avistei a casa com coloração azulada eu reconheci e subi na árvore pulando no telhado e indo até a janela do quarto abrindo-a e entrando discretamente como se não tivesse feito nada naquela noite, porém, quando me virei que encontrei meu pai sentado em minha cama me olhando com uma expressão séria e raivosa, seu olhar estava fumegante.

- Onte esteve – perguntou olhando firme em meus olhos.

- E-Eu sai com uma a-amiga – cocei a nuca, aparentemente nervoso e muito ferrado.

- E esse cheiro horrível de álcool, você bebeu? Sabe que não pode fazer isso, filho da puta – meu sangue ferveu, aquele idiota sequer podia elevar a voz comigo, nem que fosse pra me chamar de retardado ou burro, mas filho da puta já é demais.

- Aish – resmunguei baixo.

- Seu fracassado, estava em mais uma daquelas merdas de festas de rap com aquele bando de vagabundos sem futuro, não é mesmo? – elevou ainda mais a voz e o tom que ficou estridente.

- E daí?

- Estou cansado, farto de você ter que virar mais um sem noção nesse mundo, já basta não ter feito o trabalho de matemática e ainda vai pra essas merdas, você tem que estudar e apenas isso!

- NÃO ESTOU AQUI PRA DAR ORGULHO PRA NINGUÉM! VOCÊ VAI VER QUANDO EU PISAR NA SUA CARA SENDO O RAPPER MAIS FAMOSO DESSA PORRA, SEU MERDA! – ralhei com fúria e o mais alto me olhou ainda pior e com certeza iria tomar uma decisão nada boa.

- S-Saia da minha casa! Suma! Leve suas coisas, seu vagabundo! – disse em tom alto e agora eu já deixava uma lágrima rolar enquanto pegava às pressas meus pertences os guardando dentro de minha mochila, eu, mesmo triste e frustrado, pulei a janela e sai correndo daquela casa enquanto escutava os berros de meu pai ao longo.

- E NÃO VOLTE NUNCA MAIS – corri o mais rápido possível me afastando de sua voz ao fundo.

Andei à passos largos até a casa de Wendy que não demoraria muito para chegar já que ficava ali perto. Quando parei em frente a porta da casa apenas bati nela enquanto recuperava meu fôlego perdido com a longa caminhando, ou corrida.

- Yoongi? O que aconteceu com você? – meu estado era de perturbação e eu estava tenso.

- Fui expulso de casa, posso ficar aqui por um tempo?

- Eu não sei, meus pais são bem rígidos e acho que não vão te deixar ficar aqui por tanto tempo – bufou – Então espere um momento, vou falar com eles.

Seung sumiu de minha visão e basicamente foi até a sala onde seus pais estavam, ela conversara com eles e parece que um pequeno bico triste se formou em seus lábios. Eu fiquei tão confuso que não me manti por muito tempo ali.

- Yoongi? – não o encontrou mais do lado de fora da casa.

Era tarde demais, eu já estava correndo para bem longe, só não sei pra onde.


Notas Finais


O homem encapuzado é o Hoseok, mas acho que isso não faz nenhuma diferença.


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