História Tons de Vermelho e Negro - Capítulo 57


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Giles, Iris, Jade, Kentin, Leigh, Letícia, Li, Lysandre, Manon, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Amor Doce, Armin, Castiel, Docete, Ficção, Hentai, Kentin, Lysandre, Mistério, Nathaniel, Rosa, Rosalya, Sadomasoquismo
Exibições 63
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Josei, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 57 - Saved Tears


Fanfic / Fanfiction Tons de Vermelho e Negro - Capítulo 57 - Saved Tears

P.O.V. Léo

-Alexy... Temos que queimar tudo, queimar todos! É só fazer uma fogueira e – Alexy me interrompeu.

-Léo, acha que esse é o certo a se fazer? – ele começou a amontoar destroços no jardim.

-O plano foi seu... Eu espero que dê tudo certo! – ele me olhou estranho.

-Por que quer tanto isso? Por quê?

-Você já perdeu pessoas que amava, que te amavam? Nunca vai entender os meus motivos de querer tanto que esses filhos da puta se fodam e morram com tanta dor!

-Eu sei que deve ser horrível, Léo... Mas...

-Você não sabe! Nunca saberá até essas coisas matarem o Armin e os seus pais, por favor... Alexy, essa porras irão nos destruir e eu quero ter o prazer de escuta-los suplicando pela vida! Entendeu?!

-...Léo. Eles não mataram só os seus amigos, não é?! – Eu voltei a montar a fogueira, suspirando e olhando toda hora para dentro da escola. Alexy ficou me olhando, ele tinha certo medo no olhar.

-Eles mataram os meus amigos, o meu namorado e... – Alexy andou até ficar próximo. – E a minha família. Na minha frente, eu vi a dor deles com os meus olhos! Nada vai apagar o que eu vi, nada pode apagar o que eu senti naquele momento!! Eu fugi todos esses anos daquela merda, eu tentei todos esses anos esquecer tudo o que senti, o que vivi! Eu sinto falta da minha família todos os dias da minha vida... A morte não é algo muito triste, sabe?! O difícil é quando algo morre dentro das pessoas, entende...?! Quando parece que não há mais sentido em continuar a caminhada, a jornada... Não há mais motivo pra respirar e encarar os medos.

O fogo estava começando a me dar ainda mais calor, sentimentos confusos, uma angústia, uma saudade, uma enorme tristeza no meu olhar. Não, eu não consigo olhar direito para o Alexy. Era tanta merda acumulada nessa bosta de caralho de vida! Alexy se aproximou e ficou lado a lado comigo, pedindo para que eu continuasse, implorando pra ver eu desabar.

-Sabe aquela frase broxante de Crepúsculo, Alexy? “A morte é tranquila, fácil. A vida é difícil.”? Essa é a frase que você só passa a entender depois de longos anos convivendo com a dor. O único conforto que as pessoas tem em relação a essa caralha, é que... A gente sabe que eles estão em um lugar muito melhor. Mas... Eu não consegui ficar de luto. A minha mente nem o meu coração sabiam que eles morreram, sabe?! Parecia que eles esqueceram, que não foram avisados. E só depois de um tempo eles sentiram a dor e quiseram... – um estrondo na porta principal de Sweet Amoris foi ouvido, eram todos da “trupe” se batendo na porta enorme de vidro, estavam sendo esmagados – Vingança!

Olhei para os membros alvoroçados que tentavam abrir a porta, era a legitima cena do Yoongi em Agust D só que modificada, lambi meu dedo do meio e o mostrei pra aqueles filhos da puta! Peguei na mão do Alexy e o puxei forte para uma árvore próxima ao ginásio, nós subimos na árvore e fomos até o telhado. Digamos que esse membros zumbies da Ceita não são lá muito inteligentes, eles são os piores vampiros que existem. São atraídos pelo fogo, quando a porta se abriu todos foram direto para o fogo! Que burros... meu Deus! Peguei duas armas que eu tinha roubado de um deles e comecei a atirar nos “donos” dos cães!

Aquela cena chegava a dar prazer, mortes e mais mortes naquela porra... Era uma guerra! Isso realmente é uma guerra! A vida em si é uma puta batalha, quase sem final! Sei que hoje é um dia de guerra, mas amanhã será um dia de guerra e de glória! Meu sorriso era radiante, a expressão do Alexy era um pouco assustada, porém ele tinha certa felicidade, certo alivio disso tudo... Espera...

Vi uma garota de cabelos vermelhos longos, acompanhada de um outro cara... Eram os dois últimos... Os dois últimos que eu deveria matar... Akemi e Akira.

Akira estava a caçar a Beka e o Yuki, a sede de vingança era como a minha, pelo irmão dele. Em um piscar de olhos Akira desapareceu, foi como vapor... O FILHA DA PUTA SUMIU! PUTA QUE ME, QUE TE, QUE NOS PARIU! ALGUÉM ME MATA, O FILHO DA MÃE DESAPARECEU DESSA CARALHA!!!!!! AAAAHHHHHHHHH PORRA, ALGUÉM ME LEVAAAA!

-RÁPIDO ALEXY, LIGA PRA BEKA AGORA! A PORRA VAI ESQUENTAR!

-O QUE QUER QUE EU FALE??

-DIZ PRA ELA E O YUKI FUGIREM DAQUI AGORA! EU VOU LÁ MATAR UMA VADIA! – pulei do telhado do ginásio e corri até a tal Akemi, ela me viu e se apavorou.

A puta correu até o lado de fora da escola, fechando o portão bruscamente. Escalei aquele portão do caralho e corri atrás dela. Akemi podia correr muito rápido, mas quando é vida ou morte, seu sangue ferve, a adrenalina sobe, o seu corpo e a sua mente são tomados pelo êxtase do seu ser! Quando a alcancei, tive uma vontade imensa de matá-la e queima-la, apagando o fogo com tijolo depois! Sabe por que? Por que essa vagaranha matou a minha mãe na minha frente! Sabe aquele sentimento de destruição? É isso que eu quero que ela sinta!

Apontei a arma para ela... Hora da vingança, sua piranha!  

Um tiro perdido?

O que?

A catiléia sumiu da minha frente...

Senti um chute nas minhas costa, caindo pra frente e me virando pra ver quem era.

Aquela demônia já estava só os trapinhos, sua roupa rasgada, suas pernas chamuscadas por culpa do fogo, o pescoço sangrando por causa do Akira, um braço enfaixado e claro... O legitimo olhar de estúpida!

-Te vejo no inferno, querido! Junto da sua amorosa família! – fechei os olhos.

Não tenho medo da morte. Pelo contrário! Nesses anos que eu fugi da Ceita, minha vontade era de morrer... Se era para levar aquele tipo de sofrimento, levaria para o meu caixão! Sorri enquanto apertava meus olhos. Essa seria a hora que eu tanto esperava? A minha terrível morte sem nexo? Provavelmente, se não fosse pelo som do tiro saindo pela culatra...

Abri os olhos.

Não havia dor, sangue, sofrimento, ou céu.

Pelo menos não para mim.

-Te vejo no inferno, vagabunda! – a voz do Alexy soou, o mesmo largou a pistola no chão e suas pernas fraquejaram.

Como estava sentando no chão, parei de apoiar meus braços na calçada e repousei minha coluna e minha cabeça nas pedras. Levei minhas mãos até minha face e cobri meus olhos.

Eu consegui! Finalmente consegui!

Sei que gostariam que eu falasse uma moral dizendo que a porra da vingança é algo errado e tal... Mas não dá!  O sentimento que eu tô sentindo é de que agora poderei seguir minha vida sem fugir, sem ter de temer nada! EU ME SINTO INCRIVELMENTE FELIZ POR TER MATADO TUDO ESSES VIADOS!

Algumas lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto... Lágrimas que representavam certo orgulho de tudo! Eu me sentia realizado... A vingança tem um sabor muito parecido com a nossa comida favorita!! Ou seja, é completamente maravilhoso tudo isso!

Peguei o celular do meu bolso e com um pouco de lerdeza e tremedeira liguei para a emergência e para a polícia. Eu e Alexy deveríamos sair dali rapidamente. Levantei do chão arfando, eu queria rir para o mundo, eu não consigo segurar a felicidade dentro do meu peito... juntei o Alexy e o apoiei em meu ombro. Lysandre nos viu, não sei de onde ele surgiu, mas ajudou a apoiar o Alexy. Seu semblante não estava normal, estava fechado, parecia nem ter alivio com o término dessa porra!

Seguimos até a casa da Beka, da Sophie, e da Mikaela... Se é que podemos chamar isso de casa... Tudo pegava fogo... A CASA ESTAVA EM CHAMAS! ASSIM COMO AS CASAS VIZINHAS! No chão algumas letras estavam escritas:

“DUAS ANOMALIAS MERECEM A MORTE!”

AKIRA FILHO DE UMA PROTISTUTA LARGA!

Puta que pariu!

Não tinha como salvar nada, exatamente tudo estava em chamas, tudo estava destruído!

-Oh céus... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHH– eu gritei o mais alto que pude! A casa não era um exato problema, pois os pais da Mikaela estão MUITO bem financeiramente, o problema é que agora tenho certeza que o Yuki e a Beka estão sendo caçados... Alguém por favor... Me leva daqui... Felicidade de pobre dura pouco mesmo, viu?! – Dá o celular Alexy! – ele me atirou o celular. Liguei para a Beka... Demorou alguns segundos para ela atender. – Beka! Finalmente... Você e Yuki tem de se esconder em algum lugar a porra ficou séria.

-O que aconteceu exatamente?? – ela suspirou – Eu e Yuki já estamos longe, bem longe. Digamos que ele está me levando ao seu esconderijo!

-O Akira... Está te caçando! Ele quer a sua pele e a do Yuki! Ele quer vocês dois vivos para poder torturar e matar!! Vocês precisam se esconder rápido!! Ele deixou uma mensagem de aviso...

-Qual a mensagem???

-Duas anomalias merecem a morte... E a casa de vocês está em chamas! – ela suspirou, a casa dela incendiada não era um grande problema, já que sua família tinha dinheiro pra reconstruir tudo novamente, o problema, era essa mensagem.

-Ok... Tchau! Boa sorte pra vocês! – eu suspirei – Existe uma diferença entre o homem comum e o guerreiro sabia? A diferença entre o homem comum e o guerreiro é que o guerreiro encara tudo como desafio, enquanto o homem comum encara tudo como bênção ou maldição. – eu sorri de canto – Sophie me falou isso quando achava que ia morrer nas mãos da Debrah... – suspirei – Beijos Léo... Até um futuro próximo!

Ficamos dois longos minutos com o celular em nossos ouvidos, ela não desligava e eu também não tinha coragem de falar algo. Desliguei a chamada e peguei o meu próprio celular, ligando para o Castiel, quem atendeu foi a Sophie.

-Alô?

-SOPHIE! SOU EU, O LÉO!

-Graças a Deus...!

-Sophie...

Sussurrei sentindo a mãos do Alexy percorrendo meu braço e tocando minha mão, peguei sua mão e a apertei. Tudo teve um fim... Tudo está salvo!

-Tudo acabou... A guerra... Teve fim... Alivio finalmente! ISSO ACABOU!!Conseguimos!


Notas Finais


Heeeeyyyyy, outra musiquinha lindenea do meu novo mozão: https://www.youtube.com/watch?v=X0PqkT_dnxs
Gente, quero que deem muito amor pra essa fic nos próximos capítulos e lembrem-se, tudo que eu escrevo nas minhas fic's, acontece por alguma razão, okay?
Outra qu não é k-popinho: https://www.youtube.com/watch?v=3UGMDJ9kZCA
Mentira, é k-pop sim...


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